quinta-feira, 25 de junho de 2015

--O ultrasson de fontanela.

No dia 15/06, fazia um frio daqueles quando saímos de casa, rumo ao local onde meu filho faria o ultrasson de fontanela, (pedido por sua pediatra, para verificar o porquê da sustentação incoompleta de sua cabecinha). Ela alegava que pelo fato do pai dele ter idrocefalia, seria melhor verificarmos.
Confesso que eu estava bem nervosa, + já tinha horado e pedido a Deus para que estivesse a frente do exame.
Assim que chegamos, não demoramos para ser atendidos, e o exame foi feito por um moço simpático, que conversou um pouquinho com o bebê.
E naquele mesmo dia ficou pronto o resultado, e advinhem? Não deu nada graças a Deus!!!!! e sua sustentação está bem melhor, desde que iniciamos os exercícios recomendados pela doutora. eu fiquei muito feliz e aliviada. e só tenho que agradesser a Deus por cuidar do meu filho!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

a 1 ano.

a  1 ano, Deus me entregou seu melhor presente;
a 1 ano deus me deu uma grande responsabilidade.
a 1 ano, eu não vivo somente para mim + sim para nós dois.
a 1 ano, eu sou + do que feliz. filho, hoje completa-se  um ano de que as duas listtrinhas apareceram nos dois testes de farmácia que eu fiz. a 1 ano, mamãe se sente extremamente realizada por ter você! parabéns pra nós dois. que deus nos abençoe, e que a nossa união seja eterna!




MDS agora.

você deve estar se perguntando: que título é esse? mãe deficiente visual, e souteira.
pois ´é. depois de ter postado inúmeras vezes a respeito do comportamento do pai do meu filho, digo a vocês que ele se foi..... e por quê?
1º Desde quando eu estava grávida, ele não nos aceita. sempre alegava que não havia nascido pra ser pai, e que (a minha gestação), fez com que ele descobrisse isso. Não dormia comigo alegando que "na minha cama já havia outro homen, que estava dentro da minha barriga. para que eu ia querer outro?" Quando o neném nasceu, ele jamais levantou anoite pra me ajudar a cuidar dele e de suas cólicas intermináveis, jamais lansou sob o filho uma palavra de consolo ou conforto. O que ele fazia era chingar o menino de manhoso; chato; inconstante; porco; cagão; mijão; chorão...........
2º Não me ajudava dentro de casa. Ele passou a > parte da minha gestação (que era de risco), na casa dos parentes dele. nunca estava presente em uma consulta minha de pre-natal, ou na realisação de um ultrasson.
*não quero dizer que ele não podia ir pacear. Sim, podia. + quase todos os domingos? absurdo. e eu ficava aqui sozinha, com o filho dele na barriga!!!!!!!
se acontecesse  algo, ele ia saber, + só depois........
3º ele dizia que não me amava +, e nem sentia amor pelo filho. então como continuar assim esse casamento?
eu não sou perfeita. confesso que eu cuidei sim muito + do meu filho do que de qualquer outra coisa, + eu sou mãe! e também era mulher dele. a casa sempre estava limpa, e a comida feita. independente dele chegar de bom ou mau humor, independente dele amar o filho ou não............ e que ele queria que eu fizesse? que rejeitasse meu filho em nome de uma suposta felicidade que ele pregava? não. se Deus ouviu minhas horações e me deu esse filho, minha obrigação era cuidar dele! não deixá-lo a própria sorte!
quantas e quantas vezes tentei colocar o menino em seu colo, e o que dava??? "  *o joão lucas ainda não fica durante um períldo longo no colo do pai dele, que por enquanto baixou a guarda e ta se fingindo de bom moço.
 Semana seguinte:
* ele ficou quarta-feira e quinta no colo do pai, mas ontem em 7 minutos ele ja tinha comessado a chorar. isso realmente não muda.
Semana seguinte:
 e falando do pai dele, ontem dia 21, ele disse que não gosta da atenção  que as pessoas dão pro João Lucas.. incluindo o ppai dele e os irmãos..
Semana seguinte: *  vc tem que ver diário como o menino chorou no colo dele. eu fiquei com muita dó. saía da sala pra não ver ele sofrendo. eu já tentei demais aproximar os dois, + não adianta.
Semana seguinte: 
hoje o jl chorou menos no colo do pai dele. mas ele fica irritado com ele.)
4º desda época da minha gestação que o problema é o mesmo, leia abaixo as frases do pai:
" ontem ele disse que não é apegado com o joão lucas. pode ser por isso que ele não estabelessa vínculos com a criança. mas eu também tenho que parar de insistir com isso. se ele não quer, é ele quem perde e não eu... isso pq eu ainda não te falei diário, que ele tem a capacidade de regeitar o único filho que deus lhe deu. ele não ama o joão lucas.
eu sempre tentei aproximar os dois, sempre fico falando pra ele colocar a mão na minha barriga mas ele não muda sabe. se eu não falo, ele não coloca, ele não se manifesta. eu tô parecendo mãe souteira. antes fosse, né? pelomenos tudo isso tinha um motivo. uma explicação. um porquê.
e isso me dói muito. eu fico disisperada, eu choro. pq eu já fui regeitada, e eu sei o quanto tudo isso machuca. e ele não me ajuda com nada, ele não faz nada.
____*
eu cansei de sofrer. de chorar, de me lamentar por algo que não tem + solução.
ele me ligou no dia 14/06, alegando querer notícias do filho que ele mesmo rejeita. e me ligou ontem dia 22, relatando a mesma coisa, e disse que daqui a duas semanas vem visitar o bebê. + eu só permitirei que a visita seja feita, se ele vier acompanhado pelo pai ou por 1 dos irmãos, por conta da ameassa que ele fez. e ele deu no dia 19, o vale dele que era o que havíamos combinado, enquanto não sai o divórsio. eu me sinto super mal em saber que ele vai voltar a pisar nessa casa, que ele vai dar uma de paisão sendo que não é, + eu preciso deixar ele ter contato com o joão lucas assim como eu sempre fiz, 1º pq isso pode me prejudicar durante o processo. ainda mais ele se fazendo de vítima como faz. e 2º, pq meu filho pode me cobrar isso futuramente. então eu preciso registrar tudo para que ele tenha provas de que tentativas foram feitas. + o pai dele não quis mudar. e 3º pq ele deu a penção do menino. então não da pra  suspender a visita. e de coração mesmo, eu não quero que ele odeie o pai nem nada disso. quero que eles tenham vínculo, + eu estou muito machucada pra vê-lo de novo. depois de muito sofrimento.  totalmente disnescessário. ele podia ter sido um super pai, um bom marido, e ainda estaria aqui. acompanhando o crescimento do filho, e zelando pelo nosso casamento. + as coisas não foram assim, e temos que encarar a realidade. finich! chega de coisas tristes!
esses são trechos extraídos do meu diário, que servem para que você note como o pai do meu filho fez mal

sábado, 13 de junho de 2015

--atualisações!

