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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

-- letra de uma música que lembra o começo do meu namoro:

oooi gente! um cantor espanhol chamado de farruco, tem uma letra que lembra muito o começo do meu namoro, creio que lembre o de muitos casais que se conheceram na adolescência, uma faze que é deliciosa e também perigosa.
Eu vou colar a letra aqui porquê eu gosto do balanso da música, e porquê lembra de la do comecinho, a gente ainda namorava no portão da escola, e tudo que era proibido, era mais gostoso! até hoje é assim, porém nós ja crescemos, e graças a deus ja espandimos demais esse  namoro de portão.
Beijos.
 Farruco:
Coisinhas Que Faziamos
Baby, sou euLembra-se de mim?
 Hey bonitonaVolta para mimEu não consigo te esquecerSinto sua falta
Olá! estou te ligando para ver como você está,Não quero incomodar,Sei que é tarde e não é hora de ligar,Mas eu preciso baby contigo falar
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Sinto falta das loucuras que faziamos escondidos na casa da sua avóE quando nós dois nos metíamos no banheiro da escola.
 É que você me beija no pescoço e me faz alucinarNão esqueço das coisas legais que faziamos no cinemaMinha mão sob sua saia, beijando-te o pescoço e as costas,Como esquecer bonitona quando  eu te buscava de madrugadaE esperávamos que a sua mãe dormisse para vc escaparDisposta a fazer comigo tudo o que eu quisesse,Estacionavamos o carro onde ninguém podia nos ver, que ...
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Como aquela vez na parte de tras do carro,Onde nos pegou o guarda aquele bem piorE espantou o que estávamos fazendo mais  Lembre-se baby são coisas babySão coisas que não se esquecem,Momentos que duram contigo toda a vida,Pegadas que ficam em sua mente e que nunca vai apagarJamais você vai esquecer. Eu sempre fico com ciúmes quando te vejo com outro,Sinto que morro e tenho que ligar, é que eu me desesperoVocê sabe que te amo, que sem você não posso, não posso te esquecer
Olá, Só estou ligando para ver como vc está, não quero incomodar,Eu sei que é tarde e não é hora de ligar,Mas eu preciso baby contigo falar
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Porque me sinto preso e sinto falta dos teus beijosE das coisinhas que faziamos quando tínhamos sexo,Gatinha em excesso
Espero que você entenda que, não queria incomodar,Simplesmente liguei para saber de ti, sinto sua falta
-

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

-- insônia? vamos aprender sobre ela...--

INSÔNIA - distúrbio do sono, causas, características, o que é insonia

Insônia

Insônia
O que é, causas, como evitar, distúrbio do sono, dificuldades de dormir

insônia
Insônia: dificuldades para dormir

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Introdução

A insônia é caracterizada pela ausência de sono ou por uma grande e prolongada dificuldade encontrada para adormecer.

Entendendo a Insônia

Esta falta de sono apresenta três características fundamentais: a dificuldade para pegar no sono, dificuldade em manter-se dormindo e o acordar precocemente
sem conseguir voltar a dormir novamente.

Cada uma destas características surge em um determinado estágio da insônia, por exemplo, a dificuldade em pegar no sono geralmente ocorre em seu estágio
inicial.

A dificuldade para manter-se dormindo, por um horário contínuo, já indica um estágio intermediário. A insônia conhecida como terminal, é aquela quando
o indivíduo desperta precocemente e já não consegue mais voltar a dormir.

Sabe-se que muitas podem ser as causas desencadeantes da insônia, entre elas estão os fatores físicos e os fatores psicológicos.

Entre as causas físicas podem ser considerados o excesso de luz, mesmo quando esta se encontra do lado externo do dormitório, cama desconfortável, alguma

doença
 das vias respiratórias, pois estas, geralmente dificultam a respiração causando grande desconforto. A poluição sonora, ou seja, a vivência em ambientes
com altos níveis de ruídos também desencadeia a insônia..

As causas psicológicas também podem ser muitas, como estresse, excesso de preocupações, depressão, excesso de emoções, como por exemplo, alegria excessiva,
ansiedade, etc.

Uma boa medida para amenizar os quadros de insônia é procurar tranqüilizar a mente, realizar atividades físicas preferencialmente no horário da manhã,
não ingerir café ou qualquer outra substância estimulante antes de dormir, entre muitas outras.

--- a origen do beijo, em fim, tudo sobre ele.....


Beijo na Boca

Beijo: tocar alguém ou algo com os lábios, com suavidade ou paixão. Mas é claro que o beijo significa muito mais do que isso. Descubra os segredos do beijo
na boca e entenda porquê ele é tão bom.

Por Tamara de Anda

   Terri e Ray se conheceram em um restaurante onde ambos trabalhavam como garçom e garçonete. Embora o dinheiro fosse pouco, ele a convidou para sair.
Tiveram vários encontros, durante os quais brincaram nos balanços das praças públicas, riram e se divertiram como adolescentes, apesar de já terem mais
de 20 anos. No fim de um desses encontros, chegou o momento que ambos aguardavam. Antes de se despedir, Ray perguntou: “Posso beijá-la?” Ela aceitou sem
a menor dúvida e, embora meio nervosa, lhe ofereceu os lábios. Os dois concordam que não foi um momento épico nem espetacular, não houve paixão arrebatadora
ao estilo hollywoodiano, mas aquele beijo marcou o início de 24 anos de uma história de amor que ainda está firme e forte.
   Embora pareça coisa de romance, o caso de Terri e Ray tem uma explicação científica: o beijo é muito mais do que um simples gesto de intimidade. Com
essa primeira aproximação física, certamente o jovem casal viu, mesmo sem saber, o sucesso do futuro relacionamento. Um estudo publicado em 2007 e liderado
pelo psicólogo Gordon Gallup mostra que beijar é uma maneira de trocar, de forma subconsciente e por meio dos sentidos, informações importantes sobre a
pessoa à nossa frente para saber se ela é ou não o par ideal. Essa “intuição biológica” não falhou no caso de Terri e Ray; eles têm dois filhos saudáveis
e felizes: Rachel, de 18 anos, e Jonathan, de 17.
   As possíveis consequências do beijo não parecem exageradas quando analisamos o que acontece no organismo no momento do contato. “Dos 12 pares de nervos
cranianos que temos, cinco são estimulados quando beijamos, enviando mensagens dos lábios, da língua e do nariz ao cérebro, que processa todos os movimentos
que acontecem”, diz o Dr. Amaury Mendes Junior, pós-graduado em Sexologia pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Trinta e quatro músculos
funcionam ao mesmo tempo e há liberação de oxitocina. “Também conhecida como ‘hormônio da união’, o nível de oxitocina aumenta depois do beijo”, acrescenta
ele.
   Na hora de beijar, o nariz tem papel importante. Não se trocam só olhares significativos, mas também aromas, antes e depois do beijo. Há algum tempo,
não se acreditava que os seres humanos pudessem perceber os feromônios, que promovem o namoro e o acasalamento em muitas espécies de animais. No entanto,
um estudo de 2003 demonstrou que o olfato pode ser fundamental na biologia reprodutora humana. O estudo mostra que os seres humanos têm receptores de feromônios
na membrana mucosa do aparelho olfatório cujo papel é importantíssimo na maneira como nos relacionamos com o sexo oposto.
   Essa pode ser uma pista de como as mulheres conseguem perceber a compatibilidade genética dos homens, e estes, a fertilidade da mulher.

Quem inventou o beijo?

Examinando a cadeia evolutiva, é fácil imaginar a origem desse delicioso costume humano. “Alguns primatas alimentam os filhos boca a boca, primeiro mastigando
a comida e depois passando-a para o filhote; essa pode ter sido a origem do beijo”, diz Amaury. Tanto o primatólogo Frans de Waal quanto o etólogo Eibl-Eibesfeld
apoiam a teoria: o beijo sem transferência de comida é uma expressão quase universal de amor e afeição entre os seres humanos. Parece que nossos ancestrais
diretos também tinham o mesmo costume, porque alguns estudos antropológicos indicam que as hominídeas, por exemplo, as mulheres de Cro-Magnon, alimentavam
os filhos boca a boca.
   Nossos “primos” chimpanzés também se beijam; não só para se alimentar, mas como saudação ou, segundo a antropóloga física Diana Platas, como reconciliação
depois de um conflito. Diana, da Associação Mexicana de Primatologia, descreve como o beijo é sinal de afeição e confiança entre os chimpanzés bonobos,
muitas vezes envolvendo a língua. De acordo com o primatólogo holandês Frans de Waal, “nenhum ator de Hollywood consegue igualar a paixão demonstrada por
dois bonobos ao se beijar”.
   Os beijos não são exclusivos da espécie humana, mas o etólogo inglês Desmond Morris afirma que somos a única espécie com lábios que se dobram para fora
e com uma cor distinta que os diferencia do restante da pele. Os lábios são visualmente atraentes e muito sensíveis, pois têm a epiderme mais fina do corpo
e muitas células nervosas sensórias convergem neles.

Fomos projetados para beijar

Pelo menos 90% da população do mundo pertence a uma cultura na qual se trocam beijos. Mas, como esse número não é absoluto, podemos nos perguntar se o beijo
não é meramente um reflexo ou uma conduta adquirida. Beijar é um ato aprendido e mais frequente em algumas culturas do que em outras. Mas o ato de beijar
em si pode ser considerado instintivo. Vejamos, por exemplo, o reflexo de sugar: ele não acontece apenas quando o bebê precisa se alimentar, é também um
ato que o tranquiliza.
   Sigmund Freud achava que a origem do beijo está no modo como os bebês se alimentam. “Hoje sabemos que, para sugar, usamos os mesmos músculos e movimentos
do beijo”, diz a escritora inglesa Adrianne Blue. Freud considerava o beijo como a busca do seio da mãe nos lábios dos outros. “Adoramos beijar porque
o beijo esteve presente em nosso primeiro amor verdadeiro.”
   Como confirmação da ideia freudiana, a maioria inclina a cabeça para a direita ao beijar, de acordo com um estudo de 2003 publicado na revista Nature.
Diana Platas confirma: “Fiz uma experiência rápida com pessoas que conheço. Observei 25 casais, dos quais 24 inclinaram a cabeça para a direita ao beijar.”
Isso pode ser causado pela assimetria hemisférica do cérebro, mas especula-se que a assimetria resulte do hábito materno de segurar os bebês do lado esquerdo
ao amamentar, o que predomina em 80% da população, de acordo com Desmond Morris. Uma razão pode ser que o coração da mãe fica do lado esquerdo.

Um beijo ruim

Quando Berenice viu Alejandro pela primeira vez, pensou: Ele é um deus. Foi amor à primeira vista que ela não ousou confessar. Limitou-se a fantasiar o
encontro glorioso dos lábios dos dois. Seis anos depois, sem tê-lo tirado da cabeça sequer um único dia, ela confessou sua atormentada paixão. Boquiaberto,
a princípio ele não soube o que fazer, mas depois decidiu concretizar a fantasia: beijá-la apaixonadamente.
   "Ele disse: ‘Ei, me dê um beijo’, e eu recuei, mas ele me beijou mesmo assim. Depois de tanto tempo, o amor não era mais idealizado... o que provavelmente
não foi uma boa ideia.
   De repente senti a língua dele quase chegar às minhas cordas vocais. Fiquei chocada. Não senti nada, nada! Aí tossi e fiquei com vontade de chorar”,
diz Berenice. Apesar do anticlímax, eles saíram juntos durante um mês e meio, mas a relação não foi adiante.
   Parece que um beijo ruim pode tirar dos trilhos, logo no princípio, o relacionamento entre duas pessoas. Uma pesquisa realizada pela versão espanhola
do Match.com, famoso site de encontros pela Internet, revela que uma em cada quatro pessoas abandona o parceiro porque não ficou satisfeita com seu beijo.
Dentro do grupo, 42% afirmaram que foi no beijo que perceberam que a química não dava certo. Outros 15% mencionaram que o parceiro parecia “lambê-los”,
um tipo de beijo aparentemente não muito popular.

Como beijar bem?

Para reduzir o risco do uso inadequado dos lábios, há muitos livros que prometem transformar os leitores em beijoqueiros especializados. Em A História Íntima
do Beijo (Matrix Editora), a jornalista Julie Enfield desvenda os mistérios dessa arte e investiga as origens e até a alquimia do beijo. Julie afirma que
“tudo começa com um beijo. Nós nascemos a partir do primeiro beijo dos nossos pais, e a lembrança mais antiga que todo mundo guarda é dos beijos carinhosos
da própria mãe”.
   O site
Vale Um Beijo
 traz desde um “cardápio de beijos”, passando por um “Regime de Beijos”, com dicas para emagrecer beijando, até um fórum no qual os interessados podem dividir
suas experiências e expectativas com relação aos beijos. Tem ainda o cine beijo, um link com fotos dos beijos que entraram na história do cinema mundial.
Pelo site você também pode enviar um “e-beijo” para quem você gosta: basta digitar o e-mail do destinatário e escolher o tipo de beijo que quer mandar.

Além da ciência: o poder do beijo

Terri e Ray, aquele casal feliz cuja história inicia este artigo, decidiram certo dia fazer uma homenagem à força do amor. Depois de muito pensar e navegar
na Internet, tiveram a ideia de criar um site que reunisse fotos de beijos mandadas pelos usuários. Foi assim que começou o
BestKisses,
um blog onde a participação de todos é bem-vinda. Desde a imagem clássica logo depois das palavras mágicas “pode beijar a noiva” até uma coleção de demonstrações
íntimas de afeição entre familiares, esses são momentos ternos que nos fazem sorrir e deixam uma mensagem de amor no coração do visitante. O site tem sido
o maior sucesso.

Podemos aprender a beijar?

