oi gente! eu estou um pouco atrasada. a página do facebook tem tido mais publicações do que aqui. esse blog ta ficando meio que abandonado. na segunda-feira, dia 29, levei meu filho a uma outra pediatra. ela é conveniada pela unimed, e se chama consuelo.
(eu não tenho nada contra a pediatra dele, muito pelo contrário. eu gosto dela. só levei mesmo pra ouvir uma 2ª opinião sobre a questão da sustentação da cabecinha dele.) e elas dizem a mesma coisa. que a sustentação está incompleta, e encaminharam ele pra um neuro pediatra. e essa (pediatra), disse que a cordenação motora dele está atrasada perante a idade que ele tem, e eu não sabia disso!) pra mim ele estava normal!
eu sempre coloco ele no cercadinho, e o estimulo para que brinque com brinquedos de pelúcia, de plástico, e de borracha. para que ele não se encante somente com as cores, mas para que ele também possa sentir suas diferentes testuras e etc! e a sustentação da cabecinha dele tem melhorado depois que iniciamos os exercícios que a doutora maria das graças passou. então eu fiquei chateada. poxa, será que ela acha que meu filho tem alguma coisa? ela disse que é melhor investigarmos tudo, por causa da questão da idrossefalia do pai dele, emfim. e ela pediu também alguns exames de sangue, que foram feitos hoje. eu fiquei de coração partido ao ouvir ele gritando, pois tenho pavor de agulhas. quando eu era criança ja tomei muita ingeção, e qualquer procedimento que as envolva já me deixa medrosa.
--avisando o papai.
Depois do seu exame de sangue, fiquei correndo atrás de uma consulta com o neuro pediatra para você, e aqui em Campinas só tem vaga pra Setembro. Como
seu pai foi demitido e essa unimed vale apenas até o dia 17/07, achei melhor marcar essa consulta em Poços de Caldas-MG. La tem menos gente que aqui, e
a mesma foi agendada para o dia 08/07/2015, às 14:00. assim já faremos os exames solicitados pelo neuro, e tiraremos da cabeça, qualquer medo que esteja
nos assustando. Pois o que eu mais quero, é que você fique bem, e que tenha muita saúde. Ainda pouco, entrei em contato com o teu pai por telefone, para
notificar-lhe a respeito dos procedimentos que serão feitos. Porque ele é seu pai, e mesmo que não esteja aqui presente, precisa saber de tudo o que te
acontece. Me sinto em paz fazendo a minha parte, pois eu não quero ter problemas com ele de forma alguma. E nós estamos dividindo a mesma responsabilidade.
Com a diferença de que eu estarei lá, e ele não. Mas saberá de tudo o que ocorrer no dia da sua consulta, porque eu irei notificá-lo. Podemos viver em
lugares diferentes, + por um filho atravessamos às fronteiras que nos separam, e nos comunicamos afim de dividirmos as questões que envolvem a sua pessoa.
É assim que eu penso, e é assim que eu vou proceder. Seja pra falar sobre uma consulta como foi agora, seja pra falar sobre a escola, sobre seu comportamento,
emfim. Por mim ele saberá de tudo, e poderá vê-lo sempre que desejar, ou sempre que tiver vontade.
#é
isso o que eu tenho que fazer para o bem de todos nós.#
Aqui você lerá as experiências de uma mãe deficiente visual, que com a ajuda de Deus, procura fazer de seu único filho, 1 grande homem! "Tudo posso naquele que me fortalece."
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
--ele ganhou um cercadinho!
oi gente! eu decidi comprar um cercadinho para que meu filho tenha + liberdade para brincar, e claro, interagir com seus próprios brinquedos. estou estimulando-o, através do tato, para que ele sinta a diferensa em tocar em um urso de pelúcia, e em 1 pato de borracha. isso não significa que eu quero que ele aprenda algo de imediato. não. eu só quero que ele vivensie, que ele tenha novas experiências, além de contar com as diferensas visuais que os brinquedos oferecem!
terça-feira, 23 de junho de 2015
MDS agora.
você deve estar se perguntando: que título é esse? mãe deficiente visual, e souteira.
pois ´é. depois de ter postado inúmeras vezes a respeito do comportamento do pai do meu filho, digo a vocês que ele se foi..... e por quê?
1º Desde quando eu estava grávida, ele não nos aceita. sempre alegava que não havia nascido pra ser pai, e que (a minha gestação), fez com que ele descobrisse isso. Não dormia comigo alegando que "na minha cama já havia outro homen, que estava dentro da minha barriga. para que eu ia querer outro?" Quando o neném nasceu, ele jamais levantou anoite pra me ajudar a cuidar dele e de suas cólicas intermináveis, jamais lansou sob o filho uma palavra de consolo ou conforto. O que ele fazia era chingar o menino de manhoso; chato; inconstante; porco; cagão; mijão; chorão...........
2º Não me ajudava dentro de casa. Ele passou a > parte da minha gestação (que era de risco), na casa dos parentes dele. nunca estava presente em uma consulta minha de pre-natal, ou na realisação de um ultrasson.
*não quero dizer que ele não podia ir pacear. Sim, podia. + quase todos os domingos? absurdo. e eu ficava aqui sozinha, com o filho dele na barriga!!!!!!!
se acontecesse algo, ele ia saber, + só depois........
3º ele dizia que não me amava +, e nem sentia amor pelo filho. então como continuar assim esse casamento?
eu não sou perfeita. confesso que eu cuidei sim muito + do meu filho do que de qualquer outra coisa, + eu sou mãe! e também era mulher dele. a casa sempre estava limpa, e a comida feita. independente dele chegar de bom ou mau humor, independente dele amar o filho ou não............ e que ele queria que eu fizesse? que rejeitasse meu filho em nome de uma suposta felicidade que ele pregava? não. se Deus ouviu minhas horações e me deu esse filho, minha obrigação era cuidar dele! não deixá-lo a própria sorte!
quantas e quantas vezes tentei colocar o menino em seu colo, e o que dava??? " *o joão lucas ainda não fica durante um períldo longo no colo do pai dele, que por enquanto baixou a guarda e ta se fingindo de bom moço.
Semana seguinte:
* ele ficou quarta-feira e quinta no colo do pai, mas ontem em 7 minutos ele ja tinha comessado a chorar. isso realmente não muda.
Semana seguinte:
e falando do pai dele, ontem dia 21, ele disse que não gosta da atenção que as pessoas dão pro João Lucas.. incluindo o ppai dele e os irmãos..
Semana seguinte: * vc tem que ver diário como o menino chorou no colo dele. eu fiquei com muita dó. saía da sala pra não ver ele sofrendo. eu já tentei demais aproximar os dois, + não adianta.
Semana seguinte:
hoje o jl chorou menos no colo do pai dele. mas ele fica irritado com ele.)
4º desda época da minha gestação que o problema é o mesmo, leia abaixo as frases do pai:
" ontem ele disse que não é apegado com o joão lucas. pode ser por isso que ele não estabelessa vínculos com a criança. mas eu também tenho que parar de insistir com isso. se ele não quer, é ele quem perde e não eu... isso pq eu ainda não te falei diário, que ele tem a capacidade de regeitar o único filho que deus lhe deu. ele não ama o joão lucas.
eu sempre tentei aproximar os dois, sempre fico falando pra ele colocar a mão na minha barriga mas ele não muda sabe. se eu não falo, ele não coloca, ele não se manifesta. eu tô parecendo mãe souteira. antes fosse, né? pelomenos tudo isso tinha um motivo. uma explicação. um porquê.
e isso me dói muito. eu fico disisperada, eu choro. pq eu já fui regeitada, e eu sei o quanto tudo isso machuca. e ele não me ajuda com nada, ele não faz nada.
____*
eu cansei de sofrer. de chorar, de me lamentar por algo que não tem + solução.
ele me ligou no dia 14/06, alegando querer notícias do filho que ele mesmo rejeita. e me ligou ontem dia 22, relatando a mesma coisa, e disse que daqui a duas semanas vem visitar o bebê. + eu só permitirei que a visita seja feita, se ele vier acompanhado pelo pai ou por 1 dos irmãos, por conta da ameassa que ele fez. e ele deu no dia 19, o vale dele que era o que havíamos combinado, enquanto não sai o divórsio. eu me sinto super mal em saber que ele vai voltar a pisar nessa casa, que ele vai dar uma de paisão sendo que não é, + eu preciso deixar ele ter contato com o joão lucas assim como eu sempre fiz, 1º pq isso pode me prejudicar durante o processo. ainda mais ele se fazendo de vítima como faz. e 2º, pq meu filho pode me cobrar isso futuramente. então eu preciso registrar tudo para que ele tenha provas de que tentativas foram feitas. + o pai dele não quis mudar. e 3º pq ele deu a penção do menino. então não da pra suspender a visita. e de coração mesmo, eu não quero que ele odeie o pai nem nada disso. quero que eles tenham vínculo, + eu estou muito machucada pra vê-lo de novo. depois de muito sofrimento. totalmente disnescessário. ele podia ter sido um super pai, um bom marido, e ainda estaria aqui. acompanhando o crescimento do filho, e zelando pelo nosso casamento. + as coisas não foram assim, e temos que encarar a realidade. finich! chega de coisas tristes!
esses são trechos extraídos do meu diário, que servem para que você note como o pai do meu filho fez mal
pois ´é. depois de ter postado inúmeras vezes a respeito do comportamento do pai do meu filho, digo a vocês que ele se foi..... e por quê?
1º Desde quando eu estava grávida, ele não nos aceita. sempre alegava que não havia nascido pra ser pai, e que (a minha gestação), fez com que ele descobrisse isso. Não dormia comigo alegando que "na minha cama já havia outro homen, que estava dentro da minha barriga. para que eu ia querer outro?" Quando o neném nasceu, ele jamais levantou anoite pra me ajudar a cuidar dele e de suas cólicas intermináveis, jamais lansou sob o filho uma palavra de consolo ou conforto. O que ele fazia era chingar o menino de manhoso; chato; inconstante; porco; cagão; mijão; chorão...........
2º Não me ajudava dentro de casa. Ele passou a > parte da minha gestação (que era de risco), na casa dos parentes dele. nunca estava presente em uma consulta minha de pre-natal, ou na realisação de um ultrasson.
*não quero dizer que ele não podia ir pacear. Sim, podia. + quase todos os domingos? absurdo. e eu ficava aqui sozinha, com o filho dele na barriga!!!!!!!
se acontecesse algo, ele ia saber, + só depois........
3º ele dizia que não me amava +, e nem sentia amor pelo filho. então como continuar assim esse casamento?
eu não sou perfeita. confesso que eu cuidei sim muito + do meu filho do que de qualquer outra coisa, + eu sou mãe! e também era mulher dele. a casa sempre estava limpa, e a comida feita. independente dele chegar de bom ou mau humor, independente dele amar o filho ou não............ e que ele queria que eu fizesse? que rejeitasse meu filho em nome de uma suposta felicidade que ele pregava? não. se Deus ouviu minhas horações e me deu esse filho, minha obrigação era cuidar dele! não deixá-lo a própria sorte!
quantas e quantas vezes tentei colocar o menino em seu colo, e o que dava??? " *o joão lucas ainda não fica durante um períldo longo no colo do pai dele, que por enquanto baixou a guarda e ta se fingindo de bom moço.
Semana seguinte:
* ele ficou quarta-feira e quinta no colo do pai, mas ontem em 7 minutos ele ja tinha comessado a chorar. isso realmente não muda.
Semana seguinte:
e falando do pai dele, ontem dia 21, ele disse que não gosta da atenção que as pessoas dão pro João Lucas.. incluindo o ppai dele e os irmãos..
Semana seguinte: * vc tem que ver diário como o menino chorou no colo dele. eu fiquei com muita dó. saía da sala pra não ver ele sofrendo. eu já tentei demais aproximar os dois, + não adianta.
Semana seguinte:
hoje o jl chorou menos no colo do pai dele. mas ele fica irritado com ele.)
4º desda época da minha gestação que o problema é o mesmo, leia abaixo as frases do pai:
" ontem ele disse que não é apegado com o joão lucas. pode ser por isso que ele não estabelessa vínculos com a criança. mas eu também tenho que parar de insistir com isso. se ele não quer, é ele quem perde e não eu... isso pq eu ainda não te falei diário, que ele tem a capacidade de regeitar o único filho que deus lhe deu. ele não ama o joão lucas.
eu sempre tentei aproximar os dois, sempre fico falando pra ele colocar a mão na minha barriga mas ele não muda sabe. se eu não falo, ele não coloca, ele não se manifesta. eu tô parecendo mãe souteira. antes fosse, né? pelomenos tudo isso tinha um motivo. uma explicação. um porquê.
e isso me dói muito. eu fico disisperada, eu choro. pq eu já fui regeitada, e eu sei o quanto tudo isso machuca. e ele não me ajuda com nada, ele não faz nada.
____*
eu cansei de sofrer. de chorar, de me lamentar por algo que não tem + solução.
ele me ligou no dia 14/06, alegando querer notícias do filho que ele mesmo rejeita. e me ligou ontem dia 22, relatando a mesma coisa, e disse que daqui a duas semanas vem visitar o bebê. + eu só permitirei que a visita seja feita, se ele vier acompanhado pelo pai ou por 1 dos irmãos, por conta da ameassa que ele fez. e ele deu no dia 19, o vale dele que era o que havíamos combinado, enquanto não sai o divórsio. eu me sinto super mal em saber que ele vai voltar a pisar nessa casa, que ele vai dar uma de paisão sendo que não é, + eu preciso deixar ele ter contato com o joão lucas assim como eu sempre fiz, 1º pq isso pode me prejudicar durante o processo. ainda mais ele se fazendo de vítima como faz. e 2º, pq meu filho pode me cobrar isso futuramente. então eu preciso registrar tudo para que ele tenha provas de que tentativas foram feitas. + o pai dele não quis mudar. e 3º pq ele deu a penção do menino. então não da pra suspender a visita. e de coração mesmo, eu não quero que ele odeie o pai nem nada disso. quero que eles tenham vínculo, + eu estou muito machucada pra vê-lo de novo. depois de muito sofrimento. totalmente disnescessário. ele podia ter sido um super pai, um bom marido, e ainda estaria aqui. acompanhando o crescimento do filho, e zelando pelo nosso casamento. + as coisas não foram assim, e temos que encarar a realidade. finich! chega de coisas tristes!
esses são trechos extraídos do meu diário, que servem para que você note como o pai do meu filho fez mal
sábado, 13 de junho de 2015
--atualisações!
