Desde quando engravidei, fiquei imensamente feliz com a notícia de que seria mamãe. não falava a respeito da minha preferênsia, somente nutria um amor que ia crescendo diariamente pelo bebê que estava a caminho. e enquanto isso, as coisas dentro da minha casa foram mudando. eu tinha um marido prestativo, ciumento e grudento. agora ele passava a ser um marido frio, distante, que parecia me culpar por algo: mas pelo quê afinal? durante o ultrasson em que descobri o sexo do bebê, fiquei feliz por ser um menino, e pensava cériamente de que teríamos que mudar seu nome, pois eu não havia gostado do significado do nome Luiz Fernando, que foi escolhido pelo futuro papai.
ele não esbossou nenhuma reação, e a gravidez ia seguindo. conforme os movimentos do bebê iam se tornando + e + visíveis, sempre lhe dizia para que colocasse a mão e sentisse tudo aquilo junto comigo. e ele nunca se manifestava.
quando João Lucas chegou ao mundo, meus problemas aumentaram, pelo seguinte fato de seu pai alegar que tinha ciúmes. 1º pelo fato dele ser um menino. 2º, pelo fato do nosso tempo ter diminuido. 3º pelo fato dele não suportar choro de criança, e sendo assim decide sair do quarto para que o son não o incomode.
não se aproxima do bebê nem para cumprimentá-lo, e eu insisto para que ele toque no filho, para que ele possa ter contato com essa criança tão angelical, que não tem culpa de nada.
cerca de mais oumenos 36 dias de tentativas, lágrimas, e muito sofrimento se passaram, e o homen que não queria ser pai, vai se tornando + frio e + distante. eu vou me distansiando de sua pessoa, deixando apenas a criança próxima a ele, pois este é seu pai, e eles precisam estabelecer contato.
quando João Lucas completou 2 meses de vida, mal tinha ficado com seu pai mais de 5 minutos. e eu resolvo inventar atividades para que o pai seja forsado a pegar o filho que está crescendo e não o conhece.
assim fomos levando durante duas semanas. e mesmo que os contatos ainda sejam mínimos, estou feliz pelo fato de ter notado uma melhora significativa no comportamento do papai daqui de casa. ele pelomenos parou de dizer que seu filho é um cagão, mijão, que só sabe chorar, que é extremamente manhoso, que só precisa da mamãe, e que ele não quer pegá-lo. agora ele comprimenta o nosso pequeno milagre, e as invenções das atividades continuam, para que eles se aproximem cada vez +. o que eu mais quero, é ver meu filho feliz. e quanto + eu puder fortalecer essa relação, assim será feito. afinal de contas, ele não é só meu. é nosso, e precisa dos dois. senão fosse assim, nós mulheres seríamos suficientes para engravidarmos sozinhas. Deus delegou a cada um sua função, e elas tem que ser cumpridas por ambas as partes. eu não vou desistir de lutar em nome da felicidade do meu filho.
só queria escrever este post, afin de relatar para outras mulheres que possivelmente passem pelo mesmo, que tudo muda, tudo se transforma. basta nos esforsarmos, e termos fé, porque não é fácil. mas por amor a um filho, uma mãe alcansa até o impossível.
Aqui você lerá as experiências de uma mãe deficiente visual, que com a ajuda de Deus, procura fazer de seu único filho, 1 grande homem! "Tudo posso naquele que me fortalece."
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terça-feira, 14 de abril de 2015
sábado, 14 de fevereiro de 2015
--construindo nosso vínculo de amor.
Olá pra todo mundo! Na 1ª semana de vida do meu filho fora do útero, eu tenho notado que o verdadeiro amor move montanhas. Desde a hora em que o segurei nos braços pela 1ª vez, sinto que meu coração é capaz de consolá-lo, e confortá-lo durante os momentos em que ele CHORA, ou quando manifesta algum desconforto.
É claro que nossos papos continuam a todo vapor, e os APELIDOS dirigidos a ele também tem surtido efeito por aqui.. dizer pra ele o que é que eu estou fazendo, parece surtir efeito quando me afasto do CARRINHO. CHAMÁ-LO de ursinho a cada vez que ele desperta de uma SONECA, parece fazê-lo entender que logo ganhará colo, será alimentado, e iniciaremos nosso interminável diálogo.
direcionar meu rosto para onde está voltada sua cabecinha enquanto ele mama e le lansar alguns risos, parece deixá-lo feliz, enquanto prossegue com a sua MAMADA. balansá-lo nos braços para fazê-lo adormecer, e cantar algumas coisas, parece ser confortante, e logo ele pega no sono.
eu sei disso pela sua maneira de respirar, e pelo seu corpinho que fica largado em meu colo.
pesquisando na rede, encontrei um artigo importante, que vou compartilhar com vocês:
A ciência explica como brota seu amor pela criança
Escrito para o BabyCenter Brasil
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Você e bebê: Viciados em amor
E se não houver amor imediato?