Pedro Paulo Carneiro, autor de Dossiê do beijo – 484 formas de beijar, diz que já nascemos sabendo beijar. “Este ato está impresso no DNA do ser humano.
Nos primórdios, homens e mulheres mais velhos mastigavam os alimentos e os depositavam na boca das crianças. Assim nasceu o beijo.” Pedro vai além e garante
que não existe quem beije bem ou mal. “O que proporciona um bom beijo é a química entre as pessoas. Se houver química, o beijo será; maravilhoso. Se não
houver, o beijo fracassa.”
   Mas é possível, sim, aperfeiçoar a arte de beijar. “Primeiro, você deve cuidar da higiene da boca e deixá-la atraente. Com isso, sua autoestima aumenta
e você se torna mais confiante. E, para potencializar o prazer do beijo, vale movimentar a língua pelo palato, pelos lábios, e até pelos dentes”, ensina
Pedro.
   No entanto, para o escritor, mais do que técnicas o fundamental é o envolvimento. “O objetivo de um bom beijo é a produção da serotonina, um neurotransmissor
de prazer. Além disso, o beijo é um bom termômetro do relacionamento. Por meio dele conseguimos melhorar a afetividade entre os casais. Mas, se não houver
emoção, dificilmente o beijo cumprirá sua função.”
   Pedro, que passou mais de 10 anos pesquisando sobre beijos no Brasil e em outros 40 países, diz que recebe vários e-mails de leitores contando como
passaram a valorizar o beijo depois de colocarem em prática algumas dicas. “M. estava casada com H. há mais de 40 anos e me escreveu pedindo conselhos
de como aumentar a afetividade no relacionamento. Eles não se beijavam há quatro anos. Sugeri a ela que fizesse um ritual de sedução por meio do beijo.
Quatro meses depois, recebi um depoimento do marido de M., dizendo que havia redescoberto o relacionamento e quanto sua mulher ainda representava para
ele.”

Aqui vão algumas dicas para quem quer se tornar um mestre na arte de beijar:

Respire! Há quem pare de respirar durante o beijo e por isso não consegue aumentar a paixão nem aguentar um beijo prolongado. É preciso inspirar profundamente,
sincronizar o ritmo respiratório com o do parceiro e sentir o prazer ao mesmo tempo.

Troque olhares. Estabeleça uma ligação olho no olho, abra o coração e crie uma fonte única de energia para os dois.

Ao se despedir pela manhã, nunca saia sem um beijo expressivo. Um beijo de dois segundos é como dizer “não tenho tempo suficiente para você”. É preciso
dedicar pelo menos um minuto inteiro ao parceiro antes de sair de casa.

Reserve algum tempo para o beijo. Com a maior frequência possível, diga a seu parceiro que quer estar com ele, conectar-se com ele e passar algum tempo
em companhia um do outro, para que possam crescer juntos emocionalmente. Se não for possível ter esse tempo de qualidade naquele momento, marque uma hora
para estarem juntos mais tarde.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

-- a doutora Julha... 1ª terapia.

oi gente!!!!! ontem eu tive a minha 1ª terapia com a doutora  Julha. eu gostei muito dela, que é humanista, e a unimed vai cobrir 40 seções pra mim.
depois se eu precisar, a minha guia será renovada para que o tratamento possa proceguir.
eu espero que nessas 40 seções, eu consiga resolver os maiores problemas que tem tomado meu coração de uma forma incrível, fazendo com que ele se entristessa a cada pulsar, pois a cada movimento que ele faz, eu sinto que algumas coisas não foram bém resolvidas, de outras coisas eu tenho medo, e eu espero mesmo poder superar essa faze, e poder seguir em frente pois a minha vida não pode parar por causa dos tralmas do meu passado, eu preciso ir a diante, por mais difícil que seja.
mais eu gostei dela, e na 1ª seção eu ja falei da facul, falei do meu noivado, falei da tristeza que eu sinto, e um pouco dos problemas que eu vivo aqui encasa eu também  contei pra ela, e semana que vém eu pretendo focar a nossa conversa na família, porquê ta foda.
a cada dia que eu conheço mais o povo daqui, mais eu amo os animais.
eles são muito complicados, e eu fico surpresa com a friesa de alguns que diziam amar, parece mais é que odeiam.
a não posso falar muito disso num blog público, mais eu digo pra vocês que não é fácil não.
e por enquanto ainda não recebemos resposta nenhhuma na call,
mais ontem teve treinamento do probare, e rolou a maior discução la, por causa da insatisfação dos  operadores com relação a empresa, e sei-la que vai dar.
pelo que parece, nada, mais vamos torser  pra continuarmos empregados.
beijos amores.

-- alianças, o símbolo do amor.

oi gente! encontrei um texto que fala sobre as alianças,  e achei mega interessante e decidi colar aqui. eu adorei ir la escolher minha aliança e acho ela linda.
é feita de ouro amarelo, tem 7 gramas, e em cima dela está escrito amor eterno.
uma diferensiação das alianças tradicionais mais eu gosto.
e vocês, de qual modelo gostam mais?

Alianças para noivar e casar.
.
Origem da Aliança
Para simbolizar o casamento que é considerado por muitos, um dos grandes eventos na vida de uma pessoa, usamos as alianças. Sua forma é um circulo que significa
a unidade perfeita, sem começo ou fim, chegando assim à eternidade e para alguns ela representa santidade, perfeição e paz, assim como o Sol, a Terra e
o universo.

Acredita-se que por volta de 2800 a.C., os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento. Dois mil anos depois, surgiu entre os gregos a crença de
que um anel imantado usado no dedo anular da mão esquerda podia atrair o coração, isso pelo fato de se acreditar que neste dedo existia uma veia ligada
diretamente ao coração.
As primeiras alianças eram feitas de ferro, alianças em ouro com pedras preciosas e tornaram-se moda na época Medieval. Foi em 1549 no Livro de Orações
Comuns que foi designada à mão esquerda como "mão do casamento", uma tradição reconhecida até hoje em todo o mundo.

Tipos de alianças

Muitos séculos se passaram da sua origem até hoje, e o homem foi criando vários tipos de alianças utilizando diversos materiais. Hoje encontramos alianças
em ouro amarelo, modelos com texturas, relevo, vazados, com pedras que vão do eterno diamante até uma gema colorida e formatos inovadores, ou mesclada
com ouro branco e ouro vermelho como o modelo da famosa aliança Cartier. Hoje em dia não há limites para as alianças, mas existe quem prefira a tradicional
aliança de ouro sem enfeites que nunca sairá de moda.
Criada originalmente por Louis Cartier em 1924, a aliança Cartier é composta por três aros em ouro entrelaçados. O aro branco representa a amizade, o amarelo
a fidelidade e o vermelho o amor.
Tradicionalmente no noivado, a aliança é utilizada no dedo indicador da mão direita. No casamento, a mesma é trocada para o dedo indicador da mão esquerda,
no mesmo lado do coração. Jovens gostam de usar aliança na mão esquerda quando estão namorando, para simbolizar um namoro forte e eterno, conhecida como
a "aliança de compromisso" e normalmente usa-se a prata ou o ouro branco, isso não é uma regra, vai do coração dos jovens pombinhos na escolha do material.
Por ocasião do noivado é gravado na aliança da noiva o nome do noivo, e na aliança do noivo o nome da noiva. Isso é uma questão de usos e costumes, não
necessariamente é preciso que seja feita esta gravação. Normalmente, nos dias que antecedem o casamento, as alianças de noivado são levadas para serem
gravadas com a data do enlace.

Datas comemorativas

As bodas são os aniversários de casamento e existem três que se destacam das demais:

Bodas de Prata, onde se comemora os 25 anos do casal, geralmente se comemora com uma missa e coloca-se um fio de prata ao redor das alianças para simbolizar
esta data;

Bodas de Ouro, onde se comemora os 50 anos do casal, novamente uma missa para comemorar e novas alianças são escolhidas para marcar esta data, geralmente
são duas alianças conjugadas cravejadas com diamantes.

Bodas de Diamantes, onde se comemora os 75 anos do casal, tradicionalmente coloca-se diamantes em volta da aliança.

Escolhendo a aliança

Sem dúvida alguma, escolher a aliança é a parte mais difícil, pela quantidade de opções que encontramos hoje, ouro amarelo ou ouro branco, com textura ou
sem textura, com pedras ou sem pedras e vários outros fatores que lhe proporcionam uma gama de opções que acabamos ficando perdidos.

table with 4 columns and 7 rows

O que se deve levar em conta aqui, não é a racionalidade da escolha do material, procure colocar todo o sentimento possível, deixe a razão de lado e lembre-se
que a aliança que você ou vocês estão escolhendo será a simbologia do amor eterno que um sente pelo o outro e não simplesmente mais um anel que será usado
no dedo.

Não menos importante esta o preço da aliança. Este é o único momento que você deve deixar a razão entrar, pesquise sempre, se encontrou a aliança perfeita
e não possui condições financeiras para comprá-la, mesmo assim não se fruste, pois você pode encontrar uma similar ou até a mesma aliança em outra joalheria
por um preço inferior ou, quem sabe, até mandar fazer em algum lugar por um preço bem mais em conta, o importante é estar sempre pesquisando.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

psicologia.

Oi galera.
Aí está a matéria prometida.
Boa leitura.
Em 1958, Geoges Canguilhem edita um pequeno texto que era leitura obrigatória para nós, estudantes de Psicologia, no início da década de 70. É pena que
esse texto esteja hoje tantas vezes esquecido dos cursos de Psicologia e é impressionante, para mim, a sua ignorância entre os alunos quando o cito eventualmente.
Chama-se “O que é Psicologia?”
[i]
[1]. 

Canguilhem tentava, então, um levantamento cuidadoso das várias correntes filosóficas que teriam originado as várias escolas psicológicas, procurando, naquelas,
algumas semelhanças com estas. 

Jacques Lacan (1966, p. 874) retoma esse texto de Canguilhem no que tange a seu chiste: um dos caminhos que saía da Faculdade de Psicologia, em Paris, partia
do Panteão e levava à Chefatura de Polícia. Será a isso que tende a Psicologia? 

A verdade é que “Os discursos de psicologia no século XIX no Brasil”, dissertação de mestrado defendida em 1981, assume para si, ao pé da letra, verificar,
com Canguilhem e outros autores, para onde tende a Psicologia, só que nas origens do movimento que levou  a considerar “o lugar científico da disciplina
psicológica como ‘legítimo’” (DELEULE, 1969). Trata-se de uma pesquisa que verifica a história da psicologia no Brasil. 

O estudo tenta acompanhar o vínculo desse saber in statu nascendi com “as tendências dominantes, tanto no que diz respeito a diferentes racionalidades de
uma época, quanto no que diz respeito ao jogo político, econômico e social no qual esse saber se insere ou não” (ALBERTI, 1981, p. 4). É, na realidade,
no estudo dos discursos que essas tendências se mostram e onde fica visível a não unidade, impondo-se, como dizia Foucault em 1972, a “análise minuciosa
das decalagens sucessivas”.  

No final do século XIX, exatamente em 1900, é publicada a tese “Duração dos atos psíquicos elementares nos alienados”, inaugurando toda uma nova relação
da Psicologia com a medição, a discriminação, o estudo dos atos que, vistos como comportamentos, serão tidos como objetos de uma ciência empírica. Já desde
as últimas décadas do século XIX é possível perceber uma nova vetorialização: surgem propostas para “estatísticas morais” (1880), estudam-se “centros corticais
psicológicos” (1881), fala-se da “psicologia da percepção e das representações” (1890), da “hereditariedade psicológica” (1892), entre outros. Herdeira
do positivismo que toma conta da medicina  a partir da terceira década do século XIX, essa psicologia destitui qualquer integridade ou unidade no homem
e desenvolve-se a partir da idéia de organismo, um conjunto de funções, leis e órgãos - cabeça, cérebro, como foi a concepção frenológica
[ii]
[2]. O cérebro da frenologia já não é mais substância única e individual, mas parte da organização reflexa. Os atos psíquicos são estudados também separadamente,
não-autônomos porque dependentes totalmente de um estímulo externo. 

O que é medido, através do que o outro pode perceber, são os produtos de um funcionamento - interno -, aquilo que não se vê, o que escapa à consciência
em si do indivíduo que está sendo examinado. Esse indivíduo já não tem mais consciência, é alienado, é um ser que não tem com o que se impor, como indivíduo.
Ele é diferente dos outros indivíduos, mas essa diferença se mede, e se mede somente em graus. A discriminação entre as pessoas é feita em graus de alienação
ou não, mas todos são passíveis de perder a consciência ou a autonomia, que lhes permitiria um autoconhecimento. Já não existe mais a idéia de um autoconhecimento;
quem conhece é o outro, o mestre que detém o saber, que sabe mais do que o próprio sujeito que está sendo pesquisado. Esse saber, por sua vez, é legitimado
porque científico. E cientistas são normalmente os médicos, cuja formação acadêmica sofre clara influência dos estudos realizados na Europa, para onde
vão, financeiramente sustentados pelos grandes latifúndios da família, retornando ao Brasil imbuídos de um monte de “idéias novas”, como se diz na época.
Trata-se do liberalismo, do cientificismo e dos avanços da medicina que crescem numa Europa sob o jugo da industrialização. 

Mas há outros discursos de psicologia. Verdadeiros tratados que descreviam a alma e seu conhecimento, ou mesmo a consciência humana. Estes tratavam do saber
sobre a “psyché”. Uma psique cuja origem era muito antiga, da época em que o saber grego havia sido assimilado à defesa dos dogmas cristãos. Herança de
diferentes correntes filosóficas, esses discursos falavam numa alma substancial e soberana, comprometida com uma racionalidade das causas primeiras e teológicas.
Era um discurso sobre uma alma voluntária e una, descendente de uma idéia única da alma. 

Ao longo do século XIX, os saberes psicológicos se servem desses dois discursos para um novo campo de domínio, que acaba por fazer deles servos e palco
de dois tipos de poder. O primeiro, o poder soberano
[iii]
[3], que supõe um conhecimento a serviço de um poder uno, vindo de cima, e que nos parece estar, na época, nas mãos do poder rural, representado, no campo
do saber, pela Igreja. O segundo, o poder disciplinar
[iv]
[4], cada vez mais normatizador, formando a rede de poderes cuja vertente vigilante encontra seu paradigma no panóptico de Bentham, desenvolvendo-se, aqui,
através da medicalização da sociedade. Por um lado, domínio de um conhecimento não-médico, filosófico e, por outro, servindo à medicina mesma que se desenvolve,
sobremaneira, no século XIX. 

