Olá a todos(as!!!) Hoje eu vim falar de uma coisa muito gostosa e doce, chamada de amor......
Ô, nesses dias atuando 24:00 como mamãe do João Lucas, eu ja tenho recebido críticas porque 1º, ele não quer dormir no berso dijeito nenhum, e eu coloquei ele pra dormir comigo.
2º Porque dizem, (mas eu não concordo), que ele fica demais no meu colo.
Eu estou de licensa, justamente pra cuidar dele, certo? Nisso estão inclusas todas as tarefas correspondentes a um bebê. alimentar, dar banho, trocar, e etc.
Mas aonde está a parte do carinho, da atenção?
será que eu faço mal a ele, lhe dando colo sempre que tenho vontade?
Será que é tão errado colocá-lo em cima de mim quando suas cólicas são intensas? será que é demais helogiá-lo a cada conquista como por exemplo (quando ele não chora na hora de trocar a fralda), e lhe dar alguns beijos e parabelisá-lo por isso?
eu quis tanto esse filho, que chega a ser incontrolável a minha vontade de estar com ele a todo tempo. + esses comentários também tem me feito sentir culpa, e eu fui pesquisar na net pra ver se eu estou agindo mal. a matéria será adcionada logo abaixo, e aguardo a opinião de vocês!
Beijos da mamãe aqui.
Lugar de bebê...é no colo!
POR GIOVANNA BALOGH
A criança passa nove meses dentro da barriga da mãe e quando nasce o que ela mais quer é colo e aconchego. Muitas vezes o choro do bebê só cessa se ele se sente amparado. E sempre tem a sogra ou a tia que dá pitaco dizendo que a criança ficará mal acostumada por ter ‘colo demais’. Mas, será que carinho em excesso faz mal?
A pediatra Evelin Pontes Nadalutti, 39, diz que não. Ela explica que colo só traz benefícios para o bebê e que não tem nenhuma relação com mimar a criança. Ela afirma que é por isso que eles são chamados ‘bebês de colo’. “Se tiver aconchego e for bem amparada, a criança se sentirá mais segura. Com isso, será mais tranquila e terá até mais capacidade de aprendizado”, diz.
Hoje em dia, os carrinhos de bebê, cadeirinhas que vibram acabam sendo mais usados do que os braços dos próprios pais. A médica repara que a sociedade tem expulsado as crianças do colo. Por esse motivo, ela acredita que há tantos adultos dependentes. “Vemos tantos marmanjos com 30 anos que não têm autonomia porque não receberam colo quando deveriam”, opina.
Ela explica que a antroposofia faz uma imagem figurada sobre o desenvolvimento do ser humano mostrando que até completar sete anos a criança precisa ser ‘carregada’ no colo e que os pais são a direção da vida deles.
“Já dos sete aos 14 anos, os pais caminham ao lado de mãos dadas com os filhos para depois, dos 14 aos 21 anos, a criança siga ao lado dos pais, mas caminhe sozinha, sem dar as mãos”, explica a pediatra. “Aos 21 anos, eles estão prontos como indivíduo para trilhar o próprio caminho.” Mãe de Vitória, 11, e de Felipe, 5, Evelin diz que dá sempre colo para o caçula e, para a filha, “ toda vez que ela quer”.
A médica explica ainda que as crianças são seres que vão mais pelas sensações do que pelo racional, principalmente, os recém-nascidos. “O primeiro mês do bebê consideramos uma gestação extra-uterina. Ele precisa do calor, do cheiro, dos batimentos cardíacos da mãe.” Muitas vezes a criança faz ‘birra’ e a pediatra diz que mesmo nessa circunstância o acolhimento é benéfico, porém, com autoridade. Mas, sobre limites nós vamos falar em um post em breve.
Outra vantagem do colo está na estimulação da amamentação. A criança que fica mais pertinho da mãe acaba mamando em livre demanda (sempre que o bebê quer), o que faz com que a criança seja amamentada por um tempo mais prolongado.
A professora Fernanda Forato, 33, vive com a filha Liz, 7 meses, pendurada no sling (carregador feito de pano). “Geralmente quando ela está comigo está mamando. Muitas pessoas já questionaram até quando vou dar colo e amamentá-la. Eu brinco que é até os 20 anos”, diz Fernanda que busca praticar uma maternidade com apego.
“Não vou deixar ela chorando para fazer alguma coisa em casa”, diz Fernanda que carrega a filhota até nas atividades domésticas. “Já pendurei roupa e passei aspirador na casa com ela no sling”, conta. O carregador permite que a mãe fique com as mãos livres enquanto transporta o bebê.
Fernanda também nota que a filha tem se desenvolvido muito bem ao ficar sempre conectada com ela. “Ela não é um bebê apático como outros que vemos. Acho que faz toda a diferença esse tipo de criação que escolhemos”, conta.
A pediatra Evelin explica que os pais devem ter cuidado ao transportar o bebê no sling. Nos primeiros meses, quando o recém-nascido ainda é ‘molinho’, ela recomenda fazer um cueiro dos mesmos moldes que eram feitos pelas nossas avós para depois colocar a criança no sling.
“O sling permite que a mãe tenha autonomia. Ele também é ótimo pois o acesso ao peito da mãe fica mais fácil, o que permite amamentá-la com mais frequência e por mais tempo”, comenta.
Do dia 10 e 16 de outubro é comemorada a Semana Nacional de Incentivo ao uso do Sling, organizada desde 2009 pela Baby Wearing Brasil. Para celebrar a data, o Espaço Nascente, no bairro do Sumaré (zona oeste de SP) programou várias atividades gratuitas para pais e filhos, como a importância do sling na criação do vínculo com o bebê, a postura corporal da mãe ao utilizar o sling e como ele pode ser usado na amamentação. As atividades acontecem até o dia 11 de outubro e a programação pode ser conferida no site do http://espaco-nascente.blogspot.com.br/
sling
Mãe usa sling de argolas para carregar bebê; carregador também permite amamentar (Foto: Div
http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2013/10/07/lugar-de-bebe-e-no-colo/
Dar ao seu filho a certeza do seu amor incondicional mesmo quando as frustrações dele sejam provocadas por você. É, não é fácil. Mas essa é a sua maior prova de afeto e o caminho para que ele aprenda a importância desse sentimento para sempre
Ana Paula Pontes
Bárbara Wagner
Quem cansa de agarrar, abraçar, encher o filho de beijos? E como algo tão gostoso pode ser “demais da conta”? Tentar concretizar esse amor para a criança é fundamental para que ela sinta segurança em qualquer situação que venha a enfrentar
Como você descreve o amor que sente pelo seu filho? E o aperto no peito que dá toda vez que é preciso dizer não? E aquela felicidade plena só de vê-lo sorrindo? Provavelmente você não vai conseguir mensurar mesmo um sentimento que parece só aumentar. Mas, aposto, vive pensando: será que amar demais pode fazer mal? Posso “estragar” meu filho enchendo ele de carinho o tempo todo?
