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terça-feira, 30 de junho de 2015

--Digo não às brigas.

Bom, as coisas por aqui graças a Deus estão correndo bem.... O pai do meu filho me ligou na semana passada, alegando que foi demitido do emprego em que estava a  1 ano e 4 meses. Quando ainda estávamos casados eu sempre dizia para que ele ficasse de olho no horário em que saía daqui, e quando ele parou de tomar banho e de fazer a barba, as coisas se complicaram.
Mas ele disse também que enquanto estiver recebendo o seguro desemprego vai pagar a penção, e agora eu terei que colocar o bebê na unimed do meu emprego.......
Quanto a isso não ah problema algum.
Eu lhe disse que se soubesse de alguma vaga, enviaria o cv dele.... de boa.... não desejo nada de mal a ele não ggente. só não o quero + como marido. não vou dizer que não fiquei chateada, porque fiquei.
não vou dizer que não tive raiva, porque tive.
não vou dizer que  não senti tristesa, porque senti.
+ eu estive horando, e pedindo a Deus pra que retirasse de mim todo esse sentimento negativo, que claro, afetaria somente a minha pessoa. ele não ia ser abalado com nenhuma das minhas "coisas".
então deixei pra lá sabe. e também tem a questão do meu filho.
se eu fico odiando o pai, altomaticamente eu vou transferindo isso a ele. e aí das duas uma.
ou ele toma as minhas dores, e o odeia também, ou ele se revolta contra mim. pois a imagem que ele terá do pai, não será esta que eu tenho. o pai dele pode ser um comigo, e outro com ele! então não compensa. se a gente tem que conviver pela criança---- que essa convivênsia seja saldável!
todas as mães solo como eu sabem que não é fácil. + o que não tem remédio, remediado está!
eu quero que ele seja feliz, quero que ele arrume um novo amor, que ele tenha comunhão com Deus e acima de tudo isso, quero que ele me deixe empaz. ele não tem me perturbado graças a deus.
+ isso não significa que eu acredito em papai noel ou em conto de fadas.
não, nada disso.
só que estamos nos respeitando. e cumprindo com o acordo que fizemos quando nosso casamento nalfragou no mar da vida.
eu não tenho 1 coração mole pra perdoar e fingir que nada aconteceu.
+ também não quero ter um coração tão duro a ponto de lhe desejar tudo em dobro.
quem tem que fazer a  justiça é deus, isso se ele achar que deve ser feita. eu tenho que ficar quieta na minha, e tudo o que eu puder passar de melhor pro meu filho, eu vou passar. mesmo que eu não seja assim...... mesmo que eu não tenha toda essa calma. nesse assunto eu vou ter que ter caltela. não quero machucá-lo com as minhas  próprias feridas..... quero que ele tire suas próprias conclusões.
hoje ele ligou de novo. fez a tão esperada serurgia que ele tinha que ter feito desde criança. pelomenos não corre + o risco de ter um câncer, como o médico disse que ele poderia vir a ter senão operasse.
fico feliz em saber que ele está bem.
+ é como eu já lhe disse, e repito.
conviveremos amigavelmente, em nome do bem estar emocional do joão lucas, e nada +.
por hoje é só. logo logo eu conto + algumas coisinhas que estão me fazendo pensar a respeito do desenvolvimento do meu pequeno.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

informações sobre o 4º mês de vida do bebê.


O bebê de 4 meses.
Fome menos frequente
Rola para cá e rola para lá
Já está na hora de começar a dar outros alimentos?
Tudo na boca
Brincando sozinho
Compreensão do papel da linguagem
Gosto por muitas cores
Mais seletivo com pessoas
Será que o desenvolvimento do meu filho é normal?
Fome menos frequente
Agora, com 4 meses de idade, seu bebê tem um estômago maior, por isso não sentirá necessidade de se alimentar com tanta frequência -- apenas cinco ou seis vezes por dia. O apetite dele vai diminuindo, e ficando mais parecido com o de crianças maiores e adultos, mas mesmo assim ele continuará engordando e crescendo (embora num ritmo um pouco menor que o dos meses anteriores).

A atenção dele começa a se voltar para outras pessoas e situações enquanto ele mama, e, embora seja ótimo vê-lo entusiasmado e respondendo a novidades, a hora da alimentação pode ficar mais difícil. Se o seu filho se distrai facilmente, tente alimentá-lo em um local bem tranquilo.
Rola para cá e rola para lá
Quando estiver de bruços, o bebê vai levantar a cabeça e os ombros, usando os braços como apoio. Essa "miniflexão de braços" ajudará a fortalecer seus músculos, além de oferecer uma melhor visão do que está à sua volta.

Ele poderá até surpreender você (e a ele mesmo!) rolando de costas para a frente ou vice-versa. Para incentivá-lo, deixe um brinquedo perto do lado para onde ele costuma virar, e quem sabe ele vai querer tentar rolar de novo. Comemore cada tentativa -- ele talvez precise do seu apoio moral, porque novidades tão grandes tendem a assustá-lo.
Já está na hora de começar a dar outros alimentos?
Nos primeiros 4 a 6 meses de vida, o bebê recebe todos os nutrientes de que precisa através do leite materno ou das fórmulas lácteas. Mesmo assim, os pais costumam ficar ansiosos para introduzir logo os alimentos sólidos na dieta infantil. Converse com seu pediatra antes de tomar uma decisão.

A introdução de alimentos (como frutas ou sopinhas) pode até ser considerada, agora que o sistema digestivo está mais desenvolvido e o reflexo de propulsão da língua começa a desaparecer; no entanto, muitos médicos aconselham que se espere até os 6 meses -- a orientação do Ministério da Saúde também é essa.