É interessante observar a maneira pela qual os saberes psicológicos se tornaram palco de um conflito entre esses poderes; de um lado, sustentado pela filosofia
- vinculada ao poder ainda soberano; de outro, pela medicina, que procura angariar forças e conhecimentos suficientes para fazer ruir as antigas formas
de dominação. Um dos contextos em que esse conflito foi declarado abertamente chamava-se O Crepúsculo, uma revista baiana na qual, entre 1845 e 1846, dois
médicos antagonizavam dois ‘filósofos’, fazendo, inclusive, um convite a um duelo, por discordâncias sobre as maneiras psicológicas de ver (ALBERTI, 1981,
p. 138).

Levantei a hipótese de que foi a partir do conflito de poderes que se criaram as condições para os diferentes discursos de psicologia, conflito esse que,
no fundo, no fundo, como nos ensinou Marx, implica a economia. No caso, trata-se da passagem histórica em que foi preciso, cada vez mais, levar em conta
- malgrado as resistências - o capitalismo internacional nascente. Ia levar ainda algum tempo para que a Psicologia se tornasse agente de discurso; durante
o século XIX ela foi, basicamente, instrumento para o agenciamento de outros. 

Pudemos além disso estudar, em outro contexto
[v]
[5], que essa origem dos discursos de psicologia lança as bases, justamente, para a importante ação da Psicologia, já nas primeiras décadas desse século,
junto ao Direito e à Pedagogia. Em ambos os casos, a Psicologia irá sustentar um discurso segregador, profilático e normatizador. Lê-se, por exemplo, em
1932: “A primeira condição, portanto, para que possa a nossa Escola Normal constituir um centro de pesquisas pedagógicas é que aí se ensine e se aprenda
de fato a psicologia experimental” (SERRANO, in ALBERTI, 1984, p.76). Na realidade, observa-se que a “psicologia experimental” assume uma função de ponta
no momento em que é desidentificada da psicologia da moral e da ética. Esta, “antiga”, fica atrelada a uma filosofia da consciência que dá autonomia ao
indivíduo. As questões éticas não interessam mais ao psicólogo do início do século XX, pois ele identifica a ética à “antiga” psicologia, à qual contrapõe
o boom cientificista. Este não leva mais em conta a integridade do ser humano que pode pensar, julgar, ponderar, através de sua experiência de vida: “...
uma disciplina de ordem psicológica. Ao invés de ciência de raciocínio e experiência, ciência de observação e experimentação” (idem). Podemos dizer então
que, com o início do século XX, a psicologia tende (para respondermos a Canguilhem) para a observação e a experimentação, para o esquadrinhamento do indivíduo
à sua revelia, e a subseqüente “formação da personalidade do aluno”, “de seu caráter” (idem). De maneira que podemos observar claramente, conforme dito
acima, o discurso da desautorização subjetiva, da destituição de toda integridade, em que se entende o “aluno”, o “menor”, o “delinqüente”, como organismo
- conjunto de órgãos cientificamente estudados e reintegrados. Não podemos deixar de pensar que esse discurso vem sustentar as práticas atuais, em que
se gera uma criança, por exemplo, com o único intuito de fazê-la doadora de órgãos para outra com câncer
[vi]
[6]. “O mineiro só é solidário no câncer”, já retomava Nelson Rodrigues de Otto Lara Rezende, onde o câncer é metáfora para o desumano. Depois que a “psicologia
experimental” - ponho aspas pois se entendia, sob esse título, a psicologia “científica”, ou seja, a que derrubava, justamente, a autonomia da alma - pôde
ser amplamente assimilada, a própria psicanálise foi importada exatamente com esse mesmo fim, o de adaptar e esquadrinhar o ser humano, na tentativa de
agir sobre seus “instintos inconscientes”, tomados à parte, para elevá-los disciplinadamente a condutas regradas pela ordem vigente. Somente na medida
em que o discurso da ciência pode renegar, totalmente, a subjetividade, é que a técnica tem seu caminho aberto para exercer-se tão plenamente. O humanismo
passa a ser um engano para o cientista, daí não haver lugar para o sujeito no discurso em que a técnica se impõe à ciência. 

Por ora, voltemos ao século XIX. 

Com o recorte na história universal que fiz, atendo-me, com exclusividade, ao Brasil, pude efetuar uma redução dos dados que nos facilita, hoje, uma avaliação.
A verdade é que o século XIX, em seu surgimento, é palco de grande efervescência intelectual. Isso porque, finalmente, no final do século XVIII, Pombal
obriga à ampla reforma cultural em Portugal, promovendo a retirada do aristotelismo das universidades, a transformação da Inquisição portuguesa - que deixa
de ser instrumento de poder religioso para servir, agora, à Coroa - e a perseguição aos jesuítas. Os intelectuais enganam-se, então, julgando-se livres
de uma série de dogmas que impediam um distanciamento do tomismo, e essa aparente liberdade cultural procura assumir as transformações culturais da Reforma
que, na Europa não portuguesa, se tinha iniciado há já três séculos.

O século XIX, com a chegada de D. João VI, abre a Universidade do Brasil, e a intelectualidade tem acesso a esse “monte de idéias novas” que desestabilizam
completamente as certezas escolásticas nas quais, até então, todos se banhavam. O exercício da dúvida, três séculos depois de Descartes, no entanto, não
levou ninguém a duvidar de sua existência, pois, por mais liberais e científicas que fossem aquelas “idéias novas”, em matéria de crença o intelectual
brasileiro continuava com um pé na religião católica, resistindo, assim, também à colonização pela ética protestante do lucro individual (MERCADANTE, in
ALBERTI, 1984, p. 18). Para isso contribuía, evidentemente, a ainda predominante classe rural e escravagista, cujos lucros somente começaram a vacilar
a partir de meados do século, com as cada vez mais freqüentes investidas avassaladoras do capital internacional, sobretudo o inglês.

TRÊS TEMPOS  

Com o intuito de resumir o encontrado, continuo sustentando, depois de dezoito anos passados de minha pesquisa, que podemos identificar nas teses psicológicas
sobre a alma - cujo primeiro exemplar são as “Teses filosóficas sobre a psicologia do homem as quais se propõe defender em público no Imperial Seminário
de São Joaquim” (de 1830) - uma das veias discursivas, a que chamei de filosófica, e que tende a outorgar a cada indivíduo uma autonomia através da qual
irá atuar no mundo. 

Três tempos para as teses psicológicas sobre a alma:

1) 1)  O tempo da escolástica. Trata-se de um tempo lógico, pois inexistente de fato, já que não há teses psicológicas escritas antes da autorização portuguesa
de uma imprensa brasileira. Trata-se de uma alma com conotação divina, que atribui a cada ente um poder e uma identidade interior, semelhante a Deus. É
a alma como substância, racional, que permite a formação de idéias, vinculada a uma teodicéia;

2) 2)  O tempo do ecletismo. A alma se diferenciou do corpo, deixa de ser uma substância, pedaço em analogia com Deus, para ser constituída de reflexão
e subjetividade. Como tal, a alma pode ser entendida como consciência por excelência, instância do conhecimento, do autoconhecimento, ponto de partida
para a conceituação do eu. “Consciência”, “eu”, “alma”, “espírito”, além da antiga palavra “substância”, são termos que estes nossos discursos de psicologia
vão utilizar quase indiscriminadamente ( ALBERTI, 1981, p. 41). De um lado, as funções do corpo; de outro, as funções da alma. Ao contrário da consciência
moral tomista - determinada pela infalibilidade da alma -, o eu passa a ter condições de escolha entre as possíveis ações e, a partir de seu agir, poderá
ser julgado por outros eus. No entanto, por mais que escolha, essa alma só se ocupa do mundo das idéias. A distância dessa consciência com relação à política
e à economia é crassa, pois os intelectuais que a defendem ainda se sustentam na ordem oligárquica da economia cafeeira e do poder soberano. É só num segundo
momento, em 1863, com o trabalho do Padre Moniz, que essa posição é política. Aqui assistimos a um recrudescimento da substância, acima de qualquer coisa
sensível, figurando a psicologia no conhecimento somente enquanto possibilidade de análise da própria idéia de substância. Reação clara e evidente, e católica,
ao terceiro tempo, que ataca, com força cada vez maior, a racionalidade religioso-filosófica, a partir da racionalidade empírica;

3) 3)  O tempo do organismo - fim da alma. A partir das teses frenológicas, a alma, apesar de ainda espiritual e inacessível, é vinculada a uma série de
conceitos que procuram objetivá-la progressivamente. Objetivá-la no sentido de fazer dela objeto de ciência, a ser estudada pelos “cientistas”, tirando-a
das mãos de Deus. Assim como tudo no Brasil, até mesmo a frenologia chegou com atraso - apenas em 1838, na Tese da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro,
de Domingos Marinho de Azevedo Americano. Este já não propõe um estudo da alma - por definição, espiritual e separada -, mas um estudo do homem como ser
organizado e semelhante, portanto, a outros seres que se organizam anatômica, química e botanicamente. Surge a fisiologia e sua associação com o cérebro,
onde se localizam, definitivamente, as propriedades e funções da alma. O campo da fisiologia é o campo da vida, na medida em que, até então, a medicina
só pesquisava cadáveres. Conhecer a vida, o corpo vivo e tudo o que se pode fazer com ele: suprir uma função em falta, aumentar ou diminuir uma função
irregular e, finalmente, modificá-lo. Transformar o homem em máquina produtora, eis, no fundo, o que sustenta o avanço desse tempo. “Se o pai e os jesuítas
asseguravam as prerrogativas do saber para legitimar o latifúndio, o cientista assegura as prerrogativas do saber para legitimar o capital” (ALBERTI, 1981,
p. 75). Construída sobre a idéia do funcionamento e das relações; trabalhando com conceitos como força, instinto, estimulação, movimento; instrumentalizando
o ser de qualquer espécie para o fim comum - a vida -, a fisiologia não se baseia mais numa discriminação de seres, mas funda-se numa discriminação de
fenômenos. O ser vivo é produto de funções de partes, produto da relação entre o físico, o psíquico e o ambiental, não mais o indivíduo autônomo. O homem
não é mais homem, mas ser vivo. Daí, por exemplo, o antigo pecado carnal - onde a alma, enquanto senhora de si mesma, perdia, por alguns momentos de fraqueza,
a sua liderança sobre o corpo - se transforma em falha na organização. Estamos longe de uma acepção da vida em dialética com a morte. A organização fisiológica
exclui a morte. A organização funciona, ou não. Quando se reduz o homem a um ser vivo, a morte passa a ser da ordem do insuportável e, portanto, do foracluído
do discurso. Não é à toa que hoje, quando morre um ente muito próximo, a psiquiatrização chega ao cúmulo de medicar o luto. 

De início frenológico, o sistema anátomo-fisiológico é transportado aos poucos para as outras áreas médicas, “organizando” a psiquiatria e se ligando aos
primeiros conceitos de uma pretensa psicologia científica que incide sobre a personalidade, o caráter, a motilidade, a sensibilidade, a memória, o comportamento,
etc.... Associada às máximas do positivismo brasileiro de meados do século XIX, que começa declarando não reconhecer direitos de espécie alguma, mas exige
dos próprios políticos o exercício de funções determinadas, com condições precisas, “evidenciadas pelo estudo científico da humanidade” (LEMOS e MENDES
in ALBERTI, 1981, p. 86), essa psicologia ingressa no debate da moralização. É assim que a sensação, entendida originalmente como fato psicológico mais
simples, transforma-se, nesse terceiro tempo - o do organismo - em fato psicológico mais fundamental. Com isso, surge um saber do corpo, que inicialmente
instrui a alma (como, por exemplo, no texto de França, 1854), passando-lhe “recados”. Anteriormente, a natureza da sensação e a própria sensação existiam
somente a partir da alma; a natureza era determinada internamente à alma, após a percepção e o conhecimento da sensação. Agora, a sensação é um mecanismo
orgânico, desinvestindo-se a função da alma, pois ela já não conhece intrinsecamente. De um lado, os que sugerem  que “o fato psicológico o mais simples,
a sensação, pressupõe a sensibilidade e atividade”, o que os leva a dizer que o amor, a amizade, o ódio, o entusiasmo, a dor “são sentimentos que supõem
o exercício de muitas faculdades da inteligência” (ROCHA [1846] in ALBERTI, 1981, p. 102); de outro lado, os que retomam essas mesmas coisas - o amor,
a amizade... - para dizer que elas “nascem das sensações e são portanto mais ou menos aproximadamente dependentes do organismo” (OLIVEIRA [1846] in ALBERTI,
idem, p. 101). Se originalmente a sensação se liga às faculdades da inteligência, ela agora se liga ao organismo; se originalmente o autoconhecimento era
o trabalho psíquico por excelência, agora é o processo psíquico instruído organicamente; se originalmente a reflexão se exercia a nível do autoconhecimento,
agora o arco reflexo serve ao conhecimento técnico que se quer ter sobre um indivíduo com falhas de funcionamento. A respeito disso pude concluir, em 1981,
que “o ‘processo psíquico’, por definição, já é um processo fisiológico e pode, portanto, facilmente transformar e explicar, através de um mecanismo quase
antropofágico, a ‘completa fase de reflexão’ como idêntica ao simples reflexo, reduzindo tudo a ações nervosas passíveis de serem modificadas, primeiro
em laboratórios e depois, no cotidiano - as escolas, a família, as psicoterapias” (ALBERTI, idem, p. 105).

CONCLUSÃO, NO ACASO DO SÉCULO XX  

Pudemos verificar de que maneira operou a cientifização da psicologia ao longo do século XIX. Na realidade, podemos fazer, justamente da psicologia, um
exemplo do que foi esse movimento que levou Lacan, desde 1966, a dizer que a ciência exclui, foraclui o sujeito. Para se afirmar como ciência, a psicologia
teve que renegar seu passado, foracluindo o sujeito que, originalmente, era sua razão de ser. 