Ois para todos!(as).
Bom, iniciarei o post, falando que nesta sexta-feira que passou, (dia 5), meu amor completou seus 4 meses de vida, e estava meio resfriadinho. com corisa, teve um pouquinho de febre, e uma tossinha leve.
nós fomos para sua 4ª consulta, e ele pesa:
6:0 quilos;
mede:
64 centímetros;
A pediatra não liberou papinha de frutas, e também disse que não será nescessário complementar sua alimentação com leite artificial, e mamãe vibrou de alegria!!!!
Porém, nos deparamos com algo que me assustou um pouco. Ela alegou que a sustentação da cabecinha dele está incompleta. Isso significa que ele não consegue manter a cabecinha firme por muito tempo. Então ela recomendou que eu deixasse ele de brussos, para que assim ele pudesse levantar + a cabeça, e dar força a musculatura de seu pescocinho.
também ensinou um outro exercício, e recomendou que fosse feito um ultrasson de fontanela, (pelo fato do pai dele ter idrossefalia.)
este exame será feito no dia 15/06, próxima segunda-feira.
Desde que ela disse a respeito deste assunto, eu venho fazendo com ele os exercícios recomendados, e tenho notado uma grande melhora desde então!
Outra coisa também me preocupou:
Seus testículos não estão normais.
Um está no lugar correto, e o outro não.
Ela disse que por enquanto não é nescessário preocupar-se, mas que ficaremos observando.
(Novamente foi mensionado o pai dele que tem o mesmo problema. Por isto os médicos o consideiravam estério.)
Tirando esses dois detalhes, ela disse que meu filho está ótimo, e receitou que ele tomasse paracetamol por causa da febre.
Já se passou uma semana desde que ele foi consultado, e o que ocorreu de diferente, foi que na sua gengiva, surgiram já os desenhos dos dentinhos que irão nascer. então eu estou usando nene dent, dou a ele mordedor gelado para aliviar a coceira e refrescar, e ele também ganha muito colo e carinho, porque ele fica extremamente irritado com isso!
Terça-feira e ontem foram os dias + críticos.
+ Eu só tenho que agradesser a Deus pela vida do meu anjinho, e que ele continue nos abençoando, assim como tem feito desdo momento em que eu descobri minha gestação!
Em breve eu voltarei para falar sobre uma coisa que aconteceu nessa semana, e mudou toda a nossa vida. Beijos pra todo mundo!
Bom, iniciarei o post, falando que nesta sexta-feira que passou, (dia 5), meu amor completou seus 4 meses de vida, e estava meio resfriadinho. com corisa, teve um pouquinho de febre, e uma tossinha leve.
nós fomos para sua 4ª consulta, e ele pesa:
6:0 quilos;
mede:
64 centímetros;
A pediatra não liberou papinha de frutas, e também disse que não será nescessário complementar sua alimentação com leite artificial, e mamãe vibrou de alegria!!!!
Porém, nos deparamos com algo que me assustou um pouco. Ela alegou que a sustentação da cabecinha dele está incompleta. Isso significa que ele não consegue manter a cabecinha firme por muito tempo. Então ela recomendou que eu deixasse ele de brussos, para que assim ele pudesse levantar + a cabeça, e dar força a musculatura de seu pescocinho.
também ensinou um outro exercício, e recomendou que fosse feito um ultrasson de fontanela, (pelo fato do pai dele ter idrossefalia.)
este exame será feito no dia 15/06, próxima segunda-feira.
Desde que ela disse a respeito deste assunto, eu venho fazendo com ele os exercícios recomendados, e tenho notado uma grande melhora desde então!
Outra coisa também me preocupou:
Seus testículos não estão normais.
Um está no lugar correto, e o outro não.
Ela disse que por enquanto não é nescessário preocupar-se, mas que ficaremos observando.
(Novamente foi mensionado o pai dele que tem o mesmo problema. Por isto os médicos o consideiravam estério.)
Tirando esses dois detalhes, ela disse que meu filho está ótimo, e receitou que ele tomasse paracetamol por causa da febre.
Já se passou uma semana desde que ele foi consultado, e o que ocorreu de diferente, foi que na sua gengiva, surgiram já os desenhos dos dentinhos que irão nascer. então eu estou usando nene dent, dou a ele mordedor gelado para aliviar a coceira e refrescar, e ele também ganha muito colo e carinho, porque ele fica extremamente irritado com isso!
Terça-feira e ontem foram os dias + críticos.
+ Eu só tenho que agradesser a Deus pela vida do meu anjinho, e que ele continue nos abençoando, assim como tem feito desdo momento em que eu descobri minha gestação!
Em breve eu voltarei para falar sobre uma coisa que aconteceu nessa semana, e mudou toda a nossa vida. Beijos pra todo mundo!
quinta-feira, 4 de junho de 2015
artigos sobre o leite materno
ALEITAMENTO MATERNO
Keiko Teruya é médica pediatra e professora da Faculdade de Medicina da Fundação Lusíada de Santos.
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Nossa espécie, o Homo sapiens, pertence à classe dos mamíferos, animais que amamentam os filhos quando nascem. Fiéis às origens, durante toda a história do homem na Terra, as crianças foram amamentadas no peito da mãe. Nos anos 1950, porém, mudanças sociais e econômicas resultantes da industrialização e da entrada da mulher no mercado de trabalho contribuíram para a quebra desse paradigma. Muitas precisaram suspender a amamentação dos filhos para sair de casa logo cedo e assumir posições profissionais. A solução que lhes restou foi alimentar suas crianças com mamadeiras, leite em pó e os suplementos que as indústrias encarregavam-se de produzir e apresentar como excelentes substitutos do leite materno.
Pagamos um preço alto por isso, porque não tardaram a aparecer estudos elencando as desvantagens desse tipo alimentação. Atualmente, a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mãe amamente os filhos, durante os seis primeiros meses de vida, exclusivamente com leite do seu peito. A partir dos seis meses até os 2 anos, outros alimentos devem ser introduzidos na dieta e oferecidos ao bebê em colherinhas e não mais na velha e superada mamadeira.
VANTAGENS DO LEITE MATERNO
Drauzio — Quais as consequências que essa mudança de paradigma ocorrida nos anos 1950/1960 acarretou?
Keiko Teruya – A história já se encarregara de demonstrar que era possível alimentar o ser humano com outro leite que não o materno. Haja vista, o caso de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, que segundo a lenda foram amamentados por uma loba. No nosso caso, a escolha recaiu principalmente sobre o leite de vaca. Só que, apesar de o Homo sapiens ser o animal mais adaptável dentro da escala zoológica, há sempre um preço a pagar por essa quebra de paradigma, pois o leite materno diminui o risco de maior suscetibilidade alérgica, infecções e até mesmo de morte infantil.
Drauzio – Quais as vantagens do leite materno em relação aos outros tipos de leite?
Keiko Teruya — Ele contém todos os nutrientes necessários para garantir o crescimento saudável da criança. ALém disso, olhos nos olhos, mãe e filho estabelecem a primeira linguagem efetiva de amor.
PRODUÇÃO DO LEITE MATERNO
Drauzio – Como é a dinâmica da produção do leite materno?
Keiko Teruya — A sucção desencadeia um reflexo hormonal: a prolactina (hormônio produzido pela hipófise) promove a produção de leite e a ocitocina, sua descida para a região da aréola mamária. O espantoso é que toda a mulher pode produzir leite mesmo que não tenha gerado a criança que suga seu peito e, quanto mais ela suga, mais leite aparece. Para ser didática e simples, digo às mães que, enquanto o bebê mama, um carteiro leva uma mensagem para a cabeça dela avisando que lá embaixo tem gente precisando de leite. Se a criança reclama – “Mãe, aqui não está saindo leite” -, o mensageiro transmite nova ordem ao cérebro materno – “Solte o leite” – no que é logo obedecido.
Drauzio – Esse mecanismo pode ser alterado de forma que algumas mães apresentem dificuldade para amamentar e produzir leite?
Keiko Teruya – Se a ocitocina não passasse pelo hipotálamo, não haveria tanto problema. Acontece que ela passa e quando a mãe está nervosa, tensa, cansada, levou um susto ou teve um grande aborrecimento, um bloqueio impede-a de soltar o leite. A expressão “esconde o leite” reflete bem o que ocorre nessas situações. Entretanto, se a criança continuar sugando, novo comando será transmitido ao cérebro da mãe que deixará o leite fluir.
AMAMENTAR NÃO DÓI
Drauzio – Como é possível manter essa tranquilidade se algumas mulheres sentem dor enquanto amamentam, porque o mamilo rachou, por exemplo?
Keiko Teruya – A amamentação deve ser absolutamente indolor. Partindo do seu exemplo, o mamilo não racha se a criança for colocada na posição correta e pegar direito o peito. Por que ocorre a rachadura? Ocorre porque a criança não consegue pegar a areola, a parte do seio que não dói. Sempre peço que as mães apalpem suas mamas e lhes pergunto onde são mais sensíveis. Todas as respostas coincidem: o bico é a parte mais dolorida. Fica claro, então, que ali a criança não pode sugar porque vai doer. No entanto, se a criança sugar na região areolar onde ficam os bolsões de leite que devem ser espremidos para liberá-lo, não haverá desconforto nenhum. Se a mulher sente dor quando o filho mama, a dinâmica da sucção deve estar incorreta.
Drauzio – No decorrer da gravidez, a mulher pode tomar alguns cuidados que deixem seus seios em melhores condições para a amamentação?
Keiko Teruya – Antigamente, as mulheres eram orientadas para tomar sol e fazer massagens de protusão dos mamilos. Estudos posteriores demonstraram que essa indicação não tinha o menor fundamento. O que realmente importa para evitar rachaduras e, consequentemente, dor é a criança estar bem posicionada e ter boa sucção.
Drauzio – É difícil amamentar um bebê?
Keiko Teruya – As mães aprendem a amamentar com extrema facilidade. Eu lhes digo que o primeiro contato entre mãe e filho deve ocorrer na hora do nascimento, porque na primeira meia hora a criança está lúcida.
Mais tarde, no quarto, ela irá aprender como posicionar corretamente a criança durante as mamadas. A criança deve ficar de frente para o peito da mãe (principalmente para a região areolar), pois é a pressão de sua gengiva na areola que solta o leite. Se ela sugar só na pontinha, o leite não sai. Sua cabeça deve estar alinhada com o tronco, ou seja, a criança não pode estar torta e seu corpo deve ficar colado aocorpo da mãe o tempo todo.
LEITE FRACO E LEITE FORTE
Drauzio – Algumas mães dizem — ah, meu leite está aguado — e suspendem a amamentação ou completam as mamadas com mamadeiras. Existe leite materno fraco ou forte?
Keiko Teruya – Não existe leite fraco ou forte. Existe leite bom para a criança. Às vezes, as mães consideram seu leite fraco porque o comparam com o leite de vaca, que é mais denso e consistente o que, de certo modo, o torna impróprio para o ser humano. O bezerrinho, em um ano e meio ou dois, deverá ter-se transformado num animal adulto. O ser humano precisa de 16 a 18 anos para completar seu ciclo de desenvolvimento.
Por que as mães acham que seu leite é fraco? Porque, quando a criança toma mamadeira, parece que fica mais tempo sem fome e dorme mais. Isso acontece porque a digestibilidade do leite de vaca, cujas moléculas são maiores, é muito lenta e provoca uma sobrecarga nos rins. A criança se sente como o adulto que comeu uma feijoada: de estômago cheio e sonolenta, largada. As mães não costumam estabelecer essa relação e julgam que seu leite está fraco.
Além disso, ao contrário do leite de vaca, que é inerte, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos.
Drauzio – Essa coisa viva a que você se refere são os glóbulos brancos?
Keiko Teruya – São os glóbulos brancos, os anticorpos que a mãe passa para o filho. Hoje, sabemos que além dos macrófagos e dos linfócitos T, entre outros, o leite materno possui imunomodeladores, substâncias que ativam a imunidade da criança. Por isso criança que mama na mãe dificilmente morre e, quando adoece, se restabelece mais depressa.
PREVENÇÃO DE DOENÇAS
Drauzio – Quais são as doenças mais frequentes em crianças que não são amamentadas no peito?
Keiko Teruya – A mais frequente é a diarreia. A criança amamentada no peito está dezessete vezes mais protegida contra essa doença, porque no leite materno existe um anticorpo chamado IGA secretora que recobre a mucosa intestinal protegendo-a contra infecções e recobre tembém a mucosa da árvore brônquica e dos ouvidos, prevenindo otites e pneumonias. A longo prazo, a prevalência de certas patologias como a aterosclerose, alguns tipos de câncer, obesidade e diabetes é menor nas crianças amamentadas no peito.
Drauzio – Muitas mães perguntam se, quando estão gripadas, podem amamentar o filho?
Keiko Teruya – Podem e devem. Durante o processo gripal, a imunidade da mãe está sendo ativada. Como seu leite é constituído por células vivas, seus anticorpos são transmitidos diretamente para a criança durante as mamadas.
Drauzio – Não há o risco de o vírus ser transmitido também pelo leite?
Keiko Teruya – Na verdade, a mãe transmite o vírus e o tratamento, porque seu leite carrega os anticorpos necessários para combater o agente agressor. Mesmo que suspenda a amamentação, ao cuidar do bebê, ela estará correndo o risco de transmitir a doença com a agravante de não lhe transmitir as defesas (imunoglobulinas, macrófagos e até interferon) que o leite transporta.
USO DE MEDICAMENTOS
Drauzio – Existem restrições quanto ao uso de medicamentos durante o período de amamentação?
Keiko Teruya – A maioria dos remédios está liberada durante a amamentação. Se a mãe tiver uma dor de cabeça, pode tomar um analgésico sem medo. No entanto, existem algumas contraindicações, como é o caso dos imunossupressores e de alguns hormônios. Casos que não admitem suspender a medicação, como os de hipertireoidismo materno, exigem acompanhamento bastante cuidadoso.
Drauzio – E em relação aos tranquilizantes?
Keiko Teruya – As mães podem tomar tranquilizantes desde que em doses absolutamente controladas. Lítio, nos casos de transtorno bipolar, e ergotamina, nas crises de enxaqueca, precisam ser ministrados com muita cautela. No entanto, contradizendo o que se pensava anteriormente, a maioria dos antibióticos e quimioterápicos não apresentam contraindicações indesejáveis durante amamentação.