O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas dele, dura para sempre.
A questão é que o amor por uma criança não é intelectual ou cultural -- ele é sim um componente básico da formação de todos os seres humanos. E isso independentemente de se ser mãe ou pai, ou pais biológicos ou adotivos, já que somos programados para formar laços fortes com os filhos e eles conosco.
Ao longo de anos de pesquisa, cientistas e especialistas em desenvolvimento infantil vêm descobrindo detalhes fascinantes sobre essa conexão tão ímpar entre pais e filhos. São fatos que ajudam a explicar por que é praticamente "viciante" ficar perto de um bebê e por que continuamos a amar os filhos tão profundamente mesmo depois que eles crescem, apesar de todas as birras, brigas e malcriações.
Claro que aquilo que você sente por seu filho muda com o decorrer do tempo, porém a relevância do sentimento nunca deixa de ser parte fundamental de sua vida.
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Não se surpreenda de já amar o bebê antes mesmo de ele nascer. Futuros pais e mães geralmente são invadidos por uma grande mistura de emoções e ansiedades, sentimentos que realmente dão o tom da futura relação com o filho.
Os hormônios que circulam no corpo de uma mulher grávida (e que ficam mais potentes a cada semana de gestação) também ajudam a alimentar a conexão com o bebê.
À medida que a data do parto se aproxima, o cérebro começa a produzir cada vez mais oxitocina, um hormônio que literalmente auxilia a trazer à tona a "mãe" que está dentro de você.
Também conhecida como o hormônio do amor, a oxitocina é responsável pelo comportamento maternal em animais (muitas vezes representado pela simples limpeza dos pêlos de um filhote). Nas mulheres grávidas, a principal função do hormônio é amenizar a sensação de estresse, ao mesmo tempo em que cria aquela vontade enorme de ver o recém-nascido.
Nos últimos anos, a oxitocina foi assunto de diversos trabalhos científicos bastante sérios. Pesquisas com animais sugerem que ela tem papel fundamental em uma série de comportamentos sociais, que vão da criação dos filhos à formação de relacionamentos duradouros.
Mostrou-se, por exemplo, que animais que não produzem oxitocina ignoram suas crias e constantemente buscam parceiros diferentes para o acasalamento. Espécies que produzem o hormônio tendem a ser dedicadas aos filhotes e aos parceiros.
Resumindo: quando a oxitocina circula pelo corpo de uma gestante é como se o amor estivesse correndo por suas veias.
Quanto ao bebê, ele também já começa a formar elos com a mãe ainda dentro do útero. Pesquisas indicam que o coração dele bate ligeiramente mais rápido ao som da voz da mãe, voz que vai animá-lo e confortá-lo por anos a fio.
Se você for o pai ou tiver adotado um bebê, esse tipo de experiência hormonal e proximidade física com a criança crescendo dentro da barriga não acontecerá, mas não se preocupe, porque o vínculo com seu filho não será menor por causa disso.
Bebês e crianças têm uma incrível habilidade de formar fortes elos com qualquer pessoa que cuidar deles e responder às suas necessidades físicas e emocionais.
Você e bebê: Viciados em amor
À medida que o trabalho de parto progride, o fluxo de oxitocina no cérebro e na corrente sanguínea da mãe torna-se abundante. Entre outras funções, o hormônio provoca contrações e auxilia na descida do leite materno.
Quando finalmente nasce o bebê, a mãe está praticamente "intoxicada" de oxitocina, que a faz esquecer da exaustão do parto e da dor e traz euforia e uma intensa sensação de amor. De acordo com o pediatra e especialista em desenvolvimento infantil Marshall Klaus, esse efeito da oxitocina ajuda a explicar por que bebês quase nunca são abandonados em hospitais onde as mães podem segurá-los e amamentá-los logo em seguida ao parto.
E os papais de primeira viagem também não ficam imunes a esse poderoso hormônio ao olhar para os filhos pela primeira vez. São também invadidos por uma onda de amor, muitas vezes tão vigorosa que os deixa tontos dentro da sala de parto.