Esperar um pouco mais para apresentar os alimentos sólidos ao bebê pode reduzir o risco de reações alérgicas, além de garantir que o leite (materno ou fórmula láctea) não seja preterido no cardápio do bebê.
Tudo na boca
O bebê consegue pegar um objeto, mesmo que não na primeira tentativa. Uma vez que tenha posto as mãos em alguma coisa, ele vai estudá-la um pouquinho e, logo depois, vai tentar colocá-la na boca. É possível que você note que ele está babando mais. Alguns bebês começam a ter sinais de dentição já aos 4 meses, mas o primeiro dente geralmente só aparece mesmo após os 5 ou 6 meses.

Estimule seu filho a explorar e brincar com vários objetos, como, por exemplo, uma simples fralda de pano limpa. Veja como ele chupa e segura e amassa o tecido. Dê um chocalho ao bebê para que ele se entretenha com o som.

Neste estágio, um brinquedo em forma de arco com penduricalhos, colocado acima da criança deitada no berço ou no chão, permite que ela descubra o fenômeno de causa e efeito, ao movimentar uma alavanca e fazer um sino tocar. Outro brinquedo excelente para a criança é a água: observe como ela se diverte na hora do banho. Toda aquela molhadeira, afinal, tem fins cognitivos (um bom consolo na hora de arrumar a bagunça -- sem contar o sorriso no rosto dele!).
Brincando sozinho
Nesta etapa, seu filho brinca com os pés e mãos sozinho por alguns minutos. Milagre! De repente você acha que tudo está calmo demais no quarto, vai dar uma olhada e acaba descobrindo que o bebê, que até então precisava de sua atenção para tudo, está se entretendo por conta própria. Quem sabe vai até ser possível voltar a ler o jornal...
Compreensão do papel da linguagem
Especialistas acreditam que aos 4 meses seu filho compreende todos os sons básicos da língua falada em casa. Entre 4 e 6 meses, ele desenvolve a capacidade de produzir alguns sons, tais como "ma-ma" ou "da-da", mesmo que ainda não os ligue à mãe nem a nenhuma outra pessoa. Também consegue participar de jogos de imitação e vai tentar reproduzir algo que você diga.

Estimule a comunicação do seu bebê copiando suas expressões e sons. Ao perceber uma reação quando emite sons e tenta verbalizar alguma coisa, a criança aprende a importância da linguagem e começa a entender o conceito de causa e efeito. Ela passará a notar que o diz faz diferença.
Gosto por muitas cores
Os bebês enxergam cores já a partir do nascimento, mas têm dificuldade em distinguir tonalidades semelhantes, como o vermelho e o laranja. Por isso, eles tendem a preferir preto e branco, ou cores bem contrastantes. Entre 2 e 4 meses, no entanto, a diferença das cores fica mais evidente, e o seu bebê começa a perceber tons mais parecidos.

Ele provavelmente tenderá a gostar mais das cores primárias. Móbiles com essas cores (colocados fora do alcance da criança), pôsteres com cores vivas e livros com ilustrações chamativas despertarão a atenção.
Mais seletivo com pessoas
Aos 4 meses, o bebê pode reagir à sua presença, sua voz e até suas expressões faciais com chutinhos e balançando os braços.

Por volta desta época, seu filho, que até agora provavelmente distribuiu sorrisos a todos que conheceu, começa a ficar seletivo em relação às companhias. Em grandes grupos ou entre pessoas desconhecidas, ele talvez precise de um tempo para se soltar. Dê esse tempo a ele na presença de estranhos ou ao deixá-lo sob os cuidados de alguém. Você também vai notar que, quando está seguro no seu colo, ele fica interessado em interagir com outras pessoas, especialmente crianças mais velhas e barulhentas.
Será que o desenvolvimento do meu filho é normal?
Lembre-se, cada bebê é de um jeito e atinge certos marcos de desenvolvimento físico no seu próprio ritmo. O que apresentamos são apenas referências de etapas que seu filho tem potencial para alcançar -- se não agora, em pouco tempo.

Caso seu filho tenha nascido prematuro, é provável que você observe que ele leva um pouco mais de tempo para fazer as mesmas coisas que outras crianças de idade similar. Não se preocupe, a maioria dos médicos avalia o desenvolvimento de um prematuro conforme a idade corrigida e acompanha seu progresso levando isso em conta.

Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, converse com o pediatra.
http://brasil.babycenter.com/a800052/o-beb%C3%AA-de-4-meses
 

--O ultrasson de fontanela.

No dia 15/06, fazia um frio daqueles quando saímos de casa, rumo ao local onde meu filho faria o ultrasson de fontanela, (pedido por sua pediatra, para verificar o porquê da sustentação incoompleta de sua cabecinha). Ela alegava que pelo fato do pai dele ter idrocefalia, seria melhor verificarmos.
Confesso que eu estava bem nervosa, + já tinha horado e pedido a Deus para que estivesse a frente do exame.
Assim que chegamos, não demoramos para ser atendidos, e o exame foi feito por um moço simpático, que conversou um pouquinho com o bebê.
E naquele mesmo dia ficou pronto o resultado, e advinhem? Não deu nada graças a Deus!!!!! e sua sustentação está bem melhor, desde que iniciamos os exercícios recomendados pela doutora. eu fiquei muito feliz e aliviada. e só tenho que agradesser a Deus por cuidar do meu filho!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

a 1 ano.