A resposta é... não. Amor demais não faz mal. E temos comprovação científica de que o afeto só faz bem. Um respeitado estudo que durou 34 anos, rea-lizado pela Duke University, dos Estados Unidos, acompanhou 482 pessoas desde o primeiro ano de vida e mostrou que, quanto mais forte o vínculo afetivo da mãe com o filho, mais baixos eram os níveis de ansiedade, estresse e hostilidade na vida adulta. Sim, são os beijos e abraços que não cansamos de dar nos filhos que vão fortalecê-los para quando tiverem de enfrentar conflitos mais tarde. Pense quantas vezes em um momento difícil é um acalanto se lembrar do colo que recebemos dos nossos pais, avós, tios. E não é só isso.
O lado emocional influencia na saúde física também. Segundo Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP), em uma consulta pediátrica a doença não pode ser analisada isoladamente. Um atraso no desenvolvimento da criança – seja para sentar, engatinhar, falar – ou até uma crise de asma, dor de cabeça ou barriga sem motivos aparentes, pode acontecer por conta do ambiente a que ela está exposta. Para Danesi, nos primeiros meses de vida não existe manha. “O bebê acabou de sair da barriga da mãe, ora! Precisa de carinho e conforto”, diz. Ou seja: beije, abrace, segure seu filho no colo quantas vezes quiser. Esse carinho precisa ser demonstrado o tempo todo, das mais variadas formas. E, sim, pode exagerar sem culpa!
E colo é coisa de se dar a vida toda. Mas, conforme a criança cresce, a forma e os limites mudam, você sabe, mas a essência, não. Da sua experiência com família, o psicólogo Ivan Capelatto alerta: o cuidado jamais pode ser negligenciado. “A criança precisa sentir que a família está presente em sua vida, que esse amor vai acompanhá-la até quando crescer, que vai poder contar com ele sempre, ainda que a frustração seja inevitável”, afirma. É como se disséssemos: o fato de eu amar você não quer dizer que vai ter tudo que quer. Nem de mim, nem dos outros. E é preciso se manter firme, mesmo depois que ele abrir o berreiro, pois isso também é demonstração de afeto e é aí que vai nascer algo que a natureza não dá: a autoestima. “É ela que vai proteger a criança do bullying, dar suporte emocional para que consiga lidar com as adversidades, dar segurança para que tenha autonomia e faça suas escolhas”, diz Capelatto.
Um amor pelo filho é algo tão difícil de descrever que há quem não saiba lidar com essa emoção nova e, pasmem, chega a acreditar que não ama o filho do jeito que deveria. Aconteceu com a atriz e professora de teatro Nádia Hellmeister Morali, 29 anos, mãe de Pedro, hoje com 2. Para engatarmos uma conversa sobre o amor que sentia pelo filho, ela logo lembrou como foi delicado entender seus sentimentos nos primeiros dias ao lado dele. “Sempre me achei diferente de muitas mães porque não sabia direito o que sentir quando olhava para o Pedro. Me surpreendi quando me dei conta de que, à medida que eu cuidava dele, esse amor aumentava”, diz Nádia, que percebeu numa troca de fralda de cocô como cada participação na vida do filho pode despertar esse amor que a gente idealiza tanto. Esse “ideal” é o ponto principal abordado pela psicóloga Liana Isler Kupferman. É algo que começa antes da gravidez, no desejo de ter um filho. Mas, quando o bebê nasce, acontece a mudança do imaginário para o real e é nesse momento, digamos “concreto” da relação que podem surgir dificuldades de criar vínculo com o bebê. Só que esse sentimento é precoce. “O vínculo é formado somente na convivência”, diz a especialista.
Dar amor ao seu filho é ensiná-lo a viver
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI189985-18161,00-AMAR+DEMAIS+NAO+FAZ+MAL.html
Aqui você lerá as experiências de uma mãe deficiente visual, que com a ajuda de Deus, procura fazer de seu único filho, 1 grande homem! "Tudo posso naquele que me fortalece."
sexta-feira, 13 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
--relato do meu parto.
Olá a todos!
Hoje eu vim contar como foi meu parto. O post é estenso, e um pouco doloroso pra mim em alguns momentos.
Mas vamos la.
A exatamente 1 mês atrás, eu me levantei, e resolvi ir fazer uma curta caminhada pela rua da minha casa, com a minha companheira inseparável, (Suzy.). Assim que eu cheguei a casa da minha mãe, (duas ruas a cima da minha casa), eu estava sentindo leves contrações, que foram aumentando, aumentando, e aumentando. Entramos em contato com a minha doula que apareceu na casa da minha mãe, e nós conversamos muito. quando as dores aumentavam, ela fazia massagens na minha lombar, e nós também andamos muito pelo quintal da casa, e eu também fiz exercícios na /, e também fiz alguns agaichamentos.Naquele dia, ainda caminhamos pelo bairro no períldo da tarde, mas o parto não evoluiu. Quando a enfermeira retornou para me examinar, disse que minha dilatação ainda estava em 4 dedos e meio. aquilo tudo me frustrou muito. eu me senti deprimida. dormi um pouco, e quando amanheceu, ja era 5 de fevereiro, e eu resolvi indusir o parto. ciente dos riscos que eu correria, caso fosse nescessária a intervenção de um médico. me arrumei, coloquei um vestido confortável, e segui rumo a maternidade, na esperança de ser enternada. o hospital estava lotado. tanto na parte do sus, (que era onde eu estava), quanto na parte da unimed.
a doutora que me avaliou, no 1º instante disse que não me internaria, pois a minha dilatação ainda não estava propícia. me pediu para caminhar, e retornar posteriormente, para avaliar se a dilatação havia evoluido. ela também me mandou para uma sala, para realisar um exame que monitora os batimentos cardíacos do bebê. ele não parava de se mexer, e seu coraçãozinho estava bem acelerado. eu estava bem nervosa, e anciosa ao mesmo tempo. morrendo de vontade de conhecer meu filho, e torsendo para ficar enternada. aquelas dores não deixavam de me acompanhar, mas aquela dilatação não saía dos 4 dedos e meio, e isso me cansou demais.