A questão que fica é a que interroga essa tendência, ou seja: será que foi para se afirmar como ciência? Ou foi porque a psicologia contemporânea já nasceu
no bojo de uma capitalização do saber? Passando a identificar o psicologista como aquele que sabe sobre o outro, este outro destituído de saber, fica a
pergunta com relação ao agenciamento do discurso quando é o psicólogo que se institui no lugar da mestria - que é, na realidade, seu lugar em toda a primeira
metade desse século (MIRANDA ROSA, 1984). Um quarto de volta nos discursos
[vii]
[7], encontramos o discurso universitário, lugar em que a psicologia se inscreve então. É ali que a psicologia melhor compactua com o capital, discriminando
o homem como organismo do mundo da produção e que, como vimos no início, pode até legitimar a geração de uma criança com o simples intuito de fazer dela
uma doadora de órgãos. Como resultado, a pesquisa realizada em 1981 nos mostrou em que medida a Psicologia aí se integra, e não devemos enganar-nos quanto
a isso, pois antes saber o que fazemos do que agir por ignorância. Talvez assim possamos nos localizar de alguma forma  hectópica em relação ao cientista
que “nada quer saber sobre as conseqüências do saber da ciência a nível da verdade” (LACAN, 15 de novembro de 1967) e nos perguntar em que medida a Psicologia
pode inscrever-se nas Ciências Humanas. Expressão, aliás, paradoxal, se seguirmos nosso raciocínio, na medida em que ele aponta uma contradição nos termos:
na ciência não há lugar para o humano. A Psicologia entrou no século XX como precioso instrumento para instituir e legitimar o mercado de trabalho que
necessita de um excedente, conforme Marx. Eis, talvez, uma resposta para Canguilhem...
**
Na terapia nos movemos entre sensações, emoções, posturas, palavras, imagens, etc. Neste campo compomos cartografias junto com o cliente, tentativas de
dar voz aos afetos, dar novas formas ao mundo, falar dos temores secretos, dos desejos, das dores profundas, de explorar caminhos....

Criamos na terapia um espaço de intimidade, intimidade não no sentido de contato com o conhecido, familiar, mas um espaço singular de abertura protegida
pelo vínculo, onde podemos deixar vir o desconhecido em nós, o estranho, o novo.

O vínculo propicia um ambiente favorável para enfrentar as muitas adversidades, para suportar níveis altos de angústia e falta de sentido. O vínculo é um
dos elementos básicos do processo terapêutico.

O vínculo terapêutico é também um campo de experimentação de modos novos de vinculação, de diferenciações em relação aos padrões conhecidos e de confrontação
com os modos habituais.

Cartografar o território clínico nos permite encontrar algumas coordenadas para navegar com mais segurança em direção a processos mais consistentes de vida.
A função deste texto é explorar este território a partir da influência do pensamento formativo de Stanley Keleman. Problematizar alguns aspectos da dinâmica
somática do vínculo terapêutico, notadamente a instrumentalização das formas somáticas do terapeuta como recurso clínico.

(início da pág 108)

IDENTIFICAÇÃO, COMPLEMENTARIDADE E ALTERIDADE

Podemos observar quatro modos de percepção dos afetos da relação terapêutica que indicam os diferentes lugares ocupados pelos membros neste espaço dinâmico.

Vamos falar mais especificamente destes lugares a partir da perspectiva do terapeuta.

1 -  Eu sou o outro:

Os sentimentos do cliente  podem ser percebidos pelo terapeuta em si mesmo, num fenômeno de identificação.

Uma forma de compreender o cliente é saber se colocar em seu lugar. Sair de nossa posição de outro e compartilhar o olhar, ir junto. Buscar sentir o que
o cliente sente, pensar o que ele pensa, desejar e temer como ele. Assim, antes que ele fale algo, você já sentiu, numa identificação de formas somáticas
e experiências. Sentir o que o cliente sente nos permitir compartilhar a sua dor e compreender o seu mundo. Muitas vezes já estamos nesta sintonia e só
então nos percebemos nela a partir da dinâmica vincular. Em outros momentos podemos imitar o cliente, buscando nos aproximar de sua vivência, repetindo
voluntariamente posturas e formas somáticas, num modo ativo e rico de colocar-se em seu lugar e compreender o seu mundo.

O cliente pode também fazer o terapeuta se sentir como ele. Assim, por exemplo, um cliente está falando de situações onde se sentiu sem espaço, invadido,
e ao mesmo tempo fala ininterruptamente, não deixando muito espaço para o terapeuta intervir, limitando o espaço do terapeuta na sessão. O cliente faz,
de algum modo, com que o terapeuta se sinta sem espaço na sessão, invadido, como ele se sente.

2 -  Eu para o outro:

O terapeuta pode ocupar um lugar de complementaridade aos afetos (pág 109) do cliente, ocupando um lugar em sua dinâmica (do cliente).

Podemos perceber o modo do cliente em relação a nós e observar a nossa tendência de resposta de complementar o seu funcionamento.

Esta é uma experiência de complementaridade, matriz de aspectos importantes da dinâmica transferencial e que será mais desenvolvido adiante no texto.

3 -  O outro para mim:

O terapeuta pode perceber o que a situação despertou em si de conteúdos pessoais (do terapeuta), com o cliente ocupando um lugar na dinâmica do terapeuta.

O cliente pode ser o nosso outro. Podemos nos perceber paralisados, por exemplo, e explorando isto vemos o cliente ocupando um lugar em nosso teatro de
dores pessoais. Explorando as nossas reações, nossos esboços de respostas  frente a ele, podemos aprender sobre nós mesmos. E podemos compreender o cliente
a partir da nossa dor, o que pode nos permitir estar com ele de um outro modo. É a contraparte da complementaridade, agora a partir do processo formativo
do terapeuta.

4 -  Eu e o outro:

O cliente é vivido como o outro, dois mundos diferentes.

Percebendo o cliente “de fora” podemos apreender este “outro singular” por observações, descrições, um olhar mais diferenciado sobre a pessoa à nossa frente.
Na experiência da alteridade nos aproximamos do limite de apreensão do que é um definitivamente outro. Neste momento podem surgir experiências de estranhamento,
susto, distância, respeito e o início de um diálogo sujeito a sujeito, não mais sujeito - objeto.

Há assim um trânsito onde o terapeuta pode se sentir sendo o próprio cliente, sentir-se e ser o outro do cliente na relação, sentir que o cliente seja o
outro de si ou ainda viver a experiência da alteridade.

(pág 110) O vínculo terapêutico ocorre dentro de um continuum que vai da identificação à alteridade.

Transitamos entre estes diferentes lugares na terapia: sentir junto, ocupar lugares complementares, diferenciar-se destes lugares, viver a alteridade. Qualquer
uma destas posições esclarece elementos importantes do vínculo terapêutico. A sua discriminação e operacionalização é um dos recursos preciosos da terapia.

Em cada um destes modos de relação estamos envolvidos e organizados somaticamente de um modo diferente, o que implica em níveis diferentes de vínculo e
diferentes qualidades de presença.

O CORPO A CORPO DO VÍNCULO

A relação terapêutica é uma interação corpo a corpo. No sentido de que o cliente organiza um corpo frente ao terapeuta e este por sua vez responde com outro
corpo.

As posturas, tensões e modulações das formas somáticas explicitam a distribuição da excitação emocional nos corpos que estão em relação naquele momento,
naquele campo de afetos. Há um diálogo somático anterior ao diálogo verbal.

Um corpo ativa algo em outro corpo, um corpo convoca o outro corpo a interagir de um determinado modo, e este por sua vez responde a partir da sua realidade
somática, das suas camadas somáticas mais ativas, seu repertório de formas, suas experiências.

Os corpos dialogam numa linguagem que lhes é própria, uma linguagem de formas somáticas, camadas embriológicas, tônus de tecidos, toda uma fisicalidade
básica e constitutiva da vida afetiva.

Numa determinada situação, por exemplo, o terapeuta pode sentir seu corpo se arredondando, seus braços se ampliando como se fossem pegar o cliente no colo,
e observa neste momento que o cliente está organizado numa forma somática onde se faz pequeno, evocando no (pág 111) terapeuta esta forma cuidadora. Em
outra situação, por exemplo, o terapeuta sente seu corpo contraído, diminuído, inseguro e percebe que esta sensação advém de uma atitude do cliente, que
está com seu corpo inflado e com olhar e atitude de intimidação.

As formas somáticas e a excitação emocional do terapeuta explicitam o seu lugar no campo da relação, os modos de relação daquele cliente com o mundo e daquele
terapeuta com aquele cliente.

Esta experiência se torna bastante acessível quando o terapeuta experimenta o recurso de posturar volitivamente os efeitos do encontro sobre si, dando mais
nitidez às afetações e às atitudes organizadas no vínculo.

Com este recurso é possível acompanhar o diálogo infraverbal das formas somáticas, ajudando a explicitar os afetos, a dinâmica, a criar um mapa do território
que permite voltar a ele, orientar-se e influenciar os processos.

Assim, trazemos para o plano visível, consciente, o que se passa num plano de sensações, afetos, fluxos e nuances.
Neste campo, o terapeuta usa seu próprio corpo como referencial de orientação em relação ao que ocorre na terapia e na relação com o cliente. O corpo do
terapeuta pode ser visto como um dos palcos onde se desenvolve a sessão.

Daí a importância fundamental de uma boa discriminação do próprio corpo - sensações, propriocepções, afetos - para o terapeuta navegar bem no universo da
sessão.

O terapeuta é um intérprete de si mesmo, dos efeitos daquele encontro em sua subjetividade corporificada.

Quanto maior a capacidade do terapeuta em se permitir ser perpassado por fluxos afetivos na relação terapêutica, maiores as possibilidades de desdobramentos
do universo existencial dos clientes na terapia.

(pág 112) Há uma certa dança, um diálogo de corpos durante a sessão terapêutica e podemos pensar como podemos acompanhar esta dança, aprender esta linguagem
dançante, interativa e formativa e poder instrumentalizar esta dimensão do vínculo como um recurso para a clínica.

TRANSFERÊNCIA, PASSADO E FUTURO

Transferência e contratransferência são fenômenos do vínculo que fazem um grande sentido a partir do diálogo das formas somáticas.

A transferência é uma experiência de complementaridade na relação terapêutica. É um fenômeno de vinculação onde o modo de ser de alguém chama o co-participante
a ocupar um lugar complementar numa certa dinâmica.

Há um campo emocional criando os lugares a partir do encontro.
 Assim, por exemplo, um cliente pode evocar um pai no terapeuta. Os comportamentos, modo de falar e se mover do cliente evocam no corpo do terapeuta um
modo paternal. O terapeuta começa a se perceber com sentimentos e esboços motores de atitudes paternais.

Por um lado, isto poderia dizer do passado daquele cliente, da reativação de sua relação com o seu pai. A transferência, neste sentido, poderia ser pensada
como uma transposição de processos relacionais passados, uma transferência de tempo e lugar dos personagens de um drama.

Porém, mais do que isto, a transferência contém a história presentificada, ela é a reativação recorrente de modos e formas somáticas que se construíram
a partir da relação com um pai.
Mais do que chamar o pai, o que se ativa é a memória somática de um modo de existência, ou seja, uma forma somática.

Esta forma somática, este modo de existência, se criou a partir das experiências com um pai, determinando um modo de ser com uma certa configuração somática.
No vínculo com o terapeuta aparece a história (pág 113) que se presentifica nas formas somáticas.

O que se repete é uma dinâmica vincular, um modo de existência, um repertório determinado de formas somáticas, muitas vezes fixados e  paralisados pelas
experiência que a pessoa não pôde assimilar em sua vida. Estas formas somáticas cristalizadas interrompem o processo formativo e levam uma pessoa a responder
às situações diversas com um repertório limitado de comportamentos, com modos reiterantes de sentir, pensar, perceber e agir.

A repetição destes modos somático-existenciais na terapia, por outro lado, abre a possibilidade de confronto, consciência e diferenciações dentro do processo
de vida. Permite a desorganização de comportamentos limitantes e a emergência de novas formas somáticas a partir do vínculo terapêutico. Uma oportunidade
de sair de um labirinto armado no passado, que paralisa o andamento do futuro.

AS VERTENTES DE FUTURO

O vínculo contém também uma função formativa, de gestação de novos territórios existenciais.

Um cliente, por exemplo, suscita no terapeuta coisas próximas do lugar de um irmão mais velho, mais formado, que possa ajudá-lo a entrar na vida adulta
com mais recursos.

Cabe ao terapeuta poder ocupar este lugar neste campo de gestação de um modo de existência, permitindo a passagem de um momento ao outro do processo formativo
do cliente, assim como cabe, ir desocupando este lugar em outro momento, quando este modo já não favorece mais o processo do cliente.

No vínculo terapêutico o terapeuta vai ocupar diferentes lugares para o cliente, de acordo com o que esteja em  evidência no processo formativo do cliente
naquele momento.

A partir da percepção dos afetos, atitudes e lugares da relação, o (pág 114) terapeuta pode reconhecer os tipos de vínculo que o cliente estabelece, o que
ele formativamente está precisando.

O vínculo tem assim uma função formativa, de ajudar na desconstrução de formas desatualizadas e na construção de formas corporais contemporâneas.

No processo vincular há uma necessidade daquele lugar do outro, daquele funcionamento do outro para que o processo do cliente possa ser gestado e maturar.
Acompanhar ao longo da terapia o processo vincular fornece uma referência importante das várias fases do processo terapêutico e do processo de vida do
cliente.

O vínculo terapêutico é um laboratório onde novas formas podem emergir, diferenciações dos padrões habituais de comportamento, um lugar de experimentação
e maturação vincular.

O vínculo, portanto, pode tanto apresentar uma reedição de uma dinâmica relacional cristalizada quanto criar uma dinâmica necessária naquele momento da
vida da pessoa. O vínculo é assim tanto uma derivação do passado quanto uma vertente de futuro. Este processo é movido pelo impulso formativo, a força
de criação de novas formas em direção à atualização do passado e à composição do futuro.

O CAMPO GESTATIVO VINCULAR

Trabalhando com o cliente, podemos ir aprendendo sobre o seu funcionamento, seu modo de ser habitual e o quanto isto restringe a sua vida. Observamos suas
modalidades de relacionamento com o mundo, seu lugar na teia de relações pessoais, seus modos de dar e receber, mandar e obedecer, pedir e tomar, agir
e esperar, etc. Podemos ajudar a esclarecer estes modos e estar juntos para ampliar os seus limites e criar novos caminhos de vida.