a  1 ano, Deus me entregou seu melhor presente;
a 1 ano deus me deu uma grande responsabilidade.
a 1 ano, eu não vivo somente para mim + sim para nós dois.
a 1 ano, eu sou + do que feliz. filho, hoje completa-se  um ano de que as duas listtrinhas apareceram nos dois testes de farmácia que eu fiz. a 1 ano, mamãe se sente extremamente realizada por ter você! parabéns pra nós dois. que deus nos abençoe, e que a nossa união seja eterna!



video

MDS agora.

você deve estar se perguntando: que título é esse? mãe deficiente visual, e souteira.
pois ´é. depois de ter postado inúmeras vezes a respeito do comportamento do pai do meu filho, digo a vocês que ele se foi..... e por quê?
1º Desde quando eu estava grávida, ele não nos aceita. sempre alegava que não havia nascido pra ser pai, e que (a minha gestação), fez com que ele descobrisse isso. Não dormia comigo alegando que "na minha cama já havia outro homen, que estava dentro da minha barriga. para que eu ia querer outro?" Quando o neném nasceu, ele jamais levantou anoite pra me ajudar a cuidar dele e de suas cólicas intermináveis, jamais lansou sob o filho uma palavra de consolo ou conforto. O que ele fazia era chingar o menino de manhoso; chato; inconstante; porco; cagão; mijão; chorão...........
2º Não me ajudava dentro de casa. Ele passou a > parte da minha gestação (que era de risco), na casa dos parentes dele. nunca estava presente em uma consulta minha de pre-natal, ou na realisação de um ultrasson.
*não quero dizer que ele não podia ir pacear. Sim, podia. + quase todos os domingos? absurdo. e eu ficava aqui sozinha, com o filho dele na barriga!!!!!!!
se acontecesse  algo, ele ia saber, + só depois........
3º ele dizia que não me amava +, e nem sentia amor pelo filho. então como continuar assim esse casamento?
eu não sou perfeita. confesso que eu cuidei sim muito + do meu filho do que de qualquer outra coisa, + eu sou mãe! e também era mulher dele. a casa sempre estava limpa, e a comida feita. independente dele chegar de bom ou mau humor, independente dele amar o filho ou não............ e que ele queria que eu fizesse? que rejeitasse meu filho em nome de uma suposta felicidade que ele pregava? não. se Deus ouviu minhas horações e me deu esse filho, minha obrigação era cuidar dele! não deixá-lo a própria sorte!
quantas e quantas vezes tentei colocar o menino em seu colo, e o que dava??? "  *o joão lucas ainda não fica durante um períldo longo no colo do pai dele, que por enquanto baixou a guarda e ta se fingindo de bom moço.
 Semana seguinte:
* ele ficou quarta-feira e quinta no colo do pai, mas ontem em 7 minutos ele ja tinha comessado a chorar. isso realmente não muda.
Semana seguinte:
 e falando do pai dele, ontem dia 21, ele disse que não gosta da atenção  que as pessoas dão pro João Lucas.. incluindo o ppai dele e os irmãos..
Semana seguinte: *  vc tem que ver diário como o menino chorou no colo dele. eu fiquei com muita dó. saía da sala pra não ver ele sofrendo. eu já tentei demais aproximar os dois, + não adianta.
Semana seguinte: 
hoje o jl chorou menos no colo do pai dele. mas ele fica irritado com ele.)
4º desda época da minha gestação que o problema é o mesmo, leia abaixo as frases do pai:
" ontem ele disse que não é apegado com o joão lucas. pode ser por isso que ele não estabelessa vínculos com a criança. mas eu também tenho que parar de insistir com isso. se ele não quer, é ele quem perde e não eu... isso pq eu ainda não te falei diário, que ele tem a capacidade de regeitar o único filho que deus lhe deu. ele não ama o joão lucas.
eu sempre tentei aproximar os dois, sempre fico falando pra ele colocar a mão na minha barriga mas ele não muda sabe. se eu não falo, ele não coloca, ele não se manifesta. eu tô parecendo mãe souteira. antes fosse, né? pelomenos tudo isso tinha um motivo. uma explicação. um porquê.
e isso me dói muito. eu fico disisperada, eu choro. pq eu já fui regeitada, e eu sei o quanto tudo isso machuca. e ele não me ajuda com nada, ele não faz nada.
____*
eu cansei de sofrer. de chorar, de me lamentar por algo que não tem + solução.
ele me ligou no dia 14/06, alegando querer notícias do filho que ele mesmo rejeita. e me ligou ontem dia 22, relatando a mesma coisa, e disse que daqui a duas semanas vem visitar o bebê. + eu só permitirei que a visita seja feita, se ele vier acompanhado pelo pai ou por 1 dos irmãos, por conta da ameassa que ele fez. e ele deu no dia 19, o vale dele que era o que havíamos combinado, enquanto não sai o divórsio. eu me sinto super mal em saber que ele vai voltar a pisar nessa casa, que ele vai dar uma de paisão sendo que não é, + eu preciso deixar ele ter contato com o joão lucas assim como eu sempre fiz, 1º pq isso pode me prejudicar durante o processo. ainda mais ele se fazendo de vítima como faz. e 2º, pq meu filho pode me cobrar isso futuramente. então eu preciso registrar tudo para que ele tenha provas de que tentativas foram feitas. + o pai dele não quis mudar. e 3º pq ele deu a penção do menino. então não da pra  suspender a visita. e de coração mesmo, eu não quero que ele odeie o pai nem nada disso. quero que eles tenham vínculo, + eu estou muito machucada pra vê-lo de novo. depois de muito sofrimento.  totalmente disnescessário. ele podia ter sido um super pai, um bom marido, e ainda estaria aqui. acompanhando o crescimento do filho, e zelando pelo nosso casamento. + as coisas não foram assim, e temos que encarar a realidade. finich! chega de coisas tristes!
esses são trechos extraídos do meu diário, que servem para que você note como o pai do meu filho fez mal

sábado, 13 de junho de 2015

--atualisações!