As mudanças biológicas nos pais também são profundas. Um estudo canadense de 2001 mostrou que os níveis de testosterona masculinos tendem a despencar, pela primeira vez, durante alguns meses depois do nascimento dos filhos. Mais intrigante é o fato de que alguns homens começam a produzir mais estrogênio, em um sinal ainda mais contundente do poder transformador da paternidade.
De acordo com a neurocientista Diane Witt, o estrogênio torna o cérebro mais sensível à oxitocina, possivelmente para ajudar os homens a ser mais atenciosos e amorosos.
E segundo a cientista, pais e mães adotivos também desfrutam dos efeitos benéficos da oxitocina e da dopamina, uma outra substância química do corpo ligada ao prazer.
E se não houver amor imediato?
Cerca de 30 por cento das mães não sente aquele amor profundo por seus bebês logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor -- só que não para sempre. A grande maioria das mães passa a amar os filhos nos primeiros meses de vida.
Caso você não possa segurar o bebê após o parto, não se aflija. Pais adotivos ou de bebês prematuros nem sempre têm a chance de ficarem bem grudadinhos nos filhos desde o início, e ainda assim criam laços de amor com o tempo.
Aliás, se seu bebê for prematuro, não deixe de pedir para estar com ele sempre que possível, pelo bem de todos da família. Pesquisas recentes apontaram que o contato com a pele dos pais (método conhecido como "canguru") é um dos melhores tratamentos para os prematuros. E vale dizer que o toque do papai é tão tranquilizador quanto o da mãe nesses casos.
É importante lembrar que o amor, por qualquer pessoa nova em nossa vida, cresce com o tempo. O bebê vai aprender a gostar muito de quem o segurar no desespero do choro ou alimentar na hora da fome. Ele vai sentir sua falta nos momentos de ausência e vibrar de alegria quando você estiver por perto. Isso pode até não ser "amor" segundo a definição dos adultos, mas é um dos sentimentos mais fortes que os bebês conhecem.
A psicóloga Emma Adam, da Universidade Northwerstern, nos EUA, observa ainda que é impossível "estragar" um bebê com amor, atenção e afeto. Quando se conforta um filho, o que ocorre na realidade é a construção de uma base de confiança que vai durar a vida toda.
É claro que nossos papos continuam a todo vapor, e os APELIDOS dirigidos a ele também tem surtido efeito por aqui.. dizer pra ele o que é que eu estou fazendo, parece surtir efeito quando me afasto do CARRINHO. CHAMÁ-LO de ursinho a cada vez que ele desperta de uma SONECA, parece fazê-lo entender que logo ganhará colo, será alimentado, e iniciaremos nosso interminável diálogo.
direcionar meu rosto para onde está voltada sua cabecinha enquanto ele mama e le lansar alguns risos, parece deixá-lo feliz, enquanto prossegue com a sua MAMADA. balansá-lo nos braços para fazê-lo adormecer, e cantar algumas coisas, parece ser confortante, e logo ele pega no sono.
eu sei disso pela sua maneira de respirar, e pelo seu corpinho que fica largado em meu colo.
pesquisando na rede, encontrei um artigo importante, que vou compartilhar com vocês:
A ciência explica como brota seu amor pela criança
Escrito para o BabyCenter Brasil
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Você e bebê: Viciados em amor
E se não houver amor imediato?
O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas dele, dura para sempre.
A questão é que o amor por uma criança não é intelectual ou cultural -- ele é sim um componente básico da formação de todos os seres humanos. E isso independentemente de se ser mãe ou pai, ou pais biológicos ou adotivos, já que somos programados para formar laços fortes com os filhos e eles conosco.
Ao longo de anos de pesquisa, cientistas e especialistas em desenvolvimento infantil vêm descobrindo detalhes fascinantes sobre essa conexão tão ímpar entre pais e filhos. São fatos que ajudam a explicar por que é praticamente "viciante" ficar perto de um bebê e por que continuamos a amar os filhos tão profundamente mesmo depois que eles crescem, apesar de todas as birras, brigas e malcriações.
Claro que aquilo que você sente por seu filho muda com o decorrer do tempo, porém a relevância do sentimento nunca deixa de ser parte fundamental de sua vida.
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Não se surpreenda de já amar o bebê antes mesmo de ele nascer. Futuros pais e mães geralmente são invadidos por uma grande mistura de emoções e ansiedades, sentimentos que realmente dão o tom da futura relação com o filho.
Os hormônios que circulam no corpo de uma mulher grávida (e que ficam mais potentes a cada semana de gestação) também ajudam a alimentar a conexão com o bebê.
À medida que a data do parto se aproxima, o cérebro começa a produzir cada vez mais oxitocina, um hormônio que literalmente auxilia a trazer à tona a "mãe" que está dentro de você.
