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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

--- o meu trabalho assim como havia prometido.


O que significa a palavra violência?
Esta palavra possui diversos significados, e cinco serão enumerados.
        Abaixo, para que  o tema seja compreendido com > facilidade:
1º Impulso;
2º Ferocidade;
3º Abuso;
4º Agressão;
5º Crueldade;

Estes Cinco significados, estão relacionados à violência física.
Mais esta palavra vai além dos significados descritos, pois ela se engloba em vários aspectos diferentes, que poderemos caracterizar como tipos de violência:
Violência doméstica:
Neste tipo de violência, poderemos falar não só sobre a violência contra à mulher, mais também está relacionada a violência infantil, e o abuso sexual.
Ambas possuem várias diferenças, e uma só igualdade:
Ocorrem no ambiente doméstico. A violência contra a mulher,
Pode ser explicada a partir de várias características, que foram construídas ao longo da nossa história.
Este tipo de violência existe a muitos e muitos anos, e se deu por conta da dominação em relação ao sexo feminino.
Esta violência é uma ideologia masculina, que foi produzida de geração em geração, tanto por homens, quanto pelas próprias mulheres.
A violência trata o ser dominado como objeto, e não como sujeito.
Ou seja, o homem acaba dominando a mulher pela sua força física, e esta acaba se tornando vítima deste homem, e se submete as seus impulsos violentos.
Dando-lhe  chances de repetir seu ato, quando este acaba se mostrando arrependido de sua atitude,  lhe prometendo mudar.
Esta violência recebe o nome de violência cíclica
E possui 4         faces:
1ª tensão,
Que equivale ao momento em que o homem acaba adotando comportamentos desconhecidos pela mulher, que são atitudes não coniventes com o cotidiano.
Ele se torna frio, hostil, se irrita com facilidade, torna-se ciumento,   e apresenta de início, uma agressão  verbal.


A mulher por sua vez, tenta ser o + carinhosa e prestativa possível, tentando fazer com que assim a situação seja contornada.
Porém seus esforços são em vão, pois, o marido não muda de comportamento, e a responsabiliza por todos os problemas presentes em sua vida, em seu dia-a-dia.
Passada esta faze de tensão, o agressor  avança da violência  verbal, para a violência  física.
Que pode ser caracterizada por várias ações, tais como:
Tapas,
Murros,
Pontapés,
E agressões mais intensas como:
Facadas,
Pauladas,
Empurrões,
E em algumas situações, podemos notar que o agressor  faz uso de arma de fogo contra a vítima.
Que não é precisamente utilizada para assassiná-la, mais sim para feri-la.
E o sujeito por sua vez, pode forçar sua companheira a manter relações sexuais com ele, e esta se submete ao seu domínio, pois seu psicológico já foi preparado para encarar tamanha situação, sem esboçar qualquer tipo de reação não somente pela 1ª faze realizada pelo agressor, mais também avaliando historicamente o contexto da violência contra a mulher presente em várias sociedades, e culturas que estão inseridas no mundo todo.
Podemos falar também, a respeito de  transtornos de personalidade,  ainda abordando o tema de violência contra a mulher.
(© 2012 - Psiqweb.med.br)
 “A Associação Norteamericana de Psiquiatria, através de seus critérios de classificação e diagnóstico de transtornos mentais, o DSM. IV, fala sobre os Transtornos da Personalidade da seguinte forma:
"Um Transtorno da Personalidade é um padrão persistente de vivência íntima ou comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é invasivo e inflexível, tem seu início na adolescência ou começo da idade adulta, é estável ao longo do tempo e provoca sofrimento ou prejuízo."
Esta frase citada à cima pode caracterizar o comportamento de vários agressores, que posteriormente não foram criados em ambientes violentos, e por conta de um transtorno individual e pessoal, acabaram adotando este tipo de comportamento, para impor tudo àquilo que desejam.
Ainda insistindo nos transtornos de personalidades,
Podemos verificar que esta citação é bem mais ampla, falando a respeito de características que estão presentes neste texto,
E em alguns casos, ( sem usar de  generalização), podem explicar o comportamento agressivo do homem contra a mulher.
“A personalidade paranóide já havia sido descrita por Kraepelin em 1915, designando indivíduos querelantes, encrenqueiros e criadores de caso .  Essa forma de personalidade constitui o que se chama personalidade pré-mórbida para um quadro mais grave, a Paranóia, que é um transtorno delirante persistente e incurável. O Transtorno Paranóide da Personalidade ocorre entre 0,5 - 2,5% da população geral, sendo mais comum em pessoas do sexo masculino.
As pessoas com transtorno paranóide da personalidade costumam ser reservadas, silenciosas e têm uma percepção bastante acurada do ambiente. São pessoas dotadas de boa sensibilidade em questões de hierarquia e poder, contestando sempre e apresentando dificuldade no relacionamento com autoridades. Há também grande possibilidade de serem patologicamente ciumentas. Na personalidade paranóide se constata, sobretudo, uma hipertrofia do ego que se reflete no orgulho, a certeza de ter razão, o desprezo, desqualificação ou exploração dos outros, a rigidez e intolerância e a supervalorização de suas idéias que se aproxima do fanatismo.
Há nesse transtorno da personalidade uma alteração da cognição responsável pela pessoa ver o mundo de maneira especial, com sensibilidade exagerada às contrariedades ou a tudo que possa ser interpretado como rejeição. Há uma notável tendência para distorcer os fatos, interpretando-os como se fossem hostis, traiçoeiros, desleais ou depreciativos, mesmo que sejam neutros e amistosos. Por causa desse psiquismo paranóide, tais pessoas podem se tornar agressivas, resultando em atitudes despropositadamente hostis e violentas, comprometendo significativamente o controle dos impulsos.
Não é raro que a pessoa com o transtorno paranóide da personalidade tenha uma vida conjugal cheia de competitividade em várias áreas da atividade, sabotagem e contrariedade ao eventual sucesso do outro, escassas manifestações de afeto, planejamento de estratégias que possam diminuir o outro e enaltecer sua pessoa, intransigência aos erros dos outros e exaustivas justificativas para os seus pontos de vista, acreditando serem sempre os mais corretos. (EspaçoReservado2) 2º
“Henri Ey”  
Creio que a partir  desta situação, possa ser notado  o que leva o sujeito masculino a agir com tamanha agressividade, perante ao sexo feminino.
Entramos agora na terceira faze, que é chamada por (Soares, 1999 e Hirigoyen, 2005). De pedido de desculpas.
Nesta faze, o  agressor  se mostra estrema mente arrependido por seu comportamento agressivo,
E procura  culpabilisar a  mulher pelo ocorrido, ou então, mascara o fato se justificando de  diversas formas, tais como:
Por conta de bebida,
Excesso de trabalho,
Preocupações paralelas, e etc.
Para conquistar novamente a confiança de sua parceira, o agressor muda seu comportamento que vai de um estremo a outro.
Na 4ª faze, caracterizada como lua de mel, o  marido
 sai da posição de dominador, e adota a posição de um marido carinhoso, cuidadoso e compreensivo,
Aprisionando a mulher em suas infinitas promessas de mudanças, que são notadas pela vítima, por conta da calma aparente, presentes, jantares românticos, dentre outras formas de se entregar a esse círculo vicioso para ele,
E  motivo de sofrimento para ela.

