Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

--falando sobre amamentação.

oi gente! lá vamos nós, com mais um assunto importantícimo para as futuras mamães como eu:
bom, eu andei conversando por aí, e pretendo amamentar meu anjo até que ele complete 2 anos. depois eu já acho que ele conseguirá viver sem o leite materno. e não se amamenta só pra que o bebê não tenha fome, se amamenta para que seja fortalecido o vínculo (mãe e bebê.)
eu achei uma matéria super interessante sobre isso, e vou publicar aqui com os devidos créditos.

Relato de amamentação – por Luana Tessera

Finalmente, chegou o momento em que decido sentar e relatar o período de 6 meses de amamentação exclusiva para mim e para a minha neném. “Finalmente” porque
me recordo de, há quase meio ano atrás, imaginar esse momento como uma vitória e vizualizá-lo para ter forças para seguir adiante e não me deixar incapacitar.

-A maratona antes do prêmio-

Nunca tive o sonho de ser mãe e, talvez, isso tenha me dado as incertezas necessárias para ir atrás do conhecimento que eu precisava para chegar até aqui.
Li muito durante a minha gestação toda. Minha filha Olívia, nasceu fruto de um lindo parto natural Leboyer regado de ocitosina, silêncio e respeito. Um
“típico parto cheio de riponguices” como brincam alguns amigos. Mas o evento mais marcante da minha vida, foi também, uma das maiores vitórias e atos de
coragem da minha vida.

Com um sistema obstétrico falho, fui por inúmeros médicos tentada a crer que não seria capaz de parir naturalmente minha bebê. Que não tinha saúde para
tal, que não teria dilatação ou força de vontade e que eles precisariam me abrir de uma maneira ou de outra para arrancar minha bebê de mim. Nada disso
me fez desistir! Eu sabia em meu coração, desde o segundo tracinho rosa naquele teste de farmácia, que eu tentaria até o fim apresentar o mundo para a
minha filha na forma que eu julgasse a mais bela possível.

Depois de uma longa jornada de conhecimento e empoderamento e após 5 míseras horas de trabalho de parto coordenado e planejado, minha bebê veio ao mundo.

Tão logo nasceu e foi colocada em meu peito para mamar. Tudo muito rápido, sem tempo pra limpar o neném, sem erguê-lo, sem medir isso ou aquilo.

Assim que senti aquele misto de alívio e prazer (sim! o que dói são as contrações, parir é um prazer incomparável), também senti o calorzinho daquele ser
no meu peito e enquanto abria os olhos e tentava voltar do êxtase da partolândia ela já mamava avidamente.

Lembro do cordão pulsando em minha barriga, do papai chorando sem parar e daqueles anjos que nos auxiliaram e seguraram minha mão nessa jornada.

Depois que Olívia resolveu respirar sozinha, rápidos procedimentos foram realizados, como cortar o cordão, limpar o rostinho do bebê e medir o Apgar. Em
pouco tempo, fomos levadas para outro quarto. Nessa primeira noite, era crucial que mamãe e bebê passassem juntos e papai foi recomendado (a contragosto)
pela maternidade a voltar pela manhã (eram em torno de 2 horas da madrugada).

- Do colostro, ao leite-

O quarto estava quentinho e deixei ela peladinha colada ao meu peito. Lembro de cobrir as costas dela com uma fraldinha e deixá-la por dentro do casaco
que eu vestia. Passei a noite em claro, andava de um lado para o outro do quarto ninando, cantando, cheirando e beijando ela.

No dia seguinte mais uma ou duas mamadas e ela voltou a dormir. Com a presença do pai, eu pude descansar e achei que estava tudo sob controle.

Nossa segunda noite, no entanto, foi um desastre. Lá pelas 22 horas a danadinha começou a chorar e eu não sabia o que fazer para acalmá-la. Chamei a enfermeira
e ela  calmamente, disse:

- Dá o peito mamãe, peito cura tudo.