O Ministério da Saúde publicou um livreto – “Aleitamento Materno: Amamentação e Drogas”, disponível em qualquer Posto de Saúde – que contém informações importantes sobre o uso de medicamentos. Por exemplo, se a mãe precisa ser medicada contra a esquistossomose, lendo o livro descobrirá que nada a impede de tomar o remédio prescrito.
RITMO DAS MAMADAS
Drauzio – Que critério a mãe deve adotar para estabelecer o ritmo das mamadas? Ela deve obedecer a um horário rígido ou guiar-se pelo choro da criança?
Keiko Teruya – Livre demanda é o critério a ser adotado. Os bebês não nascem conhecendo relógios nem horários, mas a mãe sempre percebe quando chegou a hora de amamentar. Não é preciso que a criança chore. Sua irritabilidade ou agitação bastam para que ela saiba que o filho necessita de seu peito.
Drauzio — Existem instruções para orientar a mãe no que se refere à troca de peito?
Keiko Teruya – A criança deve mamar num peito até soltá-lo espontaneamente e só então lhe deve ser oferecido o outro. Há um teste simples que demonstra a eficácia desse procedimento. Antes de iniciar a mamada, pede-se à mãe que retire um pouquinho de leite e reserve. Em seguida, o seio é oferecido ao filho. Quando ele o soltar, ela tira mais um pouco de leite desse mesmo seio e compara as duas amostras. O primeiro é ralo e bem clarinho, pobre em gorduras, mas rico em açúcar e água. O outro é escuro.
Essa diferença é uma prova de que a natureza é sábia. A criança tem necessidade dos dois leites: o anterior e o posterior. O primeiro serve para matar a sede; o segundo, para matar a fome e fazê-la engordar.
Nós, pediatras, estávamos errados quando apregoávamos 15 minutos num peito, 15 minutos no outro. Geralmente, a mãe que tem num único peito leite suficiente para alimentar a criança, deve começar a mamada seguinte pelo seio menos solicitado e deixar que o primeiro e esgote.
Drauzio – Na hora da amamentação, qual deve ser a atitude da mulher?
Keiko Teruya – Bem relaxada e com as costas apoiadas, de preferência com o pé todinho no chão, a mãe deve olhar para a criança, o que nela é uma reação quase automática, instintiva. Esse carinho, o cheiro que a mãe exala, essa dança entre mãe e filho ao amamentar são fundamentais para o desenvolvimento harmônico da criança. Por isso está certo quem diz que, se a criança receber amor, dificilmente devolverá violência.
Não faz muito tempo, entrou em contato comigo uma procuradora de justiça que estudou a criminalidade nas crianças que viviam em instituições. Ela concluíra que o desmame era a causa mais importante desse desvio comportamental. Essas crianças nunca haviam sido amamentadas e mãe que amamenta, não maltrata o filho. Não o espanca, não o queima nem quebra seus ossos e não o abandona.
Drauzio – Resumindo, quais as orientações da Organização Mundial de Saúde em relação ao aleitamento materno?
Keiko Teruya – A OMS aceitou uma proposta brasileira e recomenda o aleitamento materno por seis meses. A partir dessa idade até os 2 anos, outros alimentos serão introduzidos observando as etapas do desenvolvimento infantil. O branco do leite é substituído pelo colorido dos sucos de frutas, por exemplo; o líquido, pelo pastoso e depois pelo sólido. A recomendação é oferecer à criança o que a família come e não mais as sopinhas elaboradas de antigamente.
Drauzio — Sem usar a mamadeira?
Keiko Teruya — Sem a mamadeira e sem chupeta, que também deixou de ser recomendada. O ideal é não utilizar a mamadeira, porque a dinâmica de sucção é totalmente diferente da do peito. Para demonstrar a diferença, peço às mães que suguem seu dedo e depois seu punho. Ela vai notar que para sugar o dedo usa muito pouco a estrutura da boca. Praticamente só usa a língua. O mesmo ocorre com a criança e a mamadeira porque o leite sai quase por gravidade. Mamar no peito pressupõe muito mais esforço e empenho. E quem não gosta de sombra e água fresca?
Publicado em 08/08/2011
alimentos que interferem no leite materno:
Em princípio, a mulher que amamenta não precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saudável. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o bebê através do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimentação materna. Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno:
Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.
Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.
Bebidas alcoólicas: Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alcoólica durante a gestação estão bem estabelecidos, as consequências o álcool durante o período da amamentação foram pouco estudados. Mas alguns dados já foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos países ocidentais consomem álcool durante o período da amamentação; o consumo de bebida alcoólica pode reduzir a produção de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê.
Leite e derivados: O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.
Oleaginosas: Algumas crianças desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela mãe. O grupo das oleaginosas é formado por nozes, castanhas, amêndoas, amendoim, pistache entre outros. Não é muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim é uma causa importante de alergia alimentar.
Outros alimentos
Os primeiros meses de vida da criança são de acelerado desenvolvimento e formação de tecidos e ainda não se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na saúde da criança. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamentação ainda são escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados.
Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares.
Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, cólica, corisa, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/18102-alimentos-que-afetam-o-leite-materno
Peito de mãe- tudo que o leite materno pode fazer pelo bebê.
O leite materno, ao lado dos pêlos e do sangue quente, é o símbolo de uma classe animal que reúne alguns dos maiores e mais numerosos bichos do planeta. Dentre eles está o homem, que preserva no princípio da vida o instinto inerente aos mamíferos: a busca pelo alimento elaborado pelas glândulas mamárias de sua mãe. A cena da mulher amamentando o filho, mais do que bela e tocante, é a evidência fundamental de que a existência de ambos está íntima e eternamente ligada a esse ato. No entanto, ante a correria, as exigências e as conveniências do dia-a-dia moderno, esse ato de amor e excelência em nutrição está sendo relegado a segundo plano. Pois é, os bebês estão mamando cada vez menos — isso quando são amamentados —, o que significa riscos à saúde, além de ser uma violação ao primeiro direito da criança após o nascimento, que é o de receber o melhor alimento, o leite de sua mãe.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aleitamento materno deve ser mantido até os dois anos de idade do nenê ou mais. Na prática, a mãe tem de dar ao filho, até os seis meses de vida dele, apenas o peito. Depois disso, a recomendação é a de que ela inclua no cardápio do pequeno outros alimentos, sem interromper a amamentação por mais, pelo menos, um ano e meio. Essa orientação tem como objetivo garantir à criança os benefícios do aleitamento materno. O leite materno nutre, protege contra doenças e infecções e ajuda no desenvolvimento do bebê. Além disso, estreita a relação entre mãe e filho. Pesquisas comprovam que bebês menores de seis meses, que não foram amamentados ou que foram desmamados, precocemente, apresentam riscos 14,2 vezes maior de morrer por diarréia e 2,5 vezes mais de serem vítimas de doenças respiratórias fatais.
A informação mais importante que as mães precisam receber é que essa história de que “meu leite é fraco” não existe, é puro mito! Toda mulher tem potencialidade para amamentar e o aspecto do leite nada tem a ver com a qualidade dele. Se a mãe tem uma dificuldade para dar o peito em um primeiro momento, é preciso paciência e, eventualmente, o apoio de um profissional de saúde. Se o bebê chora, mesmo depois de mamar, isso não tem nada a ver com o valor nutritivo do leite, pode ser cólica, posição de mamar, o jeito que ele pega no bico do peito e inúmeras outras coisas, menos “leite fraco”. Além disso, as pessoas que afirmam que a criança não está crescendo porque o leite é fraco, não sabem o que estão dizendo. Gordura não é saúde e a curva de crescimento durante a amamentação é muito diferente.
Amamentar significa dedicação e disponibilidade para o filho. Só assim ela se torna prazerosa. Infelizmente, as pessoas têm cada vez menos tempo. A própria licença à maternidade, que deveria ser de seis, é de apenas três meses, dificultando o aleitamento exclusivo. Na prática, as mães acabam não conseguindo conciliar seu tempo. Resultado: involuntariamente, ela e o bebê interrompem o processo de amamentação, já que a mamadeira é bem mais prática, embora seja infinitamente menos benéfica.
O aleitamento também é positivo para a mãe. Ele diminui o risco de obesidade e diabetes após o parto. Outra boa notícia é que contribui para a redução do risco de câncer de mama e de ovário. Há ainda as vantagens econômicas de se dar o peito para os bebês. Por fim, o aleitamento ajuda a mãe no espaçamento entre as gestações.
A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses já foi adotada em diversas localidades, dentro e fora do país. Mais de 70 prefeituras brasileiras já estenderam o benefício para as funcionárias. Esse é um passo importante para estimular a construção do vínculo mãe-bebê, com mais segurança e saúde para ambos.
BANCO DE LEITE
O Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano do Mundo, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Existem quase 200 unidades no país, dispostas em todos os estados e no Distrito Federal. São centros especializados, vinculados a um hospital materno e/ou infantil, responsáveis pela promoção do aleitamento materno e execução das atividades de coleta, processamento e controle de qualidade de colostro, leite de transição e leite humano maduro, para posterior distribuição, sob prescrição do médico ou de um nutricionista. A distribuição do Leite Humano Ordenhado e Pasteurizado acontece de acordo com os critérios estabelecidos pelo Governo Federal. Os bebês selecionados como receptores normalmente apresentam uma ou mais das indicações abaixo:
? Prematuros e recém-nascidos de baixo peso que não sugam
? Recém-nascidos infectados, especialmente com enteroinfecções
? Portadores de deficiências imunológicas
? Portadores de diarréia protraída
? Portadores de alergia a proteínas heterólogas
? Casos excepcionais, a critério médico
http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/52/artigo57548-1.asp/
ALEITAMENTO MATERNO Os pais de uma criança que está sendo amamentada ao seio recebem constantemente uma quantidade enorme de informações. Infelizmente, mesmo quando bem intencionadas, nem todas estas informações servem para ajudar aos pais e sua criança.
É muito comum ouvirmos opiniões do tipo:
A mulher que fez plástica nos seios não consegue amamentar.
Amamentar ao seio faz a mãe aumentar de peso.
Algumas mães têm o leite fraco.
Algumas mães têm pouco leite.
Todos estes comentários, e muitos outros que se ouve diariamente, não são verdadeiros. O tamanho dos seios não influencia a amamentação pois o tamanho e a forma dos seios são dados pelo tecido gorduroso e o leite é produzido pelo tecido glandular. A quantidade de tecido glandular é aproximadamente a mesma em todas as mulheres. Também na cirurgia plástica dos seios este tecido glandular é preservado, não interferindo com a amamentação. Não existe relação clara entre a amamentação e o ganho de peso das mães. As mudanças de peso da mãe que amamenta são devidas a uma grande variedade de fatores. Algumas mulheres ganham peso enquanto outras perdem, sendo que isso ocorre também com as mães que usam alimentação artificial (mamadeiras).
Um benefício grande da amamentação é que ela estimula a liberação da substância que atua na contração do útero. Isto pode auxiliar na recuperação mais rápida da sua "antiga forma". Outro benefício é que a amamentação ao seio exige um gasto calórico muito grande da mãe, auxiliando na recuperação do seu peso normal. Não existe leite fraco! Algumas vezes, contudo, você pode achar que o seu bebê está querendo mais leite do que você está produzindo. Existem algumas maneiras fáceis de você aumentar sua produção de leite:
Aumente a freqüência das mamadas. Se você está oferecendo o seio a cada 3 horas durante o dia experimente, por uma semana, oferecer o seio a cada 2 horas. Isto, muitas vezes, é estímulo suficiente para que a produção de leite aumente. Lembre-se de que quanto mais vazios os seios ficarem durante o dia, maior será o estimulo para o aumento da produção.
Permita que bebê mame durante mais tempo. As crianças têm ritmos diferentes de mamar, assim como os adultos comem em velocidades diferentes. Aumentar a duração das mamadas pode permitir que uma criança mais tranqüila para mamar consiga retirar todo o leite do seio, coisa que uma criança mais ávida faz num tempo bem menor.
Muitas vezes estas simples medidas são suficientes para que uma mãe que acredita ter "leite fraco" passe a amamentar o seu filho com satisfação para ambos. Benefícios do Aleitamento A amamentação ao seio traz uma grande quantidade de benefícios para a mãe e para sua criança.
O aleitamento materno tem várias vantagens para a mãe, tais como:
Reduz a incidência de câncer de mama.
Protege a mulher contra a osteoporose.
Torna mãe e filho mais íntimos.
Entre as vantagens para o bebê estão:
redução da incidência de doenças alérgicas, como alergias alimentares e asma.
redução da ocorrência de diarréia.
Reduz a incidência de diabetes.
redução no número de internações hospitalares.
redução na ocorrência de otite média.
redução na ocorrência de infecções respiratórias.
Além das vantagens do aleitamento, somente em raríssimas ocasiões - como na mãe portadora do vírus HIV - ele está contra-indicado. Na imensa maioria das vezes, todas as dificuldades referentes à amamentação ao seio são de fácil solução, desde que consultada a pessoa adequada. Mesmo a mãe que trabalha fora pode continuar oferecendo o seu leite como alimento à sua criança, basta que o esgote e armazene. Também é verdade que existem outras formas de alimentarmos nossas crianças e a escolha do alimento mais adequado deve levar em consideração toda a estrutura de vida e crenças da família. Podemos também oferecer alimentação mista (leite materno e fórmula) à criança. É muito importante, contudo, que a mãe tenha consciência de que a amamentação ao seio é uma das experiências mais gratificantes para a imensa maioria das mulheres e que devemos fazer todas as tentativas para que ela seja mantida durante o máximo de tempo possível.
http://www.abcdasaude.com.br/pediatria/aleitamento-materno
--triste. fim da minha licença.
Ois galerinha do bem! essa semana eu estou correndo abessa. parece que vai nascer o 1º dentinho do meu príncipe, que está chorando muito, e nós já estamos usando nene dent. infelizmente seu choro incontrolável começou na segunda-feira, e a consulta dele é só amanhan, dia 5. então eu decidi usar o medicamento por minha conta. era muito triste ver ele chorar com todo aquele incômodo. só conseguia dormir no meu colo, depois de muitas lágrimas.
além disso, eu dei cha de camomila pra ele se acalmar, e essa noite ele dormiu melhor.
além disso, eu não queria sequer tocar no assunto + a hora chegou. minha licensa acaba dia 8 de junho, e eu estou muito deprimida por isso. porque eu não quero parar de amamentar meu filho por nada desse mundo. eu vou pegar + 14 dias de afastamento por conta da amamentação, e depois entro de férias. nesse intervalo de tempo, vou ter que aprender a tirar meu leite, para que não seja preciso complementar a alimentação dele.
