Oois meus amores!!!! Hoje eu vim falar de uma parte do meu corpo que eu gosto muito, acho que todo o público feminino adora ter seios. Sejam eles grandes, enormes, ou pequenos. Eles são uma parte muito censível que temos, que servem para alimentar um filho, e também para darmos prazer a um homen, certo?
Eu vou deixar aqui uma reportagen que fala sobre o prazer que nós sentimos quando recebemos um toque, ou qualquer outra coisa que o estimule! Leia e comente!!!!!!
Casal na cama.
Que os homens são loucos por seios, todos já sabem. Que tal usar a comissão de frente como protagonista na hora da transa e aumentar ainda mais o prazer?
Veja algumas dicas de como provocar ainda mais com os seus seios:
Faça você mesma
1. Se adotarem o papai e mamãe, segure seus mamilos com os dedos e dê gentis apertos e beliscadas neles.
2. Quando estiver dando sexo oral a ele, encaixe o pênis entre os seios e os movimente contra o membro.
3. Na posição cachorrinho, equilibre-se em um dos braços e posicione sua mão para cima, de modo que o mamilo toque de leve a palma durante o vaivém.
4. Apresente os seios ao seu vibrador preferido. pode ser durante as preliminares ou em momentos de prazer solitário.
Ele obedece
1. Peça para o gato movimentar a língua em círculos cada vez menores ao redor dos seus seios. Mas faça-o parar antes que alcance o bico. Vai ser a mais
gostosa sessão de tortura que vocês dois já provaram.
2. Cubra seus olhos com uma venda e peça para o seu amor derramar gotinhas de calda de chocolate ou leite condensado sobre seus seios. e depois lamber
tudinho.
3. Peça ao seu homem um beijo de borboleta. para fazer isso, o gato deve bater os cílios contra a parte inferior dos seus seios. Satisfação garantida!
4. Ensine o namorado a traçar pequenos círculos com a ponta do dedo indicador logo abaixo das axilas. Um nervo bastante sensível fica bem ali e você vai
gostar de ativá-lo.
Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/esquente-o-clima/como-usar-seios-ter-mais-prazer-
sexo-643545.shtml
Vale apena esperimentar todas essas dicas, ainda mais agora com o nosso clima frio! Na certa tudo vai esquentar muito nessas horas. Beijooosss!
Aqui você lerá as experiências de uma mãe deficiente visual, que com a ajuda de Deus, procura fazer de seu único filho, 1 grande homem! "Tudo posso naquele que me fortalece."
quarta-feira, 4 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
----cão guia..... dupla dinâmica! Thais Martinês e Boris--
Ois pessoal!!!!! estamos comessando a semana oficialmente falando, e eu vim falar de um assunto que é pouco comentado por aí. Vim falar sobre cão guia.......
Nós os deficientes visuais, podemos contar com o auxílio deste animal tão leal, para que torne-se nossos olhos, durante às inúmeras caminhadas feitas pelas trilhas da vida. Eu particularmente não tenho um cão guia, e nem sei se chegarei a ter. Ouvindo a palestrante e advogada Thais Martinês falar sobre sua relação com Boris, eu fiquei pensando em como a nossa vida deve se tornar mais ampla, a partir dessa ajuda prestada pelo cão a nosso favor. Principalmente quando precisamos atravessar uma rua, e não encontramos nenhum olho amigo disposto a ajudar! É claro que em alguns lugares de São Paulo e de outras cidades brasileiras, ja existem sinais sonoros. Mas estes ainda são poucos, e as regiões que mais disponibilisam esses recursos, são às centrais. Ops, mas cego não anda somente pelo centro, ou aus arredores das instituições que trabalham com deficientes visuais, certo? Então seria viável que em todos os lugares, ouvecem sinais como este. Mas como a nossa realidade é outra, e temos que nos adaptar a ela, me pareceu muito bom e muito nescessário contar com a ajuda de um cão guia. até porque a bengala não da conta de desviar um cego de todos os obstáculos presentes. Imagine aí você andando por uma calçada estreitinha, e nessa caminhada, você da de cara com um orelhão. "é, de cara mesmo. enfia a cara no aparelho sem dó!!!!!"
Além de se machucar, nós imediatamente pensamos: --Poxa, por quê não existe nada que me desvie de objetos aéreos??-- Um cão guia pode ajudar muito nessa. caminhar a beira mar por exemplo, sempre foi meu sonho de consumo. mas pensa aí. la vai eu, com a minha bengala ponta roler...... 1.... 2.... 3..... 4..... 5 passos..... e puff!!!!!! ee, minha bengala está submersa no sal do mar!!!!! kkkkkkk. é claro que ela não vai deslisar. essa rodinha só circula em um chão aparentimente liso (claro que pode ser cimentado, mas tem que apresentar resistência.) Jamais uma bengala circula em um chão coberto por areia, água, sal, dentre outras substâncias não sólidas!
e aí, qual a solução pra poder fazer essa caminhada sozinha? A partir do relato da Thais, um cão guia de novo, salvaria a pele de qualquer dv que quisece caminhar desta forma.....
Bom, sem mais delongas, eu vou adicionar aqui a reportagen, e depois eu dô meus pitacos, ok?
Dupla dinâmica
Ter um cão-guia pode significar o início de uma parceria. Thays Martinez demonstra como formou uma equipe com seu cão Boris
Por Priscila Sampaio | Fotos Daigo Oliva/Divulgação
Você comenta sobre o sonho de andar na praia sozinha, conquistado com o Boris. Quais outros lugares que você pode ir só na companhia do amigo de quatro
patas?
Thays Martinez - Eu adorava andar com o Boris em parques e praças. São lugares que, como a praia, são abertos e dificultam a orientação de quem não tem
a visão. Entretanto, com os cães-guia, isso fica bem mais fácil. Atualmente, vou com o Diesel (seu novo parceiro) fazer trilha no Parque Estadual da Cantareira
e a sensação é muito boa também.
Na página 55, o que você sentiu, tanto como cidadã quanto como advogada, no momento em que os funcionários do Metrô seguraram seu ombro, tentando impedir
a sua entrada na estação Marechal Deodoro com o Boris?