- Mas ela não está com fome, mamou a pouco e eu tento dar e ela rejeita. – respondi.

- Como você sabe se ela tem fome ou não? Vai por mim, dá o peito.- retrucou a enfermeira sem dar muita consideração para a minha aflição.

Eu fiquei ali, embalando, cantando, me desesperando e aquele pedacinho de gente chorando sem parar. Eu tentava colocar ela no peito, mas ela chorava muito,
com aquele bocão aberto e nem prestava atenção no meu seio.

Passadas quase uma hora assim, saí do quarto e fui atrás de ajuda. Continuavam com a mesma afirmação: “dá o peito, ela quer mamar”. Resolvi dizer que não
sabia como, afinal, eu não tinha leite e ela não mostrava nenhum interesse.

Pedi para darem complemento a ela se ela tinha fome. As enfermeiras negaram (viram? Tive mais sorte que juízo), falaram que eu precisava incentivar minha
neném a sugar, sugar e sugar para que meu corpo gerasse leite. Que eu confiasse e respeitasse o tempo do meu corpo, pois eu iria alimentar minha filha.

Foi uma noite péssima. De frustração e desespero. Meu seio doía muito, a neném chorava muito fora dele. Passados os primeiros reflexos de sucção pós parto,
ficou claro que ela também não sabia mamar (coisa muito natural, mas que nenhum obstetra nos prepara), por essa razão, eu tinha que segurar a cabeça dela
e ofertar muito o seio, pois ela mamava por poucos minutos e já começava a chorar, sem atinar a continuar mamando.

Isso pode parecer óbvio, mas imagine uma mãe de primeira viagem em pouco mais de 24 horas de parto que acabou de amamentar o neném, se dar conta  que em
menos de 5 minutos teria que amamentá-la de novo? Pois tem! Uma, duas, cinco, vinte vezes se for preciso. É isso o que quer dizer Livre Demanda: alimentar
o bebê no tempo dele, não no seu.

Só liberaram meio copinho de leite às 6 horas da manhã para que a neném dormisse e eu pudesse descansar com a chegada do papai.

Alguns podem dizer (e disseram) que isso é um absurdo, deixar a criança em claro, sugando um seio sem leite, uma mãe sem dormir tentando frustradamente
amamentar. Que devíamos ter oferecido mamadeira com NAN, chupeta e seja o que lá mais que se dá para substituir o papel da mãe nessas horas. A verdade,
é que aquelas primeiras mamadas cheias de colostro, aquele vínculo fortalecido por nunca terem tirado minha filha de meus braços e o apoio da equipe da
maternidade foram cruciais para que eu tivesse chegado até aqui.

Foi preciso que me segurassem nos ombros, olhassem nos olhos e dissessem: “você tem que ter paciência, pois você vai conseguir, sua filha precisa de você!”
para que eu tivesse forças físicas e psicológicas para alimentar naturalmente a minha neném.

Na terceira manhã, acordei com a blusa molhada de leite e em seguida tivemos alta.

Graças a essa maravilhosa equipe, minha filha já saiu de lá mamando muito. Não de tantas em tantas horas, não apenas quando eu achava que ela tinha fome.
Mamava o tempo todo!

- De gestante a nutriz-

Já em casa, era hora de pôr o aprendizado em prática. Neném acordado, era neném no peito. Assim se seguiram as primeiras semanas, mas não com tanta facilidade.

Eu que não era boba nem nada, segui o conselho de outras mamães e comecei a participar de um grupo voluntário de apoio a amamentação. Lá, fui incentivada
a ficar atenta à pega correta, a tomar muito banho de sol e a não utilizar qualquer pomada ou anestésico de composição química.