--atualisando a respeito desse fofinho, hoje 04/06/15, deu sua 1ª gargalhada! foi muito gostoso ouvir. até filmei! bom, amanhan eu volto pra falar sobre a consulta dele! (vamos torser pra ela dizer que está tudo ok!)
além disso, eu dei cha de camomila pra ele se acalmar, e essa noite ele dormiu melhor.
além disso, eu não queria sequer tocar no assunto + a hora chegou. minha licensa acaba dia 8 de junho, e eu estou muito deprimida por isso. porque eu não quero parar de amamentar meu filho por nada desse mundo. eu vou pegar + 14 dias de afastamento por conta da amamentação, e depois entro de férias. nesse intervalo de tempo, vou ter que aprender a tirar meu leite, para que não seja preciso complementar a alimentação dele.
--atualisando a respeito desse fofinho, hoje 04/06/15, deu sua 1ª gargalhada! foi muito gostoso ouvir. até filmei! bom, amanhan eu volto pra falar sobre a consulta dele! (vamos torser pra ela dizer que está tudo ok!)
quinta-feira, 28 de maio de 2015
---experiências parte 3. (mais um trecho do livro a encantadora de bebês.)
Começo esse post, dizendo que a cada dia, descubro algo a mais que me encanta no meu pequeno-príncipe.
Nós estávamos brincando na cama, (porque agora ele já está interagindo mais, e também pronuncia alguns sons como C O, do, go, gui, ki, e etc.
E eu notei que ele fazia um outro barulho, e coloquei uma das minhas mãos no rostinho dele. observando o movimento de sua face, eu pensei "será que ele está sorrindo?" só de pensar nessa ipótese, eu sorri, e coloquei a mão no meu próprio rosto, pra observar o movimento. continuei inteiragindo com ele que fez o mesmo som, e quando eu coloquei a mão em seu rostinho, pude observar que o movimento que ele fazia, era o que eu havia feito quando sorria para ele. --sim, ele estava sorrindo pra mamãe!--
eu esperava muito por esse momento, assim como eu espero ouvir ele falar "mamãe".
só que eu imaginava que teria que aguardar pelas gargalhadas, (que são risos que emitem sons.)
+ não foi nescessário. sem querer, acabei descobrindo algo que me agradou muito! hojr eu fico extremamente feliz ao ver seus risinhos durante nosso longo dia! é tudo de bom.
___vou deixar para vocês trechos do livro a encantadora de bebês, que eu considero interessantes, (afirmando que hoje em dia, nós seguimos por exemplo uma forma diferensiada de dar banho nos bebês ou até mesmo de massageá-los.)
não é preciso adotar um livro como um caderno de receitas. ele serve somente para nos orientar, e para sabermos + a respeito do universo infantil. --uma mãe que quer conhecer seu bebê, lê a respeito. + uma mãe que conhece seu bebê, não faz somente uso dos livros, + também leva em consideiração às experiências vividas para descobrir quem é, e como é seu pequeno milagre.--
& O Banho Passo a Passo:
Meu Guia de Dez Etapas
Aqui está o procedimento de banho que ensino às minhas alunas. Cada uma das etapas é importante. Antes de começar o banho, deixe todo o material necessário à mão (veja o quadro da página 185), de modo que não se atrapalhe ao tirar o bebê da água.
Sei que algumas pessoas lhe disseram que você pode dar banho no bebê na pia da cozinha, mas eu prefiro o banheiro que é o local apropriado para o banho.
Enquanto você lê estes passos, lembre-se de que também deve manter um diálogo com o bebê durante todo o processo. Converse com ele. Ouça e observe as respostas dele e fique dizendo o que está fazendo.
i. Crie o clima. Verifique se a temperatura do banheiro está agradável (entre 22 e 24 °C).
Coloque uma música de fundo, qualquer música suave serve (ela também ajudará você a relaxar).
2. Encha dois terços da banheira com água. Coloque duas tampas de sabonete líquido para bebês diretamente na água, que deve estar em temperatura de cerca de 37 °C, ligeiramente mais alta que a do corpo. Teste a água no pulso, nunca na mão; ela deve estar morna, e não quente, porque a pele do bebê é mais sensível que a sua.
3. Segure o bebê. Coloque a palma da mão direita no peito do bebê e cruze os dedos de forma que três dedos fiquem sob a axila esquerda dele, e o polegar e o dedo indicador, pousados no peito (inverta se você for canhota). Deslize a mão esquerda pela nuca e pelos ombros do bebê e incline ligeiramente o corpo dele para a frente, transferindo o peso do corpo para a sua mão direita. Agora, coloque a mão esquerda sob o bumbum dele e o erga. Apoiado na mão direita, o bebê estará em uma posição semelhante à sentada, ligeiramente inclinado para a frente e suportado pela mão esquerda.
Nunca coloque o bebê na banheira molhando primeiro as costas - ele fica desorientado, como quando se pula de costas na água.
4- Coloque-o na banheira. Vá colocando o bebê na banheira naquela posição sentada- primeiro os pés, depois o bumbum. Então, transfira a mão esquerda para a parte posterior da cabeça e do pescoço dele, para apoiá-lo.
Lentamente, mergulhe-o na água. Agora, sua mão direita está livre. Utilize-a para colocar um pano úmido no peito dele e mantê-lo aquecido.
5. Não use o sabonete diretamente na pele do bebê. Lembre-se de que você já colocou o produto na água. Com os dedos, limpe o pescoço e a área da virilha. Erga um pouco as pernas dele, de modo que você consiga alcançar o bumbum. Depois, pegue uma canequinha de água limpa e morna e derrame-a sobre o corpo dele, para retirar a água com sabonete. Ele não andou brincando na areia, querida, por isso não está realmente sujo. Nessa época, o banho é mais para estabelecer uma rotina do que para limpar.
6. Use um paninho para lavar a cabeça dele. Em geral, os recém-nascidos não têm muito cabelo. Mas se o seu tiver, você não precisa de shampoo e condicionador. Pegue um paninho aberto e deslize-o sobre o couro cabeludo dele. Derrame água limpa para enxaguar, tomando o cuidado de não deixar que ela caia nos olhos do bebê.
Nunca deixe obebê sozinho na banheira. Se poracasotiver esquecido o sabonete, enxágüe o corpo dele com águalimpa- e lembre-se de ter tudo à mão no próximo banho.
7. Não deixe entrar água nos ouvidos do bebê. Não deixe a mão que esta apoiando as cost sa dele mergulhar muito na água.
8. Prepare-se para terminar o banho. Com a mão que está livre, pegue a toalha com capuz.
Coloque o capuz (ou então o canto de uma toalha grande) entre os dentes e prenda as extremidades nas suas axilas.
p. Tire o bebê da água. Cuidadosamente, coloque o bebê na posição sentada que utilizou no começo do banho. A maior parte do peso dele ficará na sua mão direita que, com os dedos cruzados, está apoiando o peito.
Erga o bebê de costas para você e coloque a cabeça dele no centro do seu peito, um pouco abaixo de onde está o capuz (ou o canto da toalha grande). Enrole as pontas da toalha ao redor do corpo do bebê e vista o capuz.
Produtos Essenciais para o Banho Banheira plástica com a parte inferior plana. Eu gosto mais de colocar a banheira sobre um cavalete do que no chão, porque assim a posição maltrata menos as costas da mãe e porque os cavaletes geralmente têm gavetas e uma estante para manter tudo ao alcance. Você precisa de: uma caneca de água limpa e morna; sabonete líquido para bebê; dois paninhos para lavá-lo; toalha com capuz ou de tamanho grande; roupas e fralda limpas prontas no trocador.
10. Coloque-o sobre o trocador, para vesti-lo. Faça exatamente da mesma forma pelos primeiros três meses: a repetição proporciona segurança. Com o tempo, dependendo da natureza do bebê, em vez de vestir o pijama imediatamente após o banho, você pode fazer uma massagem neste momento para relaxá-lo.
Os Benefícios da Massagem
As primeiras pesquisas sobre massagem infantil se concentraram nos bebês prematuros, demonstrando que uma movimentação controlada poderia estimular o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, melhorar a circulação, tonificar os músculos e reduzir o estresse e a irritabidade. A próxima conclusão foi de que os bebês normais também eram beneficiados com a massagem. Na realidade, a massagem é considerada uma forma maravilhosa de estimular a saúde e o crescimento infantil. Independentemente das pesquisas, sei por experiência própria que ela ensina o bebê a apreciar o poder do toque.
Os bebês que foram massagea-dos parecem sentir-se mais à vontade com seu corpo enquanto crescem e aprendem a engatinhar.
O curso de massagem infantil que ministro em minha clínica na Califórnia (EUA) é um dos mais procurados. Afinal, é uma chance para os pais conhecerem o corpo do filho e ajudá-lo a relaxar; além disso, pais e filho sentem- se mais ligados e sintonizados.
Pense por um momento em como os sentidos do bebê se desenvolvem. Depois da audição, que começa no ventre, o próximo sentido a ser desenvolvido é o tato. Ao nascer, o bebê experimenta uma mudança de temperatura e estimulação tátil. Seu choro nos diz: "Ei, eu estou sentindo isso". Na realidade, as sensações precedem o desenvolvimento das emoções, isto é, o bebê sente calor, frio e fome antes de saber o que tais sensações realmente significam.
Embora eu já tenha visto algumas mães começarem antes com a massagem, a idade de 3 meses é a ideal para o início dessa prática.
Comece lentamente e escolha um horário em que você não está agitada ou preocupada, para ficar totalmente envolvida no processo.
Você não pode acelerar a massagem ou distrair-se enquanto a realiza. E não espere que o bebê fique deitado quietinho por quinze minutos logo na primeira vez em que você tentar. Comece esfregando suavemente a pele dele por três minutos e aumente o tempo progressivamente. Eu adoro combinar a massagem com o banho noturno, porque é muito relaxante para o adulto e para o bebê. Mas se seu horário disponível for outro, tudo bem.
Naturalmente alguns bebês gostam mais da massagem do que outros. Os bebês Anjos, Livros- texto e Enérgicos se adaptam relativamente rápido. No caso dos bebês Sensíveis e Irritáveis, no entanto, é preciso começar mais lentamente, porque eles demoram mais para se acostumar ao estímulo. Com o tempo, a massagem pode ter o limiar estimulação ampliado, permitindo que a tolerância aumente gradu mente. Um bebê Sensível encontrará alívio na natureza empática da massagem, e o bebê Irritável aprenderá a relaxar com ela.
A massagem pode até mesmo reduzir a tensão do bebê que sente cólica - essa tensão poderia aumentar o desconforto dele.
Uma das minhas melhores histórias de sucesso com a massagem é a de Timothy, um bebê tão Sensível que era difícil até mesmo trocar a fralda dele.
Ele chorava sempre que a mãe ou eu tentávamos colocá-lo na ba nheira, a tal ponto que já tinha quase 6 semanas quando conseguiu tomar um banho adequado.
A personalidade de Timothy deixava a mãe, Lana, muito chateada.
O pai, Gregory, perguntou-me se havia alguma forma de ajudar a cuidar do bebê. Ele já dava a Tim uma mamadeira com leite materno às 11 da noite, mas, durante o dia, ficava fora de casa. Eu sugeri que ele tentasse dar o banho no bebê, tarefa que freqüentemente designo ao pai. Assim dou ao pai a chance de conhecer melhor seu bebê e de entrar em contato com sua própria capacidade de cuidar de alguém.
Gregory começou lentamente com o banho e acabou conseguindo colocar Timothy na banheira. Depois, atribuí a Gregory outra tarefa: a massagem. Ele observou atentamente a execução dos passos que explico a seguir.
Tomamos muito cuidado, deixando Timothy acostumar-se primeiro com o meu toque e depois com o do pai.
Agora Timothy já tem quase 1 ano e ainda é muito sensível, mas já Percorreu um longo caminho. Sua capacidade de suportar a estimulação é, pelo menos em parte, um resultado direto do banho noturno e da massagem que o pai ainda lhe faz. É claro que Tim também seria beneficiado se a mãe o massageasse, mas, depois de um dia todo com seu bebê Sensível, Lana precisa de uma pausa noturna para recarregar as próprias baterias. Além disso, as crianças precisam desses momentos de ligação com o pai. Elas conquistam um tipo diferente de autoconfiança quando compartilham momentos de intimidade como esse. Portanto, enquanto Lana experimentava a proximidade envolvida na amamentação, Gregory tornou-se capaz de ter com o filho uma ligação semelhante, através do toque e do contato com a pele.
Materiais Essenciais para a Massagem
Você pode posicionar o bebê no chão ou no trocador; escolha uma posição que também seja confortável para você. Serão necessários os seguintes materiais: travesseiro; colchonete à prova d'água; duas toalhas macias de banho; óleo para bebê, óleo vegetal ou um óleo para massagem com fórmula especial para bebê (nunca use óleos perfumados da aromaterapia, pois são muito fortes para a pele e para o olfato do bebê).
Massagem: Dez Passos para um Bebê Mais Relaxado
Como já fiz com o banho, ofereço aqui o processo em dez passos que costumo ensinar. Antes de começar, verifique se você já tem tudo à mão (veja "Materiais Essenciais para a Massagem" na página anterior). Lembre- se de ir devagar, de dizer ao bebê o que fará em seguida antes de tocá-lo e de explicar cada passo do processo. Se, em algum momento, o bebê parecer desconfortável (não é preciso esperar que ele chore, a contorção do corpo já é um sinal de desconforto), é a hora de interromper a massagem.
Não espere que o bebê fique deitado quieti-nho na primeira vez que você tentar fazer a massagem. Você terá de estimular progressivamente a tolerância dele, alguns minutos por dia. Comece com poucos movimentos, por apenas dois ou três minutos.
Depois de várias semanas, você já poderá fazer uma massagem de quinze ou vinte minutos.
1. Providencie um ambiente tranqüilo. O quarto deve estar em temperatura agradável, cerca de 24 °C, sem correntes de ar frio. Coloque uma música suave. Sua "mesa de massagem" consiste em um colchonete a prova d'água colocado sobre um travesseiro; cubra o colchonete com uma toalha macia.