eu sempre passava a mão na minha barriga. tinha que aproveitar meus últimos instantes grávida! (assim eu pensava.)
depois de mais oumenos 2:00, eu retornei a sala da médica, que disse que eu estava com 5 dedos de dilatação, e que ela me internaria. fizemos contato com a minha doula, que nos encontraria no C O, (centro obstétrico.)
eu esperei muito antes de subir. fiz até um teste rápido de hiv, que deu negativo. às 14:30, eu ja estava no C O, e fui recebida pela enfermeira Taís, e por uma outra, chamada de raimunda. lá elas fizeram o mesmo exame em mim, e disseram que eu estava com um rítimo de contrações muito lento, e que eu poderia acelerar este processo, se permitisse que elas estourassem a minha bolsa. (esta era uma das coisas que eu coloquei que não queria que fizessem no meu plano de parto. mas isto, se eu tivesse conseguido dilatar. como esse detalhe não foi pra frente, resolvi altorisar.) e aí as dores começaram. eu ainda conseguia andar, fazia exercícios na barra, e assim íamos indo. eu estava morrendo de fome, pois só havia tomado o café da manhã. tinha que passar o restante do tempo em jejum. quando as dores aumentaram demais, pedi a minha doula para que solicitasse a enfermeira um reforso, chamado de "chuveiro". eu pensava que la me sentiria melhor. que nada. assim que eu me sentei naquela cadeira, e comessei a jogar água em cima de mim, me sentia muito mal. uma tontura extrema tomava conta de mim, minha barriga estava endurecida como pedra, e eu chorava, quase gritava, e dizia pra cris que queria trecorrer a analgezia.
ela me pedia pra ter calma, me pedia pra esperar, mas eu não conseguia. parecia que respirar era muito difícil. e eu dizia pro meu filho, que eu havia tentado me submeter a 1 parto sem intervenções, mas não havia conseguido. a enfermeira taís, disse que ia me dar um remédio pra que as dores aliviacem, e aí eu comecei a ficar pior. minha lingua cresceu, e eu rolava de dor na cama, gritava de dor, procurava alguma coisa pra me segurar, levantava a mão, e pedia pra deus me ajudar....... nisso o tempo foi passando, as dores aumentando, eu vomitava...... gritava de dor, me sentia um lixo, e morria de medo de que acontecece algo com o meu filho...... por fim, quando eu já estava esgotada, eles me levaram pra uma outra sala, e me aplicaram a analgezia. foi orrível. eu lá, com 9 cm de dilatação, morrendo de dor, tendo contrações intensas, tinha que ficar sem me mexer até eles aplicarem a anestesia nas minhas costas. depois dessa aplicação, os médicos me pediam pra fazer forsa, e eu fazia muita forsa. parecia que ia quebrar meu corpo ao meio, + meu filho não descia. ainda estava no auto, e disseram que teriam que tirá-lo com fórseps.
eu pedi para que o médico não o machucasse, e às 19:54 daquela quinta-feira, nasceu meu príncipe. com 3 quilos, 375 gramas, 50 centímetros. e eu chorei muito quando ouvi ele chorando..... e me senti aliviada. realmente eu fracassei. não consegui desenvolver o parto da forma que esperava, + estava realizada, por ter meu anjo ali junto de mim!!!!!!!!!!!!!!! e isso já me fazia feliz. assim que ele voltou da sala da pediatra, foi colocado a minha esquerda. eu estava em uma maca, que ficou parada no corredor, e ali eu toquei pela 1ª vez no cabelinho do meu filho. a minha doula me explicou como eu o amamentaria, e começamos a desenvolver nosso vínculo. apesar do meu cansasso, eu me sentia muito satisfeita. meu filho era gordinho, saudável, e 2º olhos alheios, o bebê mais lindo do quarto 110!!!!!!!!!
Hoje eu vim contar como foi meu parto. O post é estenso, e um pouco doloroso pra mim em alguns momentos.
Mas vamos la.
A exatamente 1 mês atrás, eu me levantei, e resolvi ir fazer uma curta caminhada pela rua da minha casa, com a minha companheira inseparável, (Suzy.). Assim que eu cheguei a casa da minha mãe, (duas ruas a cima da minha casa), eu estava sentindo leves contrações, que foram aumentando, aumentando, e aumentando. Entramos em contato com a minha doula que apareceu na casa da minha mãe, e nós conversamos muito. quando as dores aumentavam, ela fazia massagens na minha lombar, e nós também andamos muito pelo quintal da casa, e eu também fiz exercícios na /, e também fiz alguns agaichamentos.Naquele dia, ainda caminhamos pelo bairro no períldo da tarde, mas o parto não evoluiu. Quando a enfermeira retornou para me examinar, disse que minha dilatação ainda estava em 4 dedos e meio. aquilo tudo me frustrou muito. eu me senti deprimida. dormi um pouco, e quando amanheceu, ja era 5 de fevereiro, e eu resolvi indusir o parto. ciente dos riscos que eu correria, caso fosse nescessária a intervenção de um médico. me arrumei, coloquei um vestido confortável, e segui rumo a maternidade, na esperança de ser enternada. o hospital estava lotado. tanto na parte do sus, (que era onde eu estava), quanto na parte da unimed.
a doutora que me avaliou, no 1º instante disse que não me internaria, pois a minha dilatação ainda não estava propícia. me pediu para caminhar, e retornar posteriormente, para avaliar se a dilatação havia evoluido. ela também me mandou para uma sala, para realisar um exame que monitora os batimentos cardíacos do bebê. ele não parava de se mexer, e seu coraçãozinho estava bem acelerado. eu estava bem nervosa, e anciosa ao mesmo tempo. morrendo de vontade de conhecer meu filho, e torsendo para ficar enternada. aquelas dores não deixavam de me acompanhar, mas aquela dilatação não saía dos 4 dedos e meio, e isso me cansou demais.
eu sempre passava a mão na minha barriga. tinha que aproveitar meus últimos instantes grávida! (assim eu pensava.)
depois de mais oumenos 2:00, eu retornei a sala da médica, que disse que eu estava com 5 dedos de dilatação, e que ela me internaria. fizemos contato com a minha doula, que nos encontraria no C O, (centro obstétrico.)