É necessário discriminar as sutilezas do vínculo, as variações que permitem identificar que um cliente está buscando aceitação, outro (pág 115) orientação,
outro confronto e outro ainda, testando confiança. A cada momento do vínculo há questões diferentes sendo maturadas.

O terapeuta ocupa um lugar no mundo do cliente e este ocupa um lugar no mundo do terapeuta. Há um encontro do processo formativo do cliente com o processo
formativo do terapeuta, criando um processo formativo daquele vínculo, numa inter-relação naquele espaço clínico.

-- O taxi, o meu domingo, o dia do psicólogo, e a anciedade pra 1ª terapia depois de muito esperar.

Ooi gente! aqui estou eu dinovo, querendo  falar sobre tudo o que aconteceu comigo ontem. Sabe, ontem eu tirei o domingo pra mim e pro meu ursinho, nós estávamos precisando viver um momento só nosso, e a gente extressa demais, ainda mais porquê a gente trabalha com telefone e todas as bombas das coisas, caem sobre os telefonistas idiótas. Idiotas pelo fato de não podermos responder a autura pra variar, né?
Tem que manter o script da empresa.
Que saco, eu fico puta com isso meu!
Se gritam, eu não posso gritar por quê, eu não sou ser humano que nem eles?
Eu não tenho que pagar imposto que nem eles?
Ee, só por causa de um script eu tenho que engolir sapos e lagartos? Droga!!!!
Mais então. daí nós saímos daqui de casa cedo ( porquê ele veio me buscar), e fomos até a padaria venesa, e la nós ligamos pro ponto de taxi mais próximo, e a mocinha demorou pra achar um taxi que pega cartão de crédito, mais quando ela encontrou, nós falamos que somos deficientes visuais, e que  era pro motorista se identificar quando chegasse. dito e feito. nós permanecemos onde estávamos ( de frente pra venesa), e la chegou um carro que estacionou, e saiu de la uma mão forte que segurou a minha e depois a dele, nos comprimentou e nos conduziu até o carro que estava ligado logo a nossa frente.
 E la  nós entramos, e dissemos que íamos pro anonimato, e perguntamos se ele sabia como chegar la, e a resposta foi sim, mais não era ele, e sim ela, Daiane.
Vou explicar antes que todos pensem que somos loucos.
A voz era masculina, o braço também.
Por isso que dissemos " ele", envez de " ela".
Eu fiquei com vergonha e até pedi disculpas mais ela entendeu.
Daí fomos conversando até la, e demos altas risadas.
Assim que chegamos, ela conversou com a recepcionista, que falou a respeito das swits disponíveis e nós escolhemos uma duplex, e depois disso ela conduziu o carro até a garagen da swit 39, e depois ela me entregou a chave, e disse que quando quisécemos ir pra casa, poderíamos ligar pra ela, e assim foi.
Passamos 5:00 la dentro, e confesso que deu sim pra relachar, eu gostei muito, e nós conversamos muito sobre o nosso casamento ( não vejo a hora, estou anciosa/nervosa).
 E é claro que nós também namoramos bastante, e até que a questão da esterelidade dele ta melhorando um pouco, pelomenos a gente parou de tocar nesse assunto, enquanto não casar não da pra avansar muito.
E por fimm, chegou a hora do almoço que era cortezia da casa, e la fui eu ligar pra recepção, e quem atendeu foi uma moça simpática, Eliane.
E la ela  leu o menú pra mim, mais pra isso eu tive que explicar que somos dv's, senão ela não leria pq ela disse:
" O cardápio está em cima da mesa que fica no centro do quarto moça, é só escolher e depois pedir!" Daí eu:
" A sim, mais sabe que é, nós somos deficientes visuais, não da pra ler o cardápio.
Você pode me dizer o que temos hoje pra comer??"
E ela:
" A sim, claro.
Me desculpe.
Vocês estão em qual swit?"
Daí eu passei as devidas informações pra ela, que leu tudo como eu disse a cima, e nós escolhemos macarrãoe filé minhon  pois os dois amamos as maças, mais uma coca pra mim ( sou viciada), e por fim quando a comida chegou eu arrumei a mesa, e ele foi me ajudando, tipo abrindo a latinha dos refrigeirantes e colocando os canudos dentro das mesmas, colocou os pratos na mesa, e os talheres a esquerda de cada 1 deles, e colocou o porta guardanapo no centro da mesa, para que fosse utilisado pelos dois, e etc.
Depois de comer eu coloquei os pratos no local indicado que é um compartimento de madeira com as repartições exatas pra pratos e talheres, e depois nós tomamos uma tassa de sorvete, e depois fomos pra banheira, e depois ainda fizemos várias coisas, e quando nosso dia acabou ligamos pra Daiane que apareceu la pra nos trazer pro mundo real.
E nós ainda conversamos muito com ela, mais essa história de voltar a realidade não foi nada boa. 
Que droga, la era tudo perfeito.
Sem ninguém pra encher, banheira pra relachar.
Mais nada dura pra sempre.
Daí depois de tudo isso, eu cheguei encasa e ja me sentia leve.
E eu ainda falei com a fer e fiquei feliz por isso.
Mais também deu pra me aborrecer pq ela não me manda logo o resto do livro.
kkkk eu sou curiosa e ela sabe, mais continua enrolando.
Hoje é dia do psicólogo, e dô os parabéns a todos (as), que praticam essa profição tão nobre, linda e acolhedora.
Espero me formar pra me orgulhar desse dia.
E ja tem 50 anos que a psicologia  é presente no nosso país.
Prometo que eu posto uma matéria aqui sobre ainda hoje.
Daí eu nem fui pra facul, era só palestra e quando eu cheguei me cansei pois como todos estão trabalhando, e eu cheguei 1º, devia e fui mesmo arrumar toda a casa, e eu estou com um pouco de cólica.
A licitação foi canselada, por isso a call permanece la, até 2ª orden.
Hoje de manhan eu pedi pra Deus me ajudar ou a conseguir outro emprego, ou a deixar a empresa de pé.
E eu estou um pouco nervosa por conta de alguns problemas familiares, mais é só amores, chega de falar, né?
Beijos pra todo mundo.
Logo tem a matéria prometida.
Ps:
Amanhan eu tenho a minha 1ª terapia com a doutora Julha como eu disse anteriormente, e vamos ver se eu gosto, estou precisando de alguém que me entenda. Beijos. 

sábado, 25 de agosto de 2012

-- fertilisação em vidro. ótima matéria, vale apena ler....--

 Oi gente. na postagen anterior eu falei sobre inseminação artificial, não é?
mais um dos métudos que eu também poderei utilisar pra engravidar é a fertilisação em vidro.
achei uma matéria muito interessante no portal desejo ser mãe,
e queria compartilhar com vocês.
boa leitura.

Fertilização in Vitro (FIV):

        In Vitro significa literalmente, no vidro e portanto fora do corpo. A Fertilização in Vitro (FIV) é um método de Reprodução Assistida no qual os óvulos da mulher e o esperma do marido são fertilizados fora do corpo, no laboratório. Se a fertilização ocorre, os embriões resultantes são transferidos ao útero, onde deverão se implantar.
        A FIV é o tratamento de escolha para casais com vários tipos de infertilidade. Inicialmente, foi usada somente quando a mulher tinha ausência, dano ou obstrução nas trompas. Atualmente, a FIV é usada para tratar também, Endometriose, Fator Masculino, Fatores Imunológicos ou Infertilidade Sem Causa Aparente (ISCA).
        Após a realização de uma série de exames e testes, o especialista verifica se o seu caso merece a indicação de uma técnica de Reprodução Assistida.
Existem diferentes tratamentos, formas e momentos de iniciá-los.

Esquema do procedimento de FIV
Veja um resumo das diferentes fases da FIV:
· Estimulação ovariana
· Desencadeamento da ovulação
· Punção dos óvulos
· Fertilização "in vitro" propriamente dita
· Transferências de embriões
· Diagnóstico da gravidez


Procedimentos prévios à tentativa de FIV:

Exames laboratoriais prévios

· Avaliação espermática
· Investigação sorológica para o casal
· Dosagens hormonais
· Avaliação genética do homem nos casos de
  oligoastenospermia (reduzido número de
  espermatozóides)

Indução da Ovulação

        A indução da ovulação consiste em estimular (graças a administração de hormônios) o desenvolvimento de vários folículos nos ovários. Cada um dos folículos contém, teoricamente, um óvulo. O bom desenvolvimento da estimulação é constatado pela dosagem da taxa hormonal de estrogênio no sangue e pelo crescimento dos folículos ovarianos (avaliado através da ecografia).
        Uma estimulação da ovulação poderá durar em torno de 10 a 15 dias.

Desencadeamento da ovulação:
        Quando os folículos tiverem um bom tamanho e a taxa hormonal for suficiente, será desencadeada a ovulação após injeção intramuscular de Gonadotrofina Coriônica (hCG). Esta medicação permitirá a maturação final do óvulo, o que é de extrema importância para o sucesso da tentativa. A punção será realizada 36 horas após esta medicação.
        Este horário deverá ser estipulado considerando-se o momento em que será realizada a punção, portanto precisa ser rigorosamente respeitado.
O desencadeamento da ovulação será determinado pela injeção de Gonadotrofina Coriônica (hCG). Estas ampolas de hCG não deverão ser utilizadas em nenhum outro momento do tratamento.

Punção de óvulos

        A punção de óvulos consiste em aspirar o conteúdo dos folículos que tenham um tamanho adequado. O número de óvulos não será necessariamente igual ao número de folículos.
        Este gesto é guiado por uma ecografia transvaginal e dura em torno de 10 a 20 minutos.



Coleta do Sêmen

        O parceiro deverá doar o sêmen no dia da punção. A coleta deverá ser realizada momentos após a punção de óvulos. Recomenda-se uma abstinência sexual (incluindo qualquer tipo de prática sexual como a masturbação) de 2 à 3 dias.
        Nos casos de utilização de sêmen congelado, assegurar-se da disponibilidade do material no Banco de Sêmen, logo no início da tentativa.

A Fecundação "in vitro"

        O líquido folicular será examinado no laboratório, onde serão recuperados os óvulos. O sêmen será preparado de maneira a isolar e concentrar os espermatozóides móveis.
        Os espermatozóides serão colocados em contato com os óvulos puncionados e 48 horas após será verificado se ocorreu fertilização.


        O número de pré-embriões é variável, dependendo da qualidade dos óvulos e dos espermatozóides. Três a 4 pré-embriões poderão ser transferidos para o interior do útero. Se houver mais de quatro pré-embriões, os outros serão congelados dependendo da qualidade dos mesmos. Em alguns casos poderão ser transferidos um ou dois blastocistos, dependendo do número de pré-embriões.
        Nos casos de GIFT (transferência intratubária de gametas), o protocolo de tratamento é o mesmo. Neste casos a punção de folículos é realizada no Centro Cirúrgico sob anestesia geral, por video-laparoscopia. Os óvulos são avaliados, colocados em contato com os espermatozóides, previamente preparados, e logo em seguida transferidos para as trompas. A fertilização ocorrerá no interior da trompa. Este método, indicado para pacientes com trompa permeável, necessita de 12 a 24 horas de internação.

Transferência de embriões

        A transferência de embriões consiste em introduzir dentro da cavidade uterina, passando pelo colo do útero, um tubo muito fino (cateter) contendo os embriões. Este gesto é praticamente indolor.
        O número de embriões transferidos é em geral inferior a 3. Entretanto esta conduta poderá variar dependendo da idade da paciente, do aspecto dos embriões e da porcentagem de óvulos que se dividiram. O ideal, é que no momento da transferência o marido esteja presente para que a equipe médica possa discutir com o casal a melhor decisão a ser tomada.
        Você deverá permanecer no local, pelo menos uma hora após a transferência, para evitar contrações uterinas.
        Evite medicamentos após a transferência de embriões. Comunique ao seu médico, se apresentar sangramentos ou febre, após este procedimento. Entretanto você poderá ter uma vida normal, evitando esforços físicos muito violentos e relação sexual nos primeiros quinze dias após a transferência de embriões.

Diagnóstico da gravidez

        Após a transferência de embriões você deverá:
. Seguir o tratamento previamente recomendado.
. Fazer uma dosagem de BhCG ( teste de gravidez) à partir de 14 dias após punção dos óvulos.

Complicações

        Como todo ato médico, a Reprodução Assistida não está isenta de complicações.
A hiperestimulação ovariana é a mais frequente (3% das puncões). Ela se manifesta por dores e um aumento do volume abdominal, podendo necessitar de alguns dias de hospitalização. Este procedimento previne as formas graves que são muito raras.
        As complicações da punção (risco anestésico, peritonite, sacroileíte, hemorragia) são excepcionais.
Embriões Congelados
        No momento da Fertilização "in vitro", você será informada da possibilidade de congelamento de embriões supranumerários e caso necessite, você deverá assinar uma autorização de congelamento.
        Se a tentativa de gravidez falhar, e se houver embriões congelados, eles serão transferidos primeiramente , anteriormente a uma nova tentativa de FIV. Serão realizados dosagens hormonais e ecografias antes da transferência.
        O protocolo de transferência dos embriões congelados é muito mais simples que o da FIV, a data e a hora da transferência serão fixados no decorrer do acompanhamento da ovulação.

Terminada a tentativa de FIV:

        Se a dosagem de BhCG for positiva, você deverá realizar uma outra dosagem de BhCG 48 horas para posterior controle ecográfico desta gravidez tão esperada. 