2. Prepare-se para a experiência. Pergunte a si mesmo: "Eu realmente posso estar aqui e agora com meu bebê ou existe um momento melhor para fazer isso?". Se você tiver certeza de que pode se dedicar totalmente à massagem, lave as mãos e respire fundo algumas vezes, para relaxar. Depois, prepare o bebê. Deite-o. Converse com ele explicando: "Agora, nós iremos fazer uma massagem no seu corpo". Enquanto explica o que fará em seguida, despeje uma pequena quantidade de óleo (1 ou 2 colheres das de chá) na palma da mão e esfregue as mãos rapidamente, para aquecê-las.
3. Peça permissão ao bebê para começar. Você começa pelos pés do bebê e trabalha na direção da cabeça. Antes de tocar a pele dele, explique: "Agora, vou pegar seu pezinho. Estarei apenas deslizando as mãos na sola de seus pés".
4. Pés e pernas primeiro. Nos pés, realize o movimento de deslizamento dos polegares: um dos polegares esfrega o pé de baixo para cima, alter-nando-se com o outro polegar, que se move na mesma direção. Dê pancadinhas suaves na sola dos pés dele, desde o calcanhar na direção do artelho. Pressione toda a sola do pé. Pressione delicadamente cada um dos dedinhos. Você pode cantar "Um, dois, três, indiozinhos..." enquanto trata cada dedo. Massageie o peito do pé na direção do tornozelo.
Faça pequenos círculos ao redor do tornozelo. Enquanto sobe pelas pernas, faça um movimento suave de "torção": envolva a perna do bebê com as mãos: quando a mão superior se mover na direção da esquerda, a inferior se moverá para a direita, fazendo um movimento suave de torção da pele e dos músculos, estimulando assim a circulação nas pernas. Faça isso de baixo para cima, nas duas pernas. Depois, deslize as mãos pelo bumbum do bebê e massageie-o, dando pancadinhas suaves pelas pernas até os pés.
5. Agora, o estômago. Coloque as mãos sobre o estômago do bebê e faça movimentos suaves de deslizamento, do umbigo para as laterais do corpo. Com as duas mãos, massageie suavemente de dentro para fora. "Ande" com os dedos desde o estômago até o peito.
6. Peito. Diga "Eu te amo" e faça um movimento de "sol e lua", usando os dedos indicadores para traçar um círculo (o sol), que começa no topo do peito do bebê e termina próximo do umbigo. Agora, use a mão direita para ir de baixo para cima, desenhando uma lua (um C invertido), desde o umbigo até o topo do peito; depois, faça o mesmo com a mão esquerda (um C normal). Repita algumas vezes. Depois, faça um movimento no formato de um coração: coloque todos os dedos no peito do bebê, no centro do osso esterno e desenhe um coração, terminando no umbigo.
7. Braços e mãos. Massageie embaixo do braço. Faça um movimento suave de torção e depois use a mão aberta para massagear ambos os braços. Gire delicadamente cada um dos dedinhos do bebêe repita a música dos indiozinhos. Faça movimentos circulares ao redor dos pulsos.
8. Rosto. Tome cuidado e seja muito gentil quando massagear o rosto do bebê. Massageie a testa e as sobrancelhas e use os polegares ao redor dos olhos. Desça pelo nariz e massageie desde as maçãs do rosto até as orelhas e depois volte na direção dos lábios. Faça círculos pequenos ao redor do queixo e atrás das orelhas. Esfregue os lóbulos das orelhas e a parte inferior do queixo. Agora, vire o bebê de costas.
9. Cabeça e costas. Faça movimentos circulares na parte posterior da cabeça do bebê e nos ombros. Realizando um movimento de trás para a frente, deslize as mãos para cima e para baixo. Faça círculos pequenos ao longo dos músculos das costas, paralelos à coluna vertebral. Permita que suas mãos percorram todo o corpo do bebê, desde a nuca ate o bumbum e depois até os calcanhares.
10. Final da massagem. "Nós já acabamos, querido. Você não está se sentindo ótimo?" Se você seguir esses passos em todas as massagens, o bebê começará a esperar ansiosamente por esse momento. Novamente, lembre-se de respeitar a sensibilidade dele: nunca continue a massagem se ele começar a chorar; debce passar algumas semanas e depois tente de novo, desta vez por um período mais curto. Posso garantir que, se você acostumar o bebê ao prazer do toque, ele não só terá benefícios a longo prazo, mas também terá mais facilidade para dormir - o assunto do nosso próximo capítulo.&
Nós estávamos brincando na cama, (porque agora ele já está interagindo mais, e também pronuncia alguns sons como C O, do, go, gui, ki, e etc.
E eu notei que ele fazia um outro barulho, e coloquei uma das minhas mãos no rostinho dele. observando o movimento de sua face, eu pensei "será que ele está sorrindo?" só de pensar nessa ipótese, eu sorri, e coloquei a mão no meu próprio rosto, pra observar o movimento. continuei inteiragindo com ele que fez o mesmo som, e quando eu coloquei a mão em seu rostinho, pude observar que o movimento que ele fazia, era o que eu havia feito quando sorria para ele. --sim, ele estava sorrindo pra mamãe!--
eu esperava muito por esse momento, assim como eu espero ouvir ele falar "mamãe".
só que eu imaginava que teria que aguardar pelas gargalhadas, (que são risos que emitem sons.)
+ não foi nescessário. sem querer, acabei descobrindo algo que me agradou muito! hojr eu fico extremamente feliz ao ver seus risinhos durante nosso longo dia! é tudo de bom.
___vou deixar para vocês trechos do livro a encantadora de bebês, que eu considero interessantes, (afirmando que hoje em dia, nós seguimos por exemplo uma forma diferensiada de dar banho nos bebês ou até mesmo de massageá-los.)
não é preciso adotar um livro como um caderno de receitas. ele serve somente para nos orientar, e para sabermos + a respeito do universo infantil. --uma mãe que quer conhecer seu bebê, lê a respeito. + uma mãe que conhece seu bebê, não faz somente uso dos livros, + também leva em consideiração às experiências vividas para descobrir quem é, e como é seu pequeno milagre.--
& O Banho Passo a Passo:
Meu Guia de Dez Etapas
Aqui está o procedimento de banho que ensino às minhas alunas. Cada uma das etapas é importante. Antes de começar o banho, deixe todo o material necessário à mão (veja o quadro da página 185), de modo que não se atrapalhe ao tirar o bebê da água.
Sei que algumas pessoas lhe disseram que você pode dar banho no bebê na pia da cozinha, mas eu prefiro o banheiro que é o local apropriado para o banho.
Enquanto você lê estes passos, lembre-se de que também deve manter um diálogo com o bebê durante todo o processo. Converse com ele. Ouça e observe as respostas dele e fique dizendo o que está fazendo.
i. Crie o clima. Verifique se a temperatura do banheiro está agradável (entre 22 e 24 °C).
Coloque uma música de fundo, qualquer música suave serve (ela também ajudará você a relaxar).
2. Encha dois terços da banheira com água. Coloque duas tampas de sabonete líquido para bebês diretamente na água, que deve estar em temperatura de cerca de 37 °C, ligeiramente mais alta que a do corpo. Teste a água no pulso, nunca na mão; ela deve estar morna, e não quente, porque a pele do bebê é mais sensível que a sua.
3. Segure o bebê. Coloque a palma da mão direita no peito do bebê e cruze os dedos de forma que três dedos fiquem sob a axila esquerda dele, e o polegar e o dedo indicador, pousados no peito (inverta se você for canhota). Deslize a mão esquerda pela nuca e pelos ombros do bebê e incline ligeiramente o corpo dele para a frente, transferindo o peso do corpo para a sua mão direita. Agora, coloque a mão esquerda sob o bumbum dele e o erga. Apoiado na mão direita, o bebê estará em uma posição semelhante à sentada, ligeiramente inclinado para a frente e suportado pela mão esquerda.
Nunca coloque o bebê na banheira molhando primeiro as costas - ele fica desorientado, como quando se pula de costas na água.
4- Coloque-o na banheira. Vá colocando o bebê na banheira naquela posição sentada- primeiro os pés, depois o bumbum. Então, transfira a mão esquerda para a parte posterior da cabeça e do pescoço dele, para apoiá-lo.
Lentamente, mergulhe-o na água. Agora, sua mão direita está livre. Utilize-a para colocar um pano úmido no peito dele e mantê-lo aquecido.
5. Não use o sabonete diretamente na pele do bebê. Lembre-se de que você já colocou o produto na água. Com os dedos, limpe o pescoço e a área da virilha. Erga um pouco as pernas dele, de modo que você consiga alcançar o bumbum. Depois, pegue uma canequinha de água limpa e morna e derrame-a sobre o corpo dele, para retirar a água com sabonete. Ele não andou brincando na areia, querida, por isso não está realmente sujo. Nessa época, o banho é mais para estabelecer uma rotina do que para limpar.
6. Use um paninho para lavar a cabeça dele. Em geral, os recém-nascidos não têm muito cabelo. Mas se o seu tiver, você não precisa de shampoo e condicionador. Pegue um paninho aberto e deslize-o sobre o couro cabeludo dele. Derrame água limpa para enxaguar, tomando o cuidado de não deixar que ela caia nos olhos do bebê.
Nunca deixe obebê sozinho na banheira. Se poracasotiver esquecido o sabonete, enxágüe o corpo dele com águalimpa- e lembre-se de ter tudo à mão no próximo banho.
7. Não deixe entrar água nos ouvidos do bebê. Não deixe a mão que esta apoiando as cost sa dele mergulhar muito na água.
8. Prepare-se para terminar o banho. Com a mão que está livre, pegue a toalha com capuz.
Coloque o capuz (ou então o canto de uma toalha grande) entre os dentes e prenda as extremidades nas suas axilas.
p. Tire o bebê da água. Cuidadosamente, coloque o bebê na posição sentada que utilizou no começo do banho. A maior parte do peso dele ficará na sua mão direita que, com os dedos cruzados, está apoiando o peito.
Erga o bebê de costas para você e coloque a cabeça dele no centro do seu peito, um pouco abaixo de onde está o capuz (ou o canto da toalha grande). Enrole as pontas da toalha ao redor do corpo do bebê e vista o capuz.
Produtos Essenciais para o Banho Banheira plástica com a parte inferior plana. Eu gosto mais de colocar a banheira sobre um cavalete do que no chão, porque assim a posição maltrata menos as costas da mãe e porque os cavaletes geralmente têm gavetas e uma estante para manter tudo ao alcance. Você precisa de: uma caneca de água limpa e morna; sabonete líquido para bebê; dois paninhos para lavá-lo; toalha com capuz ou de tamanho grande; roupas e fralda limpas prontas no trocador.
10. Coloque-o sobre o trocador, para vesti-lo. Faça exatamente da mesma forma pelos primeiros três meses: a repetição proporciona segurança. Com o tempo, dependendo da natureza do bebê, em vez de vestir o pijama imediatamente após o banho, você pode fazer uma massagem neste momento para relaxá-lo.
Os Benefícios da Massagem
As primeiras pesquisas sobre massagem infantil se concentraram nos bebês prematuros, demonstrando que uma movimentação controlada poderia estimular o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, melhorar a circulação, tonificar os músculos e reduzir o estresse e a irritabidade. A próxima conclusão foi de que os bebês normais também eram beneficiados com a massagem. Na realidade, a massagem é considerada uma forma maravilhosa de estimular a saúde e o crescimento infantil. Independentemente das pesquisas, sei por experiência própria que ela ensina o bebê a apreciar o poder do toque.
Os bebês que foram massagea-dos parecem sentir-se mais à vontade com seu corpo enquanto crescem e aprendem a engatinhar.
O curso de massagem infantil que ministro em minha clínica na Califórnia (EUA) é um dos mais procurados. Afinal, é uma chance para os pais conhecerem o corpo do filho e ajudá-lo a relaxar; além disso, pais e filho sentem- se mais ligados e sintonizados.
Pense por um momento em como os sentidos do bebê se desenvolvem. Depois da audição, que começa no ventre, o próximo sentido a ser desenvolvido é o tato. Ao nascer, o bebê experimenta uma mudança de temperatura e estimulação tátil. Seu choro nos diz: "Ei, eu estou sentindo isso". Na realidade, as sensações precedem o desenvolvimento das emoções, isto é, o bebê sente calor, frio e fome antes de saber o que tais sensações realmente significam.
Embora eu já tenha visto algumas mães começarem antes com a massagem, a idade de 3 meses é a ideal para o início dessa prática.
Comece lentamente e escolha um horário em que você não está agitada ou preocupada, para ficar totalmente envolvida no processo.
Você não pode acelerar a massagem ou distrair-se enquanto a realiza. E não espere que o bebê fique deitado quietinho por quinze minutos logo na primeira vez em que você tentar. Comece esfregando suavemente a pele dele por três minutos e aumente o tempo progressivamente. Eu adoro combinar a massagem com o banho noturno, porque é muito relaxante para o adulto e para o bebê. Mas se seu horário disponível for outro, tudo bem.
Naturalmente alguns bebês gostam mais da massagem do que outros. Os bebês Anjos, Livros- texto e Enérgicos se adaptam relativamente rápido. No caso dos bebês Sensíveis e Irritáveis, no entanto, é preciso começar mais lentamente, porque eles demoram mais para se acostumar ao estímulo. Com o tempo, a massagem pode ter o limiar estimulação ampliado, permitindo que a tolerância aumente gradu mente. Um bebê Sensível encontrará alívio na natureza empática da massagem, e o bebê Irritável aprenderá a relaxar com ela.
A massagem pode até mesmo reduzir a tensão do bebê que sente cólica - essa tensão poderia aumentar o desconforto dele.
Uma das minhas melhores histórias de sucesso com a massagem é a de Timothy, um bebê tão Sensível que era difícil até mesmo trocar a fralda dele.
Ele chorava sempre que a mãe ou eu tentávamos colocá-lo na ba nheira, a tal ponto que já tinha quase 6 semanas quando conseguiu tomar um banho adequado.
A personalidade de Timothy deixava a mãe, Lana, muito chateada.
O pai, Gregory, perguntou-me se havia alguma forma de ajudar a cuidar do bebê. Ele já dava a Tim uma mamadeira com leite materno às 11 da noite, mas, durante o dia, ficava fora de casa. Eu sugeri que ele tentasse dar o banho no bebê, tarefa que freqüentemente designo ao pai. Assim dou ao pai a chance de conhecer melhor seu bebê e de entrar em contato com sua própria capacidade de cuidar de alguém.