Ois para todos!(as).
Bom, iniciarei o post, falando que nesta sexta-feira que passou, (dia 5), meu amor completou seus 4 meses de vida, e estava meio resfriadinho. com corisa, teve um pouquinho de febre, e uma tossinha leve.
nós fomos para sua 4ª consulta, e ele pesa:
6:0 quilos;
mede:
64 centímetros;
A pediatra não liberou papinha de frutas, e também disse que não será nescessário complementar sua alimentação com leite artificial, e mamãe vibrou de alegria!!!!
Porém, nos deparamos com algo  que me assustou um pouco. Ela alegou que a sustentação da cabecinha dele está incompleta. Isso significa que ele não consegue manter a cabecinha firme por muito tempo. Então ela recomendou que eu deixasse  ele de brussos, para que assim ele pudesse levantar + a cabeça, e dar força a musculatura de seu pescocinho.
também ensinou um outro exercício, e recomendou que fosse feito um ultrasson  de fontanela, (pelo fato do pai dele ter idrossefalia.)
este exame será feito no dia 15/06, próxima segunda-feira.
Desde que ela disse a respeito deste assunto, eu venho fazendo com ele os exercícios recomendados, e tenho notado uma grande melhora desde então!
Outra coisa também me preocupou:
Seus testículos não estão normais.
Um está no lugar correto, e o outro não.
Ela disse que por enquanto não é nescessário preocupar-se, mas que ficaremos observando.
(Novamente foi mensionado o pai dele que tem o mesmo problema. Por isto os médicos o consideiravam estério.)
Tirando esses dois detalhes, ela disse que meu filho está ótimo, e receitou que ele tomasse  paracetamol por causa da febre.
Já se passou uma semana desde que ele foi consultado, e o que ocorreu de diferente, foi que na sua gengiva, surgiram já os desenhos dos dentinhos que irão nascer. então eu estou usando nene dent, dou a ele mordedor gelado para aliviar a coceira  e refrescar, e ele também ganha muito colo e carinho, porque ele fica extremamente irritado com isso!
Terça-feira e ontem foram os dias + críticos.
+ Eu só tenho que agradesser a Deus pela vida do meu anjinho, e que ele continue nos abençoando, assim como tem feito desdo momento em que eu descobri minha gestação!
Em breve eu voltarei para falar sobre uma coisa que aconteceu nessa semana, e mudou toda a nossa vida. Beijos pra todo mundo!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