Thays Martinez - O episódio do Metrô, infelizmente, foi apenas uma amostra de como se dão as relações de poder e de prestação de serviços públicos em nosso
país. Os agentes públicos acreditam que têm o poder para sua promoção pessoal e não como instrumento para servir às pessoas. O interessante daquela história
do Metrô é que demonstra que nós vivemos em um Estado democrático de direito, que coloca à disposição instrumentos que nos permitem rejeitar as arbitrariedades.
É desgastante enfrentar uma ação judicial, mas também é gratificante ver que seu processo ajudou a melhorar, um pouco que seja, a sociedade em que vivemos.
E, ao entrar no Metrô, quando os jornalistas a acompanharam e aplaudiram, qual foi sua sensação? De missão comprida?
Thays Martinez - Quando eu entrei no Metrô com o Boris pela primeira vez, e ele, tão calmo e competente, me levou até a porta do vagão e foi aplaudido
pelos jornalistas, sabia que tudo daria certo no final e que nada acontece por acaso.
O encontro entre cão-guia e usuário é como um casamento arranjado
Em todo momento você demonstra que há uma afetividade muito grande entre você e Boris e, ao mesmo tempo, também existe a relação profissional. Mas na sua
vida pessoal, ele tinha ciúmes, por exemplo, do seu namoro?
Thays Martinez - O Boris não era muito ciumento, principalmente com as pessoas. Às vezes, ele parecia se incomodar um pouco se eu mexesse com outro cachorro,
mas ele não fazia grandes cenas. Mantinha a postura e dava um jeitinho de voltar minha atenção para ele.
Na página 87, há o episódio do restaurante, onde mais uma vez você precisou brigar pelo seu direito de entrar e permanecer na mesa do salão principal. Acredita
que ainda hoje os comerciantes não estão preparados para receber as pessoas com deficiência visual e seu cão-guia?
Thays Martinez - Percebo que já evoluímos bastante em relação à acessibilidade das pessoas com deficiência, mas ainda falta muito. As leis estão aí e,
agora, precisamos que todos exijam que sejam cumpridas. Atualmente, já é bem raro, ao menos em São Paulo, algum restaurante impedir o acesso de cães-guia,
mas ainda existem as exceções. Felizmente, hoje entro até mesmo nos hospitais com o Diesel sem que tentem impedir a entrada.
Livro: Minha vida com Boris
Autora: Thays Martinez -
Editora Globo 2011
Este relacionamento ímpar é comum em todos os donos de cães-guia?
Thays Martinez - Não sei dizer como é para as outras pessoas. Acredito que cada time desenvolve sua relação, que é única.
É possível se preparar para a aposentadoria do cão-guia?
Thays Martinez - Acredito que não exista o que pudesse ter me preparado para a aposentadoria do Boris. Sempre digo para os usuários que não fiquem pensando
nisso antecipadamente, porque não vai amenizar a dor e só vai antecipar o sofrimento.
O que foi mais difícil na morte do Boris?
Thays Martinez - A morte do Boris foi algo muito difícil de processar. É complicado explicar, é uma relação muito peculiar que a gente desenvolveu e posso
dizer que é uma dor que nunca vai passar. Hoje eu apenas aprendi a conviver com ela. Contudo, ainda sinto muita falta dele. Sinto falta da genialidade
no trabalho, mas, acima de tudo, sinto falta da sintonia que tínhamos, da nossa amizade. O cão é o melhor amigo do homem, sem dúvida. E que esse animal também pode nos prestar serviços como cão-guia, já estamos habituados a ver. Porém, a relação
entre uma pessoa com deficiência visual e o cachorro pode se tornar muita intensa. No livro Minha vida com Boris, a autora Thays Martinez relata o dia
a dia com seu primeiro cão-guia. Thays, cega, advogada e fundadora do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris) ficou conhecida no País no
ano 2000, após mover uma ação judicial contra a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), que a impedia de entrar com Boris nas estações. Foi vencedora
e fez prevalecer na capital o direito de ir e vir. Influenciou na aprovação da Lei Federal nº 11.126, que garante o acesso dos cães-guia em locais de uso
coletivo. A obra traz momentos alegres, tensos, vitoriosos e a triste separação quando aos nove anos Boris se aposentou e, aos 11, seguiu o ciclo natural
da vida e morreu. "Ele funcionava como uma luz que me permitia andar sem medo de tropeçar ou bater em alguma coisa. Com muita generosidade, ele me emprestava
seus olhos, sua visão." Thays Martinez fala à Sentidos sobre o que a motivou escrever o livro, os fatos que mais a emocionaram e sua opinião sobre a acessibilidade
no Brasil.
Fotos Daigo Oliva/Divulgação
Thays Martinez com seus dois amigos, Boris (deitado) e Diesel, atual cão-guia
Qual foi sua maior motivação para escrever?
Thays Martinez - Sempre quis escrever um livro, porque adoro ler e acredito que é uma forma de compartilhar pensamentos e sensações. Então, quando o Boris
partiu, eu encontrei no ato de escrever o livro uma forma de processar o momento emocional pelo qual estava passando e prestar uma homenagem a ele, além
de estabelecer um diálogo com a sociedade a respeito de questões de cidadania e, claro, sobre a inclusão das pessoas com deficiência.
Você relata no início da obra quando conquistou sua independência, ou seja, passou a andar sozinha pelas ruas. Na sua opinião, o jovem cego deve conquistar
isso a partir de quantos anos?
Thays Martinez - Penso que a conquista da autonomia deve ser gradual desde a infância, assim como é para as outras crianças. Especificamente sobre andar
sozinho na rua, penso que não existe uma regra e cada pessoa deve respeitar o seu momento. É importante que a família incentive essa autonomia, e o contato
com a bengala desde cedo, faça, talvez, diminuir o drama de se lidar com essa questão depois na adolescência, fase em que tudo é naturalmente mais dramático.
Você comenta que a primeira vez que voltou para casa sozinha, após o trabalho, não avisou ninguém, nem mesmo para sua família. É difícil os pais aceitarem
essa independência, a liberdade de sair sozinho?
Thays Martinez - Acredito que os pais sempre têm dificuldade em lidar com a independência dos filhos, tenham eles deficiência ou não. E, quando esses filhos
têm alguma dificuldade adicional, esse desejo de superproteger fica ainda mais acentuado. No entanto, a família terá papel decisivo para que essa criança
ou adolescente tenha segurança e uma autoestima equilibrada, razão pela qual deverá fazer um esforço para superar seus próprios medos e se tornar fonte
de apoio e incentivo. De qualquer forma, é importante respeitar a individualidade e não fazer pressões e cobranças exageradas.