Ois para todos!(as).
Bom, iniciarei o post, falando que nesta sexta-feira que passou, (dia 5), meu amor completou seus 4 meses de vida, e estava meio resfriadinho. com corisa, teve um pouquinho de febre, e uma tossinha leve.
nós fomos para sua 4ª consulta, e ele pesa:
6:0 quilos;
mede:
64 centímetros;
A pediatra não liberou papinha de frutas, e também disse que não será nescessário complementar sua alimentação com leite artificial, e mamãe vibrou de alegria!!!!
Porém, nos deparamos com algo  que me assustou um pouco. Ela alegou que a sustentação da cabecinha dele está incompleta. Isso significa que ele não consegue manter a cabecinha firme por muito tempo. Então ela recomendou que eu deixasse  ele de brussos, para que assim ele pudesse levantar + a cabeça, e dar força a musculatura de seu pescocinho.
também ensinou um outro exercício, e recomendou que fosse feito um ultrasson  de fontanela, (pelo fato do pai dele ter idrossefalia.)
este exame será feito no dia 15/06, próxima segunda-feira.
Desde que ela disse a respeito deste assunto, eu venho fazendo com ele os exercícios recomendados, e tenho notado uma grande melhora desde então!
Outra coisa também me preocupou:
Seus testículos não estão normais.
Um está no lugar correto, e o outro não.
Ela disse que por enquanto não é nescessário preocupar-se, mas que ficaremos observando.
(Novamente foi mensionado o pai dele que tem o mesmo problema. Por isto os médicos o consideiravam estério.)
Tirando esses dois detalhes, ela disse que meu filho está ótimo, e receitou que ele tomasse  paracetamol por causa da febre.
Já se passou uma semana desde que ele foi consultado, e o que ocorreu de diferente, foi que na sua gengiva, surgiram já os desenhos dos dentinhos que irão nascer. então eu estou usando nene dent, dou a ele mordedor gelado para aliviar a coceira  e refrescar, e ele também ganha muito colo e carinho, porque ele fica extremamente irritado com isso!
Terça-feira e ontem foram os dias + críticos.
+ Eu só tenho que agradesser a Deus pela vida do meu anjinho, e que ele continue nos abençoando, assim como tem feito desdo momento em que eu descobri minha gestação!
Em breve eu voltarei para falar sobre uma coisa que aconteceu nessa semana, e mudou toda a nossa vida. Beijos pra todo mundo!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