Lembro que a dor era angustiante! Não cheguei a sofrer feridas ou infecções como outras mães, mas certamente tinha a pele bem sensível e isso atrapalhava
muito a “beleza” do ato. Lembro de me perguntar como podiam, as mães dizerem que é lindo amamentar, que é um elo maravilhoso e incomparável, quando na
verdade eu só achava que era um ato mecânico e dolorido. Eu amamentava porque tinha que amamentar, porque acreditava que era o correto a fazer e tinha
esperanças de que a dor ia passar.

Pois bem: ela passa! A dor vai diminuindo após as primeiras semanas, até deixar de existir por completo. Não desista!

- Estimulação é a chave -

Também no grupo de amamentação fui encorajada a procurar o Banco de Leite da minha cidade. Foi uma das decisões mais acertadas que já tomei.

Semanalmente eu recebia a visita de uma técnica de saúde que, com muito carinho e atenção, respondia as dúvidas que iam surgindo com relação à amamentação
e trazia material esterelizado para eu retirar leite para doação.

Esqueça compressas de chá de sei lá o quê, suco de coisa qualquer. Pra ter leite tem que ter sucção. Quanto mais leite você tirar, mais estimulará as mamas
e mais leite irá produzir.

Não posso dizer que essa seja uma verdade absoluta, mas posso relatar que essa orientação simples, foi completamente coerente com a realidade. Além de ter
uma produção excedente, eu ainda me sentia feliz em promover uma nutrição sadia aos nenéns prematuros e ajudar mamães aflitas nesse início conturbado.

- Extrair é preciso-

Ninguém me contou, mas é importante estar atenta aos picos de crescimento de seu neném. Não tem dias em que eles estão mais “manhosos e grudentos”, tem
dias em que crescem mais que os outros. Nesses dias, eles tendem a necessitar de mais alimento e por isso mamam mais. Mamam o dia todo se você permitir
(Permita! Afinal de contas você está de licença pra quê?). Porém, passado esse pico, eles mamam bem menos e você fica com esse excedente de produção estimulada
nos dias anteriores.

O peito fica muito cheio, duro, e o calor nessa região é insuportável. A gente esquenta tanto que tem até febre! Algumas mamães sofrem constantemente com
isso. Como eu retirava fielmente meu excedente só passei por esse episódio uma vez (e foi o suficiente para não querer tamanho desconforto novamente).

-Água é essencial -

Como mencionei antes, o primeiro mês foi meio “mecânico” pra mim. A privação de sono, os afazeres da casa e o tumulto da mudança de rotina, visitas e baby
blues tomavam todo o meu tempo e bom humor. Eu me preocupei muito com a alimentação, mas deixei de lado a necessidade de tomar muito líquido.

Estimular o aumento de produção (doando 500 ml por semana, em média) sem beber água me custou uma desidratação séria e várias idas ao proctologista. Por
isso, se você amamenta, beba, no mínimo 2 litros de água por dia.

Passei a deixar duas garrafas de 1 litro na geladeira para ter certeza de beber, no mínimo, essa quantidade diariamente.

- Passada a turbulência, muitos colchões molhados -

Após o segundo mês de amamentação não tivemos mais grandes problemas. A livre demanda continuava, a extração com bombinha diária também e não havia mais
dor.

Comecei a gostar daquela rotina e a perceber que lindo vínculo havíamos formado. Fui apreciando, cada dia mais, ver minha neném crescer e interagir comigo,
gordinha e sorridente apenas com leite materno.

Passei a aprender, na prática, coisas curiosas a respeito da amamentação: É muito comum que o peito comece a pingar a qualquer momento, sem o bebê ter mamado.
Ou que ele, magicamente, comece a encher e vazar minutos antes do seu bebê querer mamar.  Com o tempo, fui acostumando a acordar em uma poça de leite no
colchão e a ter a blusa molhada quando menos espero.

Também é interessante notar que produzimos uma vasta gama de leites, do mais desnatado ao cremoso e que o bebê reage a eles e sabe direitinho qual gostaria
de tomar. Descobri que amamentar é uma forma de carinho, serve para qualquer momento e vai muito além da alimentação. Nem sempre tenha vontade de fazê-lo,
mas faz porque o ama e sente em seu coração que é o correto.