É emocionante quando escreve sobre o processo seletivo que você enfrentou até chegar ao Boris. Você acredita que a seleção de donos para cães-guia feita
no Brasil é correta?
Thays Martinez - É importante que as pessoas busquem referências sobre a qualidade de instituições e profissionais que fazem treinamento de cães-guias.
Além do conhecimento sobre métodos de treinamento que é imprescindível. O profissional deve conhecer a fundo o universo da deficiência visual, técnicas
de orientação e mobilidade, além de saber fazer a seleção do cão certo para atender aquela pessoa. Isso é muito importante para o sucesso do time e para
o conforto do cão e do usuário.
Você estava com 26 anos quando recebeu o Boris. É uma idade boa para começar a andar com cão-guia, ou não há idade para isso?
Thays Martinez - Em geral, os cães-guia são entregues a pessoas que tenham ao menos 18 anos, em especial pela questão de assumir responsabilidade e ter
mais segurança a respeito de suas escolhas, pois o cão ficará com a pessoa durante oito anos em média. São raras as experiências de se entregar cães-guia
a pessoas mais novas. De qualquer forma, eu gostaria de ter tido essa oportunidade na minha adolescência.
No seu entendimento, qual é a maior dificuldade no aprendizado em andar com cão-guia? Você descreve no livro que, no início com o Boris, houve uma disputa
de liderança.
Thays Martinez - Talvez o grande aprendizado seja de se alcançar um equilíbrio interno, porque o cão capta muito mais as nossas mensagens de energia do
que aquelas faladas. Você tem que fazer um trabalho muito bom de autoconhecimento e de fortalecimento da autoestima, porque, como eu falo no livro, muitas
vezes a gente acaba acreditando que, se corrigir o cachorro, ele não vai gostar de nós. E é justamente o contrário, o cão precisa de clareza na comunicação,
saber exatamente o que você precisa que ele faça e o que não aceita. --
Fonte:
http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/70/artigo258472-2.asp
Ooo, adorei essa entrevista dela, porque explica com clareza tudo isso.
Ela é meio aventureira, assim como eu. Que andava sozinha desde cedo, pelomenos nos lugares que eram próximos a minha casa. Na época em que eu morava com a minha mãe, eu andava menos. Durante a minha adolescência quando eu me mudei e fui viver com a minha avó eu ja tinha mais noção das coisas, e ja sirculava por vários lugares sem alguém pra me supervisionar. E também a galera daquele tempo insentivava bastante, e eu queria ser livre, queria ter as minhas coisas. Eu comecei a trabalhar muito cedo, mesmo que fosse só pra ser contratada de forma temporária, porque assim além de conhecer novos horisontes, eu tinha o praser de sair, de me movimentar, de conhecer pessoas novas e etc. Acho que nós temos que trilhar o nosso próprio caminho, e seguir essa trilha, senão às coisas tendem a ficar impossíveis. Ja pensou se ela desiste de lutar pelos seus direitos? Hoje os cães-guia ainda seriam vistos como cães que vam a passeio, e que não podem frequentar lugares públicos, dando assim > mobilidade ao usuário.
Eu ja enfrentei muitas situações difíceis ao longo da minha vida, mas por enquanto venho tentando me superar através delas. Não é nada fácil. Mas temos que viver 1 dia de cada vez, e devemos pedir força pra Deus, pra seguirmos sempre em frente.
Eu espero que vocês tenham gostado da entrevista dela, e qualquer dia eu falo mais um pouquinho sobre deficiência visual. Só que aí não vai ser de uma cega vista pela mídia que eu vou falar. Vai ser algo diferente que com certeza, também será alvo de muitos comentários! Fico por aqui meu povo. Beijinhos, e até breve!
Nós os deficientes visuais, podemos contar com o auxílio deste animal tão leal, para que torne-se nossos olhos, durante às inúmeras caminhadas feitas pelas trilhas da vida. Eu particularmente não tenho um cão guia, e nem sei se chegarei a ter. Ouvindo a palestrante e advogada Thais Martinês falar sobre sua relação com Boris, eu fiquei pensando em como a nossa vida deve se tornar mais ampla, a partir dessa ajuda prestada pelo cão a nosso favor. Principalmente quando precisamos atravessar uma rua, e não encontramos nenhum olho amigo disposto a ajudar! É claro que em alguns lugares de São Paulo e de outras cidades brasileiras, ja existem sinais sonoros. Mas estes ainda são poucos, e as regiões que mais disponibilisam esses recursos, são às centrais. Ops, mas cego não anda somente pelo centro, ou aus arredores das instituições que trabalham com deficientes visuais, certo? Então seria viável que em todos os lugares, ouvecem sinais como este. Mas como a nossa realidade é outra, e temos que nos adaptar a ela, me pareceu muito bom e muito nescessário contar com a ajuda de um cão guia. até porque a bengala não da conta de desviar um cego de todos os obstáculos presentes. Imagine aí você andando por uma calçada estreitinha, e nessa caminhada, você da de cara com um orelhão. "é, de cara mesmo. enfia a cara no aparelho sem dó!!!!!"
Além de se machucar, nós imediatamente pensamos: --Poxa, por quê não existe nada que me desvie de objetos aéreos??-- Um cão guia pode ajudar muito nessa. caminhar a beira mar por exemplo, sempre foi meu sonho de consumo. mas pensa aí. la vai eu, com a minha bengala ponta roler...... 1.... 2.... 3..... 4..... 5 passos..... e puff!!!!!! ee, minha bengala está submersa no sal do mar!!!!! kkkkkkk. é claro que ela não vai deslisar. essa rodinha só circula em um chão aparentimente liso (claro que pode ser cimentado, mas tem que apresentar resistência.) Jamais uma bengala circula em um chão coberto por areia, água, sal, dentre outras substâncias não sólidas!
e aí, qual a solução pra poder fazer essa caminhada sozinha? A partir do relato da Thais, um cão guia de novo, salvaria a pele de qualquer dv que quisece caminhar desta forma.....