artigos sobre o leite materno


ALEITAMENTO MATERNO
Keiko Teruya é médica pediatra e professora da Faculdade de Medicina da Fundação Lusíada de Santos.
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Nossa espécie, o Homo sapiens, pertence à classe dos mamíferos, animais que amamentam os filhos quando nascem. Fiéis às origens, durante toda a história do homem na Terra, as crianças foram amamentadas no peito da mãe. Nos anos 1950, porém, mudanças sociais e econômicas resultantes da industrialização e da entrada da mulher no mercado de trabalho contribuíram para a quebra desse paradigma. Muitas precisaram suspender a amamentação dos filhos para sair de casa logo cedo e assumir posições profissionais. A solução que lhes restou foi alimentar suas crianças com mamadeiras, leite em pó e os suplementos que as indústrias encarregavam-se de produzir e apresentar como excelentes substitutos do leite materno.
Pagamos um preço alto por isso, porque não tardaram a aparecer estudos elencando as desvantagens desse tipo alimentação. Atualmente, a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mãe amamente os filhos, durante os seis primeiros meses de vida, exclusivamente com leite do seu peito. A partir dos seis meses até os 2 anos, outros alimentos devem ser introduzidos na dieta e oferecidos ao bebê em colherinhas e não mais na velha e superada mamadeira.
VANTAGENS DO LEITE MATERNO
Drauzio — Quais as consequências que essa mudança de paradigma ocorrida nos anos 1950/1960 acarretou?
Keiko Teruya – A história já se encarregara de demonstrar que era possível alimentar o ser humano com outro leite que não o materno. Haja vista, o caso de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, que segundo a lenda foram amamentados por uma loba. No nosso caso, a escolha recaiu principalmente sobre o leite de vaca. Só que, apesar de o Homo sapiens ser o animal mais adaptável dentro da escala zoológica, há sempre um preço a pagar por essa quebra de paradigma, pois o leite materno diminui o risco de maior suscetibilidade alérgica, infecções e até mesmo de morte infantil.
Drauzio – Quais as vantagens do leite materno em relação aos outros tipos de leite?
Keiko Teruya — Ele contém todos os nutrientes necessários para garantir o crescimento saudável da criança. ALém disso, olhos nos olhos, mãe e filho estabelecem a primeira linguagem efetiva de amor.
PRODUÇÃO DO LEITE MATERNO
Drauzio – Como é a dinâmica da produção do leite materno?
Keiko Teruya — A sucção desencadeia um reflexo hormonal: a prolactina (hormônio produzido pela hipófise) promove a produção de leite e a ocitocina, sua descida para a região da aréola mamária. O espantoso é que toda a mulher pode produzir leite mesmo que não tenha gerado a criança que suga seu peito e, quanto mais ela suga, mais leite aparece. Para ser didática e simples, digo às mães que, enquanto o bebê mama, um carteiro leva uma mensagem para a cabeça dela avisando que lá embaixo tem gente precisando de leite. Se a criança reclama – “Mãe, aqui não está saindo leite” -, o mensageiro transmite nova ordem ao cérebro materno – “Solte o leite” – no que é logo obedecido.
Drauzio – Esse mecanismo pode ser alterado de forma que algumas mães apresentem dificuldade para amamentar e produzir leite?
Keiko Teruya – Se a ocitocina não passasse pelo hipotálamo, não haveria tanto problema. Acontece que ela passa e quando a mãe está nervosa, tensa, cansada, levou um susto ou teve um grande aborrecimento, um bloqueio impede-a de soltar o leite. A expressão “esconde o leite” reflete bem o que ocorre nessas situações. Entretanto, se a criança continuar sugando, novo comando será transmitido ao cérebro da mãe que deixará o leite fluir.
AMAMENTAR NÃO DÓI
Drauzio – Como é possível manter essa tranquilidade se algumas mulheres sentem dor enquanto amamentam, porque o mamilo rachou, por exemplo?
Keiko Teruya – A amamentação deve ser absolutamente indolor. Partindo do seu exemplo, o mamilo não racha se a criança for colocada na posição correta e pegar direito o peito. Por que ocorre a rachadura? Ocorre porque a criança não consegue pegar a areola, a parte do seio que não dói. Sempre peço que as mães apalpem suas mamas e lhes pergunto onde são mais sensíveis. Todas as respostas coincidem: o bico é a parte mais dolorida. Fica claro, então, que ali a criança não pode sugar porque vai doer. No entanto, se a criança sugar na região areolar onde ficam os bolsões de leite que devem ser espremidos para liberá-lo, não haverá desconforto nenhum. Se a mulher sente dor quando o filho mama, a dinâmica da sucção deve estar incorreta.
Drauzio – No decorrer da gravidez, a mulher pode tomar alguns cuidados que  deixem  seus seios em melhores condições para a amamentação?
Keiko Teruya – Antigamente, as mulheres eram orientadas para tomar sol e fazer massagens de protusão dos mamilos. Estudos posteriores demonstraram que essa indicação não tinha o menor fundamento. O que realmente importa para evitar rachaduras e, consequentemente, dor é a criança estar bem posicionada e ter boa sucção.
Drauzio – É difícil amamentar um bebê?
Keiko Teruya – As mães aprendem a amamentar com extrema facilidade. Eu lhes digo que o primeiro contato entre mãe e filho deve ocorrer na hora do nascimento, porque na primeira meia hora a criança está lúcida.
Mais tarde, no quarto, ela irá aprender como posicionar corretamente a criança durante as mamadas. A criança deve ficar de frente para o peito da mãe (principalmente para a região areolar), pois é a pressão de sua gengiva na areola que solta o leite. Se ela sugar só na pontinha, o leite não sai. Sua cabeça deve estar alinhada com o tronco, ou seja, a criança não pode estar torta e seu corpo deve ficar colado aocorpo da mãe o tempo todo.
LEITE FRACO E LEITE FORTE
Drauzio – Algumas mães dizem — ah, meu leite está aguado — e suspendem a amamentação ou completam as mamadas com mamadeiras. Existe leite materno fraco ou forte?
Keiko Teruya – Não existe leite fraco ou forte. Existe leite bom para a criança. Às vezes, as mães consideram seu leite fraco porque o comparam com o leite de vaca, que é mais denso e consistente o que, de certo modo, o torna impróprio para o ser humano. O bezerrinho, em um ano e meio ou dois, deverá ter-se transformado num animal adulto. O ser humano precisa de 16 a 18 anos para completar seu ciclo de desenvolvimento.
Por que as mães acham que seu leite é fraco? Porque, quando a criança toma mamadeira, parece que fica mais tempo sem fome e dorme mais. Isso acontece porque a digestibilidade do leite de vaca, cujas moléculas são maiores, é muito lenta e provoca uma sobrecarga nos rins. A criança se sente como o adulto que comeu uma feijoada: de estômago cheio e sonolenta, largada. As mães não costumam estabelecer essa relação e julgam que seu leite está fraco.