Notei que é preciso estrutura psicológica para lidar com as frustrações alheias, pois no meio de muito papo sem fundamento também haverá algumas anceãs
que, independentemente do seu desfecho nessa fase, irão te apoiar e dar dicas positivas e preciosíssimas.

- Conclusões finais -

Amamentar tem feito parte da minha rotina diária há mais de meio ano. Amamento em qualquer lugar, a qualquer hora e por quanto tempo for. Não durmo uma
noite inteira desde que minha filha nasceu e tenho muito orgulho disso, pois não me incomoda o fato de ser insubstituível. É um sentimento único e uma
oportunidade rara (se não a única) na vida e que não dura pra sempre. Tem sido uma maratona exaustiva, mas compensadora. Tenho uma neném saudável, sorridente
e  que espelha afeto. Ela está aceitando a alimentação sólida super bem e no seu ritmo, o que me deixa muito feliz.

Agora, muito próximo do seu oitavo mês de vida, me sinto a vitoriosa que tanto imaginava. Cumpri a minha meta de livre demanda exclusiva no primeiro semestre
de vida da minha filha e estamos caminhando para o desmame natural. Pode ser semana que vem, daqui a 1 ano ou mais, não tenho e nem quero precisar. A natureza
é mais sábia e eu e minha filha iremos chegar lá com a mesma naturalidade e companheirismo que chegamos até aqui.

Nunca tive o sonho de ser mãe, mas a maternidade tem me mostrado que eu simplesmente não sabia sonhar tão alto.

http://www.gravidinha.com.br

terça-feira, 12 de agosto de 2014

--a participação do pai durante o pré-natal.


Hoje não se discute mais a participação do futuro pai no pré-natal da mulher grávida; aliás, diria que é imprescindível e necessário.

É recomendável sempre que possível, acariciar o abdômen da mulher, dizer palavras doces e meigas no sentido de procurar uma comunicação física com o feto
que está sendo gerado, transmitindo todo o seu carinho e afeto para o filho que deverá chegar em breve.

Esteja convicto que o feto esta recebendo esta comunicação e emoção transmitida. A parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este acesso, pois
está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da grávida, portanto o diálogo
da mãe ou do pai com o futuro bebê é totalmente viável.

Muitos maridos passam a tratar a mulher de maneira muito diferente da habitual, como se a esposa estivesse doente, cercando sua liberdade de movimentação
ou expressão.

Recomendamos que o companheiro procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher, que muitas vezes se
sente fisicamente menos sensual pelo estado gestacional e mudanças de seu corpo. Portanto, carinho e atenção à mulher grávida nunca são demais.

A gestação é instável do início da gravidez até o quarto mês, quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amareIo na produção dos
hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a possibilidade de ocorrer o aborto e realmente
ele ocorre em vinte por cento das primigestas (primeira gestação) isto significa que, de cada cinco gestantes, uma vem a apresentar aborto.

Nesta fase, devido ao risco maior de sangramento e aborto, a reIação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados, e sem grandes acrobacias
ou mudanças de posições ou, ainda, sem posições esdrúxulas.

A gestação é mais estável do quarto ao sétimo mês, desde que não haja placenta de implantação baixa ou placenta prévia; até o quinto mês, a posição poderá
ser tipo "papai-mamãe" (o homem por cima da mulher deitada na horizontal, de barriga para cima). Do quinto mês em diante, a relação deverá ser de lado;
isso é válido principalmente após o sétimo mês, devido ao risco de estimulação da contração uterina e, obviamente, de parto prematuro.