artigos sobre o leite materno


ALEITAMENTO MATERNO
Keiko Teruya é médica pediatra e professora da Faculdade de Medicina da Fundação Lusíada de Santos.
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Nossa espécie, o Homo sapiens, pertence à classe dos mamíferos, animais que amamentam os filhos quando nascem. Fiéis às origens, durante toda a história do homem na Terra, as crianças foram amamentadas no peito da mãe. Nos anos 1950, porém, mudanças sociais e econômicas resultantes da industrialização e da entrada da mulher no mercado de trabalho contribuíram para a quebra desse paradigma. Muitas precisaram suspender a amamentação dos filhos para sair de casa logo cedo e assumir posições profissionais. A solução que lhes restou foi alimentar suas crianças com mamadeiras, leite em pó e os suplementos que as indústrias encarregavam-se de produzir e apresentar como excelentes substitutos do leite materno.
Pagamos um preço alto por isso, porque não tardaram a aparecer estudos elencando as desvantagens desse tipo alimentação. Atualmente, a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mãe amamente os filhos, durante os seis primeiros meses de vida, exclusivamente com leite do seu peito. A partir dos seis meses até os 2 anos, outros alimentos devem ser introduzidos na dieta e oferecidos ao bebê em colherinhas e não mais na velha e superada mamadeira.
VANTAGENS DO LEITE MATERNO
Drauzio — Quais as consequências que essa mudança de paradigma ocorrida nos anos 1950/1960 acarretou?
Keiko Teruya – A história já se encarregara de demonstrar que era possível alimentar o ser humano com outro leite que não o materno. Haja vista, o caso de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, que segundo a lenda foram amamentados por uma loba. No nosso caso, a escolha recaiu principalmente sobre o leite de vaca. Só que, apesar de o Homo sapiens ser o animal mais adaptável dentro da escala zoológica, há sempre um preço a pagar por essa quebra de paradigma, pois o leite materno diminui o risco de maior suscetibilidade alérgica, infecções e até mesmo de morte infantil.
Drauzio – Quais as vantagens do leite materno em relação aos outros tipos de leite?
Keiko Teruya — Ele contém todos os nutrientes necessários para garantir o crescimento saudável da criança. ALém disso, olhos nos olhos, mãe e filho estabelecem a primeira linguagem efetiva de amor.
PRODUÇÃO DO LEITE MATERNO
Drauzio – Como é a dinâmica da produção do leite materno?
Keiko Teruya — A sucção desencadeia um reflexo hormonal: a prolactina (hormônio produzido pela hipófise) promove a produção de leite e a ocitocina, sua descida para a região da aréola mamária. O espantoso é que toda a mulher pode produzir leite mesmo que não tenha gerado a criança que suga seu peito e, quanto mais ela suga, mais leite aparece. Para ser didática e simples, digo às mães que, enquanto o bebê mama, um carteiro leva uma mensagem para a cabeça dela avisando que lá embaixo tem gente precisando de leite. Se a criança reclama – “Mãe, aqui não está saindo leite” -, o mensageiro transmite nova ordem ao cérebro materno – “Solte o leite” – no que é logo obedecido.
Drauzio – Esse mecanismo pode ser alterado de forma que algumas mães apresentem dificuldade para amamentar e produzir leite?
Keiko Teruya – Se a ocitocina não passasse pelo hipotálamo, não haveria tanto problema. Acontece que ela passa e quando a mãe está nervosa, tensa, cansada, levou um susto ou teve um grande aborrecimento, um bloqueio impede-a de soltar o leite. A expressão “esconde o leite” reflete bem o que ocorre nessas situações. Entretanto, se a criança continuar sugando, novo comando será transmitido ao cérebro da mãe que deixará o leite fluir.
AMAMENTAR NÃO DÓI
Drauzio – Como é possível manter essa tranquilidade se algumas mulheres sentem dor enquanto amamentam, porque o mamilo rachou, por exemplo?
Keiko Teruya – A amamentação deve ser absolutamente indolor. Partindo do seu exemplo, o mamilo não racha se a criança for colocada na posição correta e pegar direito o peito. Por que ocorre a rachadura? Ocorre porque a criança não consegue pegar a areola, a parte do seio que não dói. Sempre peço que as mães apalpem suas mamas e lhes pergunto onde são mais sensíveis. Todas as respostas coincidem: o bico é a parte mais dolorida. Fica claro, então, que ali a criança não pode sugar porque vai doer. No entanto, se a criança sugar na região areolar onde ficam os bolsões de leite que devem ser espremidos para liberá-lo, não haverá desconforto nenhum. Se a mulher sente dor quando o filho mama, a dinâmica da sucção deve estar incorreta.
Drauzio – No decorrer da gravidez, a mulher pode tomar alguns cuidados que  deixem  seus seios em melhores condições para a amamentação?
Keiko Teruya – Antigamente, as mulheres eram orientadas para tomar sol e fazer massagens de protusão dos mamilos. Estudos posteriores demonstraram que essa indicação não tinha o menor fundamento. O que realmente importa para evitar rachaduras e, consequentemente, dor é a criança estar bem posicionada e ter boa sucção.
Drauzio – É difícil amamentar um bebê?
Keiko Teruya – As mães aprendem a amamentar com extrema facilidade. Eu lhes digo que o primeiro contato entre mãe e filho deve ocorrer na hora do nascimento, porque na primeira meia hora a criança está lúcida.
Mais tarde, no quarto, ela irá aprender como posicionar corretamente a criança durante as mamadas. A criança deve ficar de frente para o peito da mãe (principalmente para a região areolar), pois é a pressão de sua gengiva na areola que solta o leite. Se ela sugar só na pontinha, o leite não sai. Sua cabeça deve estar alinhada com o tronco, ou seja, a criança não pode estar torta e seu corpo deve ficar colado aocorpo da mãe o tempo todo.
LEITE FRACO E LEITE FORTE
Drauzio – Algumas mães dizem — ah, meu leite está aguado — e suspendem a amamentação ou completam as mamadas com mamadeiras. Existe leite materno fraco ou forte?
Keiko Teruya – Não existe leite fraco ou forte. Existe leite bom para a criança. Às vezes, as mães consideram seu leite fraco porque o comparam com o leite de vaca, que é mais denso e consistente o que, de certo modo, o torna impróprio para o ser humano. O bezerrinho, em um ano e meio ou dois, deverá ter-se transformado num animal adulto. O ser humano precisa de 16 a 18 anos para completar seu ciclo de desenvolvimento.
Por que as mães acham que seu leite é fraco? Porque, quando a criança toma mamadeira, parece que fica mais tempo sem fome e dorme mais. Isso acontece porque a digestibilidade do leite de vaca, cujas moléculas são maiores, é muito lenta e provoca uma sobrecarga nos rins. A criança se sente como o adulto que comeu uma feijoada: de estômago cheio e sonolenta, largada. As mães não costumam estabelecer essa relação e julgam que seu leite está fraco.
Além disso, ao contrário do leite de vaca, que é inerte, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos.
Drauzio – Essa coisa viva a que você se refere são os glóbulos brancos?
Keiko Teruya – São os glóbulos brancos, os anticorpos que a mãe passa para o filho. Hoje, sabemos que além dos macrófagos e dos linfócitos T, entre outros, o leite materno possui imunomodeladores, substâncias que ativam a imunidade da criança. Por isso criança que mama na mãe dificilmente morre e, quando adoece, se restabelece mais depressa.
PREVENÇÃO DE DOENÇAS
Drauzio – Quais são as doenças mais frequentes em crianças que não são amamentadas no peito?
Keiko Teruya – A mais frequente é a diarreia. A criança amamentada no peito está dezessete vezes mais protegida contra essa doença, porque no leite materno existe um anticorpo chamado IGA secretora que recobre a mucosa intestinal protegendo-a contra infecções e recobre tembém a mucosa da árvore brônquica e dos ouvidos, prevenindo otites e pneumonias. A longo prazo, a prevalência de certas patologias como a aterosclerose, alguns tipos de câncer, obesidade e diabetes é menor nas crianças amamentadas no peito.
Drauzio – Muitas mães perguntam se, quando estão gripadas, podem amamentar o filho?
Keiko Teruya – Podem e devem. Durante o processo gripal, a imunidade da mãe está sendo ativada. Como seu leite é constituído por células vivas, seus anticorpos são transmitidos diretamente para a criança durante as mamadas.
Drauzio – Não há o risco de o vírus ser transmitido também pelo leite?
Keiko Teruya – Na verdade, a mãe transmite o vírus e o tratamento, porque seu leite carrega os anticorpos necessários para combater o agente agressor. Mesmo que suspenda a amamentação, ao cuidar do bebê, ela estará correndo o risco de transmitir a doença com a agravante de não lhe transmitir as defesas (imunoglobulinas, macrófagos e até interferon) que o leite transporta.
USO DE MEDICAMENTOS
Drauzio – Existem restrições quanto ao uso de medicamentos durante o período de amamentação?
Keiko Teruya – A maioria dos remédios está liberada durante a amamentação. Se a mãe tiver uma dor de cabeça, pode tomar um analgésico sem medo. No entanto, existem algumas contraindicações, como é o caso dos imunossupressores e de alguns hormônios. Casos que não admitem suspender a medicação, como os de hipertireoidismo materno, exigem acompanhamento bastante cuidadoso.
Drauzio – E em relação aos tranquilizantes?
Keiko Teruya – As mães podem tomar tranquilizantes desde que em doses absolutamente controladas. Lítio, nos casos de transtorno bipolar, e ergotamina, nas crises de enxaqueca, precisam ser ministrados com muita cautela. No entanto, contradizendo o que se pensava anteriormente, a maioria dos antibióticos e quimioterápicos não apresentam contraindicações indesejáveis durante amamentação.
O Ministério da Saúde publicou um livreto – “Aleitamento Materno: Amamentação e Drogas”, disponível em qualquer Posto de Saúde – que contém informações importantes sobre o uso de medicamentos. Por exemplo, se a mãe precisa ser medicada contra a esquistossomose, lendo o livro descobrirá que nada a impede de tomar o remédio prescrito.
RITMO DAS MAMADAS
Drauzio – Que critério a mãe deve adotar para estabelecer o ritmo das mamadas? Ela deve obedecer a um horário rígido ou guiar-se pelo choro da criança?
Keiko Teruya – Livre demanda é o critério a ser adotado. Os bebês não nascem conhecendo relógios nem horários, mas a mãe sempre percebe quando chegou a hora de amamentar. Não é preciso que a criança chore. Sua irritabilidade ou agitação bastam para que ela saiba que o filho necessita de seu peito.
Drauzio — Existem instruções para orientar a mãe no que se refere à troca de peito?
Keiko Teruya – A criança deve mamar num peito até soltá-lo espontaneamente e só então lhe deve ser oferecido o outro. Há um teste simples que demonstra a eficácia desse procedimento. Antes de iniciar a mamada, pede-se à mãe que retire um pouquinho de leite e reserve. Em seguida, o seio é oferecido ao filho. Quando ele o soltar, ela tira mais um pouco de leite desse mesmo seio e compara as duas amostras. O primeiro é ralo e bem clarinho, pobre em gorduras, mas rico em açúcar e água. O outro é escuro.
Essa diferença é uma prova de que a natureza é sábia. A criança tem necessidade dos dois leites: o anterior e o posterior. O primeiro serve para matar a sede; o segundo, para matar a fome e fazê-la engordar.
Nós, pediatras, estávamos errados quando apregoávamos 15 minutos num peito, 15 minutos no outro. Geralmente, a mãe que tem num único peito leite suficiente para alimentar a criança, deve começar a mamada seguinte pelo seio menos solicitado e deixar que o primeiro e esgote.
Drauzio – Na hora da amamentação, qual deve ser a atitude da mulher?
Keiko Teruya – Bem relaxada e com as costas apoiadas, de preferência com o pé todinho no chão, a mãe deve olhar para a criança, o que nela é uma reação quase automática, instintiva. Esse carinho, o cheiro que a mãe exala, essa dança entre mãe e filho ao amamentar são fundamentais para o desenvolvimento harmônico da criança. Por isso está certo quem diz que, se a criança receber amor, dificilmente devolverá violência.
Não faz muito tempo, entrou em contato comigo uma procuradora de justiça que estudou a criminalidade nas crianças que viviam em instituições. Ela concluíra que o desmame era a causa mais importante desse desvio comportamental. Essas crianças nunca haviam sido amamentadas e mãe que amamenta, não maltrata o filho. Não o espanca, não o queima nem quebra seus ossos e não o abandona.
Drauzio – Resumindo, quais as orientações da Organização Mundial de Saúde em relação ao aleitamento materno?
Keiko Teruya – A OMS aceitou uma proposta brasileira e recomenda o aleitamento materno por seis meses. A partir dessa idade até os 2 anos, outros alimentos serão introduzidos observando as etapas do desenvolvimento infantil. O branco do leite é substituído pelo colorido dos sucos de frutas, por exemplo; o líquido, pelo pastoso e depois pelo sólido. A recomendação é oferecer à criança o que a família come e não mais as sopinhas elaboradas de antigamente.
Drauzio — Sem usar a mamadeira?
Keiko Teruya — Sem a mamadeira e sem chupeta, que também deixou de ser recomendada. O ideal é não utilizar a mamadeira, porque a dinâmica de sucção é totalmente diferente da do peito. Para demonstrar a diferença, peço às mães que suguem seu dedo e depois seu punho. Ela vai notar que para sugar o dedo usa muito pouco a estrutura da boca. Praticamente só usa a língua. O mesmo ocorre com a criança e a mamadeira porque o leite sai quase por gravidade. Mamar no peito pressupõe muito mais esforço e empenho. E quem não gosta de sombra e água fresca?
Publicado em 08/08/2011

