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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Indignada com o descaso das nossas calçadas.


Oi gente!
Venho dividir com vocês, o descaso da prefeitura de Vitória  no espírito santo.
Aqui em São Paulo, as coisas não são diferentes. Eu particularmente ja  tropessei  em vários buracos, meu noivo ja caiu também em alguns deles, mais leia a reportagen  abaixo, e opine.
Isso aconteceu com 1 casal de  amigos meus, e é revoltante!!!!!
Os políticos se preoculpam somente em ganhar, e não pensam em  consertarem nada, não pensam que as calçadas tem que ser niveladas, tem que ter proteção!
Assim como os  motoristas de ônibos  em algumas situações, não respeitam nossa condição de deficientes, e saem acelerando quando estamos decendo.
Outro disrespeito.
Eu concordo com o Carlos. Tem que ir mesmo atrás de seus direitos.
Deixo meus pesares a eles, e que as autoridades abram mais os olhos, e não se esquessam de que  cegos, surdos, deficientes físicos, deficientes mentais, pessoas idosas, crianças, e a população em geral, precisam de cuidados. Cuide  da sua cidade  ô prefeito!

 Deficiente visual cai em calçada  de 2 metros de altura em praia do ES
Estudante de psicologia quebrou o braço e pretende ir à Justiça.
Prefeitura estuda uma solução para o 'calçadão' de Camburi, em Vitória.
Eliana Gorritti e Amanda MonteiroDo G1 ES
http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/01/deficiente-visual-cai-em-calcada-de-2-metros-de-altura-em-praia-do-es.html

Carlos pretende processar a prefeitura.
(Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

O deficiente visual Carlos Alexandre Nunes, 26 anos, caiu de uma altura de mais de dois metros enquanto caminhava no calçadão da praia de Camburi, em
Vitória,
e quebrou o braço. O acidente aconteceu no domingo (20) quando o jovem, que é estudante de psicologia, voltava da Universidade Federal do
Espírito Santo
 ao lado da esposa, Alice Gerhardt, 20, também deficiente visual, após ela prestar o vestibular. A prefeitura se manifestou nesta quinta-feira (24) e informou
que estuda uma solução. O universitário pretende procurar a Justiça.

Segundo Carlos, o casal conseguiu uma carona até o calçadão após a prova de Alice. Eles foram   deixados no último ponto de ônibus, na altura do bairro
Jardim Camburi, mas foram informados de que o ponto estava desativado e que deveria retornar ao ponto anterior. “Como a gente já tinha costume de andar
no calçadão, na parte inicial, não me preocupei. Pensava que todo o calçadão era igual, que tinha o mesmo nível. Minha preocupação era me afastar do trânsito,
dos carros. Fui chegando para o lado da praia, mas acabei caindo", conta.

Carlos foi socorrido e levado para o Hospital São Lucas, na capital. Por enquanto, ele precisa de uma cadeira de rodas para se locomover. "Sinto-me desrespeitado
e vou procurar meus direitos. Como qualquer cidadão, eu votei. Mas a prefeitura só se preocupa com a beleza para quem pode enxergar", diz.

A prefeitura informou que pretende reformar o trecho do calçadão que vai da Mata da Praia até Jardim Camburi. A intenção é que o espaço receba o mesmo tratamento
urbanístico do trecho localizado entre os bairros Jardim da Penha e Mata da Praia. Entre os itens do estudo está a acessibilidade, implantada na primeira
etapa. A prefeitura diz que lamenta o acidente e que, se acionada, responderá aos questionamentos à Justiça.

Calçadão fia a mais de dois metros de altura da praia. No local não há barras de proteção.  (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Calçadão fia a mais de dois metros de altura da praia. No local não há barras de proteção. (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Um comentário:

estrelinha disse...

Abissurdo!!! e pior é em locais na beira da pista... porque será que a prefeitura só pensa na beleza, quando os cidadães estão por aí, se machucando, caindo, por falta de atenção a esses probleminhas.