Bom, sem mais delongas, eu vou adicionar aqui a reportagen, e depois eu dô meus pitacos, ok?
Dupla dinâmica
Ter um cão-guia pode significar o início de uma parceria. Thays Martinez demonstra como formou uma equipe com seu cão Boris
Por Priscila Sampaio | Fotos Daigo Oliva/Divulgação
Você comenta sobre o sonho de andar na praia sozinha, conquistado com o Boris. Quais outros lugares que você pode ir só na companhia do amigo de quatro
patas?
Thays Martinez - Eu adorava andar com o Boris em parques e praças. São lugares que, como a praia, são abertos e dificultam a orientação de quem não tem
a visão. Entretanto, com os cães-guia, isso fica bem mais fácil. Atualmente, vou com o Diesel (seu novo parceiro) fazer trilha no Parque Estadual da Cantareira
e a sensação é muito boa também.
Na página 55, o que você sentiu, tanto como cidadã quanto como advogada, no momento em que os funcionários do Metrô seguraram seu ombro, tentando impedir
a sua entrada na estação Marechal Deodoro com o Boris?
Thays Martinez - O episódio do Metrô, infelizmente, foi apenas uma amostra de como se dão as relações de poder e de prestação de serviços públicos em nosso
país. Os agentes públicos acreditam que têm o poder para sua promoção pessoal e não como instrumento para servir às pessoas. O interessante daquela história
do Metrô é que demonstra que nós vivemos em um Estado democrático de direito, que coloca à disposição instrumentos que nos permitem rejeitar as arbitrariedades.
É desgastante enfrentar uma ação judicial, mas também é gratificante ver que seu processo ajudou a melhorar, um pouco que seja, a sociedade em que vivemos.
E, ao entrar no Metrô, quando os jornalistas a acompanharam e aplaudiram, qual foi sua sensação? De missão comprida?
Thays Martinez - Quando eu entrei no Metrô com o Boris pela primeira vez, e ele, tão calmo e competente, me levou até a porta do vagão e foi aplaudido
pelos jornalistas, sabia que tudo daria certo no final e que nada acontece por acaso.
O encontro entre cão-guia e usuário é como um casamento arranjado
Em todo momento você demonstra que há uma afetividade muito grande entre você e Boris e, ao mesmo tempo, também existe a relação profissional. Mas na sua
vida pessoal, ele tinha ciúmes, por exemplo, do seu namoro?
Thays Martinez - O Boris não era muito ciumento, principalmente com as pessoas. Às vezes, ele parecia se incomodar um pouco se eu mexesse com outro cachorro,
mas ele não fazia grandes cenas. Mantinha a postura e dava um jeitinho de voltar minha atenção para ele.
Na página 87, há o episódio do restaurante, onde mais uma vez você precisou brigar pelo seu direito de entrar e permanecer na mesa do salão principal. Acredita
que ainda hoje os comerciantes não estão preparados para receber as pessoas com deficiência visual e seu cão-guia?
Thays Martinez - Percebo que já evoluímos bastante em relação à acessibilidade das pessoas com deficiência, mas ainda falta muito. As leis estão aí e,
agora, precisamos que todos exijam que sejam cumpridas. Atualmente, já é bem raro, ao menos em São Paulo, algum restaurante impedir o acesso de cães-guia,
mas ainda existem as exceções. Felizmente, hoje entro até mesmo nos hospitais com o Diesel sem que tentem impedir a entrada.
Livro: Minha vida com Boris
Autora: Thays Martinez -
Editora Globo 2011
Este relacionamento ímpar é comum em todos os donos de cães-guia?
Thays Martinez - Não sei dizer como é para as outras pessoas. Acredito que cada time desenvolve sua relação, que é única.
É possível se preparar para a aposentadoria do cão-guia?
Thays Martinez - Acredito que não exista o que pudesse ter me preparado para a aposentadoria do Boris. Sempre digo para os usuários que não fiquem pensando
nisso antecipadamente, porque não vai amenizar a dor e só vai antecipar o sofrimento.
O que foi mais difícil na morte do Boris?
Thays Martinez - A morte do Boris foi algo muito difícil de processar. É complicado explicar, é uma relação muito peculiar que a gente desenvolveu e posso
dizer que é uma dor que nunca vai passar. Hoje eu apenas aprendi a conviver com ela. Contudo, ainda sinto muita falta dele. Sinto falta da genialidade
no trabalho, mas, acima de tudo, sinto falta da sintonia que tínhamos, da nossa amizade. O cão é o melhor amigo do homem, sem dúvida. E que esse animal também pode nos prestar serviços como cão-guia, já estamos habituados a ver. Porém, a relação
entre uma pessoa com deficiência visual e o cachorro pode se tornar muita intensa. No livro Minha vida com Boris, a autora Thays Martinez relata o dia
a dia com seu primeiro cão-guia. Thays, cega, advogada e fundadora do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris) ficou conhecida no País no
ano 2000, após mover uma ação judicial contra a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), que a impedia de entrar com Boris nas estações. Foi vencedora
e fez prevalecer na capital o direito de ir e vir. Influenciou na aprovação da Lei Federal nº 11.126, que garante o acesso dos cães-guia em locais de uso
coletivo. A obra traz momentos alegres, tensos, vitoriosos e a triste separação quando aos nove anos Boris se aposentou e, aos 11, seguiu o ciclo natural
da vida e morreu. "Ele funcionava como uma luz que me permitia andar sem medo de tropeçar ou bater em alguma coisa. Com muita generosidade, ele me emprestava
seus olhos, sua visão." Thays Martinez fala à Sentidos sobre o que a motivou escrever o livro, os fatos que mais a emocionaram e sua opinião sobre a acessibilidade
no Brasil.
Fotos Daigo Oliva/Divulgação
Thays Martinez com seus dois amigos, Boris (deitado) e Diesel, atual cão-guia
Qual foi sua maior motivação para escrever?
Thays Martinez - Sempre quis escrever um livro, porque adoro ler e acredito que é uma forma de compartilhar pensamentos e sensações. Então, quando o Boris
partiu, eu encontrei no ato de escrever o livro uma forma de processar o momento emocional pelo qual estava passando e prestar uma homenagem a ele, além
de estabelecer um diálogo com a sociedade a respeito de questões de cidadania e, claro, sobre a inclusão das pessoas com deficiência.