Além disso, ao contrário do leite de vaca, que é inerte, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos.
Drauzio – Essa coisa viva a que você se refere são os glóbulos brancos?
Keiko Teruya – São os glóbulos brancos, os anticorpos que a mãe passa para o filho. Hoje, sabemos que além dos macrófagos e dos linfócitos T, entre outros, o leite materno possui imunomodeladores, substâncias que ativam a imunidade da criança. Por isso criança que mama na mãe dificilmente morre e, quando adoece, se restabelece mais depressa.
PREVENÇÃO DE DOENÇAS
Drauzio – Quais são as doenças mais frequentes em crianças que não são amamentadas no peito?
Keiko Teruya – A mais frequente é a diarreia. A criança amamentada no peito está dezessete vezes mais protegida contra essa doença, porque no leite materno existe um anticorpo chamado IGA secretora que recobre a mucosa intestinal protegendo-a contra infecções e recobre tembém a mucosa da árvore brônquica e dos ouvidos, prevenindo otites e pneumonias. A longo prazo, a prevalência de certas patologias como a aterosclerose, alguns tipos de câncer, obesidade e diabetes é menor nas crianças amamentadas no peito.
Drauzio – Muitas mães perguntam se, quando estão gripadas, podem amamentar o filho?
Keiko Teruya – Podem e devem. Durante o processo gripal, a imunidade da mãe está sendo ativada. Como seu leite é constituído por células vivas, seus anticorpos são transmitidos diretamente para a criança durante as mamadas.
Drauzio – Não há o risco de o vírus ser transmitido também pelo leite?
Keiko Teruya – Na verdade, a mãe transmite o vírus e o tratamento, porque seu leite carrega os anticorpos necessários para combater o agente agressor. Mesmo que suspenda a amamentação, ao cuidar do bebê, ela estará correndo o risco de transmitir a doença com a agravante de não lhe transmitir as defesas (imunoglobulinas, macrófagos e até interferon) que o leite transporta.
USO DE MEDICAMENTOS
Drauzio – Existem restrições quanto ao uso de medicamentos durante o período de amamentação?
Keiko Teruya – A maioria dos remédios está liberada durante a amamentação. Se a mãe tiver uma dor de cabeça, pode tomar um analgésico sem medo. No entanto, existem algumas contraindicações, como é o caso dos imunossupressores e de alguns hormônios. Casos que não admitem suspender a medicação, como os de hipertireoidismo materno, exigem acompanhamento bastante cuidadoso.
Drauzio – E em relação aos tranquilizantes?
Keiko Teruya – As mães podem tomar tranquilizantes desde que em doses absolutamente controladas. Lítio, nos casos de transtorno bipolar, e ergotamina, nas crises de enxaqueca, precisam ser ministrados com muita cautela. No entanto, contradizendo o que se pensava anteriormente, a maioria dos antibióticos e quimioterápicos não apresentam contraindicações indesejáveis durante amamentação.
O Ministério da Saúde publicou um livreto – “Aleitamento Materno: Amamentação e Drogas”, disponível em qualquer Posto de Saúde – que contém informações importantes sobre o uso de medicamentos. Por exemplo, se a mãe precisa ser medicada contra a esquistossomose, lendo o livro descobrirá que nada a impede de tomar o remédio prescrito.
RITMO DAS MAMADAS
Drauzio – Que critério a mãe deve adotar para estabelecer o ritmo das mamadas? Ela deve obedecer a um horário rígido ou guiar-se pelo choro da criança?
Keiko Teruya – Livre demanda é o critério a ser adotado. Os bebês não nascem conhecendo relógios nem horários, mas a mãe sempre percebe quando chegou a hora de amamentar. Não é preciso que a criança chore. Sua irritabilidade ou agitação bastam para que ela saiba que o filho necessita de seu peito.
Drauzio — Existem instruções para orientar a mãe no que se refere à troca de peito?
Keiko Teruya – A criança deve mamar num peito até soltá-lo espontaneamente e só então lhe deve ser oferecido o outro. Há um teste simples que demonstra a eficácia desse procedimento. Antes de iniciar a mamada, pede-se à mãe que retire um pouquinho de leite e reserve. Em seguida, o seio é oferecido ao filho. Quando ele o soltar, ela tira mais um pouco de leite desse mesmo seio e compara as duas amostras. O primeiro é ralo e bem clarinho, pobre em gorduras, mas rico em açúcar e água. O outro é escuro.
Essa diferença é uma prova de que a natureza é sábia. A criança tem necessidade dos dois leites: o anterior e o posterior. O primeiro serve para matar a sede; o segundo, para matar a fome e fazê-la engordar.
Nós, pediatras, estávamos errados quando apregoávamos 15 minutos num peito, 15 minutos no outro. Geralmente, a mãe que tem num único peito leite suficiente para alimentar a criança, deve começar a mamada seguinte pelo seio menos solicitado e deixar que o primeiro e esgote.
Drauzio – Na hora da amamentação, qual deve ser a atitude da mulher?
Keiko Teruya – Bem relaxada e com as costas apoiadas, de preferência com o pé todinho no chão, a mãe deve olhar para a criança, o que nela é uma reação quase automática, instintiva. Esse carinho, o cheiro que a mãe exala, essa dança entre mãe e filho ao amamentar são fundamentais para o desenvolvimento harmônico da criança. Por isso está certo quem diz que, se a criança receber amor, dificilmente devolverá violência.
Não faz muito tempo, entrou em contato comigo uma procuradora de justiça que estudou a criminalidade nas crianças que viviam em instituições. Ela concluíra que o desmame era a causa mais importante desse desvio comportamental. Essas crianças nunca haviam sido amamentadas e mãe que amamenta, não maltrata o filho. Não o espanca, não o queima nem quebra seus ossos e não o abandona.
Drauzio – Resumindo, quais as orientações da Organização Mundial de Saúde em relação ao aleitamento materno?
Keiko Teruya – A OMS aceitou uma proposta brasileira e recomenda o aleitamento materno por seis meses. A partir dessa idade até os 2 anos, outros alimentos serão introduzidos observando as etapas do desenvolvimento infantil. O branco do leite é substituído pelo colorido dos sucos de frutas, por exemplo; o líquido, pelo pastoso e depois pelo sólido. A recomendação é oferecer à criança o que a família come e não mais as sopinhas elaboradas de antigamente.
Drauzio — Sem usar a mamadeira?
Keiko Teruya — Sem a mamadeira e sem chupeta, que também deixou de ser recomendada. O ideal é não utilizar a mamadeira, porque a dinâmica de sucção é totalmente diferente da do peito. Para demonstrar a diferença, peço às mães que suguem seu dedo e depois seu punho. Ela vai notar que para sugar o dedo usa muito pouco a estrutura da boca. Praticamente só usa a língua. O mesmo ocorre com a criança e a mamadeira porque o leite sai quase por gravidade. Mamar no peito pressupõe muito mais esforço e empenho. E quem não gosta de sombra e água fresca?
Publicado em 08/08/2011