Também conhecida como o hormônio do amor, a oxitocina é responsável pelo comportamento maternal em animais (muitas vezes representado pela simples limpeza dos pêlos de um filhote). Nas mulheres grávidas, a principal função do hormônio é amenizar a sensação de estresse, ao mesmo tempo em que cria aquela vontade enorme de ver o recém-nascido.
Nos últimos anos, a oxitocina foi assunto de diversos trabalhos científicos bastante sérios. Pesquisas com animais sugerem que ela tem papel fundamental em uma série de comportamentos sociais, que vão da criação dos filhos à formação de relacionamentos duradouros.
Mostrou-se, por exemplo, que animais que não produzem oxitocina ignoram suas crias e constantemente buscam parceiros diferentes para o acasalamento. Espécies que produzem o hormônio tendem a ser dedicadas aos filhotes e aos parceiros.
Resumindo: quando a oxitocina circula pelo corpo de uma gestante é como se o amor estivesse correndo por suas veias.
Quanto ao bebê, ele também já começa a formar elos com a mãe ainda dentro do útero. Pesquisas indicam que o coração dele bate ligeiramente mais rápido ao som da voz da mãe, voz que vai animá-lo e confortá-lo por anos a fio.
Se você for o pai ou tiver adotado um bebê, esse tipo de experiência hormonal e proximidade física com a criança crescendo dentro da barriga não acontecerá, mas não se preocupe, porque o vínculo com seu filho não será menor por causa disso.
Bebês e crianças têm uma incrível habilidade de formar fortes elos com qualquer pessoa que cuidar deles e responder às suas necessidades físicas e emocionais.
Você e bebê: Viciados em amor
À medida que o trabalho de parto progride, o fluxo de oxitocina no cérebro e na corrente sanguínea da mãe torna-se abundante. Entre outras funções, o hormônio provoca contrações e auxilia na descida do leite materno.
Quando finalmente nasce o bebê, a mãe está praticamente "intoxicada" de oxitocina, que a faz esquecer da exaustão do parto e da dor e traz euforia e uma intensa sensação de amor. De acordo com o pediatra e especialista em desenvolvimento infantil Marshall Klaus, esse efeito da oxitocina ajuda a explicar por que bebês quase nunca são abandonados em hospitais onde as mães podem segurá-los e amamentá-los logo em seguida ao parto.
E os papais de primeira viagem também não ficam imunes a esse poderoso hormônio ao olhar para os filhos pela primeira vez. São também invadidos por uma onda de amor, muitas vezes tão vigorosa que os deixa tontos dentro da sala de parto.
As mudanças biológicas nos pais também são profundas. Um estudo canadense de 2001 mostrou que os níveis de testosterona masculinos tendem a despencar, pela primeira vez, durante alguns meses depois do nascimento dos filhos. Mais intrigante é o fato de que alguns homens começam a produzir mais estrogênio, em um sinal ainda mais contundente do poder transformador da paternidade.
De acordo com a neurocientista Diane Witt, o estrogênio torna o cérebro mais sensível à oxitocina, possivelmente para ajudar os homens a ser mais atenciosos e amorosos.
E segundo a cientista, pais e mães adotivos também desfrutam dos efeitos benéficos da oxitocina e da dopamina, uma outra substância química do corpo ligada ao prazer.
E se não houver amor imediato?
Cerca de 30 por cento das mães não sente aquele amor profundo por seus bebês logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor -- só que não para sempre. A grande maioria das mães passa a amar os filhos nos primeiros meses de vida.
Caso você não possa segurar o bebê após o parto, não se aflija. Pais adotivos ou de bebês prematuros nem sempre têm a chance de ficarem bem grudadinhos nos filhos desde o início, e ainda assim criam laços de amor com o tempo.
Aliás, se seu bebê for prematuro, não deixe de pedir para estar com ele sempre que possível, pelo bem de todos da família. Pesquisas recentes apontaram que o contato com a pele dos pais (método conhecido como "canguru") é um dos melhores tratamentos para os prematuros. E vale dizer que o toque do papai é tão tranquilizador quanto o da mãe nesses casos.
É importante lembrar que o amor, por qualquer pessoa nova em nossa vida, cresce com o tempo. O bebê vai aprender a gostar muito de quem o segurar no desespero do choro ou alimentar na hora da fome. Ele vai sentir sua falta nos momentos de ausência e vibrar de alegria quando você estiver por perto. Isso pode até não ser "amor" segundo a definição dos adultos, mas é um dos sentimentos mais fortes que os bebês conhecem.