Gregory começou lentamente com o banho e acabou conseguindo colocar Timothy na banheira. Depois, atribuí a Gregory outra tarefa: a massagem. Ele observou atentamente a execução dos passos que explico a seguir.
Tomamos muito cuidado, deixando Timothy acostumar-se primeiro com o meu toque e depois com o do pai.
Agora Timothy já tem quase 1 ano e ainda é muito sensível, mas já Percorreu um longo caminho. Sua capacidade de suportar a estimulação é, pelo menos em parte, um resultado direto do banho noturno e da massagem que o pai ainda lhe faz. É claro que Tim também seria beneficiado se a mãe o massageasse, mas, depois de um dia todo com seu bebê Sensível, Lana precisa de uma pausa noturna para recarregar as próprias baterias. Além disso, as crianças precisam desses momentos de ligação com o pai. Elas conquistam um tipo diferente de autoconfiança quando compartilham momentos de intimidade como esse. Portanto, enquanto Lana experimentava a proximidade envolvida na amamentação, Gregory tornou-se capaz de ter com o filho uma ligação semelhante, através do toque e do contato com a pele.
Materiais Essenciais para a Massagem
Você pode posicionar o bebê no chão ou no trocador; escolha uma posição que também seja confortável para você. Serão necessários os seguintes materiais: travesseiro; colchonete à prova d'água; duas toalhas macias de banho; óleo para bebê, óleo vegetal ou um óleo para massagem com fórmula especial para bebê (nunca use óleos perfumados da aromaterapia, pois são muito fortes para a pele e para o olfato do bebê).
Massagem: Dez Passos para um Bebê Mais Relaxado
Como já fiz com o banho, ofereço aqui o processo em dez passos que costumo ensinar. Antes de começar, verifique se você já tem tudo à mão (veja "Materiais Essenciais para a Massagem" na página anterior). Lembre- se de ir devagar, de dizer ao bebê o que fará em seguida antes de tocá-lo e de explicar cada passo do processo. Se, em algum momento, o bebê parecer desconfortável (não é preciso esperar que ele chore, a contorção do corpo já é um sinal de desconforto), é a hora de interromper a massagem.
Não espere que o bebê fique deitado quieti-nho na primeira vez que você tentar fazer a massagem. Você terá de estimular progressivamente a tolerância dele, alguns minutos por dia. Comece com poucos movimentos, por apenas dois ou três minutos.
Depois de várias semanas, você já poderá fazer uma massagem de quinze ou vinte minutos.
1. Providencie um ambiente tranqüilo. O quarto deve estar em temperatura agradável, cerca de 24 °C, sem correntes de ar frio. Coloque uma música suave. Sua "mesa de massagem" consiste em um colchonete a prova d'água colocado sobre um travesseiro; cubra o colchonete com uma toalha macia.
2. Prepare-se para a experiência. Pergunte a si mesmo: "Eu realmente posso estar aqui e agora com meu bebê ou existe um momento melhor para fazer isso?". Se você tiver certeza de que pode se dedicar totalmente à massagem, lave as mãos e respire fundo algumas vezes, para relaxar. Depois, prepare o bebê. Deite-o. Converse com ele explicando: "Agora, nós iremos fazer uma massagem no seu corpo". Enquanto explica o que fará em seguida, despeje uma pequena quantidade de óleo (1 ou 2 colheres das de chá) na palma da mão e esfregue as mãos rapidamente, para aquecê-las.
3. Peça permissão ao bebê para começar. Você começa pelos pés do bebê e trabalha na direção da cabeça. Antes de tocar a pele dele, explique: "Agora, vou pegar seu pezinho. Estarei apenas deslizando as mãos na sola de seus pés".
4. Pés e pernas primeiro. Nos pés, realize o movimento de deslizamento dos polegares: um dos polegares esfrega o pé de baixo para cima, alter-nando-se com o outro polegar, que se move na mesma direção. Dê pancadinhas suaves na sola dos pés dele, desde o calcanhar na direção do artelho. Pressione toda a sola do pé. Pressione delicadamente cada um dos dedinhos. Você pode cantar "Um, dois, três, indiozinhos..." enquanto trata cada dedo. Massageie o peito do pé na direção do tornozelo.
Faça pequenos círculos ao redor do tornozelo. Enquanto sobe pelas pernas, faça um movimento suave de "torção": envolva a perna do bebê com as mãos: quando a mão superior se mover na direção da esquerda, a inferior se moverá para a direita, fazendo um movimento suave de torção da pele e dos músculos, estimulando assim a circulação nas pernas. Faça isso de baixo para cima, nas duas pernas. Depois, deslize as mãos pelo bumbum do bebê e massageie-o, dando pancadinhas suaves pelas pernas até os pés.
5. Agora, o estômago. Coloque as mãos sobre o estômago do bebê e faça movimentos suaves de deslizamento, do umbigo para as laterais do corpo. Com as duas mãos, massageie suavemente de dentro para fora. "Ande" com os dedos desde o estômago até o peito.
6. Peito. Diga "Eu te amo" e faça um movimento de "sol e lua", usando os dedos indicadores para traçar um círculo (o sol), que começa no topo do peito do bebê e termina próximo do umbigo. Agora, use a mão direita para ir de baixo para cima, desenhando uma lua (um C invertido), desde o umbigo até o topo do peito; depois, faça o mesmo com a mão esquerda (um C normal). Repita algumas vezes. Depois, faça um movimento no formato de um coração: coloque todos os dedos no peito do bebê, no centro do osso esterno e desenhe um coração, terminando no umbigo.
7. Braços e mãos. Massageie embaixo do braço. Faça um movimento suave de torção e depois use a mão aberta para massagear ambos os braços. Gire delicadamente cada um dos dedinhos do bebêe repita a música dos indiozinhos. Faça movimentos circulares ao redor dos pulsos.
8. Rosto. Tome cuidado e seja muito gentil quando massagear o rosto do bebê. Massageie a testa e as sobrancelhas e use os polegares ao redor dos olhos. Desça pelo nariz e massageie desde as maçãs do rosto até as orelhas e depois volte na direção dos lábios. Faça círculos pequenos ao redor do queixo e atrás das orelhas. Esfregue os lóbulos das orelhas e a parte inferior do queixo. Agora, vire o bebê de costas.
9. Cabeça e costas. Faça movimentos circulares na parte posterior da cabeça do bebê e nos ombros. Realizando um movimento de trás para a frente, deslize as mãos para cima e para baixo. Faça círculos pequenos ao longo dos músculos das costas, paralelos à coluna vertebral. Permita que suas mãos percorram todo o corpo do bebê, desde a nuca ate o bumbum e depois até os calcanhares.
10. Final da massagem. "Nós já acabamos, querido. Você não está se sentindo ótimo?" Se você seguir esses passos em todas as massagens, o bebê começará a esperar ansiosamente por esse momento. Novamente, lembre-se de respeitar a sensibilidade dele: nunca continue a massagem se ele começar a chorar; debce passar algumas semanas e depois tente de novo, desta vez por um período mais curto. Posso garantir que, se você acostumar o bebê ao prazer do toque, ele não só terá benefícios a longo prazo, mas também terá mais facilidade para dormir - o assunto do nosso próximo capítulo.&
domingo, 24 de maio de 2015
---falando novamente sobre o livro: a encantadora de bebês.
Talvez falar sobre esse livro, seja algo chato para você. Mas--- eu resolvi lê-lo para aprender um pouco +, e claro, para ser uma mãe cada vez melhor para o meu pequeno João Lucas. Sendo assim, vou partilhar aqui alguns trechos com as mamães que assim como eu, buscam informações diversas não só para conhecerem mais a respeito da maternidade e seus itens, + também para entenderem + e + a respeito do universo dos bebês.
___Falas da autora:
***
Como os Seios Produzem o Leite Imediatamente após o nascimento do bebê, o cérebro da mãe libera prolactina, o hormônio que inicia e mantém a produção do leite. Os hormônios prolactina e oxitocina são liberados a cada vez que o bebê suga o seio. A aréola, aquela área escura ao redor do mamilo, é firme o suficiente para que o bebê se prenda a ela e macia o suficiente para permitir que ele a comprima.
Enquanto o bebê suga, os seios lactíferos - sulcos no interior da aréola - enviam um sinal ao cérebro: "Produza leite!". Quando o bebê suga, esses seios pulsam e ativam os duetos lactíferos, as passagens que ligam o mamilo com os alveolos, pequenos sacos no interior do seio em que o leite é armazenado. Essa compressão suave age como uma bomba, drenando o leite dos alveolos para o interior dos duetos lactíferos e finalmente para o mamilo, que atua como um funil, dispensando o leite no interior da boca do bebê.
A variação normal no ganho de peso é entre 100 e 200 gramas por semana. Antes de ficar aflita com o ganho de peso de seu bebê, lembre-se de que as crianças que mamam no peito tendem a ser mais magras e a ganhar peso mais lentamente que as crianças que tomam mamadeira. Algumas mães muito ansiosas compram ou alugam balanças. Desde que você visite o pediatra com regularidade, acho suficiente pesar o bebê uma vez por semana durante o primeiro mês, e uma vez por mês daí em diante. Se vocêjá tiver uma balança, no entanto, lembre-se de que o peso flutua de um dia para outro, por isso não pese seu bebê em intervalos inferiores a quatro ou cinco dias.
Conceitos Básicos da Amamentação
Existem livros inteiros devotados à amamentação. Se vocêjá tiver decidido que irá amamentar seu bebê, aposto que agora já existem alguns volumes na sua estante. Como acontece quando você aprende qualquer capacidade, os segredos são: paciência e prática. Leia, faça um curso sobre lactação ou entre em um grupo de apoio à amamentação. Além de entender como seu corpo produz o leite (veja o quadro acima), aqui está o que eu considero mais importante.
Pratique durante a gravidez.
A principal (e freqüentemente a única) causa dos problemas com a amamentação é encaixar o bebê no seio de forma inadequada. Tento evitar isso nas mães com as quais trabalho encontrando-me com elas quatro ou seis semanas antes da data marcada para o parto. Eu explico como os seios funcionam e mostro a elas como colocar dois pequenos curativos anti-sépticos (Band-Aids) redondos nos seios (um 2,5 centímetros acima do mamilo e outro, 2,5 centímetros abaixo), que é precisamente onde elas estarão segurando os seios enquanto amamentam. Isso as acostuma a posicionar os dedos da forma adequada. Tente - e pratique.
Lembre-se de que os bebês não obtêm leite com as mãos - o leite é produzido através do estímulo que a sucção no mamilo fornece. Quanto maior o estímulo, mais leite. Portanto, o posicionamento dos dedos e do bebê e a preensão corretos são fundamentais para o sucesso da amamentação. Aprenda a técnica e a amamentação parecerá "natural". Se o bebê não estiver bem posicionado e corretamente encaixado, os seios lactíferos não conseguirão enviar a mensagem para o cérebro e nenhum dos dois hormônios necessários para a amamentação será liberado.
---
Vera: de volta ao trabalho.
Se a mulher planeja voltar a trabalhar, precisa bombear e armazenar seu próprio leite ou introduzir o leite industrializado. Algumas mulheres esperam até uma semana antes do início do trabalho para adicionar uma mamadeira uma ou duas vezes por dia. Porém, se o bebê nunca tomou mamadeira, sugiro sua introdução três semanas antes de a mãe estar pronta para a volta ao trabalho. Vera, por exemplo, trabalhava como secretária em um complexo industrial e não podia mais ficar em casa; portanto, optou por amamentar pela manhã, dar mamadeira ao bebê durante o dia e novamente amamentar quando retornava para casa. O marido sempre dava a mamadeira noturna.
Situações similares acontecem quando a mãe simplesmente quer mais tempo para si mesma ou quando precisa viajar, por exemplo.
Uma mãe que trabalha em casa - digamos, uma pintora ou escritora - também pode bombear o seu leite, simplesmente para permitir que outra pessoa cuide de algumas das refeições do bebê.
DICA: A fadiga é a principal inimiga da mãe que trabalha, independentemente da forma escolhida para alimentar o bebê. Uma das maneiras de minimizar a exaustão nas primeiras semanas no trabalho é recomeçar em uma quinta-feira, e não em uma segunda.
Jan: uma cirurgia impediu a amamentação.
No caso de uma doença séria ou de cirurgia, freqüentemente é impossível, do ponto de vista físico, a mãe continuar amamentando. Nesses casos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) sugere que a mãe impossibilitada peça a outras mães uma doação de leite materno. Mas, deixe-me esclarecer, essa é uma bela fantasia - e nada mais. Quando o bebê de Jan tinha 1 mês, ela me disse que seria submetida a uma cirurgia e ficaria afastada do bebê por no mínimo, três dias, o período de sua internação. Eu telefonei para mães que conhecia e que estavam amamentando e de todas elas, apenas uma se dispôs a doar seu leite - e queria doar apenas 250 ml. Parecia que eu estava pedindo ouro e não leite materno! No final, Jan foi capaz de bombear uma quantidade significativa de seu próprio leite e também complementou a alimentação do bebê com leite industrializado e, acredite em mim, ele não sofreu nada com essa experiência.
Fazendo a Troca Nas primeiras três semanas, os bebês facilmente trocam o seio pela mamadeira e vice-versa.
Se você esperar mais, no entanto, enfrentará várias dificuldades. O bebê amamentado inicialmente rejeita a mamadeira, porque a carne humana é a única coisa que sua boca conhece e pela qual espera. É possível que ele gire o bico da mamadeira dentro da boca e não consiga sugá-lo ou se encaixar nele. O inverso também é verdadeiro: se o bebê não está acostumado com a sensação dos mamilos da mãe, ele não saberá se encaixar neles.
Os bebês que foram amamentados fazem "greves de fome", recusando-se a comer durante o dia. Quando a mãe retorna à casa, com a intenção de oferecer o seio durante as últimas refeições antes da hora de dormir, o bebê tem outras idéias. Esse pequeno fará a mãe ficar acordada a noite toda, tentando compensar as refeições que ele perdeu. Ele não sabe que é madrugada nem se importaria com isso: acontece que ele está de estômago vazio! O que fazer? Durante dez dias, continue apresentando a mamadeira, mas sem oferecer o seio (ou vice-versa, se você estiver tentando amamentar um bebê acostumado com mamadeira). Lembre-se de que o bebê sempre está disposto a voltar ao seu modo original de alimentação. Seja qual for o modo a que está acostumado, uma vez que o hábito esteja registrado em sua memória, jamais ele o rejeitará.