O casal deverá deitar-se de lado na cama, um em frente ao outro, em paralelo; assim, não haverá condições de um jogar o peso do corpo, cima do outro, e
a penetração do pênis, sendo menos profunda, não permitirá que o membro bata no colo uterino, não estimulando, portanto, a contração uterina. A relação
não deve, também, ser muito demorada ou prolongada, pois orgasmos repetidos também estimulam a contração. Além disso, a vagina, estando tumefeita e congesta
devido ao aumento da circulação e a repleção venosa, está mais sujeita a irritação, infecção (corrimento) sangramento.

Com todo o cuidado, o casal poderá ter relações até o oitavo mês e meio ou, mesmo, nas proximidades do parto. Após o parto, deverão reiniciar as atividades
sexuais após quarenta dias, quando o colo uterino se encontra fechado, o sangramento pós-parto já cessou e o útero já sofreu uma boa involução.

O marido deve ter muita paciência e ser participativo, pois metade do material genético é de sua responsabilidade. A mulher, quando fica grávida, sofre
modificações muito grandes na sua estrutura física, mental, psicológica e social - fica mais insegura, mais agressiva, chora com facilidade e, muitas vezes,
fica cheia de caprichos e desejos. É fácil entender estes mecanismos e atitudes, pois a mulher é semelhante a toda fêmea prenhe que quer defender a sua
futura cria (ou, no caso dos ovíparos, o seu ovo). É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil; a agressividade se volta inclusive contra o marido
ou os familiares - portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade
já precária da gestante.

Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com
ela e mostrar a impossibilidade da execução do mesmo, e, não, recusar diretamente o pedido.

Também não deverá forçar a relação sexual, pois, na gestação, na grande maioria das vezes, existe uma diminuição da libido - nenhum animal prenhe aceita
a cópula; o ser humano é o único que continua a atividade sexual em caso de gravidez. O marido deve ter cuidado para não forçar esta situação, pois daí
poderá advir conseqüências graves no relacionamento do casal e a mulher poderá se sentir humilhada, ultrajada ou, mesmo, ter a sensação de ser estuprada.
Deve-se procurar, sempre, respeitar este aspecto.

O companheiro deve, sempre, conversar a respeito da gravidez, saber como a gestante se sente, ouvir suas queixas, traçar planos futuros, estimulá-Ia a atividades
saudáveis e criativas como leitura, exercícios, etc. Deve participar das massagens recomendadas para o corpo dela e, sempre que possível, em fase mais
adiantada da gravidez, ajudá-Ia a se levantar ou fazer serviços para os quais ela se encontre impossibilitada, como carregar muito peso ou abaixar-se demais,
poupando-lhe esforços que possam causar dor ou contração uterina.

Quando a gestante estiver sozinha, deverá, ao sair da cama, seguir a seqüência: virar de lado, colocar uma perna para fora da cama em seguida à outra e
apoiar a suspensão do corpo, usando o braço de baixo.

É interessante o marido, sempre que possível, acompanhar o trabalho de parto da mulher e, também, estar presente por ocasião do nascimento do bebê, quer
seja parto normal, quer seja cesárea, pois, assim, irá valorizar e enaltecer o desempenho e tudo o que a mulher passou no transcorrer da gravidez e da
maternidade.

O marido deve, junto com todos os familiares, criar um ambiente calmo, alegre, receptivo e extremamente voltado a todo o apoio e segurança à grávida. Só
assim ela terá uma gestação saudável sem percalços.

Dr. Jorge Naufal, médico ginecologista e obstetra, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 1964. Foi acadêmico plantonista na
Casa Maternal Leonor Mendes de Barros e na Maternidade de São Paulo. Fez residência médica de 3 anos no Dpto. de Ginecologia e Obstetrícia no Hospital
das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, tendo sido professor assistente-voluntário. Foi professor de obstetrícia na Escola
de Enfermagem Obstétrica da Universidade de São Paulo; foi fundador do depto. Médico do Instituto Municipal de Previdência de São Bernardo do Campo. Foi
fundador e é um dos sócios da Neomater Hospital e Maternidade, localizado em São Bernardo do Campo. É autor do livro "Gravidez - Um Caminho Seguro", já
em sua segunda edição.