Você relata no início da obra quando conquistou sua independência, ou seja, passou a andar sozinha pelas ruas. Na sua opinião, o jovem cego deve conquistar
isso a partir de quantos anos?
Thays Martinez - Penso que a conquista da autonomia deve ser gradual desde a infância, assim como é para as outras crianças. Especificamente sobre andar
sozinho na rua, penso que não existe uma regra e cada pessoa deve respeitar o seu momento. É importante que a família incentive essa autonomia, e o contato
com a bengala desde cedo, faça, talvez, diminuir o drama de se lidar com essa questão depois na adolescência, fase em que tudo é naturalmente mais dramático.
Você comenta que a primeira vez que voltou para casa sozinha, após o trabalho, não avisou ninguém, nem mesmo para sua família. É difícil os pais aceitarem
essa independência, a liberdade de sair sozinho?
Thays Martinez - Acredito que os pais sempre têm dificuldade em lidar com a independência dos filhos, tenham eles deficiência ou não. E, quando esses filhos
têm alguma dificuldade adicional, esse desejo de superproteger fica ainda mais acentuado. No entanto, a família terá papel decisivo para que essa criança
ou adolescente tenha segurança e uma autoestima equilibrada, razão pela qual deverá fazer um esforço para superar seus próprios medos e se tornar fonte
de apoio e incentivo. De qualquer forma, é importante respeitar a individualidade e não fazer pressões e cobranças exageradas.
É emocionante quando escreve sobre o processo seletivo que você enfrentou até chegar ao Boris. Você acredita que a seleção de donos para cães-guia feita
no Brasil é correta?
Thays Martinez - É importante que as pessoas busquem referências sobre a qualidade de instituições e profissionais que fazem treinamento de cães-guias.
Além do conhecimento sobre métodos de treinamento que é imprescindível. O profissional deve conhecer a fundo o universo da deficiência visual, técnicas
de orientação e mobilidade, além de saber fazer a seleção do cão certo para atender aquela pessoa. Isso é muito importante para o sucesso do time e para
o conforto do cão e do usuário.
Você estava com 26 anos quando recebeu o Boris. É uma idade boa para começar a andar com cão-guia, ou não há idade para isso?
Thays Martinez - Em geral, os cães-guia são entregues a pessoas que tenham ao menos 18 anos, em especial pela questão de assumir responsabilidade e ter
mais segurança a respeito de suas escolhas, pois o cão ficará com a pessoa durante oito anos em média. São raras as experiências de se entregar cães-guia
a pessoas mais novas. De qualquer forma, eu gostaria de ter tido essa oportunidade na minha adolescência.
No seu entendimento, qual é a maior dificuldade no aprendizado em andar com cão-guia? Você descreve no livro que, no início com o Boris, houve uma disputa
de liderança.
Thays Martinez - Talvez o grande aprendizado seja de se alcançar um equilíbrio interno, porque o cão capta muito mais as nossas mensagens de energia do
que aquelas faladas. Você tem que fazer um trabalho muito bom de autoconhecimento e de fortalecimento da autoestima, porque, como eu falo no livro, muitas
vezes a gente acaba acreditando que, se corrigir o cachorro, ele não vai gostar de nós. E é justamente o contrário, o cão precisa de clareza na comunicação,
saber exatamente o que você precisa que ele faça e o que não aceita. --
Fonte:
http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/70/artigo258472-2.asp
Ooo, adorei essa entrevista dela, porque explica com clareza tudo isso.
Ela é meio aventureira, assim como eu. Que andava sozinha desde cedo, pelomenos nos lugares que eram próximos a minha casa. Na época em que eu morava com a minha mãe, eu andava menos. Durante a minha adolescência quando eu me mudei e fui viver com a minha avó eu ja tinha mais noção das coisas, e ja sirculava por vários lugares sem alguém pra me supervisionar. E também a galera daquele tempo insentivava bastante, e eu queria ser livre, queria ter as minhas coisas. Eu comecei a trabalhar muito cedo, mesmo que fosse só pra ser contratada de forma temporária, porque assim além de conhecer novos horisontes, eu tinha o praser de sair, de me movimentar, de conhecer pessoas novas e etc. Acho que nós temos que trilhar o nosso próprio caminho, e seguir essa trilha, senão às coisas tendem a ficar impossíveis. Ja pensou se ela desiste de lutar pelos seus direitos? Hoje os cães-guia ainda seriam vistos como cães que vam a passeio, e que não podem frequentar lugares públicos, dando assim > mobilidade ao usuário.
Eu ja enfrentei muitas situações difíceis ao longo da minha vida, mas por enquanto venho tentando me superar através delas. Não é nada fácil. Mas temos que viver 1 dia de cada vez, e devemos pedir força pra Deus, pra seguirmos sempre em frente.
Eu espero que vocês tenham gostado da entrevista dela, e qualquer dia eu falo mais um pouquinho sobre deficiência visual. Só que aí não vai ser de uma cega vista pela mídia que eu vou falar. Vai ser algo diferente que com certeza, também será alvo de muitos comentários! Fico por aqui meu povo. Beijinhos, e até breve!
domingo, 1 de junho de 2014
--O tema de hoje é ele. Sexo.
Oi galerinha do bem!!!!! eu estava lendo uma matéria na internet, e achei bom compartilhar com vocês. É um tema que hoje circula em muitas rodinhas de amigas, e aqui também não vai ser diferente. Vamos la?
Mulher no sofá com o parceiro
O casal precisa conversar bastante para manter uma relação relax e sem problemas
Foto: Getty Images
Suas amigas contam que são deusas na cama e você quer ter uma atuação igualzinha à delas? Pois saiba que essa competição pode fazê-la travar bem na hora
H. A psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa afirma que a mídia e a sociedade pintam o ato sexual como algo tão fantástico que as jovens ficam na dúvida
sobre suas próprias sensações. Ela explica ainda que muitas delas, para não se sentirem fora dos padrões atuais da transa, exageram na hora de contar aos
outros sobre seu desempenho como se apostassem uma corrida.
Para os especialistas em sexualidade, o fato de as mulheres estarem mais soltas e querendo aumentar o próprio prazer é positivo, mas também pode virar neura.