eu esperei muito antes de subir. fiz até um teste rápido de hiv, que deu negativo. às 14:30, eu ja estava no C O, e fui recebida pela enfermeira Taís, e por uma outra, chamada de raimunda. lá elas fizeram o mesmo exame em mim, e disseram que eu estava com um rítimo de contrações muito lento, e que eu poderia acelerar este processo, se permitisse que elas estourassem a minha bolsa. (esta era uma das coisas que eu coloquei que não queria que fizessem no meu plano de parto. mas isto, se eu tivesse conseguido dilatar. como esse detalhe não foi pra frente, resolvi altorisar.) e aí as dores começaram. eu ainda conseguia andar, fazia exercícios na barra, e assim íamos indo. eu estava morrendo de fome, pois só havia tomado o café da manhã. tinha que passar o restante do tempo em jejum. quando as dores aumentaram demais, pedi a minha doula para que solicitasse a enfermeira um reforso, chamado de "chuveiro". eu pensava que la me sentiria melhor. que nada. assim que eu me sentei naquela cadeira, e comessei a jogar água em cima de mim, me sentia muito mal. uma tontura extrema tomava conta de mim, minha barriga estava endurecida como pedra, e eu chorava, quase gritava, e dizia pra cris que queria trecorrer a analgezia.
ela me pedia pra ter calma, me pedia pra esperar, mas eu não conseguia. parecia que respirar era muito difícil. e eu dizia pro meu filho, que eu havia tentado me submeter a 1 parto sem intervenções, mas não havia conseguido. a enfermeira taís, disse que ia me dar um remédio pra que as dores aliviacem, e aí eu comecei a ficar pior. minha lingua cresceu, e eu rolava de dor na cama, gritava de dor, procurava alguma coisa pra me segurar, levantava a mão, e pedia pra deus me ajudar....... nisso o tempo foi passando, as dores aumentando, eu vomitava...... gritava de dor, me sentia um lixo, e morria de medo de que acontecece algo com o meu filho...... por fim, quando eu já estava esgotada, eles me levaram pra uma outra sala, e me aplicaram a analgezia. foi orrível. eu lá, com 9 cm de dilatação, morrendo de dor, tendo contrações intensas, tinha que ficar sem me mexer até eles aplicarem a anestesia nas minhas costas. depois dessa aplicação, os médicos me pediam pra fazer forsa, e eu fazia muita forsa. parecia que ia quebrar meu corpo ao meio, + meu filho não descia. ainda estava no auto, e disseram que teriam que tirá-lo com fórseps.
eu pedi para que o médico não o machucasse, e às 19:54 daquela quinta-feira, nasceu meu príncipe. com 3 quilos, 375 gramas, 50 centímetros. e eu chorei muito quando ouvi ele chorando..... e me senti aliviada. realmente eu fracassei. não consegui desenvolver o parto da forma que esperava, + estava realizada, por ter meu anjo ali junto de mim!!!!!!!!!!!!!!! e isso já me fazia feliz. assim que ele voltou da sala da pediatra, foi colocado a minha esquerda. eu estava em uma maca, que ficou parada no corredor, e ali eu toquei pela 1ª vez no cabelinho do meu filho. a minha doula me explicou como eu o amamentaria, e começamos a desenvolver nosso vínculo. apesar do meu cansasso, eu me sentia muito satisfeita. meu filho era gordinho, saudável, e 2º olhos alheios, o bebê mais lindo do quarto 110!!!!!!!!!
--notícias.
Olá a todos! bom, venho traser ótimas notícias a respeito do meu pequeno milagre. ele teve sua 2ª consulta no dia 03/03/15, com a DR Maria das Graças, que o examinou da cabeça aus pés, e ele está pesando 4 quilos e 100 gramas, medindo 54 centímetros, e 2º a doutora, ele está se desenvolvendo super bem, conforme o esperado! a única parte crítica, se chama cólica..... ela receitou paracetamol de 8:00 em 8:00, e luftal pra gases. nesses dias, ele vai auternando entre crises brandas, e crises fortes. + juntos estamos vivendo um dia de cada vez. ele completou 1 mês de vida na quinta-feira, e eu fiquei radiante. meu coração se encheu de alegria só de pensar que a exatamente 1 mês, Deus me apresentou minha > realisação. Eu fiquei muito feliz em saber que ele está se desenvolvendo conforme o esperado, pois estamos vivendo a fase da amamentação exclusiva, e eu não queria enchê-lo de complementos depois. Meu objetivo foi alcansado, e pelomenos até seu 6º mês de vida, não pretendo lhe dar nada além de leite materno. assim ele crescerá com muito mais saúde.
Desde sábado dia 7, que ele não evacua. 2º o babycenter, os bebês nesta fase, passam a evacuar uma ou duas vezes por semana. então estou aguardando.
como vocês podem observar, eu estou completamente realisada em ser mãe dele. existem dias que mal dormimos, e que eu me sinto muito cansada. + nada paga a minha felicidade em vê-lo bem, saldável, e feliz.
É só este o desejo que nós mães mantemos aceso por nossos filhos.
Eu ainda estou bem sensível com relação a algumas coisas, mas creio que isso irá passar em breve.
Em breve eu volto com mais atualisações! Beijos!
Deixarei uma matéria abaixo para aumentar nossos conhecimentos sobre o mundo dos bebês, e também seguem algumas fotos dele pra que vocês confiram como a minha bénção está cada dia + lindo, + perfeito, + fofinho! #meu filho, presente de Deus!
Desde sábado dia 7, que ele não evacua. 2º o babycenter, os bebês nesta fase, passam a evacuar uma ou duas vezes por semana. então estou aguardando.
como vocês podem observar, eu estou completamente realisada em ser mãe dele. existem dias que mal dormimos, e que eu me sinto muito cansada. + nada paga a minha felicidade em vê-lo bem, saldável, e feliz.
É só este o desejo que nós mães mantemos aceso por nossos filhos.
Eu ainda estou bem sensível com relação a algumas coisas, mas creio que isso irá passar em breve.
Em breve eu volto com mais atualisações! Beijos!
Deixarei uma matéria abaixo para aumentar nossos conhecimentos sobre o mundo dos bebês, e também seguem algumas fotos dele pra que vocês confiram como a minha bénção está cada dia + lindo, + perfeito, + fofinho! #meu filho, presente de Deus!
quarta-feira, 4 de março de 2015
--dividindo a cama com o meu príncipe.... recomendado ou não?
Tem problema levar o bebê para dormir na cama dos pais?
Escrito para o BabyCenter Brasil
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Resposta
A equipe do BabyCenter
Formada por jornalistas especializados em saúde
Dormir junto com os pais é uma prática antiquíssima, que certamente facilita a vida na hora da amamentação, por exemplo, mas que também recebe críticas. Entidades dedicadas ao estudo da morte súbita do lactente a desaconselham, assim como a Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP), citando riscos como o de sufocamento.
