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terça-feira, 14 de abril de 2015

pai e filho. aceitação?

Desde quando engravidei, fiquei imensamente feliz com a notícia de que seria mamãe. não falava a respeito da minha preferênsia, somente nutria um amor que ia crescendo diariamente pelo bebê que estava a caminho. e enquanto isso, as coisas dentro da minha casa foram mudando. eu tinha um marido prestativo, ciumento e grudento. agora ele passava a ser um marido frio, distante, que parecia me  culpar por algo: mas pelo quê afinal? durante  o ultrasson em que descobri o sexo do bebê, fiquei feliz por ser um menino, e pensava cériamente de que teríamos que mudar seu nome, pois eu não havia gostado do significado do nome Luiz Fernando, que foi escolhido pelo futuro papai.
ele não esbossou nenhuma reação, e a gravidez ia seguindo. conforme os movimentos do bebê iam se tornando + e + visíveis, sempre lhe dizia para que colocasse a mão e sentisse tudo aquilo junto comigo. e ele nunca se manifestava.
quando João Lucas chegou ao mundo, meus problemas aumentaram, pelo seguinte fato de seu pai alegar que tinha ciúmes. 1º pelo fato dele ser um menino. 2º, pelo fato do nosso tempo ter diminuido. 3º pelo fato dele não suportar choro de criança, e sendo assim decide sair do quarto para que o son não o incomode.
não se aproxima do bebê nem para cumprimentá-lo, e eu insisto para que ele toque no filho, para que ele possa ter contato com essa criança tão angelical, que não tem culpa de nada.
cerca de mais oumenos 36 dias de tentativas, lágrimas, e muito sofrimento se passaram, e o homen que não queria ser pai, vai se tornando + frio e + distante. eu vou me distansiando de sua pessoa, deixando apenas a criança próxima a ele, pois este é seu pai, e eles precisam estabelecer contato.
quando João Lucas completou 2 meses de vida, mal tinha ficado com seu pai mais de 5 minutos. e eu resolvo inventar atividades para que o pai seja forsado a pegar o filho que está crescendo e não o conhece.
assim fomos levando durante duas semanas. e mesmo que os contatos ainda sejam mínimos, estou feliz pelo fato de ter notado uma melhora significativa no comportamento do papai daqui de casa. ele pelomenos parou de dizer que seu filho é um cagão, mijão, que só sabe chorar, que é extremamente manhoso, que só precisa da mamãe, e que ele não quer pegá-lo. agora ele comprimenta o nosso pequeno milagre, e as invenções das atividades continuam, para que eles se aproximem cada vez +. o que eu mais quero, é ver meu filho feliz. e quanto + eu puder fortalecer essa relação, assim será feito. afinal de contas, ele não é só meu. é nosso, e precisa dos dois. senão fosse assim, nós mulheres seríamos suficientes para engravidarmos sozinhas. Deus delegou a cada um sua função, e elas tem que ser cumpridas por ambas as partes. eu não vou desistir de lutar em nome da felicidade do meu filho.
só queria escrever este post, afin de relatar para outras mulheres que possivelmente passem pelo mesmo, que tudo muda, tudo se transforma. basta nos esforsarmos, e termos fé, porque não é fácil. mas por amor a um filho, uma mãe alcansa  até o impossível.

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