alimentos que interferem no leite materno:

Em princípio, a mulher que amamenta não precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saudável. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o bebê através do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimentação materna. Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno: 
Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.  
Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.
Bebidas alcoólicas: Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alcoólica durante a gestação estão bem estabelecidos, as consequências o álcool durante o período da amamentação foram pouco estudados. Mas alguns dados já foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos países ocidentais consomem álcool durante o período da amamentação; o consumo de bebida alcoólica pode reduzir a produção de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê. 
Leite e derivados: O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.  
Oleaginosas: Algumas crianças desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela mãe. O grupo das oleaginosas é formado por nozes, castanhas, amêndoas, amendoim, pistache entre outros. Não é muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim é uma causa importante de alergia alimentar.
Outros alimentos
Os primeiros meses de vida da criança são de acelerado desenvolvimento e formação de tecidos e ainda não se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na saúde da criança. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamentação ainda são escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados. 
Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares. 
Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, cólica, corisa, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.  
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/18102-alimentos-que-afetam-o-leite-materno

Peito de mãe- tudo que o leite materno pode fazer pelo bebê.
O leite materno, ao lado dos pêlos e do sangue quente, é o símbolo de uma classe animal que reúne alguns dos maiores e mais numerosos bichos do planeta. Dentre eles está o homem, que preserva no princípio da vida o instinto inerente aos mamíferos: a busca pelo alimento elaborado pelas glândulas mamárias de sua mãe. A cena da mulher amamentando o filho, mais do que bela e tocante, é a evidência fundamental de que a existência de ambos está íntima e eternamente ligada a esse ato. No entanto, ante a correria, as exigências e as conveniências do dia-a-dia moderno, esse ato de amor e excelência em nutrição está sendo relegado a segundo plano. Pois é, os bebês estão mamando cada vez menos — isso quando são amamentados —, o que significa riscos à saúde, além de ser uma violação ao primeiro direito da criança após o nascimento, que é o de receber o melhor alimento, o leite de sua mãe.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aleitamento materno deve ser mantido até os dois anos de idade do nenê ou mais. Na prática, a mãe tem de dar ao filho, até os seis meses de vida dele, apenas o peito. Depois disso, a recomendação é a de que ela inclua no cardápio do pequeno outros alimentos, sem interromper a amamentação por mais, pelo menos, um ano e meio. Essa orientação tem como objetivo garantir à criança os benefícios do aleitamento materno. O leite materno nutre, protege contra doenças e infecções e ajuda no desenvolvimento do bebê. Além disso, estreita a relação entre mãe e filho. Pesquisas comprovam que bebês menores de seis meses, que não foram amamentados ou que foram desmamados, precocemente, apresentam riscos 14,2 vezes maior de morrer por diarréia e 2,5 vezes mais de serem vítimas de doenças respiratórias fatais.
A informação mais importante que as mães precisam receber é que essa história de que “meu leite é fraco” não existe, é puro mito! Toda mulher tem potencialidade para amamentar e o aspecto do leite nada tem a ver com a qualidade dele. Se a mãe tem uma dificuldade para dar o peito em um primeiro momento, é preciso paciência e, eventualmente, o apoio de um profissional de saúde. Se o bebê chora, mesmo depois de mamar, isso não tem nada a ver com o valor nutritivo do leite, pode ser cólica, posição de mamar, o jeito que ele pega no bico do peito e inúmeras outras coisas, menos “leite fraco”. Além disso, as pessoas que afirmam que a criança não está crescendo porque o leite é fraco, não sabem o que estão dizendo. Gordura não é saúde e a curva de crescimento durante a amamentação é muito diferente.
Amamentar significa dedicação e disponibilidade para o filho. Só assim ela se torna prazerosa. Infelizmente, as pessoas têm cada vez menos tempo. A própria licença à maternidade, que deveria ser de seis, é de apenas três meses, dificultando o aleitamento exclusivo. Na prática, as mães acabam não conseguindo conciliar seu tempo. Resultado: involuntariamente, ela e o bebê interrompem o processo de amamentação, já que a mamadeira é bem mais prática, embora seja infinitamente menos benéfica.
O aleitamento também é positivo para a mãe. Ele diminui o risco de obesidade e diabetes após o parto. Outra boa notícia é que contribui para a redução do risco de câncer de mama e de ovário. Há ainda as vantagens econômicas de se dar o peito para os bebês. Por fim, o aleitamento ajuda a mãe no espaçamento entre as gestações.
A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses já foi adotada em diversas localidades, dentro e fora do país. Mais de 70 prefeituras brasileiras já estenderam o benefício para as funcionárias. Esse é um passo importante para estimular a construção do vínculo mãe-bebê, com mais segurança e saúde para ambos.
BANCO DE LEITE

O Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano do Mundo, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Existem quase 200 unidades no país, dispostas em todos os estados e no Distrito Federal. São centros especializados, vinculados a um hospital materno e/ou infantil, responsáveis pela promoção do aleitamento materno e execução das atividades de coleta, processamento e controle de qualidade de colostro, leite de transição e leite humano maduro, para posterior distribuição, sob prescrição do médico ou de um nutricionista. A distribuição do Leite Humano Ordenhado e Pasteurizado acontece de acordo com os critérios estabelecidos pelo Governo Federal. Os bebês selecionados como receptores normalmente apresentam uma ou mais das indicações abaixo:
? Prematuros e recém-nascidos de baixo peso que não sugam
? Recém-nascidos infectados, especialmente com enteroinfecções
? Portadores de deficiências imunológicas
? Portadores de diarréia protraída
? Portadores de alergia a proteínas heterólogas
? Casos excepcionais, a critério médico

http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/52/artigo57548-1.asp/


ALEITAMENTO MATERNO Os pais de uma criança que está sendo amamentada ao seio recebem constantemente uma quantidade enorme de informações. Infelizmente, mesmo quando bem intencionadas, nem todas estas informações servem para ajudar aos pais e sua criança.
É muito comum ouvirmos opiniões do tipo:

A mulher que fez plástica nos seios não consegue amamentar.

Amamentar ao seio faz a mãe aumentar de peso.

Algumas mães têm o leite fraco.

Algumas mães têm pouco leite.


Todos estes comentários, e muitos outros que se ouve diariamente, não são verdadeiros. O tamanho dos seios não influencia a amamentação pois o tamanho e a forma dos seios são dados pelo tecido gorduroso e o leite é produzido pelo tecido glandular. A quantidade de tecido glandular é aproximadamente a mesma em todas as mulheres. Também na cirurgia plástica dos seios este tecido glandular é preservado, não interferindo com a amamentação. Não existe relação clara entre a amamentação e o ganho de peso das mães. As mudanças de peso da mãe que amamenta são devidas a uma grande variedade de fatores. Algumas mulheres ganham peso enquanto outras perdem, sendo que isso ocorre também com as mães que usam alimentação artificial (mamadeiras).
Um benefício grande da amamentação é que ela estimula a liberação da substância que atua na contração do útero. Isto pode auxiliar na recuperação mais rápida da sua "antiga forma". Outro benefício é que a amamentação ao seio exige um gasto calórico muito grande da mãe, auxiliando na recuperação do seu peso normal. Não existe leite fraco! Algumas vezes, contudo, você pode achar que o seu bebê está querendo mais leite do que você está produzindo. Existem algumas maneiras fáceis de você aumentar sua produção de leite:
 

Aumente a freqüência das mamadas. Se você está oferecendo o seio a cada 3 horas durante o dia experimente, por uma semana, oferecer o seio a cada 2 horas. Isto, muitas vezes, é estímulo suficiente para que a produção de leite aumente. Lembre-se de que quanto mais vazios os seios ficarem durante o dia, maior será o estimulo para o aumento da produção.

Permita que bebê mame durante mais tempo. As crianças têm ritmos diferentes de mamar, assim como os adultos comem em velocidades diferentes. Aumentar a duração das mamadas pode permitir que uma criança mais tranqüila para mamar consiga retirar todo o leite do seio, coisa que uma criança mais ávida faz num tempo bem menor.
Muitas vezes estas simples medidas são suficientes para que uma mãe que acredita ter "leite fraco" passe a amamentar o seu filho com satisfação para ambos. Benefícios do Aleitamento A amamentação ao seio traz uma grande quantidade de benefícios para a mãe e para sua criança.
O aleitamento materno tem várias vantagens para a mãe, tais como:
 

Reduz a incidência de câncer de mama.

Protege a mulher contra a osteoporose.

Torna mãe e filho mais íntimos.

 
Entre as vantagens para o bebê estão:
 

redução da incidência de doenças alérgicas, como alergias alimentares e asma.

redução da ocorrência de diarréia.

Reduz a incidência de diabetes.

redução no número de internações hospitalares.

redução na ocorrência de otite média.

redução na ocorrência de infecções respiratórias.
Além das vantagens do aleitamento, somente em raríssimas ocasiões - como na mãe portadora do vírus HIV - ele está contra-indicado. Na imensa maioria das vezes, todas as dificuldades referentes à amamentação ao seio são de fácil solução, desde que consultada a pessoa adequada. Mesmo a mãe que trabalha fora pode continuar oferecendo o seu leite como alimento à sua criança, basta que o esgote e armazene. Também é verdade que existem outras formas de alimentarmos nossas crianças e a escolha do alimento mais adequado deve levar em consideração toda a estrutura de vida e crenças da família. Podemos também oferecer alimentação mista (leite materno e fórmula) à criança. É muito importante, contudo, que a mãe tenha consciência de que a amamentação ao seio é uma das experiências mais gratificantes para a imensa maioria das mulheres e que devemos fazer todas as tentativas para que ela seja mantida durante o máximo de tempo possível.
http://www.abcdasaude.com.br/pediatria/aleitamento-materno

--triste. fim da minha licença.