A ansiedade gerada por exigir de si mesma um desempenho igual ao das amigas ou dos filmes pornô pode - veja só que contradição - atrapalhar na conquista
do prazer. "Quem não consegue uma noite sensacional pensa que tem algum distúrbio", diz a psicoterapeuta Rosa Avello. E essa pressão pode até causar disfunções
sexuais - a pessoa fica tão encanada em cumprir uma "meta" que trava.
Para o psiquiatra Joel Rennó Júnior, casais excessivamente preocupados com a performance podem ser inseguros, individualistas, ter baixa autoestima, pouco
conhecimento do outro e de si mesmo e até mesmo incapacidade para enxergar a relação sexual de forma natural. De acordo com Ana Canosa, há outras situações
que podem desenvolver a tal ansiedade por desempenho.
Uma delas é idealizar o sexo do início da paixão, isto é, achar que depois de anos de namoro a pessoa conseguirá manter aquele fogo lá do começo. "Com o
passar do tempo, a rotina dá uma amornada nas coisas. Uma vez ou outra você pode ter uma relação igual às primeiras, mas não será assim todo dia", admite
a terapeuta sexual. Confira algumas dicas para que você consiga uma noite sensacional e sem neuras:
· Preocupar-se com a sua atuação sexual é saudável, mas cuidado para não virar uma escrava da performance. "O desempenho não pode ficar maior que o sexo
como expressão afetiva", avisa a psicoterapeuta Rosa Avello.
· Esqueça a colega que tem orgasmos infinitos ou a vizinha que faz striptease como ninguém. Para relaxar, e gozar, a primeira providência é não se comparar.
"A saída é cada um se preocupar com sua própria forma de ser feliz e de ter prazer. E não ligar para a opinião alheia", completa a antropóloga Mirian Goldenberg.
· Você pode até fingir orgasmo de vez em quando, mas não faça isso sempre. Se não consegue gozar, existe algum problema que precisa ser resolvido - ocultá-lo
é a pior das decisões.
· Se você, por exemplo, só consegue alcançar o orgasmo com estimulação clitoriana, não force a barra para obtê-lo com penetração. Ok, tudo bem consentir
que haja penetração como parte do jogo sexual, mas avise ao parceiro que, para que você chegue lá, ele precisa friccionar aquela partezinha...
· Conversar, dialogar... Uma boa comunicação ajuda a resolver (quase) todas as questões. Compartilhar as dificuldades sexuais torna tudo mais fácil e autêntico.--
Como vimos acima, mostrar pras amigas que teve um bom desempenho na cama é fundamental pra algumas pessoas. Pra falar a verdade, nós não somos tão cobradas como os homens. que tem que ter um bom desempenho sempre, porque senão ele é visto como o fraco do grupo.
Eu acho que o que não pode faltar nessa questão, são as partes preliminares. O homen também tem que colaborar, também tem que fazer a mulher relachar pra que ambos tenham um bom desempenho. Vocês concordam?
Mulher no sofá com o parceiro
O casal precisa conversar bastante para manter uma relação relax e sem problemas
Foto: Getty Images
Suas amigas contam que são deusas na cama e você quer ter uma atuação igualzinha à delas? Pois saiba que essa competição pode fazê-la travar bem na hora
H. A psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa afirma que a mídia e a sociedade pintam o ato sexual como algo tão fantástico que as jovens ficam na dúvida
sobre suas próprias sensações. Ela explica ainda que muitas delas, para não se sentirem fora dos padrões atuais da transa, exageram na hora de contar aos
outros sobre seu desempenho como se apostassem uma corrida.
Para os especialistas em sexualidade, o fato de as mulheres estarem mais soltas e querendo aumentar o próprio prazer é positivo, mas também pode virar neura.
A ansiedade gerada por exigir de si mesma um desempenho igual ao das amigas ou dos filmes pornô pode - veja só que contradição - atrapalhar na conquista
do prazer. "Quem não consegue uma noite sensacional pensa que tem algum distúrbio", diz a psicoterapeuta Rosa Avello. E essa pressão pode até causar disfunções
sexuais - a pessoa fica tão encanada em cumprir uma "meta" que trava.
Para o psiquiatra Joel Rennó Júnior, casais excessivamente preocupados com a performance podem ser inseguros, individualistas, ter baixa autoestima, pouco
conhecimento do outro e de si mesmo e até mesmo incapacidade para enxergar a relação sexual de forma natural. De acordo com Ana Canosa, há outras situações
que podem desenvolver a tal ansiedade por desempenho.
Uma delas é idealizar o sexo do início da paixão, isto é, achar que depois de anos de namoro a pessoa conseguirá manter aquele fogo lá do começo. "Com o
passar do tempo, a rotina dá uma amornada nas coisas. Uma vez ou outra você pode ter uma relação igual às primeiras, mas não será assim todo dia", admite
a terapeuta sexual. Confira algumas dicas para que você consiga uma noite sensacional e sem neuras:
· Preocupar-se com a sua atuação sexual é saudável, mas cuidado para não virar uma escrava da performance. "O desempenho não pode ficar maior que o sexo
como expressão afetiva", avisa a psicoterapeuta Rosa Avello.
· Esqueça a colega que tem orgasmos infinitos ou a vizinha que faz striptease como ninguém. Para relaxar, e gozar, a primeira providência é não se comparar.
"A saída é cada um se preocupar com sua própria forma de ser feliz e de ter prazer. E não ligar para a opinião alheia", completa a antropóloga Mirian Goldenberg.
· Você pode até fingir orgasmo de vez em quando, mas não faça isso sempre. Se não consegue gozar, existe algum problema que precisa ser resolvido - ocultá-lo
é a pior das decisões.
· Se você, por exemplo, só consegue alcançar o orgasmo com estimulação clitoriana, não force a barra para obtê-lo com penetração. Ok, tudo bem consentir
que haja penetração como parte do jogo sexual, mas avise ao parceiro que, para que você chegue lá, ele precisa friccionar aquela partezinha...
· Conversar, dialogar... Uma boa comunicação ajuda a resolver (quase) todas as questões. Compartilhar as dificuldades sexuais torna tudo mais fácil e autêntico.--
Como vimos acima, mostrar pras amigas que teve um bom desempenho na cama é fundamental pra algumas pessoas. Pra falar a verdade, nós não somos tão cobradas como os homens. que tem que ter um bom desempenho sempre, porque senão ele é visto como o fraco do grupo.