alimentos que interferem no leite materno:

Em princípio, a mulher que amamenta não precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saudável. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o bebê através do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimentação materna. Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno: 
Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.  
Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.
Bebidas alcoólicas: Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alcoólica durante a gestação estão bem estabelecidos, as consequências o álcool durante o período da amamentação foram pouco estudados. Mas alguns dados já foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos países ocidentais consomem álcool durante o período da amamentação; o consumo de bebida alcoólica pode reduzir a produção de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê. 
Leite e derivados: O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.  
Oleaginosas: Algumas crianças desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela mãe. O grupo das oleaginosas é formado por nozes, castanhas, amêndoas, amendoim, pistache entre outros. Não é muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim é uma causa importante de alergia alimentar.
Outros alimentos
Os primeiros meses de vida da criança são de acelerado desenvolvimento e formação de tecidos e ainda não se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na saúde da criança. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamentação ainda são escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados. 
Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares. 
Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, cólica, corisa, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.  
http://www.minhavida.com.br/familia/materias/18102-alimentos-que-afetam-o-leite-materno

Peito de mãe- tudo que o leite materno pode fazer pelo bebê.
O leite materno, ao lado dos pêlos e do sangue quente, é o símbolo de uma classe animal que reúne alguns dos maiores e mais numerosos bichos do planeta. Dentre eles está o homem, que preserva no princípio da vida o instinto inerente aos mamíferos: a busca pelo alimento elaborado pelas glândulas mamárias de sua mãe. A cena da mulher amamentando o filho, mais do que bela e tocante, é a evidência fundamental de que a existência de ambos está íntima e eternamente ligada a esse ato. No entanto, ante a correria, as exigências e as conveniências do dia-a-dia moderno, esse ato de amor e excelência em nutrição está sendo relegado a segundo plano. Pois é, os bebês estão mamando cada vez menos — isso quando são amamentados —, o que significa riscos à saúde, além de ser uma violação ao primeiro direito da criança após o nascimento, que é o de receber o melhor alimento, o leite de sua mãe.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aleitamento materno deve ser mantido até os dois anos de idade do nenê ou mais. Na prática, a mãe tem de dar ao filho, até os seis meses de vida dele, apenas o peito. Depois disso, a recomendação é a de que ela inclua no cardápio do pequeno outros alimentos, sem interromper a amamentação por mais, pelo menos, um ano e meio. Essa orientação tem como objetivo garantir à criança os benefícios do aleitamento materno. O leite materno nutre, protege contra doenças e infecções e ajuda no desenvolvimento do bebê. Além disso, estreita a relação entre mãe e filho. Pesquisas comprovam que bebês menores de seis meses, que não foram amamentados ou que foram desmamados, precocemente, apresentam riscos 14,2 vezes maior de morrer por diarréia e 2,5 vezes mais de serem vítimas de doenças respiratórias fatais.
A informação mais importante que as mães precisam receber é que essa história de que “meu leite é fraco” não existe, é puro mito! Toda mulher tem potencialidade para amamentar e o aspecto do leite nada tem a ver com a qualidade dele. Se a mãe tem uma dificuldade para dar o peito em um primeiro momento, é preciso paciência e, eventualmente, o apoio de um profissional de saúde. Se o bebê chora, mesmo depois de mamar, isso não tem nada a ver com o valor nutritivo do leite, pode ser cólica, posição de mamar, o jeito que ele pega no bico do peito e inúmeras outras coisas, menos “leite fraco”. Além disso, as pessoas que afirmam que a criança não está crescendo porque o leite é fraco, não sabem o que estão dizendo. Gordura não é saúde e a curva de crescimento durante a amamentação é muito diferente.
Amamentar significa dedicação e disponibilidade para o filho. Só assim ela se torna prazerosa. Infelizmente, as pessoas têm cada vez menos tempo. A própria licença à maternidade, que deveria ser de seis, é de apenas três meses, dificultando o aleitamento exclusivo. Na prática, as mães acabam não conseguindo conciliar seu tempo. Resultado: involuntariamente, ela e o bebê interrompem o processo de amamentação, já que a mamadeira é bem mais prática, embora seja infinitamente menos benéfica.
O aleitamento também é positivo para a mãe. Ele diminui o risco de obesidade e diabetes após o parto. Outra boa notícia é que contribui para a redução do risco de câncer de mama e de ovário. Há ainda as vantagens econômicas de se dar o peito para os bebês. Por fim, o aleitamento ajuda a mãe no espaçamento entre as gestações.
A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses já foi adotada em diversas localidades, dentro e fora do país. Mais de 70 prefeituras brasileiras já estenderam o benefício para as funcionárias. Esse é um passo importante para estimular a construção do vínculo mãe-bebê, com mais segurança e saúde para ambos.
BANCO DE LEITE

O Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano do Mundo, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Existem quase 200 unidades no país, dispostas em todos os estados e no Distrito Federal. São centros especializados, vinculados a um hospital materno e/ou infantil, responsáveis pela promoção do aleitamento materno e execução das atividades de coleta, processamento e controle de qualidade de colostro, leite de transição e leite humano maduro, para posterior distribuição, sob prescrição do médico ou de um nutricionista. A distribuição do Leite Humano Ordenhado e Pasteurizado acontece de acordo com os critérios estabelecidos pelo Governo Federal. Os bebês selecionados como receptores normalmente apresentam uma ou mais das indicações abaixo:
? Prematuros e recém-nascidos de baixo peso que não sugam
? Recém-nascidos infectados, especialmente com enteroinfecções
? Portadores de deficiências imunológicas
? Portadores de diarréia protraída
? Portadores de alergia a proteínas heterólogas
? Casos excepcionais, a critério médico

http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/52/artigo57548-1.asp/


ALEITAMENTO MATERNO Os pais de uma criança que está sendo amamentada ao seio recebem constantemente uma quantidade enorme de informações. Infelizmente, mesmo quando bem intencionadas, nem todas estas informações servem para ajudar aos pais e sua criança.
É muito comum ouvirmos opiniões do tipo:

A mulher que fez plástica nos seios não consegue amamentar.