Os médicos não recomendam dividir a cama com o bebê se você ou seu parceiro forem fumantes (mesmo que não fumem no quarto), obesos ou se usarem remédios para dormir ou substâncias como álcool e drogas, que possam provocar um sono muito pesado.
A solução de dormir todo mundo na mesma cama, porém, funciona para muitas famílias. Por isso, se você decidir tentar, saiba quais cuidados terá de tomar:
Nunca deixe o bebê sozinho na cama. Como você não vai ficar na cama o tempo todo, mantenha um berço ou algum lugar seguro para deixar o bebê dormindo enquanto você não se deita à noite ou para sonecas diurnas.
Sempre coloque o bebê para dormir de barriga para cima.
Não use pijamas e camisolas com cordões ou fitas, nem use jóias ou bijuterias na cama.
Não deixe crianças mais velhas dormirem na mesma cama com um bebê de menos de 1 ano. A criança mais velha pode machucar o bebê durante o sono.
Não deixe que animais domésticos frequentem a cama.
Use um colchão firme e plano.
Se sua cama for muito alta, pense duas vezes antes de tentar a opção. Uma alternativa temporária, se não tiver outro jeito, é colocar o colchão no chão.
Verifique o entorno da cama para ver se não há vãos em que a criança possa ficar presa (como entre o colchão e a cabeceira, ou entre a cama e a parede). Se houver vãos, preencha-os com toalhas enroladas.
Cuidado também com objetos que a criança possa alcançar a partir da cama, como produtos de beleza em cima da cômoda, abajures ou cordas de persiana.
Não deixe o bebê ficar com o rosto enfiado em travesseiros, edredons e cobertores. Prenda bem o lençol de baixo para que ele fique firme.
Não exagere nos agasalhos da criança. Lembre-se de que a cama vai estar mais quente do que se o bebê estivesse dormindo sozinho.
Outros pontos a considerar antes de decidir se ter o bebê na sua cama é a opção certa para toda a família :
Criação de vínculos
Com a vida atribulada de hoje, passar horas bem juntinho na cama pode ser uma maneira de se conectar mais ao bebê, depois de um longo dia de separação. Em muitos casos, os pais sentem que é uma forma especial de se aproximarem dos filhos, já que eles não têm a mesma ligação física que as mães que amamentam o bebê.
Mamadas noturnas
Algumas mães gostam dos filhos na própria cama por ser mais prático dar o peito ou a mamadeira para o bebê quando ele já está tão perto. Outras, porém, observam que a proximidade faz com que a criança acabe acordando com mais frequência para mamar.
Tenha em mente também que poderá ser mais difícil dar um fim às mamadas noturnas do seu filho se ele estiver na sua cama. No caso de bebês amamentados no peito, pode ser ainda mais complicado, porque eles sentem o cheiro do leite da mãe, e muitos acabam desenvolvendo o hábito de acordar toda hora durante a noite para mamar, mesmo após já terem perdido a necessidade física de fazer isso.
Relacionamento do casal
Para alguns casais, a presença do bebê na cama torna mais difícil encontrar tempo para momentos de intimidade e sexo. Outros, porém, acreditam que isso os força a ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós.
Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão.
De qualquer maneira, a decisão de levar o bebê para dormir na cama dos pais precisa ser conjunta do casal, para que não haja risco de afetar a relação de vocês dois.
Escrito para o BabyCenter Brasil
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Resposta
A equipe do BabyCenter
Formada por jornalistas especializados em saúde
Dormir junto com os pais é uma prática antiquíssima, que certamente facilita a vida na hora da amamentação, por exemplo, mas que também recebe críticas. Entidades dedicadas ao estudo da morte súbita do lactente a desaconselham, assim como a Academia Norte-Americana de Pediatria (AAP), citando riscos como o de sufocamento.
Os médicos não recomendam dividir a cama com o bebê se você ou seu parceiro forem fumantes (mesmo que não fumem no quarto), obesos ou se usarem remédios para dormir ou substâncias como álcool e drogas, que possam provocar um sono muito pesado.
A solução de dormir todo mundo na mesma cama, porém, funciona para muitas famílias. Por isso, se você decidir tentar, saiba quais cuidados terá de tomar:
Nunca deixe o bebê sozinho na cama. Como você não vai ficar na cama o tempo todo, mantenha um berço ou algum lugar seguro para deixar o bebê dormindo enquanto você não se deita à noite ou para sonecas diurnas.
Sempre coloque o bebê para dormir de barriga para cima.
Não use pijamas e camisolas com cordões ou fitas, nem use jóias ou bijuterias na cama.
Não deixe crianças mais velhas dormirem na mesma cama com um bebê de menos de 1 ano. A criança mais velha pode machucar o bebê durante o sono.
Não deixe que animais domésticos frequentem a cama.
Use um colchão firme e plano.
Se sua cama for muito alta, pense duas vezes antes de tentar a opção. Uma alternativa temporária, se não tiver outro jeito, é colocar o colchão no chão.
Verifique o entorno da cama para ver se não há vãos em que a criança possa ficar presa (como entre o colchão e a cabeceira, ou entre a cama e a parede). Se houver vãos, preencha-os com toalhas enroladas.
Cuidado também com objetos que a criança possa alcançar a partir da cama, como produtos de beleza em cima da cômoda, abajures ou cordas de persiana.
Não deixe o bebê ficar com o rosto enfiado em travesseiros, edredons e cobertores. Prenda bem o lençol de baixo para que ele fique firme.
Não exagere nos agasalhos da criança. Lembre-se de que a cama vai estar mais quente do que se o bebê estivesse dormindo sozinho.
Outros pontos a considerar antes de decidir se ter o bebê na sua cama é a opção certa para toda a família :
Criação de vínculos
Com a vida atribulada de hoje, passar horas bem juntinho na cama pode ser uma maneira de se conectar mais ao bebê, depois de um longo dia de separação. Em muitos casos, os pais sentem que é uma forma especial de se aproximarem dos filhos, já que eles não têm a mesma ligação física que as mães que amamentam o bebê.
Mamadas noturnas
Algumas mães gostam dos filhos na própria cama por ser mais prático dar o peito ou a mamadeira para o bebê quando ele já está tão perto. Outras, porém, observam que a proximidade faz com que a criança acabe acordando com mais frequência para mamar.