Eu acho que o que não pode faltar nessa questão, são as partes preliminares. O homen também tem que colaborar, também tem que fazer a mulher relachar pra que ambos tenham um bom desempenho. Vocês concordam?
quinta-feira, 29 de maio de 2014
--revoltadícima! absurdo.--
oois pra todo mundo! ééé, hoje eu trouxe um post repleto de fotos da minha princesa. Ela chegou aqui toda mautratada, sem cuidados básicos, anêmica, e sem tomar qualquer tipo de vacina ou vermífugo. Aqui nós cuidamos dela, e hoje ela está linda e saldável. Sabe, se precisace fazer + por ela, eu faria sem exitar. Afinal de contas, assume-se uma responsabilidade a partir do momento em que você decide adotar um animal. Seja cão, ou gato.
Eu sempre tive consciência disso, e assumi a minha responsabilidade para com a Suzy.
É claro que apesar de amá-la muito, existem coisas que ela precisa aprender, e eu tenho o dever de ensiná-la. Mas tudo deve ser feito com amor, e não com violência.
Eu acabei de assistir um video que foi exibido ontem no cidade alerta, em que uma mulher espanca um cachorro com um cabo de vassoura. (NESSA HORA EU AGRADEÇO POR SER CEGA. NÃO QUERIA NEM IMAGINAR A SENA, QUE DIRÁ VER.)
O cachorro gritava tanto, que todo mundo entrava em pânico ao ouvir aquilo. E infelizmente nessa porcaria de país, não existe lei pra prender uma vaca dessas, que faz uma atrocidade com um animal indefeso! Se ela está estressada, se não quer mais, entregue pra uma ONG, mas não faça isso com o pobre animal! Isso me revolta muito sabe. Eu e muitas pessoas fazemos tudo pra dar boa qualidade de vida a esses seres que Deus nos deu, e uma filha da puta dessa pega pra espancar. Isso me revoltou ao extremo. (perdoem pelo palavrão + não da pra aceitar isso.)
Eu vou deixar aqui o link, e vocês depois de assistirem, comentem! http://noticias.r7.com/cidade-alerta/videos/mulher-e-flagrada-por-vizinhos-espancando-cachorro-28052014
Beijinhos.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
PREPARE SE Copa de 2014 Abismo Brasileiro. opine!
Oi galera! bom, eu vim aqui, pra poder falar sobre o assunto que mais tem sirculado na mídia durante os últimos tempos.Não poderia ser nada mais nada menos, do que a copa do mundo.
Antes de falar dela, devemos observar que somos um povo, que caresse de muitas coisas, tais como: saúde, educação, empregabilidade, moradia, dentre outras questões. será que um território como o nosso, está apto a sediar um hevento mundial como este que se aproxima?
Será que nós vamos triunfar financeiramente falando, com a vinda dos turistas para o país, em troca de 90 minutos de bola rolando?
será que a falta de chuva, não vai fazer com que a água se torne mais escassa do que ja está com a população economisando? e quando os gringos chegarem? ficaremos sem água em nome do bem estar deles? será que a nossa querida presidente não poderia ter investido esse dinheiro nas principais carências do país, e ter recusado essa proposta? eu sei que isso foi feito em 2007, e quem era o presidente nessa época, era o lula. mas ela não poderia ter desfeito esse acordo em 2010?
e depois que a copa passar, pra quê vam servir todos esses estádios?
matarão a fome dos que não tem o que comer?
servirão de casa pra queles que não tem onde viver?
serão fonte de estudo para todas às crianças que estão sem acesso a educação, seja por conta de greve, ou por outra situação presente em seu estádo/região?
gente, eu sempre detestei futbol. mas infeliz daquele que acredita que a copa veio pra salvar nosso país. eu acho o contrário. fora a multa que pagaremos a fifa pelas obras imcompletas!
tem uma leitora assídua desse blog, que vai deixar seu parecer nesse post, para que assim fiquem expressas duas opiniões por aqui.
não deixem de assistir ao video, e comentar sobre.
Arrasou em fer. vejam como ela opina bem, #tô contigo e não abro fia.
(Fernanda Oliveira
o Brasil, não tem estrutura para realizar um evento de tão grande porte, pois nossos aeroportos por exemplo, não dão conta de um fluxo maior de pessoas.
Nossas estradas não são totalmente asfaltadas em vários pontos. Nossa segurança pública não é lá grande coisa, deixando várias áreas a descoberto. Em vez
de gastar milhões com estádios, que depois da Copa serão pouco, ou nada usados, o governo deveria investir em saúde ou educação, que é a maior necessidade
do povo, que não tem condições de arcar com uma consulta em particular. Sempre que eu ouço falar sobre a Copa, me lembro da frase do Ronaldo: "O Brasil
não precisa de hospitais. Ele precisa de estádios para a Copa do mundo. O Brasil é o pais do futebol". Até quando ouviremos frases como essa? Até quando?)
R:
(Até quando o brasileiro deixar de ser idiota. até quando deixarem de priorisarem o esporte, e se atentarem às nossas nescecidades.
Antes de falar dela, devemos observar que somos um povo, que caresse de muitas coisas, tais como: saúde, educação, empregabilidade, moradia, dentre outras questões. será que um território como o nosso, está apto a sediar um hevento mundial como este que se aproxima?
Será que nós vamos triunfar financeiramente falando, com a vinda dos turistas para o país, em troca de 90 minutos de bola rolando?
será que a falta de chuva, não vai fazer com que a água se torne mais escassa do que ja está com a população economisando? e quando os gringos chegarem? ficaremos sem água em nome do bem estar deles? será que a nossa querida presidente não poderia ter investido esse dinheiro nas principais carências do país, e ter recusado essa proposta? eu sei que isso foi feito em 2007, e quem era o presidente nessa época, era o lula. mas ela não poderia ter desfeito esse acordo em 2010?
e depois que a copa passar, pra quê vam servir todos esses estádios?
matarão a fome dos que não tem o que comer?
servirão de casa pra queles que não tem onde viver?
serão fonte de estudo para todas às crianças que estão sem acesso a educação, seja por conta de greve, ou por outra situação presente em seu estádo/região?
gente, eu sempre detestei futbol. mas infeliz daquele que acredita que a copa veio pra salvar nosso país. eu acho o contrário. fora a multa que pagaremos a fifa pelas obras imcompletas!
tem uma leitora assídua desse blog, que vai deixar seu parecer nesse post, para que assim fiquem expressas duas opiniões por aqui.
não deixem de assistir ao video, e comentar sobre.