                                   


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

-- as mudansas, e tudo de mais que me ocorreu.

oi gente! bom, eu nem sei por onde comessar. o blog anda meio desatualisado, os comentários também caíram pra caramba, mais mesmo assim eu continuo postando, pois eu sei que mesmo sem expressarem suas opiniões, vocês ainda passam por aqui.
E eu também sei que existem questões de estrema dificuldade para que se opinem, também me sinto assim ao ler alguns posts.
Mais então. dia 17 foi meu aniversário de namoro, muito muito tempo ja. nem precisa mais contar. kkkkk. mais nós estamos vivendo uma faze legal agora, sem os maiores problemas que tivemos antes de renunciarmos, que era o ciúme, e também tinha um pouco de ignorânsia dele. mais eu não deixei de ser a mesma nervosinha de sempre, ele que anda mais pacivo. acho que foi por isso que as coisas melhoraram. no sábado eu estava perdidamente triste, e fiquei muito tempo deitada na cama pensando nas minhas coisas, no meu casamento que ainda não saiu, em tudo, que eu quero fazer uma inseminação artificial daqui a 3 anos, ai gente, se eu for postar meus devaneios aqui, vou enlouquecer vocês!
Mais vamos deixar isso pra la, em outro post eu conto.
daí depois eu só fiquei na net, e no dia 19 eu só passei mal porquê essa síndrome de cock, da uma dor absurda no abdomen.
Mais depois eu consegui dar uma melhorada, e ele ficou aqui me paparicando um pouco.
no dia 20 eu só fui pra faculdade e me extressei la porquê agora eles tão com a mania de fazer a gente mudar de sala todas às segundas, e eu nunca que achava essa sala, e a bia, ( uma garota q estuda comigo), foi quem  me ajudou. daí nós conversamos bastante e eu gostei.
pena que as pessoas falam com você num dia, depois você não sabe o paradeiro delas. e um monte de gente veio me pedir o material da clínica, parece que eles não receberam sei-la.
e eu passei pro pendrive de todo mundo.
daí na terça eu fui pra clínica, mais antes eu fiz um resumo sobre o texto que seria discutido em aula, e graças a deus eu falei bastante coisa, e até ela ( a rita chata), disse que está gostando de me ver participando mais das discuções nesse semestre. daí ela me falou mais um monte de coisas que eu não vou sitar mais eu não fiquei brava. e a joice estava la, e ela voltou pro nosso trio. e eu fiquei feliz, claro. mais ela não falou comigo hoje não, só ontem. porquê eu nem sei. daí eu fui embora com a érica.
o povo da minha sala é bipolar e eu ja me acostumei. la na call as coisas continuam tensas, é na sexta-feira que vam ter a reunião com a prefeitura e decidir se vamos continuar ou se vamos sair de la.
eu espero continuar, e se sair, espero conseguir outro emprego logo.
não da pra ficar parada, ainda mais agora.
na quarta eu fiz um eletro, e depois só tive aula de tcc que foi legal, da simone eu gosto, ja me ajudou muito semestre passado. 
daí na quinta, eu fui fazer ressonânsia magnética, porquê o meu neurologista pediu. faz parte do acompanhamento  que ele tem que fazer, por causa das convulções que eu tive e tals. e eu odeio médico, e isso me extressou um pouco. e eu fiquei com dor no braço e enjoada por causa do contraste, e nem fui pra aula.
mais deu pra baixar muitas coisas, e ainda falar com a fer. fiquei bém feliz, mais ela saiu logo da net.
e uma coisa me chamou atenção, ela disse que a alice está radiante, super feliz.
confesso que eu nunca vi ela assim, mais me sinto feliz por ela, ja estava na hora dela respirar.
daí hoje eu tirei 100 nos dois feedbacks da kelly, e nos outros 5 da pricila também. e o dilema continua, nós não sabemos se vamos permanecer la ou não. mais queira deus que sim. daí eu ja comessei a procurar uma kitnet pra viver no mais tardar em janeiro, e eu achei uma, em paulínia mesmo por 450 reais. e tem uma casa pequena em cosmópoles, por 500 reais. mais eu ainda não fechei nada. e o corretor da ermes, que é a imobiliária de paulínia,
foi super simpático, gostei muito de dialogar com ele, que me consedeu até alto descrição do pequeno imóvel de 27 metros.
mais por enquanto não é nada serto. na segunda eu ja vou saber la da empresa o que vai ser, e eu atualiso aqui. daí eu ja marquei terapia pra mim, na terça-feira com uma DRA que se chama Julha. vamos ver que acontece.. ja faz tempo que eu estou precisando de  uma psi legal, porquê as minhas últimas seções foram frustrantes. e hoje ainda tem aula de psicopatologia, vamos la né.  e durante todos esses dias eceto terça and quinta, eu ainda tô super involvida com o hot dog quando as minhas aulas acabam. culpa do meu ursinho! beijo gente, e bom fim de semana.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

-- tudo começou da forma mais esquisita and pesada***--***

oie meus amores! nossa gente, andaram acontecendo tantas coisas, nem sei por onde eu começo.
pior que essa postagen não é nada feliz.
é uma postagen chata, porquê ainda é 5ª-feira, e as coisas estão mega esquisitas.
bom,  o que eu tenho pra dizer, é que na 2ª feira eu me assustei um  pouco.
em um dos posts anteriores eu falei que se tudo desse serto, teria uma coisa bém legal pra postar aqui,
de estrema importânsia.
mais acabou dando tudo errado.
na terça-feira, eu voltei pra clínica da faculdade, que mudou pra esquina de cima.
e ao chegar la, a átina me levou até a sala da rita, e la eu me sentei, e as pessoas foram passando.
1º o Ivan me comprimentou, depois a Suelen, e depois, ela a ..... nem quero falar o nome dessa indemoniada do enferno!
ela me comprimentou de forma sutil, e se sentou duas cadeiras a minha direita.
ótimo, ficaríamos distantes.
daía rita perguntou se manteríamos as duplas do semestre anterior, e a maravilhosa poderosa, disse que não queria mais fazer trabalhos comigo, pois ela ficou sozinha fazendo tudo, e que ela se sentiu lezada e etc.
quem viu as postagens antigas que eu falei sobre isso, sabe que é mentira.
eu sofria orrores pra fazer aqueles relatórios, pq ela sempre fazia tudo errado, e ainda por cima, criticava o que eu digitava.
claro que eu não sou perfeita, e eu comecei a fazer psico diagnóstico agora, e eu não conseguia configurar o relatório com as margens e com a fonte que eles pediam, mais eu sempre pedia ajuda.
fora que eu digitava, formatava o texto, inseria os dados pessuais do paciente,
e mais a referênsia bibliográfica, e o q ela tinha obrigação de fazer, era só configurar a parte visual, mais nem pra isso ela prestava.
eu nem discuti com ela, pq ela disse isso tudo na frente da rita, e ela sabia que seria defendida, então nem ia compensar me rebaixar ao nível dessa coisa.
e agora a minha dupla da clínica é o lucas.
fiz uns 4 relatórios com  ele e com a joice semestre passado e foi bom,
não tivemos problemas.
e agora a joice vai voltar pro c p a, e eu espero que ela fique no nosso grupinho dinovo.
daí  depois disso tudo, o ecelentícimo senhor barraqueiro que compartilha dessa aliança dourada comigo, baixou la na clínica, e falou algumas coisinhas pra cachorra  que saiu fora e largou ele falando sozinho.
tudo isso pq ela não suporta ouvir a verdade, e depois, pq ele é cego e não ia conseguir ir atrás dela.
eu tô cheia disso.
cheia mesmo.
espero q ela nunca mais olhe na minha cara.
bom, daí ontem eu tive alguns problemas la no meu servisso, na verdade eu levei uma chamada pq eles não querem mais que a gente receba coisas.
 vamos supor que vc não tenha como comprar sua marmita, e mande seu amor levar, não pode mais. ou vc leva de casa, ou vc passa fome. só q a hora q eu vou trabalhar, ainda ta tudo fechado porra. e agora eu vou ter que ficar comprando todas essas coisas a noite, pra não ficar passando fome la. e depois eu ainda nem consegui falar com a fer pq a ana ta internada, ai gente, ta um rolo danado, e eu tenho uma coisa nova no corpo, que se chama síndrome de coque. eu vou postar aqui o que é, e depois eu conto mais.
a aula da simone foi boa, e ela falou muito sobre a olimpíada de londres, e depois eu fui comer um hot dog com o meu amor, e foi bom, eu ri bastante dele.
e hoje eu ja tô quase indo pra aula de psicologia jurídica, mais não fiz nada além de ter trabalhado um monte e ter ligado pra algumas amigas, tipo dri, carol, e fernanda.
que me deixaram atualisada quanto as novidades delas, e agora eu tô teclando com meu ex ficante, felipe.
ele disse que vém pra sp em novembro. vamos ver. na  última vez que ele esteve aqui em 2009, acabamos ficando. e nem foi ruim, foi bom. mais depois eu conto dele.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

-- o abraço. confira.

   

O Abraço

Segundo o autor Nick Douglas, o abraço não é apenas um
contato físico, mas
o desejo de "abrir", inconscientemente, nossa intimidade.
Abraçar significa identificar-se com alguém e,
independentemente de sexo ou idade, representa segurança, pois cria um círculo
protetor entre as
pessoas que se abraçam.

Ao abraçar alguém, colocando seus braços sobre os ombros da
pessoa, você
mostra que deseja compartilhar das mesmas responsabilidades
com ela. Um
abraço com o rosto colado denota apoio: "seu caráter é o
mesmo que o meu".
Já o abraço em que você coloca as mãos nas costas de alguém
pode ajudá-lo
a amenizar um possível sentimento de inferioridade de sua
parte, ou mesmo,
a vergonha de se expressar.

Além disso, quando sentimos uma irresistível vontade de
abraçar alguém -
principalmente se a pessoa é nossa alma gêmea -, isto
demonstra a
sensibilidade de nossa alma. É como a dizer-nos: "- Você o
(a) identificou!
Parabéns! Receba este forte abraço!".

Quando não se tem palavras para expressar um sentimento,
nada se diz:
apenas se abraça a pessoa com o coração. Quando o abraço é
sincero não se
consegue esconder o que se sente. O toque é a manifestação
mais forte que
possuímos.
O abraço é uma forma muito importante e eficaz de
expressarmos nosso
carinho. Existem vários tipos de abraços:
o abraço formal, que exprime respeito e educação,
o abraço de uma criança, que sutilmente nos pede segurança,
e, ao ser
retribuído, significa amor e tranqüilidade,
o abraço terno e suave, que demonstra nossa preocupação
diante de um
amigo,
o abraço rápido, a expressar que "estou ocupado mas lembrei-
me de você".
O abraço expressa de modo veemente o quanto se está alegre
por sentir-se
identificado.
Você sabia que quatro abraços por dia são necessários para
que nos
mantenhamos vivos, evitando assim que nossa essência se
esvaia aos poucos?
Que oito abraços são necessários para mantermos nossa
saúde, e doze para
que possamos progredir?

Não perca a oportunidade de abraçar quem está próximo a
você. Sentindo e
trocando energias, este é o verdadeiro significado do
abraço.
Autor Desconhecido

-- a semana na facul.

 oi galerinha do bém!  bom, eu vim aqui contar sobre o meu início de aula. bom, ontem eu acordei, e fui trabalhar. tivemos problemas no servidor da empresa, e ficamos sem net durante duas horas contadícimas no relógio.  mais graças ao ricardo e ao rodrigo ( o cara que formata meu not), o servidor voltou a funcionar depois, e deu pra trabalhar numa boa, e eu tirei 100 nos dois feedbacks da pricila. foi massa iniciar agosto assim. e depois disso tudo, eu ainda falei com a fernanda, depois eu cheguei encasa, e dormi um pouquinho pra suportar meu 1º dia de aula que foi leve, era aula da rosi, que disse que vai logo providensiar meu material de sua nova diciplina que é parecidícima com a que ela deu no semestre passado, e depois acabou a aula pq a simone ainda está em londres e tals. e a única que me deu um oi feliz foi a cíntia. a cadeirante da sala. daí depois  eu fui comer um hot dog com o meu amor, e se tudo der serto, eu terei uma mega coisa pra postar aqui. mais vamos esperar, sim? daí hoje dia 7/08, ja fazem anos e anos que eu conheço a adriana que a propósito, me ligou hj, e nós só falamos sobre o casamento dela. daí depois eu também trabalhei bastante, e nem fui a clínica. era dia de encontrar a rita, e o meu coração disse que ainda não estava preparado, e eu lhe obedeci. e também eu estou morrendo de enchaqueca. não seria bom vê-la nesse estado. e eu resolvi postar esse texto sobre o amor pq eu achei mega interessante. mais também não poderia deixar de contar as novas. é claro que aconteceram mais algumas coisinhas, mais elas são praticamente insignificantes. tipo motorista mala enchendo o saco e achando q vc perdeu o ponto, pessoas comentando que vc é dv, e anda sozinha na rua e isso é um absurdo, e q elas não sabem como q vc consegue, é assim. mais eu ja me acostumei com isso, e nem ligo mais. amanhan não tem aula por causa da viajen da simone, e ainda da tempo pra me preparar pra aula de 5ª. bom amores, é isso aí. beijos.

-- um texto sobre o amor. ( não é de minha altoria)



       1.1 JUSTIFICATIVA
            O ser humano tem capacidades de expressar o sentimento “amor” de várias maneiras, independente de sua religião. É necessário compreender que o amor não pode ser entendido apenas como sentimento, baseado em histórias somente platônico ou irreal. O amor precisa ser realizado, deve ser uma ação e ser experimentado verdadeiramente.





