Ois galerinha do bem! essa semana eu estou correndo abessa. parece que vai nascer o 1º dentinho do meu príncipe, que está chorando muito, e nós já estamos usando nene dent. infelizmente seu choro incontrolável começou na segunda-feira, e a consulta dele é só amanhan, dia 5. então eu decidi usar o medicamento por minha conta. era muito triste ver ele chorar com todo aquele incômodo. só conseguia dormir no meu colo, depois de muitas lágrimas.
além disso, eu dei cha de camomila pra ele se acalmar, e essa noite ele dormiu melhor.
além disso, eu não queria sequer tocar no assunto + a hora chegou. minha licensa acaba dia 8 de junho, e eu estou muito deprimida por isso. porque eu não quero parar de amamentar meu filho por nada desse mundo. eu vou pegar + 14 dias de afastamento por conta da amamentação, e depois entro de férias. nesse intervalo de tempo, vou ter que aprender a tirar meu leite, para que não seja preciso complementar a alimentação dele.
--atualisando a respeito desse fofinho, hoje 04/06/15, deu sua 1ª gargalhada! foi muito gostoso ouvir. até filmei! bom, amanhan eu volto pra falar sobre a consulta dele! (vamos torser pra ela dizer que está tudo ok!)











quinta-feira, 28 de maio de 2015

---experiências parte 3. (mais um trecho do livro a encantadora de bebês.)

Começo  esse post, dizendo que a cada dia, descubro algo a mais que me encanta no meu pequeno-príncipe.
Nós estávamos brincando na cama, (porque agora ele já está interagindo mais, e também pronuncia  alguns sons como C O, do, go, gui, ki, e etc.
E eu notei que ele fazia um outro barulho, e coloquei uma das minhas mãos no rostinho dele. observando o movimento de sua face, eu pensei "será que ele está sorrindo?" só de pensar nessa ipótese, eu sorri, e coloquei a mão no meu próprio rosto, pra observar o movimento. continuei inteiragindo com ele que fez o mesmo som, e quando eu coloquei a mão em seu rostinho, pude observar que o movimento que ele fazia, era o que eu havia feito quando sorria para ele. --sim, ele estava sorrindo pra mamãe!--
eu esperava muito por esse momento, assim como eu espero ouvir ele falar "mamãe".
só que eu imaginava que teria que aguardar pelas gargalhadas, (que são risos que emitem sons.)
+ não foi nescessário. sem querer, acabei descobrindo algo que me agradou muito! hojr eu fico extremamente feliz ao ver seus risinhos durante nosso longo dia! é tudo de bom.
___vou deixar para vocês trechos do livro a encantadora de bebês, que eu considero interessantes, (afirmando que hoje em dia, nós seguimos por exemplo uma forma diferensiada de dar banho nos bebês ou até mesmo de massageá-los.)
não é preciso adotar um livro como um caderno de receitas. ele serve somente para nos orientar, e para sabermos + a respeito do universo infantil. --uma mãe que quer conhecer seu bebê, lê a respeito. + uma mãe que conhece seu bebê, não faz somente uso dos livros, + também leva em consideiração às experiências vividas para descobrir quem é, e como é seu pequeno milagre.--


& O Banho Passo a Passo:
Meu Guia de Dez Etapas
Aqui está o procedimento de banho que ensino às minhas alunas. Cada uma das etapas é importante. Antes de começar o banho, deixe todo o material necessário à mão (veja o quadro da página 185), de modo que não se atrapalhe ao tirar o bebê da água. 

 Sei que algumas pessoas lhe disseram que você pode dar banho no bebê na pia da cozinha, mas eu prefiro o banheiro que é o local apropriado para o banho. 

 Enquanto você lê estes passos, lembre-se de que também deve manter um diálogo com o bebê durante todo o processo. Converse com ele. Ouça e observe as respostas dele e fique dizendo o que está fazendo. 

 i. Crie o clima. Verifique se a temperatura do banheiro está agradável (entre 22 e 24 °C). 

 Coloque uma música de fundo, qualquer música suave serve (ela também ajudará você a relaxar). 

 2. Encha dois terços da banheira com água. Coloque duas tampas de sabonete líquido para bebês diretamente na água, que deve estar em temperatura de cerca de 37 °C, ligeiramente mais alta que a do corpo. Teste a água no pulso, nunca na mão; ela deve estar morna, e não quente, porque a pele do bebê é mais sensível que a sua. 

 3. Segure o bebê. Coloque a palma da mão direita no peito do bebê e cruze os dedos de forma que três dedos fiquem sob a axila esquerda dele, e o polegar e o dedo indicador, pousados no peito (inverta se você for canhota). Deslize a mão esquerda pela nuca e pelos ombros do bebê e incline ligeiramente o corpo dele para a frente, transferindo o peso do corpo para a sua mão direita. Agora, coloque a mão esquerda sob o bumbum dele e o erga. Apoiado na mão direita, o bebê estará em uma posição semelhante à sentada, ligeiramente inclinado para a frente e suportado pela mão esquerda. 

 Nunca coloque o bebê na banheira molhando primeiro as costas - ele fica desorientado, como quando se pula de costas na água. 

 4- Coloque-o na banheira. Vá colocando o bebê na banheira naquela posição sentada- primeiro os pés, depois o bumbum. Então, transfira a mão esquerda para a parte posterior da cabeça e do pescoço dele, para apoiá-lo. 

 Lentamente, mergulhe-o na água. Agora, sua mão direita está livre. Utilize-a para colocar um pano úmido no peito dele e mantê-lo aquecido. 

   5. Não use o sabonete diretamente na pele do bebê. Lembre-se de que você já colocou o produto na água. Com os dedos, limpe o pescoço e a área da virilha. Erga um pouco as pernas dele, de modo que você consiga alcançar o bumbum. Depois, pegue uma canequinha de água limpa e morna e derrame-a sobre o corpo dele, para retirar a água com sabonete. Ele não andou brincando na areia, querida, por isso não está realmente sujo. Nessa época, o banho é mais para estabelecer uma rotina do que para limpar. 