Amamentar ao seio faz a mãe aumentar de peso.

Algumas mães têm o leite fraco.

Algumas mães têm pouco leite.


Todos estes comentários, e muitos outros que se ouve diariamente, não são verdadeiros. O tamanho dos seios não influencia a amamentação pois o tamanho e a forma dos seios são dados pelo tecido gorduroso e o leite é produzido pelo tecido glandular. A quantidade de tecido glandular é aproximadamente a mesma em todas as mulheres. Também na cirurgia plástica dos seios este tecido glandular é preservado, não interferindo com a amamentação. Não existe relação clara entre a amamentação e o ganho de peso das mães. As mudanças de peso da mãe que amamenta são devidas a uma grande variedade de fatores. Algumas mulheres ganham peso enquanto outras perdem, sendo que isso ocorre também com as mães que usam alimentação artificial (mamadeiras).
Um benefício grande da amamentação é que ela estimula a liberação da substância que atua na contração do útero. Isto pode auxiliar na recuperação mais rápida da sua "antiga forma". Outro benefício é que a amamentação ao seio exige um gasto calórico muito grande da mãe, auxiliando na recuperação do seu peso normal. Não existe leite fraco! Algumas vezes, contudo, você pode achar que o seu bebê está querendo mais leite do que você está produzindo. Existem algumas maneiras fáceis de você aumentar sua produção de leite:
 

Aumente a freqüência das mamadas. Se você está oferecendo o seio a cada 3 horas durante o dia experimente, por uma semana, oferecer o seio a cada 2 horas. Isto, muitas vezes, é estímulo suficiente para que a produção de leite aumente. Lembre-se de que quanto mais vazios os seios ficarem durante o dia, maior será o estimulo para o aumento da produção.

Permita que bebê mame durante mais tempo. As crianças têm ritmos diferentes de mamar, assim como os adultos comem em velocidades diferentes. Aumentar a duração das mamadas pode permitir que uma criança mais tranqüila para mamar consiga retirar todo o leite do seio, coisa que uma criança mais ávida faz num tempo bem menor.
Muitas vezes estas simples medidas são suficientes para que uma mãe que acredita ter "leite fraco" passe a amamentar o seu filho com satisfação para ambos. Benefícios do Aleitamento A amamentação ao seio traz uma grande quantidade de benefícios para a mãe e para sua criança.
O aleitamento materno tem várias vantagens para a mãe, tais como:
 

Reduz a incidência de câncer de mama.

Protege a mulher contra a osteoporose.

Torna mãe e filho mais íntimos.

 
Entre as vantagens para o bebê estão:
 

redução da incidência de doenças alérgicas, como alergias alimentares e asma.

redução da ocorrência de diarréia.

Reduz a incidência de diabetes.

redução no número de internações hospitalares.

redução na ocorrência de otite média.

redução na ocorrência de infecções respiratórias.
Além das vantagens do aleitamento, somente em raríssimas ocasiões - como na mãe portadora do vírus HIV - ele está contra-indicado. Na imensa maioria das vezes, todas as dificuldades referentes à amamentação ao seio são de fácil solução, desde que consultada a pessoa adequada. Mesmo a mãe que trabalha fora pode continuar oferecendo o seu leite como alimento à sua criança, basta que o esgote e armazene. Também é verdade que existem outras formas de alimentarmos nossas crianças e a escolha do alimento mais adequado deve levar em consideração toda a estrutura de vida e crenças da família. Podemos também oferecer alimentação mista (leite materno e fórmula) à criança. É muito importante, contudo, que a mãe tenha consciência de que a amamentação ao seio é uma das experiências mais gratificantes para a imensa maioria das mulheres e que devemos fazer todas as tentativas para que ela seja mantida durante o máximo de tempo possível.
http://www.abcdasaude.com.br/pediatria/aleitamento-materno

--triste. fim da minha licença.

Ois galerinha do bem! essa semana eu estou correndo abessa. parece que vai nascer o 1º dentinho do meu príncipe, que está chorando muito, e nós já estamos usando nene dent. infelizmente seu choro incontrolável começou na segunda-feira, e a consulta dele é só amanhan, dia 5. então eu decidi usar o medicamento por minha conta. era muito triste ver ele chorar com todo aquele incômodo. só conseguia dormir no meu colo, depois de muitas lágrimas.
além disso, eu dei cha de camomila pra ele se acalmar, e essa noite ele dormiu melhor.
além disso, eu não queria sequer tocar no assunto + a hora chegou. minha licensa acaba dia 8 de junho, e eu estou muito deprimida por isso. porque eu não quero parar de amamentar meu filho por nada desse mundo. eu vou pegar + 14 dias de afastamento por conta da amamentação, e depois entro de férias. nesse intervalo de tempo, vou ter que aprender a tirar meu leite, para que não seja preciso complementar a alimentação dele.
--atualisando a respeito desse fofinho, hoje 04/06/15, deu sua 1ª gargalhada! foi muito gostoso ouvir. até filmei! bom, amanhan eu volto pra falar sobre a consulta dele! (vamos torser pra ela dizer que está tudo ok!)