terça-feira, 15 de julho de 2014

--enjouo é sinal de que a gravidez vai bem? -- ****entrando na 10ª semana.***

Oi gente! aqui estou pra deixar mais algumas coisinhas sobre meu bebê! 1º vou falar dos enjouos que estão muito presentes por aqui, e depois falarei sobre a semana que se inicia:

Pode até ser que enjoos sejam um bom indicador da gravidez, mas a ausência deles não quer necessariamente dizer que tudo vai mal.

Vários estudos já apontaram um menor índice de
abortos espontâneos
 entre mulheres que têm
náusea
 e vômitos durante a gravidez.

Além disso, alguns pesquisadores descobriram que as mulheres que apresentam bastante enjoo sintomas na gestação também correm menor risco de
partos prematuros
 e de dar à luz bebês com baixo peso.

O que a ciência ainda não determinou ao certo é por que isso acontece. Os médicos nem sequer sabem por que algumas mulheres enjoam tanto e outras não têm
nem um pingo de enjoo. Uma hipótese é que o aumento repentino dos níveis de hormônios como a gonadotropina coriônica humana (hCG) e do estrogênio teriam
a ver com os enjoos e o mal-estar.

Um dos indícios de que a quantidade de hCG (o chamado "hormônio da gravidez") está ligada aos enjoos é o fato de
grávidas de gêmeos,
que têm níveis maiores do hormônio, tenderem a sofrer mais com as náuseas.

Assim sendo, quem anda enjoando demais provavelmente pode se conformar em ouvir que isso é bom sinal para a gravidez. E quem não está passando por nada
disso também não precisa ficar preocupada. Inúmeras gestações se desenvolvem perfeitamente bem, com bebês saudáveis, sem as mães se sentirem enjoadas,
nauseadas ou terem
vômitos frequentes.

10ª semana:
 
Twitter
 
Google+

O feto tem apenas 3 centímetros de comprimento do alto da cabeça até o bumbum, e pesa menos de 4 gramas.

10 semanas
Mesmo tão pequeno, engole líquido e dá chutes o tempo todo. Todos os dias surgem novos detalhes, como as unhas e um pouco de cabelo, uma leve penugem.

Confira.
Os órgãos vitais -- o fígado, os rins, o cérebro e os pulmões -- estão totalmente formados e já funcionam, e a cabeça tem quase metade do comprimento do
corpo inteiro. A testa ainda está saltada, mas logo vai assumir uma forma mais humana.

Se você pudesse dar uma olhadinha no seu bebê esta semana, conseguiria enxergar claramente o desenho de sua coluna. Os nervos se expandem a partir da medula
espinhal.

Seu útero está do tamanho de um mamão papaia pequeno. Com a ajuda de um doppler, um estetoscópio por ultra-som, dá para ouvir as batidas rápidas do coração
do feto -- uma grávida comparou o som ao galope de um cavalo.

lista de 1 itens
Obs.: Segundo os especialistas, cada bebê se desenvolve do seu jeito - mesmo dentro do útero. O objetivo destas páginas sobre desenvolvimento fetal é dar
uma idéia geral de como o feto cresce dentro da barriga.
fim da lista
--- eu ja sinto o bebê, e eu sei que ele ja se meche, embora seus movimentos não sejam ainda perceptíveis, pois como dizem aí em cima, ele é muito pequeno! mas da pra perceber que do lado que ele fica, a barriga fica mais saltada, e ele(a) prefere o lado esquerdo, e também fica debaixo do meu umbigo quando eu estou de barriga pra cima. amanhã é dia de ir em mais uma consulta, e eu estou anciosa pra saber do meu anjo de novo! por hora é só galera. em breve tem mais.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

--Atualisações.