 6. Use um paninho para lavar a cabeça dele. Em geral, os recém-nascidos não têm muito cabelo. Mas se o seu tiver, você não precisa de shampoo e condicionador. Pegue um paninho aberto e deslize-o sobre o couro cabeludo dele. Derrame água limpa para enxaguar, tomando o cuidado de não deixar que ela caia nos olhos do bebê. 

 Nunca deixe obebê sozinho na banheira. Se poracasotiver esquecido o sabonete, enxágüe o corpo dele com águalimpa- e lembre-se de ter tudo à mão no próximo banho. 

 7. Não deixe entrar água nos ouvidos do bebê. Não deixe a mão que esta apoiando as cost sa dele mergulhar muito na água. 

 8. Prepare-se para terminar o banho. Com a mão que está livre, pegue a toalha com capuz. 

 Coloque o capuz (ou então o canto de uma toalha grande) entre os dentes e prenda as extremidades nas suas axilas. 

 p. Tire o bebê da água. Cuidadosamente, coloque o bebê na posição sentada que utilizou no começo do banho. A maior parte do peso dele ficará na sua mão direita que, com os dedos cruzados, está apoiando o peito. 

 Erga o bebê de costas para você e coloque a cabeça dele no centro do seu peito, um pouco abaixo de onde está o capuz (ou o canto da toalha grande). Enrole as pontas da toalha ao redor do corpo do bebê e vista o capuz. 

 Produtos Essenciais para o Banho   Banheira plástica com a parte inferior plana. Eu gosto mais de colocar a banheira sobre um cavalete do que no chão, porque assim a posição maltrata menos as costas da mãe e porque os cavaletes geralmente têm gavetas e uma estante para manter tudo ao alcance. Você precisa de:   uma caneca de água limpa e morna;   sabonete líquido para bebê;   dois paninhos para lavá-lo;   toalha com capuz ou de tamanho grande;   roupas e fralda limpas prontas no trocador. 

 10. Coloque-o sobre o trocador, para vesti-lo. Faça exatamente da mesma forma pelos primeiros três meses: a repetição proporciona segurança. Com o tempo, dependendo da natureza do   bebê, em vez de vestir o pijama imediatamente após o banho, você pode fazer uma massagem neste momento para relaxá-lo. 

 Os Benefícios da Massagem
As primeiras pesquisas sobre massagem infantil se concentraram nos bebês prematuros, demonstrando que uma movimentação controlada poderia estimular o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, melhorar a circulação, tonificar os músculos e reduzir o estresse e a irritabidade. A próxima conclusão foi de que os bebês normais também eram beneficiados com a massagem. Na realidade, a massagem é considerada uma forma maravilhosa de estimular a saúde e o crescimento infantil. Independentemente das pesquisas, sei por experiência própria que ela ensina o bebê a apreciar o poder do toque. 

 Os bebês que foram massagea-dos parecem sentir-se mais à vontade com seu corpo enquanto crescem e aprendem a engatinhar. 

 O curso de massagem infantil que ministro em minha clínica na Califórnia (EUA) é um dos mais procurados. Afinal, é uma chance para os pais conhecerem o corpo do filho e ajudá-lo a relaxar; além disso, pais e filho sentem- se mais ligados e sintonizados. 

 Pense por um momento em como os sentidos do bebê se desenvolvem. Depois da audição, que começa no ventre, o próximo sentido a ser desenvolvido é o tato. Ao nascer, o bebê experimenta uma mudança de temperatura e estimulação tátil. Seu choro nos diz: "Ei, eu estou sentindo isso". Na realidade, as sensações precedem o desenvolvimento das emoções, isto é, o bebê sente calor, frio e fome antes de saber o que tais sensações realmente significam. 

 Embora eu já tenha visto algumas mães começarem antes com a massagem, a idade de 3 meses é a ideal para o início dessa prática. 

 Comece lentamente e escolha um horário em que você não está agitada ou preocupada, para ficar totalmente envolvida no processo. 

 Você não pode acelerar a massagem ou distrair-se enquanto a realiza. E não espere que o bebê fique deitado quietinho por quinze minutos logo na primeira vez em que você tentar. Comece esfregando suavemente a pele dele por três minutos e aumente o tempo progressivamente. Eu adoro combinar a massagem com o banho noturno, porque é muito relaxante para o adulto e para o bebê. Mas se seu horário disponível for outro, tudo bem. 

 Naturalmente alguns bebês gostam mais da massagem do que outros. Os bebês Anjos, Livros- texto e Enérgicos se adaptam relativamente rápido. No caso dos bebês Sensíveis e Irritáveis, no entanto, é preciso começar mais lentamente, porque eles demoram mais para se acostumar ao estímulo. Com o tempo, a massagem pode ter o limiar estimulação ampliado, permitindo que a tolerância aumente gradu   mente. Um bebê Sensível encontrará alívio na natureza empática da massagem, e o bebê Irritável aprenderá a relaxar com ela. 

 A massagem pode até mesmo reduzir a tensão do bebê que sente cólica - essa tensão poderia aumentar o desconforto dele. 

 Uma das minhas melhores histórias de sucesso com a massagem é a de Timothy, um bebê tão Sensível que era difícil até mesmo trocar a fralda dele. 

 Ele chorava sempre que a mãe ou eu tentávamos colocá-lo na ba  nheira, a tal ponto que já tinha    quase 6 semanas quando conseguiu tomar um banho adequado. 

 A personalidade de Timothy deixava a mãe, Lana, muito chateada. 

 O pai, Gregory, perguntou-me se havia alguma forma de ajudar a cuidar do bebê. Ele já dava a Tim uma mamadeira com leite materno às 11 da noite, mas, durante o dia, ficava fora de casa. Eu sugeri que ele tentasse dar o banho no bebê, tarefa que freqüentemente designo ao pai. Assim dou ao pai a chance de conhecer melhor seu bebê e de entrar em contato com sua própria capacidade de cuidar de alguém. 

 Gregory começou lentamente com o banho e acabou conseguindo colocar Timothy na banheira. Depois, atribuí a Gregory outra tarefa: a massagem. Ele observou atentamente a execução dos passos que explico a seguir. 

 Tomamos muito cuidado, deixando Timothy acostumar-se primeiro com o meu toque e depois com o do pai. 

 Agora Timothy já tem quase 1 ano e ainda é muito sensível, mas já Percorreu um longo caminho. Sua capacidade de suportar a estimulação é, pelo menos em parte, um resultado direto do banho noturno e da massagem que o pai ainda lhe faz. É claro que Tim também seria beneficiado se a mãe o massageasse, mas, depois de um dia todo com seu bebê Sensível, Lana precisa de uma pausa noturna para recarregar as próprias baterias. Além disso, as crianças precisam desses momentos de ligação com o pai. Elas conquistam um tipo diferente de autoconfiança quando compartilham momentos de intimidade como esse. Portanto, enquanto Lana experimentava a proximidade envolvida na amamentação, Gregory tornou-se capaz de ter com o filho uma ligação semelhante, através do toque e do contato com a pele. 