A psicóloga Emma Adam, da Universidade Northwerstern, nos EUA, observa ainda que é impossível "estragar" um bebê com amor, atenção e afeto. Quando se conforta um filho, o que ocorre na realidade é a construção de uma base de confiança que vai durar a vida toda.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
--38 semanas. misto de sentimentos, o plano de parto.
Oi gente!!!!! Hoje chegamos às 38 semanas. Meu príncipe já viveu 266 dias.......
Eu estou mais emocionada do que nunca, pois a hora de vê-lo se aproxima, e isso deixa meu coração a mil.
Eu até que ando passando bem, só que ontem meu tampão começou a sair, e hoje ainda saiu mais um pouco. Eu liguei pra minha doula, que me explicou o que isso significa. Vamos conferir!
***
O que é o período premonitório do parto (pródromo de trabalho de parto)?
O trabalho de parto é antecedido por um período preparatório denominado de pré-parto, período prodrômico (ou pródromo de trabalho de parto) ou período
premonitório. Nesta etapa vários sinais estão presentes, demonstrando que o trabalho de parto e o nascimento do bebê se aproximam.
O período premonitório do parto ou período pré-parto é caracterizado pela presença de contrações, por vezes dolorosas, que ocorrem em intervalos e intensidade
irregulares, não apresentando ritmo. Essas contrações não são efetivas para dilatar o colo uterino e constituem o chamado “falso trabalho de parto”, onde,
embora haja contrações, não há alteração do colo do útero (ou seja, não há a dilatação do mesmo com progressão para o nascimento do bebê).
Nesta fase há a descida do fundo uterino (a barriga materna fica mais baixa), decorrente do encaixamento da cabeça do bebê na pelve materna. Essa descida
da cabeça do bebê acarreta no aumento de dores lombares e dores nas articulações dos ossos do quadril da gestante. As vezes a única manifestação é uma
sensação de “peso” na região supra-púbica (na região da bexiga).
Há ainda nesta fase, uma secreção exacerbada de muco pelas glândulas presentes no colo uterino, sendo eliminada uma secreção mucosa pela vagina, acompanhada
ou não de sangue em pequena quantidade. Este sinal é chamado de perda de tampão mucoso.
O colo uterino fica mais amolecido e progressivamente mais curto ao toque vaginal (processo chamado de amadurecimento do colo).
Próximo ao final da gestação, as contrações se tornam mais freqüentes e intensas e a regularidade associada à dilatação do colo uterino caracterizam o
trabalho de parto que se inicia.
Não é possível dizer o exato momento em que há a transição do período pré-parto para o trabalho de parto, pois o período premonitório do parto pode anteceder
o parto em dias; e esta transição ocorre normalmente de forma gradual e quase insensível.
Na noite anterior, eu praticamente não dormi. Tive inúmeras contrações de treinamento, + eram bem diferentes daquelas que eu tinha com 5, 6, 7 meses de gestação. Essas não situavam a dor somente na barriga, mas também nas costas, e na parte de trás da coxa. Mesmo assim eu continuei me exercitando com a bola, fiz alguns agaixamentos, e pedalei muito na bicicleta ergométrica, e também fiz caminhada.
Não quero passar de 41 semanas, pra que eles não tenham que indusir meu parto. Já disse que quero que meu príncipe venha ao mundo de forma natural.
Bom, meu plano de parto já foi protocolado na maternidade, e eu queria compartyilhar um pouco disso com vocês que me acompanham.
Vamos lá:
Eu estou mais emocionada do que nunca, pois a hora de vê-lo se aproxima, e isso deixa meu coração a mil.
Eu até que ando passando bem, só que ontem meu tampão começou a sair, e hoje ainda saiu mais um pouco. Eu liguei pra minha doula, que me explicou o que isso significa. Vamos conferir!
***
O que é o período premonitório do parto (pródromo de trabalho de parto)?
O trabalho de parto é antecedido por um período preparatório denominado de pré-parto, período prodrômico (ou pródromo de trabalho de parto) ou período
premonitório. Nesta etapa vários sinais estão presentes, demonstrando que o trabalho de parto e o nascimento do bebê se aproximam.
O período premonitório do parto ou período pré-parto é caracterizado pela presença de contrações, por vezes dolorosas, que ocorrem em intervalos e intensidade
irregulares, não apresentando ritmo. Essas contrações não são efetivas para dilatar o colo uterino e constituem o chamado “falso trabalho de parto”, onde,
embora haja contrações, não há alteração do colo do útero (ou seja, não há a dilatação do mesmo com progressão para o nascimento do bebê).