Fique, portanto, avisada: a tarefa de mudança é muito difícil. O bebê se sente frustrado e chora muito. Ele está dizendo: "Que coisa estranha é essa que você está tentando colocar na minha boca?". Ele pode até mesmo se afogar e salivar muito, particularmente se está trocando o seio pela mamadeira, porque não consegue regular a corrente de líquido que sai do bico de borracha. Novamente, o sistema com válvula elimina esse problema.
Dar a Chupeta ou Não: Dúvida de Todas as Mães
As chupetas existem há séculos, e por um bom motivo. O caso é que a única parte do corpo que o recém-nascido pode controlar é a boca, e ele suga para atender à sua necessidade de estimulação oral. Antigamente as mães costumavam colocar na boca de seus bebês um pedaço de tecido ou até mesmo uma rolha de porcelana, para o confor ot oral.
A chupeta não precisa ser condenada. A polêmica moderna surgiu, em parte, por seu uso incorreto. Quando a chupeta é usada adequadamente, ela se torna o que chamo de acessório, algo de que o bebê torna-se dependente para acalmar-se. Mas, como já mencionei, quando os pais usam a chupeta para acalmar o bebê, em vez de fazer uma pausa e ouvir o que ele realmente está solicitando, eles na verdade o estão silenciando.
Eu gosto de recomendar a chupeta durante os primeiros três meses, para dar ao bebê um perío- do adequado de sucção, acalmá-lo antes do sono ou da soneca ou, então, tentar fazê-lo pular uma mamada noturna. (Eu explicarei meus métodos no Capítulo 6, nas páginas 212-3). Depois desse período, no entanto, os bebês terão mais controle sobre as mãos e serão capazes de se acalmar usando os próprios dedos ou polegares.
Os mitos em torno da chupeta são abundantes. Alguns acreditam por exemplo que, se for dada ao bebê uma chupeta, ele não aprenderá a chupar o próprio dedo. Que bobagem! Eu garanto que obebê deixará a chupeta de lado para sugar o dedo. Minha filha Sophie fez exatamente isso e continuou chupando o dedo pelos próximos seis anos.
Depois disso, chupava o dedo apenas na hora de dormir - e, devo acrescentar, ela não tem os dentes protraídos! Quando comprar uma chupeta para seu bebê, baseie no mesmo princípio que guia a-se escolha do bico de mamadeira: escolha um formato ao qual o bebê já esteja acostumado. Existem vários tipos de chupeta à disposição no mercado. Com essa variedade, a mãe poderá certamente encontrar uma chupeta que seja parecida com seu mamilo ou com o tipo de bico que ela usa na mamadeira.
::: Boas Maneiras Durante a Amamentação
Perto dos 4 meses, o bebê começa a explorar tudo com as mãos e também vira a cabeça ou torce o corpo em direção ao que desperta interesse. Enquanto mama, fica mexendo nas roupas ou jóias da mãe ou tocando-lhe o queixo, o nariz e os olhos, se consegue alcançá-los. Quando mais velha, a criança pode desenvolver hábitos semelhantes e desagradáveis que, uma vez inciados, são de difícil correção. Por isso, comece a ensinar ao bebê o que chamo de "boas maneiras durante a amamentação". O truque é ser firme e ao mesmo tempo gentil, lembrando a ele que existem limites. Além disso, tente amamentar em um ambiente tranqüilo, para limitar as distrações.
Se ele fica brincando com a mão: Segure a mão dele e afaste-a gentilmente de seu corpo ou de outra coisa que ele tenha pego.
Diga: "a mamãe não gosta disso".
Se ele se distrai facilmente: Não é nada agradável quando o bebê se distrai e tenta virar a cabeça... com o mamilo da mãe ainda na boca. Quando isso acontece, tire-o do seio e diga: "Mamãe não gosta disso".
Se ele morde seu seio: Quando os dentes do bebê nascem, quase toda mãe leva uma mordida.
No entanto, isso deve acontecer apenas uma vez. Não tenha medo de reagir de modo firme, afastando-se e dizendo: "Ai, isto machuca. Não morda a mamãe". Geralmente uma reprimenda é suficiente, mas, se ele não parar, retire-o do seio.
Se ele empurra sua blusa para cima: As crianças que já engatinham às vezes fazem isso quando querem mamar. Diga simplesmente: "Mamãe não quer ficar com a blusa assim. Não faça isso".
___
Este, é o trecho do capítulo 4 que me chama mais atenção. Ela não defende uma forma esclusiva do bebê se alimentar, (seja por leite industrialisado ou por mamadeiras.) A mesma afirma que a mãe deve ser respeitada, e fazer o que é melhor para si.
Como escritora, compriendo seu ponto de vista, + discordo. Uma mãe só não deve amamentar, senão tiver leite, ou se tiver alguma doença que possa ser transmitida pelo mesmo, como aid's.
Mas não quero debater essa questão, respeitando as mamães que fazem uso da mamadeira também poderem aproveitar este blog, que oferece dicas, a ambos os tipos de alimentação apartir do trecho a cima. Espero que tenha sido útil para vocês mais um pedacinho deste livro! em breve voltarei com novas experiências!
___Falas da autora:
***
Como os Seios Produzem o Leite Imediatamente após o nascimento do bebê, o cérebro da mãe libera prolactina, o hormônio que inicia e mantém a produção do leite. Os hormônios prolactina e oxitocina são liberados a cada vez que o bebê suga o seio. A aréola, aquela área escura ao redor do mamilo, é firme o suficiente para que o bebê se prenda a ela e macia o suficiente para permitir que ele a comprima.
Enquanto o bebê suga, os seios lactíferos - sulcos no interior da aréola - enviam um sinal ao cérebro: "Produza leite!". Quando o bebê suga, esses seios pulsam e ativam os duetos lactíferos, as passagens que ligam o mamilo com os alveolos, pequenos sacos no interior do seio em que o leite é armazenado. Essa compressão suave age como uma bomba, drenando o leite dos alveolos para o interior dos duetos lactíferos e finalmente para o mamilo, que atua como um funil, dispensando o leite no interior da boca do bebê.
A variação normal no ganho de peso é entre 100 e 200 gramas por semana. Antes de ficar aflita com o ganho de peso de seu bebê, lembre-se de que as crianças que mamam no peito tendem a ser mais magras e a ganhar peso mais lentamente que as crianças que tomam mamadeira. Algumas mães muito ansiosas compram ou alugam balanças. Desde que você visite o pediatra com regularidade, acho suficiente pesar o bebê uma vez por semana durante o primeiro mês, e uma vez por mês daí em diante. Se vocêjá tiver uma balança, no entanto, lembre-se de que o peso flutua de um dia para outro, por isso não pese seu bebê em intervalos inferiores a quatro ou cinco dias.
Conceitos Básicos da Amamentação
Existem livros inteiros devotados à amamentação. Se vocêjá tiver decidido que irá amamentar seu bebê, aposto que agora já existem alguns volumes na sua estante. Como acontece quando você aprende qualquer capacidade, os segredos são: paciência e prática. Leia, faça um curso sobre lactação ou entre em um grupo de apoio à amamentação. Além de entender como seu corpo produz o leite (veja o quadro acima), aqui está o que eu considero mais importante.
Pratique durante a gravidez.
A principal (e freqüentemente a única) causa dos problemas com a amamentação é encaixar o bebê no seio de forma inadequada. Tento evitar isso nas mães com as quais trabalho encontrando-me com elas quatro ou seis semanas antes da data marcada para o parto. Eu explico como os seios funcionam e mostro a elas como colocar dois pequenos curativos anti-sépticos (Band-Aids) redondos nos seios (um 2,5 centímetros acima do mamilo e outro, 2,5 centímetros abaixo), que é precisamente onde elas estarão segurando os seios enquanto amamentam. Isso as acostuma a posicionar os dedos da forma adequada. Tente - e pratique.
Lembre-se de que os bebês não obtêm leite com as mãos - o leite é produzido através do estímulo que a sucção no mamilo fornece. Quanto maior o estímulo, mais leite. Portanto, o posicionamento dos dedos e do bebê e a preensão corretos são fundamentais para o sucesso da amamentação. Aprenda a técnica e a amamentação parecerá "natural". Se o bebê não estiver bem posicionado e corretamente encaixado, os seios lactíferos não conseguirão enviar a mensagem para o cérebro e nenhum dos dois hormônios necessários para a amamentação será liberado.
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Vera: de volta ao trabalho.
Se a mulher planeja voltar a trabalhar, precisa bombear e armazenar seu próprio leite ou introduzir o leite industrializado. Algumas mulheres esperam até uma semana antes do início do trabalho para adicionar uma mamadeira uma ou duas vezes por dia. Porém, se o bebê nunca tomou mamadeira, sugiro sua introdução três semanas antes de a mãe estar pronta para a volta ao trabalho. Vera, por exemplo, trabalhava como secretária em um complexo industrial e não podia mais ficar em casa; portanto, optou por amamentar pela manhã, dar mamadeira ao bebê durante o dia e novamente amamentar quando retornava para casa. O marido sempre dava a mamadeira noturna.
Situações similares acontecem quando a mãe simplesmente quer mais tempo para si mesma ou quando precisa viajar, por exemplo.
Uma mãe que trabalha em casa - digamos, uma pintora ou escritora - também pode bombear o seu leite, simplesmente para permitir que outra pessoa cuide de algumas das refeições do bebê.
DICA: A fadiga é a principal inimiga da mãe que trabalha, independentemente da forma escolhida para alimentar o bebê. Uma das maneiras de minimizar a exaustão nas primeiras semanas no trabalho é recomeçar em uma quinta-feira, e não em uma segunda.
Jan: uma cirurgia impediu a amamentação.
No caso de uma doença séria ou de cirurgia, freqüentemente é impossível, do ponto de vista físico, a mãe continuar amamentando. Nesses casos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) sugere que a mãe impossibilitada peça a outras mães uma doação de leite materno. Mas, deixe-me esclarecer, essa é uma bela fantasia - e nada mais. Quando o bebê de Jan tinha 1 mês, ela me disse que seria submetida a uma cirurgia e ficaria afastada do bebê por no mínimo, três dias, o período de sua internação. Eu telefonei para mães que conhecia e que estavam amamentando e de todas elas, apenas uma se dispôs a doar seu leite - e queria doar apenas 250 ml. Parecia que eu estava pedindo ouro e não leite materno! No final, Jan foi capaz de bombear uma quantidade significativa de seu próprio leite e também complementou a alimentação do bebê com leite industrializado e, acredite em mim, ele não sofreu nada com essa experiência.
Fazendo a Troca Nas primeiras três semanas, os bebês facilmente trocam o seio pela mamadeira e vice-versa.
Se você esperar mais, no entanto, enfrentará várias dificuldades. O bebê amamentado inicialmente rejeita a mamadeira, porque a carne humana é a única coisa que sua boca conhece e pela qual espera. É possível que ele gire o bico da mamadeira dentro da boca e não consiga sugá-lo ou se encaixar nele. O inverso também é verdadeiro: se o bebê não está acostumado com a sensação dos mamilos da mãe, ele não saberá se encaixar neles.
Os bebês que foram amamentados fazem "greves de fome", recusando-se a comer durante o dia. Quando a mãe retorna à casa, com a intenção de oferecer o seio durante as últimas refeições antes da hora de dormir, o bebê tem outras idéias. Esse pequeno fará a mãe ficar acordada a noite toda, tentando compensar as refeições que ele perdeu. Ele não sabe que é madrugada nem se importaria com isso: acontece que ele está de estômago vazio! O que fazer? Durante dez dias, continue apresentando a mamadeira, mas sem oferecer o seio (ou vice-versa, se você estiver tentando amamentar um bebê acostumado com mamadeira). Lembre-se de que o bebê sempre está disposto a voltar ao seu modo original de alimentação. Seja qual for o modo a que está acostumado, uma vez que o hábito esteja registrado em sua memória, jamais ele o rejeitará.
Fique, portanto, avisada: a tarefa de mudança é muito difícil. O bebê se sente frustrado e chora muito. Ele está dizendo: "Que coisa estranha é essa que você está tentando colocar na minha boca?". Ele pode até mesmo se afogar e salivar muito, particularmente se está trocando o seio pela mamadeira, porque não consegue regular a corrente de líquido que sai do bico de borracha. Novamente, o sistema com válvula elimina esse problema.
Dar a Chupeta ou Não: Dúvida de Todas as Mães
As chupetas existem há séculos, e por um bom motivo. O caso é que a única parte do corpo que o recém-nascido pode controlar é a boca, e ele suga para atender à sua necessidade de estimulação oral. Antigamente as mães costumavam colocar na boca de seus bebês um pedaço de tecido ou até mesmo uma rolha de porcelana, para o confor ot oral.
A chupeta não precisa ser condenada. A polêmica moderna surgiu, em parte, por seu uso incorreto. Quando a chupeta é usada adequadamente, ela se torna o que chamo de acessório, algo de que o bebê torna-se dependente para acalmar-se. Mas, como já mencionei, quando os pais usam a chupeta para acalmar o bebê, em vez de fazer uma pausa e ouvir o que ele realmente está solicitando, eles na verdade o estão silenciando.
Eu gosto de recomendar a chupeta durante os primeiros três meses, para dar ao bebê um perío- do adequado de sucção, acalmá-lo antes do sono ou da soneca ou, então, tentar fazê-lo pular uma mamada noturna. (Eu explicarei meus métodos no Capítulo 6, nas páginas 212-3). Depois desse período, no entanto, os bebês terão mais controle sobre as mãos e serão capazes de se acalmar usando os próprios dedos ou polegares.
Os mitos em torno da chupeta são abundantes. Alguns acreditam por exemplo que, se for dada ao bebê uma chupeta, ele não aprenderá a chupar o próprio dedo. Que bobagem! Eu garanto que obebê deixará a chupeta de lado para sugar o dedo. Minha filha Sophie fez exatamente isso e continuou chupando o dedo pelos próximos seis anos.
Depois disso, chupava o dedo apenas na hora de dormir - e, devo acrescentar, ela não tem os dentes protraídos! Quando comprar uma chupeta para seu bebê, baseie no mesmo princípio que guia a-se escolha do bico de mamadeira: escolha um formato ao qual o bebê já esteja acostumado. Existem vários tipos de chupeta à disposição no mercado. Com essa variedade, a mãe poderá certamente encontrar uma chupeta que seja parecida com seu mamilo ou com o tipo de bico que ela usa na mamadeira.