Tenha em mente também que poderá ser mais difícil dar um fim às mamadas noturnas do seu filho se ele estiver na sua cama. No caso de bebês amamentados no peito, pode ser ainda mais complicado, porque eles sentem o cheiro do leite da mãe, e muitos acabam desenvolvendo o hábito de acordar toda hora durante a noite para mamar, mesmo após já terem perdido a necessidade física de fazer isso.
Relacionamento do casal
Para alguns casais, a presença do bebê na cama torna mais difícil encontrar tempo para momentos de intimidade e sexo. Outros, porém, acreditam que isso os força a ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós.
Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão.
De qualquer maneira, a decisão de levar o bebê para dormir na cama dos pais precisa ser conjunta do casal, para que não haja risco de afetar a relação de vocês dois.
segunda-feira, 2 de março de 2015
--Atualisações do desenvolvimento do meu príncipe. #25 dias de vida.
Olá pessoal!!!! venho relatar sobre meu filho, que completou hoje, 25 dias de vida. Ele está bem gordinho, mama bastante, e adora um colo. O que atrapalha, são as cólicas que ele tem, (principalmente no períldo noturno.) eu faço massagens na barriguinha dele pra eliminar os gases, também faço movimentos de bicicleta com as perninhas dele, e procuro sempre acalmá-lo porque ele sofre muito com isso, e eu fico morrendo de dó, e (já chorei com ele por causa dessas coisas.) E nós já estamos criando alguns ábitos que não são lá muito saldáveis...... quando ele tem essas cólicas, acaba ficando deitadinho na minha cama, e quando eu coloco ele no berso, ele chora!!!! na verdade eu adoro ficar com ele. independente da hora, + eu sei que ele precisa ficar no espacinho dele. + coração de mãe é super mole, e a gente acaba sedendo, e vai deixando..........
ontem foi a 1ª vez que ele assistiu um culto. fiquei muito satisfeita em levá-lo até a casa de deus.
afinal de contas, eu tenho muito o que lhe agradesser pela vida do meu pequeno. confesso que nesses 25 dias, eu ando muito sencível. várias coisas me fazem chorar, + eu também estou extremamente feliz. é um misto de emoções que não cabem dentro do meu peito. ser mãe foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. não troco esses 25 dias pelos meus 24 anos!!!! viver com o joão lucas pra mim, é uma esperiência incrível. juntos estamos aprendendo um sobre o outro, e nos acostumando ao nosso novo rítimo de vida. "deus, muito obrigada pela vida do meu príncipe".
vouu deixar algumas fotos pra vocês, e em breve eu volto!
ontem foi a 1ª vez que ele assistiu um culto. fiquei muito satisfeita em levá-lo até a casa de deus.
afinal de contas, eu tenho muito o que lhe agradesser pela vida do meu pequeno. confesso que nesses 25 dias, eu ando muito sencível. várias coisas me fazem chorar, + eu também estou extremamente feliz. é um misto de emoções que não cabem dentro do meu peito. ser mãe foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. não troco esses 25 dias pelos meus 24 anos!!!! viver com o joão lucas pra mim, é uma esperiência incrível. juntos estamos aprendendo um sobre o outro, e nos acostumando ao nosso novo rítimo de vida. "deus, muito obrigada pela vida do meu príncipe".
vouu deixar algumas fotos pra vocês, e em breve eu volto!
sábado, 14 de fevereiro de 2015
--construindo nosso vínculo de amor.
Olá pra todo mundo! Na 1ª semana de vida do meu filho fora do útero, eu tenho notado que o verdadeiro amor move montanhas. Desde a hora em que o segurei nos braços pela 1ª vez, sinto que meu coração é capaz de consolá-lo, e confortá-lo durante os momentos em que ele CHORA, ou quando manifesta algum desconforto.
É claro que nossos papos continuam a todo vapor, e os APELIDOS dirigidos a ele também tem surtido efeito por aqui.. dizer pra ele o que é que eu estou fazendo, parece surtir efeito quando me afasto do CARRINHO. CHAMÁ-LO de ursinho a cada vez que ele desperta de uma SONECA, parece fazê-lo entender que logo ganhará colo, será alimentado, e iniciaremos nosso interminável diálogo.
direcionar meu rosto para onde está voltada sua cabecinha enquanto ele mama e le lansar alguns risos, parece deixá-lo feliz, enquanto prossegue com a sua MAMADA. balansá-lo nos braços para fazê-lo adormecer, e cantar algumas coisas, parece ser confortante, e logo ele pega no sono.
eu sei disso pela sua maneira de respirar, e pelo seu corpinho que fica largado em meu colo.
pesquisando na rede, encontrei um artigo importante, que vou compartilhar com vocês:
A ciência explica como brota seu amor pela criança
Escrito para o BabyCenter Brasil
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Você e bebê: Viciados em amor
E se não houver amor imediato?
O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas dele, dura para sempre.
A questão é que o amor por uma criança não é intelectual ou cultural -- ele é sim um componente básico da formação de todos os seres humanos. E isso independentemente de se ser mãe ou pai, ou pais biológicos ou adotivos, já que somos programados para formar laços fortes com os filhos e eles conosco.
Ao longo de anos de pesquisa, cientistas e especialistas em desenvolvimento infantil vêm descobrindo detalhes fascinantes sobre essa conexão tão ímpar entre pais e filhos. São fatos que ajudam a explicar por que é praticamente "viciante" ficar perto de um bebê e por que continuamos a amar os filhos tão profundamente mesmo depois que eles crescem, apesar de todas as birras, brigas e malcriações.
Claro que aquilo que você sente por seu filho muda com o decorrer do tempo, porém a relevância do sentimento nunca deixa de ser parte fundamental de sua vida.
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Não se surpreenda de já amar o bebê antes mesmo de ele nascer. Futuros pais e mães geralmente são invadidos por uma grande mistura de emoções e ansiedades, sentimentos que realmente dão o tom da futura relação com o filho.
Os hormônios que circulam no corpo de uma mulher grávida (e que ficam mais potentes a cada semana de gestação) também ajudam a alimentar a conexão com o bebê.
À medida que a data do parto se aproxima, o cérebro começa a produzir cada vez mais oxitocina, um hormônio que literalmente auxilia a trazer à tona a "mãe" que está dentro de você.
Também conhecida como o hormônio do amor, a oxitocina é responsável pelo comportamento maternal em animais (muitas vezes representado pela simples limpeza dos pêlos de um filhote). Nas mulheres grávidas, a principal função do hormônio é amenizar a sensação de estresse, ao mesmo tempo em que cria aquela vontade enorme de ver o recém-nascido.