Nesta fase há a descida do fundo uterino (a barriga materna fica mais baixa), decorrente do encaixamento da cabeça do bebê na pelve materna. Essa descida
da cabeça do bebê acarreta no aumento de dores lombares e dores nas articulações dos ossos do quadril da gestante. As vezes a única manifestação é uma
sensação de “peso” na região supra-púbica (na região da bexiga).
Há ainda nesta fase, uma secreção exacerbada de muco pelas glândulas presentes no colo uterino, sendo eliminada uma secreção mucosa pela vagina, acompanhada
ou não de sangue em pequena quantidade. Este sinal é chamado de perda de tampão mucoso.
O colo uterino fica mais amolecido e progressivamente mais curto ao toque vaginal (processo chamado de amadurecimento do colo).
Próximo ao final da gestação, as contrações se tornam mais freqüentes e intensas e a regularidade associada à dilatação do colo uterino caracterizam o
trabalho de parto que se inicia.
Não é possível dizer o exato momento em que há a transição do período pré-parto para o trabalho de parto, pois o período premonitório do parto pode anteceder
o parto em dias; e esta transição ocorre normalmente de forma gradual e quase insensível.
Na noite anterior, eu praticamente não dormi. Tive inúmeras contrações de treinamento, + eram bem diferentes daquelas que eu tinha com 5, 6, 7 meses de gestação. Essas não situavam a dor somente na barriga, mas também nas costas, e na parte de trás da coxa. Mesmo assim eu continuei me exercitando com a bola, fiz alguns agaixamentos, e pedalei muito na bicicleta ergométrica, e também fiz caminhada.
Não quero passar de 41 semanas, pra que eles não tenham que indusir meu parto. Já disse que quero que meu príncipe venha ao mundo de forma natural.
Bom, meu plano de parto já foi protocolado na maternidade, e eu queria compartyilhar um pouco disso com vocês que me acompanham.
Vamos lá:
ADMISSÃO E TRABALHO DE PARTO
_ Não autorizo:
·
Realização de enema (lavagem intestinal) nem de tricotomia
(raspagem dos pelos).
(Isso eu posso fazer em casa né gente. Sempre fui muito nogenta quanto a minha igiene pessual, e não acho que deva ser submetida a uma raspagen daquelas que parece que a enfermeira vai acabar cortando a sua vagina, de tão rápido que ela te depila. E às vezes pode acontecer da mulher evacuar no parto. Oo, pode ser, + pode não ser. então esse negócio de lavagen pra mim não serve. É só mais uma rotina que alguns hospitais mantém, e também o bebê vai sair pela vagina, e não pelo anos. Não a qualquer risco de contaminação.)
·
Rompimento artificial da bolsa se o bebê estiver
bem.
·
Uso de drogas (soro, ocitocina...) para indução
ou aceleração do trabalho de parto, sem indicação real.
·
Oferecer administração de analgesia ou
anestesia, se achar que preciso eu solicitarei.
(Por quê vão romper minha bolsa sem qualquer explicação?
Eu mesma posso responder isso.
Pra acelerarem o trabalho de parto.
Pera lá.
Mas eu não estou com pressa, então não tem motivo!
E existem bebês que chegam a nascer dentro da bolsa. Se ele estiver bem, não tem explicação pra tirá-lo do ambiente em que ele está acostumado.
A ocitossina, só serve pra que a mulher fique tendo contrações sem intervalo, também utilisada pra acelerar o trabalho de parto.
Eu quero que meu corpo trabalhe em seu rítimo, que as contrações venham, e deppois voltem. Nada de ficar 12:00 com dores intensas sem um tempinho pra respirar!
Quanto a analgesia, serve pra aliviar as dores do parto.
Mas se eu contratei os servissos da doula, automaticamente estão estabelecidos métudos para que as dores sejam aliviadas, como por exemplo:
Massagens, fazer uso da bola, e tomar banho...... Então não é nescessário na minha opinião.
Os médicos não suportam esperar. Mas se o corpo feminino foi preparado pra parir, ele mesmo possue seus métudos para aliviar os incômodos que surgirão no presente ato...... Então equipe, não se preoculpe! O que conta nisso tudo, não é o quanto de dor eu vou passar, + sim o bem estar do meu filho que está para chegar, de fporma natural e saldável!
Muita gente pode me achar radical, podem achar que eu estou dando uma de super mulher aqui, + não é. Por falta de informação, muitas gestamtes sofrem inúmeros tipos de violência na hora do parto, porque a equipe médica decide tudo, e não da a oportunidade da mulher escolher, pensar sobre o assunto. Ee guria, é a sua vida, e a vida do seu pequeno(a) que está em jogo!!!!!!!! médico sabe de muitas coisas, + ele não é Deus. Que fez tudo com perfeição, e ele te dará métudos para parir com tranquilidade.)