::: Boas Maneiras Durante a Amamentação
Perto dos 4 meses, o bebê começa a explorar tudo com as mãos e também vira a cabeça ou torce o corpo em direção ao que desperta interesse. Enquanto mama, fica mexendo nas roupas ou jóias da mãe ou tocando-lhe o queixo, o nariz e os olhos, se consegue alcançá-los. Quando mais velha, a criança pode desenvolver hábitos semelhantes e desagradáveis que, uma vez inciados, são de difícil correção. Por isso, comece a ensinar ao bebê o que chamo de "boas maneiras durante a amamentação". O truque é ser firme e ao mesmo tempo gentil, lembrando a ele que existem limites. Além disso, tente amamentar em um ambiente tranqüilo, para limitar as distrações.
Se ele fica brincando com a mão: Segure a mão dele e afaste-a gentilmente de seu corpo ou de outra coisa que ele tenha pego.
Diga: "a mamãe não gosta disso".
Se ele se distrai facilmente: Não é nada agradável quando o bebê se distrai e tenta virar a cabeça... com o mamilo da mãe ainda na boca. Quando isso acontece, tire-o do seio e diga: "Mamãe não gosta disso".
Se ele morde seu seio: Quando os dentes do bebê nascem, quase toda mãe leva uma mordida.
No entanto, isso deve acontecer apenas uma vez. Não tenha medo de reagir de modo firme, afastando-se e dizendo: "Ai, isto machuca. Não morda a mamãe". Geralmente uma reprimenda é suficiente, mas, se ele não parar, retire-o do seio.
Se ele empurra sua blusa para cima: As crianças que já engatinham às vezes fazem isso quando querem mamar. Diga simplesmente: "Mamãe não quer ficar com a blusa assim. Não faça isso".
___
Este, é o trecho do capítulo 4 que me chama mais atenção. Ela não defende uma forma esclusiva do bebê se alimentar, (seja por leite industrialisado ou por mamadeiras.) A mesma afirma que a mãe deve ser respeitada, e fazer o que é melhor para si.
Como escritora, compriendo seu ponto de vista, + discordo. Uma mãe só não deve amamentar, senão tiver leite, ou se tiver alguma doença que possa ser transmitida pelo mesmo, como aid's.
Mas não quero debater essa questão, respeitando as mamães que fazem uso da mamadeira também poderem aproveitar este blog, que oferece dicas, a ambos os tipos de alimentação apartir do trecho a cima. Espero que tenha sido útil para vocês mais um pedacinho deste livro! em breve voltarei com novas experiências!
sábado, 23 de maio de 2015
--aprendendo a me acalmar/e a me controlar.--
é ou não é difícil ouvir seu bebê chorando, e você saber que está demorando a ajudá-lo? ou porque está distante de onde ele se incontra, ou porque a cólica não passa, e etc? no livro a encantadora de bebês, acabei de aprender algo que (se eu conseguir aplicar, vai me ajudar bastante, porque eu sou sim bem anciosa quando o assunto é meu filho. não gosto de deixá-lo chorar.)
+ você mamãe, observe as dicas, e pense, assim como eu estou pensando aqui do outro lado da telinha:
será que ela não tem rasão?
+ você mamãe, observe as dicas, e pense, assim como eu estou pensando aqui do outro lado da telinha:
será que ela não tem rasão?
Acalme-se Com
S.L.O.W.
O Bebê: Um Estranho
em Terra Estranha
Tento ajudar os pais a se colocarem no lugar do bebê
explicando que o recém-nascido é como um visitante vindo de um país muito
distante.
Peço aos pais
que se imaginem explorando uma terra estranha, mas fascinante. A paisagem pode
ser linda, as pessoas calorosas e simpáticas - você pode ver isso nos olhos
delas, em seus rostos sorridentes. Porém, pode ser um tanto frustrante
conseguir o que você deseja sem conhecer a língua dessas pessoas. Você entra em
um restaurante e pergunta onde é o banheiro e é levado até uma mesa, onde um
prato cheio de macarrão é colocado debaixo de seu nariz. Ou o contrário: - você
está procurando uma boa refeição, e o garçom o leva até o banheiro!
Desde o momento em que o recém-nascido chega ao mundo,
é assim que ele se sente. Não importa que a decoração do quarto seja admirável
ou que os pais sejam calorosos e bem-intencionados, os bebês são
bombardeados por sensações desconhecidas, que não compreendem. Sua única forma
de comunicação - a sua linguagem - são o choro e os movimentos corporais.
Também é
importante lembrar que os bebês crescem no tempo deles, não no nosso. Com
exceção do bebê Livro-texto, o desenvolvimento da maioria dos recém-nascidos
não segue um cronograma preciso. Os pais necessitam se afastar e observar o
despertar de seu filho; o bebê precisa de apoio, não de uma pessoa que corra
para salvá-lo a cada vez que algo parece errado.
Pisando nos
Freios
Quando sou chamada para ajudar os pais a descobrir por
que seu bebê está inquieto ou choroso, já sei que mamãe e papai estarão
ansiosos para que eu faça alguma coisa imediatamente. Para grande surpresa
deles, no entanto, aconselho: "Parem. Vamos tentar descobrir o que o bebê
está dizendo!". Primeiro, faço uma pausa para observar os movimentos do bebê
- os braços e as pernas se mexendo, a língua se enrolando, as costas se
arqueando. Cada gesto tem um significado. Eu presto muita atenção ao tipo de
choro e de sons que ele está emitindo - altura, intensidade e freqüência do som
fazem parte da linguagem do bebê.
Também observo
com atenção o ambiente. Imagino como é ser aquele bebê e estar onde ele está.
Além de prestar atenção à aparência dele, a seus sons e gestos, olho o quarto,
sinto a temperatura e escuto os ruídos da casa. Observo como a mãe e o pai
estão - nervosos, cansados ou contraria- dos - e escuto o que eles estão dizendo.
Também posso fazer algumas perguntas como: "Qual foi a última vez em que o
alimentou?"," Você geralmente anda com ele no colo antes de colocá-lo
para dormir?", "Ele sempre aproxima as pernas do peito, do jeito que está
fazendo agora?".
Depois, eu
espero - você não irromperia em uma conversa adulta se não soubesse exatamente
qual é o assunto, não é mesmo? Você faria pausas para descobrir até se é
adequado interromper.
Quando, porém,
se trata de um bebê, os adultos com freqüência tendem a se precipitar
impetuosamente. A cada som emitido pelo bebê, os adultos começam a murmurar,
acalentar, trocar fraldas, fazer cócegas, sacudir ou falar muito rápido e alto.
Acham que, com
essas ações impetuosas, estão respondendo ao pedido do bebê, mas não estão
apenas fazendo suposições, sem a mínima segurança. E, às vezes, agindo apenas
para aliviar seu próprio desconforto, e não com a finalidade de responder às
necessidades do bebê, eles acabam aumentando a angústia da criança.
Com o passar
dos anos, aprendi o valor de avaliar antes de me precipitar; fazer uma pausa à
espera da resposta correta tornou-se quase minha segunda natureza. Mas
reconheço que os pais novos, que não estão acostumados ao som do choro e que
estão ansiosos em relação a seu desempenho com o bebê, freqüentemente sentem
mais dificuldade para adotar uma postura paciente. E por isso que criei outro
acrônimo, muito útil para ajudar pais e profissionais a pisar nos freios: o
S.L.O.W.
(em inglês,
slow significa "lento", "vagaroso"). O termo é um lembrete de
que você não deve se precipitar, e cada letra do acrônimo corresponde às etapas
do processo de desaceleração.
S = Stop
(parar). Faça uma pausa de 1 segundo; você não tem de sair correndo e pegar seu
bebê no colo assim que ele começar a chorar.
Respire fundo
três vezes, para ficar mais centrada e melhorar sua percepção. Também ajuda se
você afastar da mente a voz das outras pessoas e os conselhos que recebeu, que
muitas vezes dificultam a objetividade.
L = Listen
(escutar). O choro é a linguagem própria dos bebês. Esse momento de pausa não
significa deixar o bebê indefinidamente, mas sim escutar o que ele está dizendo.
O = Observe (observar).
O que a linguagem corporal do bebê está querendo dizer? O que está acontecendo
no ambiente? O que estava ocorrendo exatamente antes de o bebê "ter
dito" isso? W = Whafs up? (o que está acontecendo?). Agora, se você
combinar o que escutou ao que observou, assim como à rotina diária do bebê,
será capaz de descobrir o que ele está tentando lhe dizer.
Sempre que seu
bebê estiver inquieto, reclamando ou chorando, tente esta estratégia simples,
que demora apenas alguns segundos.
Stop
(pare). Lembre-se de que o choro é a linguagem dos bebês.
Listen
(escute). 0 que este choro significa? Observe. O que o bebê está fazendo? O que
se alterou? Whafs up?(o que está acontecendo?). Com base no que escutou e
observou, avalie a situação e tome a providência adequada.
Quando o bebê
chora, sua tendência natural é "salvá-lo". Você acredita que ele
esteja angustiado; pior ainda, o choro a incomoda. O S do S.L.O.W. é um
lembrete de que você deve refrear esses sentimentos e, em vez de agir em
conformidade com eles, fazer uma pausa para tentar entender a reclamação do
bebê. Deixe-me explicar três motivos importantes pelos quais solicito uma pausa.
1. Seu bebê
precisa desenvolver a própria "voz". Todos os pais querem que os
filhos sejam expressivos, isto é, que sejam capazes de pedir o que desejam e de
falar sobre seus sentimentos. Infelizmente, muitos pais esperam a criança
começar a desenvolver a linguagem verbal para estimular essa capacidade tão
importante. No entanto, as raízes da expressão estão no início da lactância,
quando os bebês começam a "conversar" conosco através de murmúrios e
choros.
Com esse
conceito em mente, pense no que acontece quando, em resposta a cada choro, a
mãe oferece o seio ao filho ou coloca uma chupeta na boca dele. Isso não apenas
cala a voz do bebê - essencialmente, emudece o bebê (é por isso que nós
britânicos chamamos a chupeta de dum- mie, termo que pode ser traduzido por
"mudo" ou "manequim") - como também o condiciona a não
pedir ajuda. Afinal, cada choro diferente é uma solicitação específica de seu
filho, que diz: "Sane esta necessidade".
Muito bem,
duvido que você enfiaria uma meia enrolada na boca de seu marido se ele
dissesse que está cansado... Basicamente, no entanto, é isso que fazemos com o
bebê quando apenas enfiamos algo em sua boca, em vez de esperar um pouco para
ouvir o que ele está tentando comunicar.
A pior parte
disso é que, ao se precipitarem, os pais inconsciente- mente treinam o bebê a
não ter voz. Quando os pais não param para escutar e aprender a distinguir os
diferentes choros (os quais numerosos estudos já comprovaram altamente
diferenciados desde o nascimento), os choros acabam, com o tempo, sendo
impossíveis de distinguir. Em outras palavras, quando não recebe uma resposta
ou recebe uma resposta errada a seus choros, o bebê acaba entendendo que não
importa a maneira com que ele chora, que sempre obterá o mesmo resultado.
Finalmente ele desiste e todos os seus choros acabam tendo o mesmo som.
2. Você precisa
estimular a capacidade do bebê de se acalmar. Todos sabe mos a importância do
autocontrole. Quando nos sentimos desanimada /os tomamos um banho quente,
procuramos uma massagem relaxante, lemos um livro ou damos um passeio. Os
métodos de relaxamento de cada pessoa podem ser diferentes, mas saber o que a
ajuda a relaxar é uma capacidade importante para lidar com a vida. Há também
evidências dessa capacidade em crianças de diferentes idades. Uma criança de 3
anos, quando está frustrada, pode chupar
o dedo ou abraçar seu ursinho de pelúcia; um adolescente se tranca no quarto e
escuta música.
Bem, e quanto
aos bebês? Obviamente, eles não podem dar um passeio ou ligar a televisão para
relaxar, mas nasceram com um mecanismo interno de relaxamento o choro e o
reflexo de sucção - e nós não precisamos ajudá-los a usar esses recursos. Bebês
com menos de 3 meses podem não ser capazes de saber onde estão seus dedos, mas
certamente podem chorar. Entre outras suposições, o choro seria uma forma de
bloquear os estímulos externos, e é por isso que os bebês choram quando estão
muito cansados. Na verdade, nós ainda fazemos isso quando somos adultos. Você
nunca disse: "Estou tão cansada que tenho vontade de chorar"? O que
você realmente quer fazer é fechar os olhos, tapar os ouvidos, abrir a boca e
berrar, bloqueando assim tudo que a cerca.
Bem, eu não
estou sugerindo que deixemos os bebês chorando até dormir - longe disso. Eu
acho que esse hábito é insensato e cruel. Mas você pode interpretar os choros
"de cansaço" dele como dicas: escureça o quarto, proteja-o da luz e
dos ruídos. Além disso, às vezes os bebês choram por alguns segundos e depois
voltam a dormir (a este tipo de choro, costumo chamar "de choro
fantasma", veja a página 214). Com o choro, o bebê consegue se acalmar. Se
nos precipitarmos, ele rapidamente perde essa capacidade.
3. Você precisa
aprender a linguagem do seu bebê. O S.L.O.W. é uma ferramenta para o
conhecimento de seu bebê e para a compreensão de suas
necessidades. Ao fazer uma pausa, para distinguir o choro e a expressão
corporal que acompanha esse choro, você pode sanar as necessidades do bebê de
forma mais adequada do que se apenas colocasse o seio na boca dele ou o acalentasse,
sem compreender realmente qual é a necessidade específica daquele momento.
Novamente
enfatizo que fazer uma pequena pausa para empreender esse processo de avaliação,
não significa deixar o bebê chorando indefinidamente. Você apenas está fazendo uma
pausa para aprender a linguagem dele. Você reage à necessidade dele e evita o
sentimento de frustração. Na realidade, com esse método, você se torna tão
eficiente em interpretar a linguagem de seu filho que já identifica o problema
antes de ele sair do controle. Em resumo, fazer uma pausa para observar,
escutar e depois avaliar a mensagem cuidadosamente, confere a você mais poder e
a transforma em uma mãe melhor (veja o quadro "Os Benefícios Comprovados
da Interpretação do Choro", nesta página).
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