2. CARACTERÍSTICAS DO AMOR
A Bíblia descreve o amor em 1 Coríntios 13:4-7 sendo:
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.                                                                                                                  
O amor é entendido das mais diversas formas, tratando-se de várias características. De acordo com a língua portuguesa, o significado é muito amplo, das mais diversas formas de expressar, podendo ser afeição, compaixão, misericórdia, e também inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, desejo, conquista, libido, etc.                                                                   O amor é caracterizado de maneira geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, que seja capaz de receber e dar de forma amorosa. Trata-se do amor como estímulos sensoriais e psicológicos necessários para sua manutenção e motivação. Para muitas pessoas é a maior de todas as conquistas do ser humano. Sendo assim o amor é o nível de grau de responsabilidade, com pessoas e coisas que lidamos.                                      O tipo de amor é caracterizado da maneira que a relação com outra pessoa que motiva a amar, no sentido de querer bem e agir em prol ao outro. Os significados de amor ocorrem não só nos idiomas de hoje, mas já existia no grego e no latim. No grego existem vários significados da palavra amor, dando vários sentidos diferentes, já no latim é encontrado de outra maneira, segundo o WIKIPÉDIA “[...] No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40:
Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.
Amar traz sentido também de gostar muito, podendo ser possível amar qualquer ser vivo ou objeto ao seu redor. No próximo tópico está relatando sobre os tipos de amor que o ser humano perante Deus pode possuir de acordo com a vontade Dele e seu querer.
3. TIPOS DE AMOR
3.1. AMOR INCONDICIONAL
Amor incondicional significa amor pleno, completo, absoluto, que não impõe condições ou limites para se amar. Quem ama de forma incondicional não espera nada em troca. O amor está em primeiro lugar.                                                 O amor incondicional é generoso, altruísta e infinito. É o típico “amor de mãe”, que é dado livremente, independente do que recebe de volta.                        No grego, ÁGAPE – "amor sacrifical" - Foi o amor que levou Jesus a morrer pela humanidade. Sendo esse amor incondicional, quando entregou Jesus Cristo, o seu único filho, para ser sacrificado. Deus ama de forma incondicional porque ama a todos, independente do amor dedicado a Deus por cada pessoa, segunda a bíblia, em I João 4:10: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”
Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
3.2. AMOR FAMILIAR
·        ENTRE HOMEM E MULHER:
Em Génesis 2:18 – Lemos no capítulo 1 que tudo quanto Deus criara era "muito bom". Aqui pela primeira vez constatamos algo que “não era bom’”.      Realmente não é bom que o homem fique sozinho. Uma auxiliadora foi criada por Deus para estar com ele. "Idônea", ou, "aquela que lhe corresponde” ou "que está como diante dele".                                                                             Existem situações em que pessoas ficam sós.      O ideal da criação de Deus é que cada homem tenha sua esposa, cada mulher o seu marido. Também no mesmo livro, no capítulo 2:24, há três princípios sobre matrimônio neste texto:
            Deixar pai e mãe – Gênesis originalmente foi escrito na língua hebraica. No hebraico há um verbo forte aqui, com o sentido de "abandona". Não somente deixar pai e mãe. É abandonar!                                                 Obviamente que não há o sentido de desprezo nesta ideia. Mas, sim, de uma real separação. O ideal é que o novo casal more LONGE dos pais dele ou dela. Porque iniciam vida nova. O casal agora é uma família: seus pais são apenas parentes.                                                                                                               O casal aprende a resolver todos os seus problemas por si só. Sem a interferência "da barra da saia da mãe". Suponhamos uma situação em que marido-mulher encontra-se em discordância ou problema. Ele ou ela procuram a "mãezinha". O que essa mãe (ou sogra) responderá? Se for realmente sábia, dirá: "Não me conte nada! Volte para seu lar! Resolvam vocês mesmos!”.
            Une-se à sua mulher (união – O fator "UM") – tal princípio vale para ambos: Ele & Ela. Porém a maior ênfase é ao homem. O marido se une à sua mulher. Este é o princípio da FOCALIZAÇÃO. Ele focaliza sua atenção NELA. Geralmente é mais comum que MULHERES focalizem sua atenção no lar. São elas que engravidam, amamentam... O marido é que tem que aprender que, casando-se, sua vida é a ESPOSA; sua vida são os filhos; o lar enfim. Seus pensamentos têm que estar 100 % voltados para o lar.                                                           Tornando-se os dois uma só carne – ambos uma só pessoa, na matemática de Deus 1 + 1 = 1. È uma linda semelhança com Deus: Deus é um, e ao mesmo tempo, TRÊS. O casal é um, e ao mesmo tempo duas pessoas.         Há um erro que as pessoas fazem ao dizer – "caso-me com fulano; dou 50% de minha vida a ele”; ele me dá 50% também. Somados, somos um casal 100%. Erradíssimo. Se cada um dá só metade, a quem darão a outra metade? E na matemática de Deus, duas metades somadas resultarão num casamento pela metade.
·        O certo é: o homem inteiro (100%) doado à sua esposa;
·        A mulher inteira (100%) doada à seu marido;
·        Ambos somados dá exatamente 100%, nada menos, nada mais!
Em Génesis, está escrito: “[...] estavam nus e não se envergonhavam!”
Há dois sentidos para "estar nu":
Físico: (corpo, sexo, contato íntimo, carícias, etc.) – esta parte é objeto de um estudo especial a respeito. Sobre a benção do sexo, do íntimo contato matrimonial                                                                                                                    Mental: (conversa, relacionamento humano, sem segredo, sem barreiras!) Estar nu, especialmente na MENTE: desnudam-se um perante o outro. Relacionamento saudável! Pois guardar segredos adoece o casal. Rancores guardados transformam-se em ressentimento com "mau cheiro". È terrível um casal onde não existe liberdade de expressão, onde cada um não pode falar o que gostaria de falar!                                                                                     Perante o cônjuge, abrimo-nos inteiramente. Não há barreiras, máscaras, nada. A mulher conhece cada defeito dele; as fraquezas e limitações de seu marido.                                                                                                          O homem conhece cada defeito dela; suas fraquezas e limitações. Isso é saudável. Pessoas que não abrem seu coração a seu próprio cônjuge, ou, a ninguém, tornam-se neuróticas. Abrigam no próprio ser problemas que nunca se resolvem porque não são ventilados. Emboloram. Tornam-se ranzinzas e insatisfeitas. Como é bom ter alguém para desabafar, abrir o coração, falar tudo, ser compreendido! E esse é o melhor amigo (ou amiga) é o próprio cônjuge.
Como desenvolver o amor entre um casal?
O amor "apaixonado" de namorados continua na vida conjugal?
Os anos de casamento faz o amor crescer ou diminuir?

 











Essas são as mais graves e importantes perguntas para um casal. Pois nelas se encerra toda nossa vida. O casamento depende do amor: nasce no amor, vive do amor, e sem amor o casamento acaba. Dois lados: um triste, outro glorioso.                                                                                                                No Brasil, há alguns anos, uma estatística demonstrava: 40% dos casamentos terminam em desquite. Isso significa que em 10 casamentos feitos hoje, 4 se desfarão amanhã! E isso sem contar os casais que, embora "vivendo juntos", não se compreendem, apenas "tolera-se".                                                      Um casal que se une realmente pela vontade de Deus, tem um amor CRESCENTE. O amor de namorados, depois de noivos, depois de lua de mel, vai se desenvolvendo. Quanto mais se passam os anos, maior é o amor conjugal! A compreensão, a ternura, a satisfação, tudo aumenta!
Como responder àquelas três perguntas acima?
PRIMEIRO: o Amor vem de Deus. Como está em I João 4:8: "Aquele que não ama, não conhece à Deus, pois Deus é amor." E também no versículo 7 do mesmo capítulo:  "Amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascida de Deus, e conhece a Deus". No versículo 11: "Se de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros". Só um casal que tem Deus no lar, é que tem o amor crescente. Pois Deus é quem sustenta, alimenta, desenvolve o amor!                   Ilustração; um casal "quente", "apaixonado", pode ser comparado a um prato com comida quentinho. Tal prato é colocado sobre uma mesa. Passam-se 2 horas: está gelado. Outro casal, mesmo não tão "quente", é como um prato com comida fria. Tal prato é colocado sobre a chapa de um fogão a lenha. Passam-se muitas horas: o prato se aqueceu e não esfria!                            Só um casal "em Jesus" é que não se esfria com o passar do tempo.
[...] à imagem de Deus o criou, homem-mulher, citado em Génesis 1:27.
Completando a passagem da Bíblia no livro de Romanos 8:29: Deus nos predestinou para sermos CONFORMES À IMAGEM DE SEU FILHO [...]".           Só duas pessoas que TEMEM A Deus é que são transformadas à própria imagem de Deus. Faz parte desta "figura" divina implantada no casal, o AMOR.
SEGUNDO: o amor não é "paixão". Há um provérbio popular que faz uma caricatura do casamento: "O amor é uma flor roxa que nasce no coração do trouxa! "Amor-paixão é assim mesmo: imaturo, infantil, irracional, errado. Pega fogo num minuto, noutro já apagou. Esse o "amor" que levam muitos a um casamento apressado, infeliz, fracassado. Numa passagem em Filipenses 1: 9 e 10, complementa: [...] e também faço esta oração: que o vosso Amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda percepção, para aprovardes as coisas excelentes[...].                                                                        Amor é CONHECIMENTO. Conhecimento tem a ver com nossa capacidade de decisão: nós somos capazes de "tomar a decisão de amar".
"Amar" não é ser "arrebatado" por um sentimento irracional por um fulano qualquer. "Amar" (amor verdadeiro) é DECIDIR amar alguém. É conhecer a pessoa e adquirir a habilidade de perceber se essa é a pessoa certa para o casamento. Perceber "aprovar as coisas excelentes".                           TERCEIRO: o amor de Deus é ÁGAPE. O idioma original do Novo Testamento, o grego, possui entre outros o FILIA, que significa "amor familiar" – É "amar a quem ama", é gostar só de quem gosta de mim. É só fazer o bem a quem também possa me ajudar.D ar tudo. Sacrificar-se.                                      QUARTO: o amor deve ser cultivado.
No namoro há coisas características e peculiares: beijos, segredos, bilhetes, flores, perfume, carícias, surpresas, cartinhas, presentes, etc.
Por que tudo isso não continua na vida conjugal?
Uma moça, no namoro, se enfeita toda para encontrar-se com o "amado". Depois casa-se com ele. Não se enfeita mais, e desanda a engordar. Não cultivou o amor. Um rapaz dá flores à namorada, bilhetes, etc. Casa-se com ela. Não dá mais rosas nem cartinhas. Não está cultivando o amor.
O romantismo do namoro deve ser preservado, cultivado, cuidado, como se fosse uma plantinha delicada que sem água seca logo. As coisas mais "FÚTEIS": beijinhos, carinhos, palavras românticas, etc. são as mais importantes para um casal se amar sempre!
·        ENTRE MÃE E FILHO (AMOR MATERNAL):
A palavra MATERNO, no dicionário da língua portuguesa, é referida como: “Da mãe; próprio da verdadeira mãe; carinhoso; designativo de parentesco do lado da mãe, termo afetuoso; carinhoso” (Bueno, 1986, p.708).
Qual o conceito bíblico em ser mãe?
Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Às mães é dito que amem seus filhos em Tito 2:4-5, que diz: “Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.”                                                                                                                 Em Isaías 49:15a a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” Quando se começa a ser mãe?                                                                        Os filhos são presentes do Senhor (Salmos 127:3-5). Em Tito 2:4, aparece a palavra grega “phileoteknos”. Esta palavra representa um tipo especial de “mãe-amor”. A ideia que esta palavra evoca é de “preferir” nossos filhos, “cuidar” deles, “alimentá-los”, “abraçá-los” com amor, “satisfazer suas necessidades”, “amavelmente ser amiga” de cada um como único vindo da mão de Deus. A Escritura nos ordena para que vejamos “mãe-amor” como nossa responsabilidade. A palavra de Deus ordena tanto às mães quanto aos pais para que façam várias coisas na vida de seus filhos, dando:

Disponibilidade – manhã, tarde e noite (Deuteronômio 6:6-7).         Envolvimento – interagindo, colocando pontos de vista, pensando e processando a vida juntos (Efésios 6:4).                                        Ensinamento – sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo (Salmos 78:5-6, Deuteronômio 4:10, Efésios 6:4).                                                             Treinamento – ajudando o filho a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial (Provérbios 22:6).                                                                               Disciplina – ensinando o temor do Senhor, ensinando seus limites de forma consistente, amorosa e firme (Efésios 6:4, Hebreus 12:5-11, Provérbios 13:24, 19:18, 22:15, 23:13-14, 29:15-17).                                                          
Nutrição – provendo um ambiente de constante apoio verbal, liberdade de falhar, aceitação, afeto e amor incondicional (Tito 2:4, II Timóteo 1:7, Efésios 4:29-32, 5:1-2, Gálatas 5:22, I Pedro 3:8-9).                                                       Exemplo com integridade – vivendo de acordo com o que ensina, sendo um modelo com o qual o filho possa aprender “captando” a essência de um viver piedoso (Deuteronômio 4:9, 15, 23; Provérbios 10:9, 11:3; Salmos 37:18, 37).          A Bíblia nunca ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade. As mães têm um papel único e crucialmente importante nas vidas de seus filhos. A maternidade não é um trabalho ou tarefa desagradável. Da mesma forma com que uma mãe gera seu filho durante a gravidez, e da mesma forma com que a mãe alimenta e cuida de seu filho durante a infância, as mães têm também um papel constante na vida de seus filhos, adolescentes, jovens adultos e até filhos completamente adultos. Enquanto o papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar.
·        ENTRE PAI E FILHO (AMOR PATERNAL):
A palavra PATERNO no dicionário HOUAISS ON-LINE, é referida como: “inerente ao pai, paternal, procedente do pai,  que lembra o amor de pai; carinhoso e afetuoso”.                                                                                                                  Qual o conceito bíblico em ser pai?
            De acordo com a bíblia, a figura “paternal” se inicia em Génesis 2: 15,17:
Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar. Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente;
mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