_ Gostaria de:
·
utilizar métodos não farmacológicos para o
alívio da dor com ajuda da doula.
·
poder ingerir líquidos e alimentos (não ficar em
jejum absoluto).
·
ter liberdade de movimentos como: caminhar, usar
a bola e tomar banhos quentes para evolução natural e diminuição da dor.
·
restringir ao máximo o número de toques vaginais.
·
realizar monitoramento fetal por Cardiotoco apenas
quando essencial e não contínuo.
( Não tem porquê ficar em gejun, se eu vou precisar de energia pra ter um bom parto. Se ficar 12, 13, 14, 15, ou 16:00 sem comer, vou tirar energia de onde?
Toques vaginais são realisados pra saber se a mulher já evoluiu ou não quanto a sua dilatação. Mas não precisa fazer isso a cada 5 minutos, certo? A mulher pode acabar ficando nervosa com isso. Prefiro que eles oussam o coração do meu filho com o sonar, porque é mais fácil, e ele será monitorado da mesma forma.)
Como o plano de parto é muito estenso, eu volto no próximo post pra contar o que + eu coloquei aqui como prioridade para o tão esperado dia!
___Falando do príncipe:
Ele tem mechido de forma diferensiada nesses dias, + continua sendo a rasão da vida da mamãe aqui.
A malinha dele já está pronta, e só aguardamos então para a hora h.
Acho que agora minha barriga não vai crescer +.
Preciso tirar minhas últimas fotos, antes que ele chegue e eu não tenha registrado seus últimos momentos dentro de mim, sendo somente "meu".
Beijinhos gente, em breve eu volto!
Marcadores:
38 semanas,
falando com a doula sobre as contrações.,
fazendo exercícios,
João Lucas maravilhoso,
mamãe ansiosa,
plano de parto,
saída do tampão
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
--37 semanas. Mudansas quanto ao nascimento do príncipe, falando sobre a doula.
Olá a todos! Dei uma sumidinha, pois a minha vida tem sofrido grandes transformações, + graças a Deus, todas são positivas. Eu não estou + de repouso. Agora já posso andar, e passear um pouco. Não da pra fazer estravagânsias, porque aqui está muito, muito calor. Bomn, eu fui na doutora Teresa no dia 05/01, e no dia 12/01. Eu estou bem, até emagreci um pouco. E o meu filho também está ótimo graças a Deus. Ela disse que não vai poder me entregar uma carta, pedindo para que o médico da maternidade realize minha cesária, pois isso vai contra os procedimentos éticos de sua profissão. Eu me senti totalmente desamparada. Basta não saber quem será o médico que irá me atender, basta não saber quais procedimentos serão tomados, basta ficar a mercê das vontades da equipe. A partir disso, eu decidi contratar uma doula pra me acompanhar nessa fase tão linda, + também tão céria na vida de qualquer gestante. Pois ali estão duas vidas, que dependem do sucesso do trabalho de todo o conjunto, para que fiquem bem, e saudáveis.
O nome dela é Cris, e neste dia 14/01/2015, ela veio até aqui em casa me visitar, conversou com a minha família a respeito do parto, esclareceu várias dúvidas que eu tinha, me mostrou um útero, uma bolsa, um cordão umbilical, e uma placenta. todos estes materiais são feitos de crochê, e me proporsionaram então o poder para imaginar meu corpo por dentro. foi muito legal viver esta esperiência.
Ela deixou aqui em casa a bola de pilates, para que eu treine exercícios relacionados a minha pelves.
Me disse para preparar um cd com músicas relachantes pra que eu possa ficar calma quando as contrações vierem, me disse que me fará bem pedalar na bicicleta ergométrica, fazer algumas caminhadas, fazer bicicleta deitada na cama, ficar com as pernas para cima para que meus pés desinchem.
eu gostei de ficar sentada na bola, e decidi me preparar fisicamente e emocionalmente para este momento. antes da doula chegar na minha casa, antes de tomar nota de todos estes procedimentos, eu entreguei tudo isto nas mãos de Deus, e estou buscando sua orientação para seguir com estas modificações, avaliando que eu não tive escolha, e não pude descansar e realizar minha cesariana como eu faria se ainda tivesse meu plano de saúde.
(mas não estou reclamando de absolutamente nada.)