Falaremos apartir de agora, a respeito da psicologia, qual é seu papel nos casos de violência contra a mulher.

 “ (EspaçoReservado1)         2ºRevista da Escola de Enfermagem da US    P
Ano: 2008
Volume: 42
Número: 4
Página: 744-751”
 Este tipo de violência, só foi reconhecido como caso de saúde pública na década de 90, pela OMS.
Porém, ainda são encontradas diversas dificuldades para atender e acolher a vítima violentada, que na maioria das vezes, não expõe o seu problema socialmente, seja por vergonha,  ou por medo não só do agressor, mais sim de outras pessoas como por exemplo seus familiares.
A mulher violentada, não tem somente seu estado  “ físico debilitado”, mais seu estado emocional também está destruído, e nos casos  mais graves, alguns danos jamais poderão ser reparados, por conta da repercução que essa violência  teve para a vítima.
Não poderemos nos esquecer também, que  alguns profissionais, fazem o uso inadequado de seus recursos, para rotularem  a vítima como se esta sofresse de algum transtorno psicológico, não levando em conta, os parâmetros principais desta violência, não desenvolvendo com esta uma boa escuta, não lhe fazendo entender, que ela não está somente na posição de  vítima, mais sim mostrar que ela também é responsável pelas agreções sofridas, símplismente pelo fato de julgar esta violência, como algo normal, que foi inserido no contexto familiar.
Muitas mulheres aprenderam desde pequenas, que devem submição a seus parceiros, independente de quais sejam seus desejos.
Ela está  ali somente para satisfaze-lo, e ela se sente desta forma:
Sente que se o desobedecer estará violando uma regra muito importante, sente que se alguma coisa  não sair da forma com que ele deseja seu casamento poderá acabar, e muitas mulheres são totalmente dependentes de seus parceiros, não tendo assim opções para se separarem quando são violentadas, e por isso continuam com estes homens, e acabam colocando a violência  que sofrem como uma rotina existente em seu cotidiano.
Mesmo sabendo a respeito da lei Maria da Penha, mesmo sabendo que existem abrigos que acolhem estas vítimas, elas acabam se retraindo, e ignoram seu próprio problema, que não é só da vítima, esta violência é um problema de caráter social.
Dentre os profissionais presentes no quadro de ajuda com relação a mulher violentada, estão os Psicólogos que já foram citados a cima, e também os enfermeiros.
Que além de cuidarem da saúde física da vítima, procuram ouvi-la, e  lhe deixam ser a “ protagonista de seu próprio cuidado.
  “ 2º A Revista da Escola de Enfermagem da USP
Ano: 2008
Volume: 42
Número: Quatro
Página: 744-751”

Outros profissionais que também fazem parte no quadro de ajuda, apoio e auxílio a mulher violentada, é todo o setor jurídico, e assistência social.