Nos últimos anos, a oxitocina foi assunto de diversos trabalhos científicos bastante sérios. Pesquisas com animais sugerem que ela tem papel fundamental em uma série de comportamentos sociais, que vão da criação dos filhos à formação de relacionamentos duradouros.
Mostrou-se, por exemplo, que animais que não produzem oxitocina ignoram suas crias e constantemente buscam parceiros diferentes para o acasalamento. Espécies que produzem o hormônio tendem a ser dedicadas aos filhotes e aos parceiros.
Resumindo: quando a oxitocina circula pelo corpo de uma gestante é como se o amor estivesse correndo por suas veias.
Quanto ao bebê, ele também já começa a formar elos com a mãe ainda dentro do útero. Pesquisas indicam que o coração dele bate ligeiramente mais rápido ao som da voz da mãe, voz que vai animá-lo e confortá-lo por anos a fio.
Se você for o pai ou tiver adotado um bebê, esse tipo de experiência hormonal e proximidade física com a criança crescendo dentro da barriga não acontecerá, mas não se preocupe, porque o vínculo com seu filho não será menor por causa disso.
Bebês e crianças têm uma incrível habilidade de formar fortes elos com qualquer pessoa que cuidar deles e responder às suas necessidades físicas e emocionais.
Você e bebê: Viciados em amor
À medida que o trabalho de parto progride, o fluxo de oxitocina no cérebro e na corrente sanguínea da mãe torna-se abundante. Entre outras funções, o hormônio provoca contrações e auxilia na descida do leite materno.
Quando finalmente nasce o bebê, a mãe está praticamente "intoxicada" de oxitocina, que a faz esquecer da exaustão do parto e da dor e traz euforia e uma intensa sensação de amor. De acordo com o pediatra e especialista em desenvolvimento infantil Marshall Klaus, esse efeito da oxitocina ajuda a explicar por que bebês quase nunca são abandonados em hospitais onde as mães podem segurá-los e amamentá-los logo em seguida ao parto.
E os papais de primeira viagem também não ficam imunes a esse poderoso hormônio ao olhar para os filhos pela primeira vez. São também invadidos por uma onda de amor, muitas vezes tão vigorosa que os deixa tontos dentro da sala de parto.
As mudanças biológicas nos pais também são profundas. Um estudo canadense de 2001 mostrou que os níveis de testosterona masculinos tendem a despencar, pela primeira vez, durante alguns meses depois do nascimento dos filhos. Mais intrigante é o fato de que alguns homens começam a produzir mais estrogênio, em um sinal ainda mais contundente do poder transformador da paternidade.
De acordo com a neurocientista Diane Witt, o estrogênio torna o cérebro mais sensível à oxitocina, possivelmente para ajudar os homens a ser mais atenciosos e amorosos.
E segundo a cientista, pais e mães adotivos também desfrutam dos efeitos benéficos da oxitocina e da dopamina, uma outra substância química do corpo ligada ao prazer.
E se não houver amor imediato?
Cerca de 30 por cento das mães não sente aquele amor profundo por seus bebês logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor -- só que não para sempre. A grande maioria das mães passa a amar os filhos nos primeiros meses de vida.
Caso você não possa segurar o bebê após o parto, não se aflija. Pais adotivos ou de bebês prematuros nem sempre têm a chance de ficarem bem grudadinhos nos filhos desde o início, e ainda assim criam laços de amor com o tempo.
Aliás, se seu bebê for prematuro, não deixe de pedir para estar com ele sempre que possível, pelo bem de todos da família. Pesquisas recentes apontaram que o contato com a pele dos pais (método conhecido como "canguru") é um dos melhores tratamentos para os prematuros. E vale dizer que o toque do papai é tão tranquilizador quanto o da mãe nesses casos.
É importante lembrar que o amor, por qualquer pessoa nova em nossa vida, cresce com o tempo. O bebê vai aprender a gostar muito de quem o segurar no desespero do choro ou alimentar na hora da fome. Ele vai sentir sua falta nos momentos de ausência e vibrar de alegria quando você estiver por perto. Isso pode até não ser "amor" segundo a definição dos adultos, mas é um dos sentimentos mais fortes que os bebês conhecem.
A psicóloga Emma Adam, da Universidade Northwerstern, nos EUA, observa ainda que é impossível "estragar" um bebê com amor, atenção e afeto. Quando se conforta um filho, o que ocorre na realidade é a construção de uma base de confiança que vai durar a vida toda.
É claro que nossos papos continuam a todo vapor, e os APELIDOS dirigidos a ele também tem surtido efeito por aqui.. dizer pra ele o que é que eu estou fazendo, parece surtir efeito quando me afasto do CARRINHO. CHAMÁ-LO de ursinho a cada vez que ele desperta de uma SONECA, parece fazê-lo entender que logo ganhará colo, será alimentado, e iniciaremos nosso interminável diálogo.
direcionar meu rosto para onde está voltada sua cabecinha enquanto ele mama e le lansar alguns risos, parece deixá-lo feliz, enquanto prossegue com a sua MAMADA. balansá-lo nos braços para fazê-lo adormecer, e cantar algumas coisas, parece ser confortante, e logo ele pega no sono.
eu sei disso pela sua maneira de respirar, e pelo seu corpinho que fica largado em meu colo.
pesquisando na rede, encontrei um artigo importante, que vou compartilhar com vocês:
A ciência explica como brota seu amor pela criança
Escrito para o BabyCenter Brasil
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Você e bebê: Viciados em amor
E se não houver amor imediato?
O elo que existe entre pais e filhos é uma das ligações mais fortes da natureza. Prova disso é que a vida amorosa de todos nós pode ser feita de muitos encontros e desencontros ou de romances que dão certo e depois acabam, mas aquilo que se estabelece com um bebê, lá nas primeiras semanas dele, dura para sempre.
A questão é que o amor por uma criança não é intelectual ou cultural -- ele é sim um componente básico da formação de todos os seres humanos. E isso independentemente de se ser mãe ou pai, ou pais biológicos ou adotivos, já que somos programados para formar laços fortes com os filhos e eles conosco.
Ao longo de anos de pesquisa, cientistas e especialistas em desenvolvimento infantil vêm descobrindo detalhes fascinantes sobre essa conexão tão ímpar entre pais e filhos. São fatos que ajudam a explicar por que é praticamente "viciante" ficar perto de um bebê e por que continuamos a amar os filhos tão profundamente mesmo depois que eles crescem, apesar de todas as birras, brigas e malcriações.
Claro que aquilo que você sente por seu filho muda com o decorrer do tempo, porém a relevância do sentimento nunca deixa de ser parte fundamental de sua vida.