Pode ser que tudo isto seja para que eu vivensie no corpo e na alma, a esperiência de conseber um filho a partir das minhas próprias forças. Respeitando meu corpo, e acima de tudo isso, apresentando ao meu filho, o praser de estar nos meus braços assim que chegar ao mundo.
Momento que é excluido da vida da mãe e do bebê que passam pelo processo da cesária.
Outras vantagens que se apresentam mediante ao meu histórico gestacional para a realização do PN, é que meu colo é fino, (então pode ser que isso me ajude a dilatar com mais rapidez.) e eu também não tenho pressão auta. porque se tivesse, teria de realizar uma cesariana antes de 40 semanas.
e é claro que eu faria. farei tudo o que for possível e até o impossível em nome do bem estar, e da saúde do meu pequeno.
meu marido concordou comigo no que disrespeito a doula, e pode esclarecer suas dúvidas com ela. Mas pasmem, ele não assistirá o parto. disse que não suportaria me ver passando dor! eu já sabia que ele não iria, ja havíamos conversado sobre tudo isso.
a partir de hoje, minha maratona de exercícios vai começar. também vou procurar descansar bastante, para que na hora H, eu tenha bastante energia.
Agora vamos falar desse bebê maravilhoso!
ele continua se mexendo, mas seus movimentos são mais curtos, e suaves. A doutora teresa disse que isso se deve ao estágio em que ele está.
Encontra-se de ponta cabeça, e já não ah muito espaço para que ele se movimente rápido e frequentimente como antes. (Está chegando a hora dele nascer, e eu estou muito ansiosa/feliz/emocionada!!!!!!) Em breve volto com + novidades! Beijos!
O nome dela é Cris, e neste dia 14/01/2015, ela veio até aqui em casa me visitar, conversou com a minha família a respeito do parto, esclareceu várias dúvidas que eu tinha, me mostrou um útero, uma bolsa, um cordão umbilical, e uma placenta. todos estes materiais são feitos de crochê, e me proporsionaram então o poder para imaginar meu corpo por dentro. foi muito legal viver esta esperiência.
Ela deixou aqui em casa a bola de pilates, para que eu treine exercícios relacionados a minha pelves.
Me disse para preparar um cd com músicas relachantes pra que eu possa ficar calma quando as contrações vierem, me disse que me fará bem pedalar na bicicleta ergométrica, fazer algumas caminhadas, fazer bicicleta deitada na cama, ficar com as pernas para cima para que meus pés desinchem.
eu gostei de ficar sentada na bola, e decidi me preparar fisicamente e emocionalmente para este momento. antes da doula chegar na minha casa, antes de tomar nota de todos estes procedimentos, eu entreguei tudo isto nas mãos de Deus, e estou buscando sua orientação para seguir com estas modificações, avaliando que eu não tive escolha, e não pude descansar e realizar minha cesariana como eu faria se ainda tivesse meu plano de saúde.
(mas não estou reclamando de absolutamente nada.)
Pode ser que tudo isto seja para que eu vivensie no corpo e na alma, a esperiência de conseber um filho a partir das minhas próprias forças. Respeitando meu corpo, e acima de tudo isso, apresentando ao meu filho, o praser de estar nos meus braços assim que chegar ao mundo.
Momento que é excluido da vida da mãe e do bebê que passam pelo processo da cesária.
Outras vantagens que se apresentam mediante ao meu histórico gestacional para a realização do PN, é que meu colo é fino, (então pode ser que isso me ajude a dilatar com mais rapidez.) e eu também não tenho pressão auta. porque se tivesse, teria de realizar uma cesariana antes de 40 semanas.
e é claro que eu faria. farei tudo o que for possível e até o impossível em nome do bem estar, e da saúde do meu pequeno.
meu marido concordou comigo no que disrespeito a doula, e pode esclarecer suas dúvidas com ela. Mas pasmem, ele não assistirá o parto. disse que não suportaria me ver passando dor! eu já sabia que ele não iria, ja havíamos conversado sobre tudo isso.
a partir de hoje, minha maratona de exercícios vai começar. também vou procurar descansar bastante, para que na hora H, eu tenha bastante energia.
Agora vamos falar desse bebê maravilhoso!
ele continua se mexendo, mas seus movimentos são mais curtos, e suaves. A doutora teresa disse que isso se deve ao estágio em que ele está.
Encontra-se de ponta cabeça, e já não ah muito espaço para que ele se movimente rápido e frequentimente como antes. (Está chegando a hora dele nascer, e eu estou muito ansiosa/feliz/emocionada!!!!!!) Em breve volto com + novidades! Beijos!
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