Arrasou em fer. vejam como ela opina bem, #tô contigo e não abro fia.
(Fernanda Oliveira
o Brasil, não tem estrutura para realizar um evento de tão grande porte, pois nossos aeroportos por exemplo, não dão conta de um fluxo maior de pessoas.
Nossas estradas não são totalmente asfaltadas em vários pontos. Nossa segurança pública não é lá grande coisa, deixando várias áreas a descoberto. Em vez
de gastar milhões com estádios, que depois da Copa serão pouco, ou nada usados, o governo deveria investir em saúde ou educação, que é a maior necessidade
do povo, que não tem condições de arcar com uma consulta em particular. Sempre que eu ouço falar sobre a Copa, me lembro da frase do Ronaldo: "O Brasil
não precisa de hospitais. Ele precisa de estádios para a Copa do mundo. O Brasil é o pais do futebol". Até quando ouviremos frases como essa? Até quando?)
R:
(Até quando o brasileiro deixar de ser idiota. até quando deixarem de priorisarem o esporte, e se atentarem às nossas nescecidades.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
rotina
bom, hoje eu estou um pouco aborrecida. Odeio a rotina na qual a minha vida vem se encaixando. Odeio me sentir totalmente dependente de alguém no campo emocional. às vezes eu odeio pensar que eu me casei por amor, quando eu o vejo rolar por entre nossa cama rumo ao solo. ele está em 10º lugar, e é claro, às obrigações estão em 1º. Odeio me sentir confusa, odeio me sentir deprimida, odeio quando meus batimentos cardíacos aumentam, e isto tem acontecido com uma grande freqüencia.
Odeio ler um livro com um final triste, mas o que eu leio agora me deixa ecitada e feliz. Logo logo farei a resenha dele por aqui e vocês vam me entender.
Odeio sentir frio, odeio querer pedir ao meu coração que mande alguém pra me abraçar agora!
Parece post de adolescente, não é? Acho que eu ainda não cresci. Mas que importa? É aqui aonde eu posso colocar metade da minha mágoa pra fora, e me sentir mais leve depois.
Agora eu estou cansada dos meus próprios devaneios, e vou terminar de limpar a minha casa, e fazer janta pro meu marido.]
[É nisso que a minha vida se transformou. Na caixinha das obrigações. mas sem diverções.]
Beijos.
Odeio ler um livro com um final triste, mas o que eu leio agora me deixa ecitada e feliz. Logo logo farei a resenha dele por aqui e vocês vam me entender.
Odeio sentir frio, odeio querer pedir ao meu coração que mande alguém pra me abraçar agora!
Parece post de adolescente, não é? Acho que eu ainda não cresci. Mas que importa? É aqui aonde eu posso colocar metade da minha mágoa pra fora, e me sentir mais leve depois.
Agora eu estou cansada dos meus próprios devaneios, e vou terminar de limpar a minha casa, e fazer janta pro meu marido.]
[É nisso que a minha vida se transformou. Na caixinha das obrigações. mas sem diverções.]
Beijos.
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aborrecida,
cansada,
casamento me deixa deprimida,
chateada,
comendo as unhas,
irritada. emfim. sou mulher! de "TPM".,
pensando,
sufocada
quarta-feira, 30 de abril de 2014
--Queria ser
Queria ser alguém que não precisa se esconder, que não precisa se oculpar, que não precisa se enganar.
Queria poder demonstrar todo meu amor e a minha paixão, queria poder entregar de vez meu coração.
Queria poder suspirar sem ver olhos em minha direção, queria poder compartilhar com o mundo minha verdadeira opinião sobre determinada questão.
Não gostaria de me ofuscar pra agradar, não gostaria de me calar para que alguém não venha me julgar.
O que eu quero ser, eles não aceitam.
Eles recriminam, rejeitam.
Pois eles querem que eu seja bela.
Que eu tenha sorte, que eu me case com um homen forte, que ele seja jogador, doutor, cantor, professor.
Que tenhamos filhos saldáveis e perfeitos,
que a nossa vida não apresente lados imperfeitos.
Mas eu não posso ser aquilo que eles querem, eu preciso ser o que meu coração manda, o que minha alma ordena.
Eu preciso ser satisfeita, eu não preciso ser perfeita. Não preciso ser mãe se essa não for a minha vontade, e não preciso me casar, se este desejo não fizer parte da minha realidade.
Eu só quero te mostrar o que eu quero ser.
Eu só quero poder ser o que eu almejo.
Não quero ser um corpo que realiza o desejo da sociedade.
Quero ser um alguém, que viveu, que amou, que riu, que chorou, que gostou, que se enganou, + que acima de tudo, não escondeu a sua verdade.
Queria poder demonstrar todo meu amor e a minha paixão, queria poder entregar de vez meu coração.
Queria poder suspirar sem ver olhos em minha direção, queria poder compartilhar com o mundo minha verdadeira opinião sobre determinada questão.
Não gostaria de me ofuscar pra agradar, não gostaria de me calar para que alguém não venha me julgar.
O que eu quero ser, eles não aceitam.
Eles recriminam, rejeitam.
Pois eles querem que eu seja bela.
Que eu tenha sorte, que eu me case com um homen forte, que ele seja jogador, doutor, cantor, professor.
Que tenhamos filhos saldáveis e perfeitos,
que a nossa vida não apresente lados imperfeitos.
Mas eu não posso ser aquilo que eles querem, eu preciso ser o que meu coração manda, o que minha alma ordena.
Eu preciso ser satisfeita, eu não preciso ser perfeita. Não preciso ser mãe se essa não for a minha vontade, e não preciso me casar, se este desejo não fizer parte da minha realidade.
Eu só quero te mostrar o que eu quero ser.
Eu só quero poder ser o que eu almejo.
Não quero ser um corpo que realiza o desejo da sociedade.
Quero ser um alguém, que viveu, que amou, que riu, que chorou, que gostou, que se enganou, + que acima de tudo, não escondeu a sua verdade.
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