Gravidez: Amor antes da primeira vista
Não se surpreenda de já amar o bebê antes mesmo de ele nascer. Futuros pais e mães geralmente são invadidos por uma grande mistura de emoções e ansiedades, sentimentos que realmente dão o tom da futura relação com o filho.
Os hormônios que circulam no corpo de uma mulher grávida (e que ficam mais potentes a cada semana de gestação) também ajudam a alimentar a conexão com o bebê.
À medida que a data do parto se aproxima, o cérebro começa a produzir cada vez mais oxitocina, um hormônio que literalmente auxilia a trazer à tona a "mãe" que está dentro de você.
Também conhecida como o hormônio do amor, a oxitocina é responsável pelo comportamento maternal em animais (muitas vezes representado pela simples limpeza dos pêlos de um filhote). Nas mulheres grávidas, a principal função do hormônio é amenizar a sensação de estresse, ao mesmo tempo em que cria aquela vontade enorme de ver o recém-nascido.
Nos últimos anos, a oxitocina foi assunto de diversos trabalhos científicos bastante sérios. Pesquisas com animais sugerem que ela tem papel fundamental em uma série de comportamentos sociais, que vão da criação dos filhos à formação de relacionamentos duradouros.
Mostrou-se, por exemplo, que animais que não produzem oxitocina ignoram suas crias e constantemente buscam parceiros diferentes para o acasalamento. Espécies que produzem o hormônio tendem a ser dedicadas aos filhotes e aos parceiros.
Resumindo: quando a oxitocina circula pelo corpo de uma gestante é como se o amor estivesse correndo por suas veias.
Quanto ao bebê, ele também já começa a formar elos com a mãe ainda dentro do útero. Pesquisas indicam que o coração dele bate ligeiramente mais rápido ao som da voz da mãe, voz que vai animá-lo e confortá-lo por anos a fio.
Se você for o pai ou tiver adotado um bebê, esse tipo de experiência hormonal e proximidade física com a criança crescendo dentro da barriga não acontecerá, mas não se preocupe, porque o vínculo com seu filho não será menor por causa disso.
Bebês e crianças têm uma incrível habilidade de formar fortes elos com qualquer pessoa que cuidar deles e responder às suas necessidades físicas e emocionais.
Você e bebê: Viciados em amor
À medida que o trabalho de parto progride, o fluxo de oxitocina no cérebro e na corrente sanguínea da mãe torna-se abundante. Entre outras funções, o hormônio provoca contrações e auxilia na descida do leite materno.
Quando finalmente nasce o bebê, a mãe está praticamente "intoxicada" de oxitocina, que a faz esquecer da exaustão do parto e da dor e traz euforia e uma intensa sensação de amor. De acordo com o pediatra e especialista em desenvolvimento infantil Marshall Klaus, esse efeito da oxitocina ajuda a explicar por que bebês quase nunca são abandonados em hospitais onde as mães podem segurá-los e amamentá-los logo em seguida ao parto.
E os papais de primeira viagem também não ficam imunes a esse poderoso hormônio ao olhar para os filhos pela primeira vez. São também invadidos por uma onda de amor, muitas vezes tão vigorosa que os deixa tontos dentro da sala de parto.
As mudanças biológicas nos pais também são profundas. Um estudo canadense de 2001 mostrou que os níveis de testosterona masculinos tendem a despencar, pela primeira vez, durante alguns meses depois do nascimento dos filhos. Mais intrigante é o fato de que alguns homens começam a produzir mais estrogênio, em um sinal ainda mais contundente do poder transformador da paternidade.
De acordo com a neurocientista Diane Witt, o estrogênio torna o cérebro mais sensível à oxitocina, possivelmente para ajudar os homens a ser mais atenciosos e amorosos.
E segundo a cientista, pais e mães adotivos também desfrutam dos efeitos benéficos da oxitocina e da dopamina, uma outra substância química do corpo ligada ao prazer.
E se não houver amor imediato?
Cerca de 30 por cento das mães não sente aquele amor profundo por seus bebês logo de cara, muitas vezes porque a criança ou até o nascimento dela não foram exatamente como sonhavam. Decepção, estresse e exaustão são fortes o suficiente para anular os efeitos dos chamados hormônios do amor -- só que não para sempre. A grande maioria das mães passa a amar os filhos nos primeiros meses de vida.
Caso você não possa segurar o bebê após o parto, não se aflija. Pais adotivos ou de bebês prematuros nem sempre têm a chance de ficarem bem grudadinhos nos filhos desde o início, e ainda assim criam laços de amor com o tempo.
Aliás, se seu bebê for prematuro, não deixe de pedir para estar com ele sempre que possível, pelo bem de todos da família. Pesquisas recentes apontaram que o contato com a pele dos pais (método conhecido como "canguru") é um dos melhores tratamentos para os prematuros. E vale dizer que o toque do papai é tão tranquilizador quanto o da mãe nesses casos.
É importante lembrar que o amor, por qualquer pessoa nova em nossa vida, cresce com o tempo. O bebê vai aprender a gostar muito de quem o segurar no desespero do choro ou alimentar na hora da fome. Ele vai sentir sua falta nos momentos de ausência e vibrar de alegria quando você estiver por perto. Isso pode até não ser "amor" segundo a definição dos adultos, mas é um dos sentimentos mais fortes que os bebês conhecem.
A psicóloga Emma Adam, da Universidade Northwerstern, nos EUA, observa ainda que é impossível "estragar" um bebê com amor, atenção e afeto. Quando se conforta um filho, o que ocorre na realidade é a construção de uma base de confiança que vai durar a vida toda.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
--Fotos do meu amor>!!!
Olá pra todo mundo! queria dizer a vocês que meu príncipe nasceu dia 05/02/2015, às 19:54, pesando 3 kilos, 375 gramas, medindo 50 centímetros!!!!! Estou muito feliz e realizada ao lado dele. Passamos por momentos extremamente difíceis, porém estamos superando todos os obstáculos que nos cercam. Hoje ele completou 7 dias de vida, e eu me sinto extremamente orgulhosa. Não foi fácil seguir com a minha gestação. Em muitos momentos o medo tomava conta de mim, eu não sabia o que fazer. Mas Deus foi misericordioso, e guardou o meu filho desde a sua consepção, até seu nascimento. E continua guardando cada um dos seus minutos, de suas horas, de seus segundos de vida. Em breve eu vou fazer a postagen relatando meu parto, e coloco o restante do plano de parto..... Me aguardem!
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