Falaremos agora, sobre a lei  Maria da Penha.
Sua história, seus benefícios para todas aquelas mulheres  que sofreram algum tipo de violência.
Maria da Penha é Cearense, e no ano de 1983, acabou sofrendo uma violência praticada por seu  marido, que lhe deu um  tiro nas costas, e a deixou paraplégica.
Mais na que La época, o Brasil não dispunha de recursos para defenderem as mulheres violentadas por seus cônjuges,  e apartir de 1994, quando Maria da Penha publica seu livro de título “ Sobrevivi”, é que as coisas começam a mudar.
Porém a lei  que defende todas as mulheres violentadas, foi aprovada em  07 de agosto de 2006 , transformado como
Lei Federal 11340 = lei Maria da Penha.
(http://www.mariadapenha.org.br/index.php/mariadapenha/historia.html)
Foram graças a seus esforços que hoje as mulheres podem denunciar seu agressor, sem necessidade de voltarem para suas casas, e serem mais uma vez violentadas.

Falaremos agora, sobre exemplos de violência doméstica que fizeram parte da mídia.
1º Exemplo:
Elisa Samúdio.
Namorada do jogador Bruno Fernandes que era goleiro do Flamengo, já jogou no Atlético Mineiro, e sua carreira foi destruída por conta de ter sido acusado por  mandar assassinarem Elisa Samúdio  que antes de falecer, sofreu inúmeras torturas, vários tipos de agreção, no sitio do jogador.
2º Exemplo:
O cantor Chris Brown se tornou destaque na mídia, por agredir sua ex namorada Rihanna, com tapas e mordidas, e também  lhe deu um soco no olho.
O cantor foi condenado a Cinco anos de prisão em liberdade nos Eua.
Rihanna alegou em um programa nos EUA que Chris Brown precisava de ajuda na época em que cometeu a agreção, e não guarda mágoas a respeito do cantor.
Veremos a seguir uma notícia extraída do sit. :
(g1.com.br)

Guarda municipal atira e mata companheira em Praia Grande, SP
Um dos tiros atingiu o braço direito dela e a sua cabeça.
Guarda municipal fugiu após o crime.

Do G1 Santos

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Um guarda municipal matou a sua esposa no começo da noite deste sábado (22) em
Praia Grande,
no litoral de São Paulo.

Segundo informações da Polícia Militar, o casal estava em um apartamento localizado na avenida Dom Pedro II, no bairro Ocian. Eles começaram a discutir
e o guarda pegou uma arma e atirou na direção da mulher. Um dos tiros atingiu o braço direito dela e a sua cabeça.

O guarda municipal chegou a ligar para um colega de serviço para socorrer sua companheira. A vítima chegou a ser socorrida com vida para o Pronto Socorro
Quietude, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo da vítima deverá ser encaminhado nesta madrugada ao Instituto Médico Legal de Praia Grande.

A perícia técnica analisou o local do crime e uma faca foi apreendida. O guarda municipal fugiu e a arma que ele usou não foi encontrada

Deixarei agora minha opinião sobre este assunto:
Vendo todos estes exemplos a cima, podemos concluir que as relações afetivas atuais, se dão por diversos motivos que nem sempre estão relacionados ao amor.
Na maioria das vezes, um ontem se sente ameaçado quando recebe o pedido de separação que é feito por sua esposa, ou namorada.
E por conta de visualisar a companheira como sua propriedade particular, muitas mulheres são assassinadas, sem qualquer tipo de recurso para se defenderem, símplismente por decidirem abrir mão da relação que está lhe causando algum tipo de sofrimento.
Onde iremos parar, com tanta violência presente no nosso dia-a-dia, na nosssa rua, na nossa vida?
Quando vamos aprender a fazer uso das leis para nos protegermos  de homens agressivos?
Quando mulheres deixarão a posição de vítima, e  assumirão a responsabilidade pela agreção feita por seu parceiro?
Sem esse exercício de reflexão, sem  novas atitudes, nunca sairemos desta posição de vítima, e culpado.

3 comentários:

Anônimo disse...

Bom, vou comentar desde aquele trabalho do transtorno de pessonalidade, a carta e o trabalho da violência.
Depois de ter lido seus trabalhos maninha não tenho mais dúvidas que a pcicologia é um mundo encantado onde descobrimos muitas coisas sobre ser humanos e tudo sobre nós.
Da carta, realmente ele te ama mesmo, isso que é amor.
Só precisa melhorar naquela questão que nós sabemos qual é.
Esse da violência da mulher, eu nunca tinha visto a história da maria da penha só ouvido falar que ela criou a lei depois de ter sido vítima de violência do próprio marido.adorei!

dorinnha radashy disse...

aaa carol, eu sei que é meio que tenso esse tema, mais eu tinha que escrever, e depois postar pra galera saber, em que mundo a gente vive. e espero que ele me ame mesmo.

Fernanda!!!! disse...

Oieee menina!
Adorei o teu trabalho.
Eu ja tinha lido antes, mais obrigada por compartilhá-lo conosco.
Tu com certeza merece nota máxima.
Um beijão.