Ois galera! já faz um super tempo que eu não passo por aqui, então vou atualisar vocês. tirei 9 na apresentação do meu tcc. e eu sofri muito pra poder me controlar, mas graças a deus, deu certo!
Meu marido ficou desempregado dia 29/11. foi orrível. Eu sofri pra caramba. com aluguel pra pagar, emfim não parava de pensar nas contas.
Nesse meio tempo, eu também tentei arrumar um bebê, e vou colar o texto aqui que serve como dica para todas as tentantes:
 Conselhos para conseguir a gravidez

Ficar grávida, engravidar

1- Método sintotérmico

Consiste em identificar os dias férteis e inférteis do ciclo menstrual a partir da observação da temperatura corporal basal e das sensações que o acompanham.
Escolha um termômetro e comece a tomar a temperatura, na boca, ou via anal ou vaginal, quando a regra acaba, até a seguinte menstruação. Deve ser feita
todas as manhãs na mesma hora, antes de levantar-se da cama. Fazer um gráfico, e anotar a temperatura todos os dias. A mulher saberá que ovulou quando
, depois de várias temperaturas anotadas, aparece uma subida de, pelo menos, 2 décimos acima das seis anotações anteriores, e esta subida se mantém três
dias seguidos.

Se você acrescentar dois dias antes do primeiro e dois dias depois do último, estes serão os dias de sua máxima fertilidade, os dias em que poderá ficar
grávida se realizar uma relação sexual.

2- A mucosidade cervical

O muco cervical, é uma mucosidade que é expulso do colo do útero ou cérvix, e que varia de textura segundo os dias do ciclo. Apresenta-se pegajosa nos dias
prévios e posteriores à ovulação, e líquida com cristais durante a ovulação. Pode-se observá-la pela noite, antes de deitar. Desde sua observação, poderá
conseguir uma gravidez.

3- Métodos naturais e caseiros para ficar grávida

- Posição depois de uma relação sexual. Deve manter-se na cama, de boca pra cima e colocar uma almofada ou algo que mantenha o traseiro elevado; deve manter-se
nessa posição por meia hora. Isso permitirá que o sêmen permaneça mais tempo no seu útero e ofereça mais possibilidades de que atuem.

- Alimentação sadia: Além de consumir alimentos ricos em proteínas e hidratos de carbono, dizem que a geléia real promove a fertilidade. O chá de calêndula
tem efeitos similares. Limpa o trato vaginal de forma natural e pode regular o ciclo menstrual. Beba essa infusão diariamente, buscando ter relações sexuais
especialmente nos dois dias de mais fertilidade.

- O controle mental: Sabemos que é muito difícil, mas você deve relaxar, deixar de lado essa ansiedade que te atrapalha e esquecer-se um pouco desse problema.
Tenha paciência, afaste-se do estresse e da angústia, porque podem bloquear a fertilidade.

- Abandonar hábitos: De fumar e de beber. O álcool pode diminuir a imunidade. Busque levar uma
vida saudável
 e sem vícios.

A fertilidade também é coisa do homem

Além de todos esses métodos que a mulher pode utilizar para ficar grávida, é necessário que por mais que ela se empenhe em fazê-los e repetí-los, de nada
adiantará se os espermatozóides do seu cônjuge não são abundantes e de boa qualidade. Portanto, a fecundação não é coisa só de mulheres. O estresse, o
cansaço e a tensão também podem alterar a produção de espermatozóides.

Tanto o homem como a mulher que desejam uma gravidez saudável, devem cuidar da saúde.

Se depois de um ano de tentativa, não conseguir engravidar, o próximo passo é consultar um especialista. Existem diversos caminhos, igualmente válidos,
para ser papai ou mamãe.