 Materiais Essenciais para a Massagem

 Você pode posicionar o bebê no chão ou no trocador; escolha uma posição que também seja confortável para você. Serão necessários os seguintes materiais:     travesseiro;   colchonete à prova d'água;   duas toalhas macias de banho;   óleo para bebê, óleo vegetal ou um óleo para massagem com fórmula especial para bebê (nunca use óleos perfumados da aromaterapia, pois são muito fortes para a pele e para o olfato do bebê). 

 Massagem: Dez Passos para um Bebê Mais Relaxado

Como já fiz com o banho, ofereço aqui o processo em dez passos que costumo ensinar. Antes de começar, verifique se você já tem tudo à mão (veja "Materiais Essenciais para a Massagem" na página anterior). Lembre- se de ir devagar, de dizer ao bebê o que fará em seguida antes de tocá-lo e de explicar cada passo do processo. Se, em algum momento, o bebê parecer desconfortável (não é preciso esperar que ele chore, a contorção do corpo já é um sinal de desconforto), é a hora de interromper a massagem. 

 Não espere que o bebê fique deitado quieti-nho na primeira vez que você tentar fazer a massagem. Você terá de estimular progressivamente a tolerância dele, alguns minutos por dia. Comece com poucos movimentos, por apenas dois ou três minutos. 

 Depois de várias semanas, você já poderá fazer uma massagem de quinze ou vinte minutos. 

 1. Providencie um ambiente tranqüilo. O quarto deve estar em temperatura agradável, cerca de 24 °C, sem correntes de ar frio. Coloque uma música suave. Sua "mesa de massagem" consiste em um colchonete a prova d'água colocado sobre um travesseiro; cubra o colchonete com uma toalha macia. 

 2. Prepare-se para a experiência. Pergunte a si mesmo: "Eu realmente posso estar aqui e agora com meu bebê ou existe um momento melhor para fazer isso?". Se você tiver certeza de que pode se dedicar totalmente à massagem, lave as mãos e respire fundo algumas vezes, para relaxar. Depois, prepare o bebê. Deite-o. Converse com ele explicando: "Agora, nós iremos fazer uma massagem no seu corpo". Enquanto explica o que fará em seguida, despeje uma pequena quantidade de óleo (1 ou 2 colheres das de chá) na palma da mão e esfregue as mãos rapidamente, para aquecê-las. 

 3. Peça permissão ao bebê para começar. Você começa pelos pés do bebê e trabalha na direção da cabeça. Antes de tocar a pele dele, explique: "Agora, vou pegar seu pezinho. Estarei apenas deslizando as mãos na sola de seus pés". 

 4. Pés e pernas primeiro. Nos pés, realize o movimento de deslizamento dos polegares: um dos polegares esfrega o pé de baixo para cima, alter-nando-se com o outro polegar, que se move na mesma direção. Dê pancadinhas suaves na sola dos pés dele, desde o calcanhar na direção do artelho. Pressione toda a sola do pé. Pressione delicadamente cada um dos dedinhos. Você pode cantar "Um, dois, três, indiozinhos..." enquanto trata cada dedo. Massageie o peito do pé na direção do tornozelo. 

   Faça pequenos círculos ao redor do tornozelo. Enquanto sobe pelas pernas, faça um movimento suave de "torção": envolva a perna do bebê com as mãos: quando a mão superior se mover na direção da esquerda, a inferior se moverá para a direita, fazendo um movimento suave de torção da pele e dos músculos, estimulando assim a circulação nas pernas. Faça isso de baixo para cima, nas duas pernas. Depois, deslize as mãos pelo bumbum do bebê e massageie-o, dando pancadinhas suaves pelas pernas até os pés. 

 5. Agora, o estômago. Coloque as mãos sobre o estômago do bebê e faça movimentos suaves de deslizamento, do umbigo para as laterais do corpo. Com as duas mãos, massageie suavemente de dentro para fora. "Ande" com os dedos desde o estômago até o peito. 

 6. Peito. Diga "Eu te amo" e faça um movimento de "sol e lua", usando os dedos indicadores para traçar um círculo (o sol), que começa no topo do peito do bebê e termina próximo do umbigo. Agora, use a mão direita para ir de baixo para cima, desenhando uma lua (um C invertido), desde o umbigo até o topo do peito; depois, faça o mesmo com a mão esquerda (um C normal). Repita algumas vezes. Depois, faça um movimento no formato de um coração: coloque todos os dedos no peito do bebê, no centro do osso esterno e desenhe um coração, terminando no umbigo. 

 7. Braços e mãos. Massageie embaixo do braço. Faça um movimento suave de torção e depois use a mão aberta para massagear ambos os braços. Gire delicadamente cada um dos dedinhos do bebêe repita a música dos indiozinhos. Faça movimentos circulares ao redor dos pulsos. 

 8. Rosto. Tome cuidado e seja muito gentil quando massagear o rosto do bebê. Massageie a testa e as sobrancelhas e use os polegares ao redor dos olhos. Desça pelo nariz e massageie desde as maçãs do rosto até as orelhas e depois volte na direção dos lábios. Faça círculos pequenos ao redor do queixo e atrás das orelhas. Esfregue os lóbulos das orelhas e a parte inferior do queixo. Agora, vire o bebê de costas. 

 9. Cabeça e costas. Faça movimentos circulares na parte posterior da cabeça do bebê e nos ombros. Realizando um movimento de trás para a frente, deslize as mãos para cima e para baixo. Faça círculos pequenos ao longo dos músculos das costas, paralelos à coluna vertebral. Permita que suas mãos percorram todo o corpo do bebê, desde a nuca ate o bumbum e depois até os calcanhares. 

 10. Final da massagem. "Nós já acabamos, querido. Você não está se sentindo ótimo?" Se você seguir esses passos em todas as massagens, o bebê começará a esperar ansiosamente por esse momento. Novamente, lembre-se   de respeitar a sensibilidade dele: nunca continue a massagem se ele começar a chorar; debce passar algumas semanas e depois tente de novo, desta vez por um período mais curto. Posso garantir que, se você acostumar o bebê ao prazer do toque, ele não só terá benefícios a longo prazo, mas também terá mais facilidade para dormir - o assunto do nosso próximo capítulo.&