Deus foi o Criador e Tutor dos primeiros seres humanos: Adão e Eva. Deus demonstrou com Sua atitude como Adão e Eva e nós deveríamos agir com os filhos. Deus esboçou o comportamento que os pais devem ter na arte de educar os filhos.
É dever da figura paterna, prover ambiente ideal para seus filhos. Deus colocou Seus filhos num lugar adequado, preparado exclusivamente para eles, mas advertiu-os dos verdadeiros perigos. Por isso Deus dá ordens, atividades e responsabilidades a fim que eles não fiquem com a mente desocupada.
O ambiente deve transmitir paz: Os pais devem formar um ambiente calmo e tranquilo a seus filhos, conversar com eles, dar responsabilidades, etc.
O ambiente deve ser pedagógico: Os pais devem prover os recursos para o bom desenvolvimento de seus filhos, não devem inventar perigos onde não há (bicho papão, fantasma, etc.) e omitir onde há (televisão, computador, vídeo games, etc.).
O ambiente deve ser bem localizado: Os pais precisam colocar seus filhos em lugares agradáveis e avisá-los e adverti-los dos possíveis perigos de ultrapassar os limites.
            Também é dever paterno, apresentar a realidade do BEM e do MAL, como Deus apresentou as vantagens da liberdade de escolha "de toda árvore comerás livremente", porém, também apresentou os limites da liberdade "[...] mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás". Génesis 2:16,17.
A realidade da liberdade: Os pais devem elucidar aos filhos o caminho do bem, suas vantagens e seus limites.
A realidade da vida e da morte: Os pais devem mostrar o caminho da liberdade a seus filhos e onde termina essa liberdade. A função dos pais é revelar aos filhos o rumo do sucesso e o desvio do fracasso, o caminho da vida e o desvio da morte.
A realidade do grande conflito entre o bem e o mal: Os pais jamais devem esconder a linha divisória entre o certo e o errado, o bem e o mal. Se tem algo que deve estar bem claro e nítido aos filhos é essa divisória antes de castigá-los. Cometer erros sem orientação não é desobediência, é ignorância. Castigar sem avisar é um erro contra o inocente.
            Ser claros e verdadeiros com os filhos e alertando sobre a consequência do mal, é mais um dos conselhos divinos. Deus revelou claramente as consequências da desobediência caso Seus filhos ultrapassassem os limites em Génesis 2:17: “pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
As consequências do pecado: Os pais devem ser claros quanto aos direitos e deveres dos filhos e quanto as desvantagens e problemas de ignorá-los. Pecado é a transgressão dos direitos e deveres instituídos pelo Pai Celestial. O resultado do pecado é a morte!
As consequências da desobediência: Os pais devem deixar esclarecidos aos seus filhos que a desobediência encurta a vida (Êxodo 20:12)
As consequências das escolhas erradas: Os pais não devem superproteger ou decidir tudo a seus filhos, mas devem ensinar e permitir que seus filhos decidam e escolham sabendo das devidas consequências. (Claro que os pais devem ser sábios para fazer isso baseado na idade e no desenvolvimento dos filhos).
O verdadeiro PAI é o que comtempla o amor, a misericórdia e o cuidado de Deus através das páginas da Bíblia a fim de que sejas influenciado pela paternidade divina.







·        ENTRE FILHOS E PAI
Filhos que Dão Prazer ao Senhor
Muita das vezes um filho não consegue compreender a proteção e segurança que seus pais têm a oferecer, lutam para que seu filho entenda que é para seu bem. È dessa maneira que os pais devem preparar seus filhos para levarem vidas independentes num mundo perigoso. A Bíblia observa que "o ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs” (Provérbios 20:29). Cabelos grisalhos, por serem de costume associados com idade avançada, representam frequentemente sabedoria e experiência. Os pais já aprenderam sobre alguns dos perigos da vida e experimentaram outros, e estão assim capacitados a ajudar seus filhos a evitar muitos erros sérios . . . se os filhos aceitarem ser guiados por seus pais!                                                         
Filhos, obedecei a vossos pais!
O apóstolo Paulo afirmou que os filhos têm responsabilidade em obedecer a seus pais. Ele escreveu aos Efésios, "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo" (Efésios 6:1). É interessante que Paulo não escreveu, "Pais, façam com que vossos filhos vos obedeçam." Naturalmente os pais são responsáveis por ensinar e corrigir seus filhos, mas Paulo dirigiu-se aos filhos e colocou sobre eles a responsabilidade por obedecer a seus pais. É certamente verdade que esses pais têm que instruir seu filhos a seguir a trilha da justiça, mas os filhos não são robôs. Eles também têm uma vontade e podem resolver não aceitar a disciplina de seus pais. Assim, o apóstolo Paulo mandou que os filhos se submetam à vontade de seus pais.                             Os filhos têm que obedecer a ambos os pais. Frequentemente os filhos obedecem ao pai que é mais provável que os castiguem e desatendem as instruções do outro! A palavra que é traduzida "pais" em Efésios 6:1 é uma palavra geral que inclui ambos, mãe e pai. Os primeiros nove capítulos do livro de Provérbios foram escritos como se um pai estivesse escrevendo ao seu filho. O autor começa seu conselho a seu filho com o seguinte: "Filho meu, ouve o ensino do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço" (Provérbios 1:8-9). Observe que o filho precisa seguir a instrução de ambos, pai e mãe.       Aos colossenses, Paulo escreveu a respeito do alcance desta obediência dos filhos: "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor" (Colossenses 3:20). Os filhos deverão obedecer a seus pais quer entendam ou não a razão da ordem dos pais, quer concordem e gostem ou não da ordem dos pais. A verdadeira prova de obediência é quando nos é mandado fazer alguma coisa contra nossas inclinações ou vontade.       Observamos que Paulo escreveu aos efésios que os filhos deveriam obedecer a seus pais "no Senhor." A frase "no Senhor" deveria estar ligada com "obedecer" antes que com a palavra "pais." Paulo não estava sugerindo que os filhos deveriam obedecer a seus progenitores somente se seus pais e mães fossem cristãos (no Senhor"), mas que os filhos devem obedecer a seus pais enquanto tal obediência não conflite com seus deveres para com Cristo.   Pedro exprimiu o mesmo princípio quando reprovado pelo Sinédrio judeu por pregar Jesus Cristo; "antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). "No Senhor" constitui a única limitação imposta à obediência de um filho.            Paulo escreveu que os filhos obedecerem "é justo" (Efésios 6:1). Aos colossenses ele escreveu que obedecer assim "é grato diante do Senhor" (3:20). Muitas pessoas, incluindo alguns pais, acreditam que a desobediência é uma coisa natural com os filhos e precisa ser tolerada pelos pais. Contudo, a Bíblia revela que Deus considera ser a desobediência pelos filhos uma coisa séria.                                                                                                                                        O escritor de Provérbios oferece a seguinte dura advertência a quem desobedecer qualquer dos pais: "Quem caçoa do seu pai ou despreza sua mãe, quando ela fica velha, será comido pelos urubus ou terá os olhos arrancados pelos corvos" (Provérbios 30:17). O ponto do autor é claro: aqueles que desobedecem a seus pais sofrerão! Ainda que ninguém vivendo hoje em dia seja responsável por guardar a Lei de Moisés, suas instruções a respeito da desobediência e desrespeito filiais demonstram bem vivamente a atitude do Senhor. A penalidade aplicada a um filho desobediente e rebelde era a morte (Deuteronômio 21:18-21)! O filho que amaldiçoasse ou batesse em seu pai ou em sua mãe era morto por apedrejamento (Êxodo 21:15, 17; Levítico 20:9). Quando Paulo relacionou os vários pecados comuns entre os gentios, ele incluiu "desobedientes aos pais"
Filhos, honrai vossos pais!
Os pais são pessoas que oferecem serviço especial dia após dia, tomando decisões e fazendo sacrifícios no melhor interesse de seus filhos. Muitos pais prefeririam a honra e o respeito de seus filhos a qualquer medalha de honra. As Escrituras, de fato, ordenam aos filhos que honrem seus pais. O apóstolo Paulo escreveu: "Honra a teu pai e a tua mãe [...], que é o primeiro mandamento com promessa, “[...] para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6:2-3).                                                                                              Honrar, como a palavra grega sugere, significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima. Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tenha por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.                                                                                    Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência e amor por eles, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. Os escritores de Provérbios aconselham: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23:22). Os filhos honram a seus pais ajudando-os naquelas tarefas do lar que têm que ser feitas diariamente.                                  Jesus ensinou que honrar os pais envolvia apoio financeiro em casos de necessidade. Os fariseus criticaram os discípulos de Jesus porque eles não lavavam as suas mãos antes de comer, como exigia a tradição dos antigos. Jesus respondeu observando que os fariseus, eles próprios, invalidavam os mandamentos de Deus de modo a manter suas próprias tradições (Marcos 7:1-8). Com exemplo de sua prática, Jesus citou da Lei de Moisés o mandamento para honrar pai e mãe. Ele observou que os fariseus tinham concebido a tradição pela qual invalidavam este mandamento.                                                       Os fariseus ensinavam que um homem poderia declarar como "Corbã" parte dos seus bens com os quais deveriam ajudar seus pais. "Corbã" significava que aqueles bens estavam dedicados ao Senhor e, assim, "santificados," não podiam ser usados para sustentar seus pais. A pior parte desta tradição era que o homem que assim declarasse seus bens como "Corbã" poderia ficar com estes bens e usá-los para si! É fácil de ver que o ponto desta tradição era simplesmente evitar a responsabilidade de uma pessoa para com pai e mãe. A reprovação de Jesus ilustra claramente que a responsabilidade por honrar pai e mãe também incluía assistência financeira quando necessitada.                                                                                         Escrevendo a Timóteo, Paulo também ressaltou a responsabilidade dos filhos em cuidar de seus pais idosos. Falando de a igreja ajudar as viúvas, ele instruiu:
"Honra as viúvas verdadeiramente viúvas. Mas se alguma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam primeiro a exercer piedade para com a própria casa e a recompensar a seus progenitores, pois isto é aceitável diante de Deus ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente" (1 Timóteo 5:3-4, 8).
Nesta passagem, Paulo usou a palavra "honrar" no sentido de auxílio financeiro. Ao mesmo tempo, ele afirmou claramente o dever dos filhos de ajudar ("honrar") seus pais. Tal auxílio é também uma forma de compensação pelo que os pais fizeram por seus filhos. A importância desta responsabilidade é vista na afirmação de Paulo que o crente que não cuida dos membros de sua própria família negou a fé. É evidente que a responsabilidade de um jovem para com pai e mãe não termina quando ele sai de casa. Em conclusão, é impossível servir a Deus aceitavelmente enquanto se negligencia os próprios pais! Não se pode honrar a Deus enquanto se recusa obedecer Seus mandamentos, incluindo o dever de honrar seus pais.

O Plano de Deus é Melhor
Jesus, nosso grande exemplo, foi submisso a seus pais. Ainda que Ele fosse a Divindade em carne, ele seguia o plano de Deus para a família (Lucas 2:51). Deus estabeleceu seu plano para nossas famílias porque ele deseja nossa felicidade e sabe os tipos de relações são mais satisfatórias e recompensadoras. Quando a vontade de Deus é negligenciada, resultam a aflição e a miséria. É verdade geral que os filhos que obedecem e honram seus pais vivem mais, têm vida mais feliz e, mais importante, estão agradando a Deus!
3.3. AMOR DO PASTOR COM A IGREJA
“Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e inteligência. Jeremias 3:15.”
O trabalho do pastor na igreja é visto como renunciar sua vida normal e se entregar totalmente ao serviço de Deus, consequentemente ele é visto como alguém caracterizado por uma disposição incrível. Na concepção de outros, o pastor declara um amor maior por Deus.
Princípio Bíblico de Liderança: Em primeiro lugar, a palavra pastor nunca aparece na Bíblia como sendo uma profissão, e sim, como um ministério. Em Atos 20:17 e 28 aprendemos que os presbíteros da igreja deveriam pastorear o rebanho. Pastorear não é exercer um cargo, e sim cuidar do estado espiritual daqueles que foram salvos por Cristo Jesus.                                                                Em segundo lugar, o Novo Testamento não conhece um sistema onde uma só pessoa tem essa responsabilidade, que sempre era atribuída a vários presbíteros. Atos 20:17 “De Mileto mandou chamar os presbíteros da igreja”. E a estes presbíteros Paulo falou: Atos 20:28 "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" Atos 14:23 "E, promovendo- lhes em cada igreja a eleição de presbíteros (plural) depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido" Tito 1:5 b "[...] bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi." Notamos em todas estas passagens que o Novo Testamento ensina que cada igreja deve ter vários presbíteros (Líderes) e que eles em conjunto tem a responsabilidade de pastorear o rebanho de Deus. Naturalmente numa igreja nova isto levará alguns anos até que a igreja tenha vários presbíteros, porém este sempre deve ser o objetivo. O Novo Testamento desconhece totalmente um sistema onde um pastor tem o comando e os outros tem a obrigação de obedecer, na igreja de Cristo. Evidentemente haverá a necessidade que um entre os presbíteros, dirigir o planejamento mas a responsabilidade pastoral recai sobre todo o presbitério. Atos 20:17 e 28.
Pastor segundo o coração de Deus:
Já mencionamos que pastorado não é profissão - é ministério. Quando Jesus designou o apóstolo Pedro para pastorear o rebanho, não perguntou das suas habilidades profissionais, e sim "amas-me mais do que estes outros?" João 21:15-17. Quem ama a Jesus, também amará aos que foram resgatados por Jesus e os tratará como Jesus os tratou. Vamos ver algumas das características do pastor segundo o coração de Deus.                                              
·        Primeira característica: “Auto entrega”
"O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". João 10:11.                             Este foi o exemplo que Jesus nos deu. O apóstolo Paulo nos dá um exemplo de como se age com pessoas, mesmo cheio de problemas - e até fazendo oposição ao ministério, como foi o caso dos Coríntios, Paulo escreve: "Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?" II Coríntios 12:15.                      O pastor segundo o coração de Deus não tem pena de si - ele se entrega e se gasta em beneficio das ovelhas de Cristo.
·        Segunda característica: Preocupação com a restauração de cada um individualmente.
 A parábola da ovelha perdida nos mostra este fato:
            "Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixa para ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta, do que pelas noventa e nove, que não se extraviaram. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos." Mateus 18:12-14.  
            Qualquer pastor segundo o coração de Deus fará de tudo para recuperar pessoas que estão se afastando do rebanho.
·        Terceira característica: O pastor segundo o coração de Deus não se coloca em evidência, e sim, prega a Cristo:
             “Porque não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus" II Coríntios 4:5.  O pastor segundo o coração de Deus sempre ha de se considerar um servo, dando toda a honra a Cristo Jesus.
·        Quarta característica: O pastor segundo o coração de Deus não age como dominador sobre o rebanho, antes serve como exemplo:
             "[...] nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes vos tornando modelos do rebanho”. I Pedro 5:3. O bom pastor anda na frente do rebanho como o seu exemplo e as ovelhas o seguem.
 



























REFERÊNCIAS

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Acesso em: 10 Abr. 2012.

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