Eu me frustrei muito com o negativo do teste, e essas informações foram extraídas do meu diário. Acompanhe: hoje, dia 6/02/14, eu fiz o teste, e deu negativo.
eu sonhei que tinha dado positivo. a amanda tinha feito 2 testes em mim, e deu serto.
mas foi só sonho.
agora eu acabei de ligar em uma clínica de reprodução humana, e a consulta é 590 reais.
(vamos ter que juntar pra pagar.)
mas nós vamos lá.
não tem jeito.
 e vou deixar aqui o endereço e telefone:

Contatos:
Rua Eduardo Lane, 380
Guanabara - Campinas/SP
F: (19) 3045-9999.
 a mulher que me atendeu se chama vanessa, e ela estava me explicando a diferensa da inseminação pra fertilisação. o processo da fertilisação é mais eficaz. porém
o valor é 16.000
reais mais caro. pode?
(((nós ainda não fomos até a clínica.))) falta verba por aqui.
Eu também li essa matéria:
Chocolate, amendoim e banana estão entre os alimentos afrodisíacos. Foto: Shutterstock
Um dos afrodisíacos naturais mais conhecidos, o amendoim é rico em vitamina B3, que prolonga a ereção. Foto: Shutterstock
Brasileiríssima, a banana é rica em triptofano, responsável pela manutenção dos níveis da molécula que controla o envio de hormônios para o cérebro. Foto:
Shutterstock
Chocolate estimula a liberação de endorfina, aumentando a atração entre os apaixonados. Foto: Shutterstock
O molho de pimenta traz uma sensação de ardor, seguida por palpitação, aumento do ritmo cardíaco e excitação. Foto: Shutterstock
Consumo da romã colabora diretamente para a qualidade da prática sexual, devido à ação dos compostos de polifenóis presentes na fruta. Foto: Shutterstock
Vinho auxilia no aumento da libido feminino, pois melhora os níveis de estrogênio no organismo. Foto: Shutterstock
Usado frequentemente em tratamentos contra a disfunção erétil, o aspargo amplifica a circulação do sangue no corpo, o que influencia diretamente na excitação.
Foto: Shutterstock
Rico em vitaminas do complexo B, necessárias para a produção de testosterona, o mel também ajuda o organismo da mulher a metabolizar e usar o estrogênio.
Foto: Shutterstock
10/foto09culinariaadrodisiaco
10/foto10culinariaadrodisiaco
fim da lista
Podia até ser útil, mas eu estava me sentindo muito enjoada, e quando comia doces ficava pior. É gente, foi difícil. No mais a minha vida continua =. Eu estou trabalhando no mesmo lugar, só não tou indo mais pra facul (que delícia) tô vendo cada vez menos a fernanda, e eu li 3 livros esse ano, que eu adorei: Uma paixão, um amor  imenso, e meu destino. Eu só leio coisa romântica!
Essa semana tive problemas no meu emprego. quebrou meu telefone, e eu fiquei sem trabalhar 3 dias. fiquei muito brava por causa disso. é uma má vontade que afe.
E a minha querida cunhada agora resolveu dar o ar da graça, pq  o "irmãozinho" sumiu do mapa. lá ta muito perigoso, segue:
"Eu não sei que esse povo tem com as famílias. ele se deixa manipular justo agora que a nossa vida está tão desenhada, e eu não consigo entender. não quero que ele fique enfiado lá, porquê ouveram alguns insidentes que me deixam morrendo de medo tais como: um bandido se escondeu dentro da casa do meu sogro. e se ele estivesse lá sozinho? que íamos fazer? eu já estou cansada de falar. acho que é hora de agir."
Depois de muito falar e chorar, consegui que ele não fosse.
com relação ao emprego dele, diz que ta adorando, e isso me deixa mais tranquila.
pq no emprego anterior não foi assim.
nós fomos ao nosso 1º encontro de casais no dia 8 de fevereiro, e foi muuito bom, eu adorei!
e eu quero emagrecer. vou iniciar minha dieta em março.
Bom gente, acho que eu já falei demais. faltaram algumas coisas, que eu colo depois pro post não ficar muito grande.
Beijooo.