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sábado, 16 de fevereiro de 2013

-- trabalho concluido. postando. será que ficou bom?--

Oois galera! hoje eu consegui terminar o trabalho do Geison, e vou colar ele aqui pra ver que vocês me dizem.... se ficou bom ou ruim.
confesso que foi difícil fazer, e que eu esperava mais de mim, e pretendo melhorar durante os próximos.... mais esse foi o 1º do ano. então eu deixo aí pra quem  curte psicanálise, e pra quem não conhece e quer saber um pouquinho a respeito do tema em questão, que é a transferência. vamos la?
quero seu pitaco depois.


A transferência 2º o autor
 "James Strachey," se da através de
 Aspectos, que predominam na vida do indivíduo, desde seu nascimento.
A partir daí, várias maneiras são utilizadas como recurso pelo próprio indivíduo, para que o mesmo se sinta satisfeito com relação às suas questões eróticas, que
também estão presentes durante a análise terapêutica.
Isso se da por meio da libido, que busca no psicanalista uma fonte de amor para que sejam saciadas, questões existentes no inconsciente que não se tornaram acessíveis
no movimento consciente no ato da sessão.
Ou seja:
O paciente ainda não colocou suas fantasias no percurso da realidade, para que elas sejam então acessíveis ao analista, de forma que ele possa aproveitar todas as
informações presentes na mesma, e fazer com que dados importantes, sejam utilizados durante o tratamento analítico, como forma de entender  a partir de um modo mais
claro, a história que este paciente em questão trás durante cada sessão.

Tendo verificado que a transferência não pode ser vista somente como uma forma eficaz para o trabalho durante uma análise, é preciso consideirar sua outra face.
Ou seja. O analista precisa trabalhar com a transferência, presente nas sessões como uma barreira a ser quebrada não somente por conta dos dados que trarão a ele
mais precisão a respeito do tratamento e da vida do paciente, mais é a partir da transferência, que o paciente cria uma certa empatia pelo analista, consegue se
desprender de seus medos ou até mesmo de frustrações, libertando-se de seu inconsciente, e deixando que flua durante o tempo de análise, tudo o que deve ser trabalhado
e que por muitas vezes, permaneceu oculto por vários anos, e precisa deixar de ser somente uma fantasia escondida, uma vontade reprimida.
Todas estas questões precisam vir à tona, afim de que o tratamento sofra influências positivas, para que o paciente possa progredir a partir de tais fatos.

Falarei agora, sobre como uma pessoa pode utilizar a transferência, e a partir   dela, ter uma boa desenvoltura durante o tratamento.
Devemos de antemão, caracterizarmos a transferência.
Como:
1ª Transferência positiva.
É construída  a partir de relatos, trazidos pelo paciente durante as sessões.
Em alguns casos, o paciente acaba criando diversas fantasias.
Para conseguir se abrir.
E são  a partir destas fantasias criadas pelo paciente, que o mesmo não tem resistência, e fala de qualquer tema diante do analista, sem medo, sem pudor, sem vergonha,
sem se sentir culpado.
Um vínculo de  confiança, empatia e amizade é criado, e este é o responsável pela forma com que o paciente prossegue relatando suas fantasias, e suas emoções, e
assim o analista pode facilmente realizar um trabalho estrema mente positivo com o paciente em questão, lhe ajudando a superar seus complexos, e quaisquer outras
resistências que estejam presentes em seu consciente, ou inconsciente.

2ª Transferência negativa:
Se da a partir de um travamento presente durante às sessões.
O paciente não consegue falar abertamente com seu analista a respeito de suas questões, de suas fantasias e complexos.
Não é estabelecida uma  relação de empatia entre ambos, fazendo com que assim, a batalha seja perdida para ambos.
"Pois se um analista não consegue trazer o inconsciente do paciente "para " fora", se não é possível ter acesso a todos estes dados que compõe uma série de impulsos
da personalidade consciente ou inconsciente do indivíduo, não a como proceder num tratamento de forma eficaz.
Vale apena que o analista se esforce  para que seja criado um vínculo afetivo entre ele e o paciente, para que o tratamento possa seguir seu percurso, e deixar que
o paciente melhore gradativamente.
Estas questões necessitam de tempo e de diversos ajustes para serem trabalhadas, e dependem de ambos para que sejam bem sucedidas.

No 2º texto, "o autor BEHANDLUNG
 enfatiza quais são os meios para que um médico possa trabalhar com a psicanálise, sem que ocorram alguns imprevistos."
Sabe-se que nós possuímos uma memória que tem uma capacidade incrível de arquivar e guardar dados, de diversas épocas de nossas vidas.
Porém ela pode se confundir, e se esquecer de informações de estrema importância, principalmente no caso de um médico que atende mais de um paciente diariamente.
A psicanálise busca diversas informações,
"diversos detalhes", que não podem ser perdidos  ou sequer esquecidos.
Por isso, métodos devem ser adotados, para que não aja certa  confusão, na hora de iniciar um atendimento.

A técnica a ser adotada, é que devemos escutar o que o paciente  diz.
Sem focar nossa atenção em  lembranças anteriores.
Pois o que se escuta, será a ferramenta de trabalho que o analista terá de lidar durante aquela sessão.
Até por que, durante o discurso de um paciente, é possível escutar diversas falas que são repetidas, e que trazem a tona informações que ainda estão  presas ao subconsciente
do indivíduo.
Diversas linhas da psicologia fazem uso de outros recursos para que não se esqueçam de informações presentes  durante os atendimentos.

Mais vale ressaltar  que no meio psicanalítico não é aconselhável por exemplo, fazer uso de grafia durante os atendimentos.
Pois deixamos de  focar nossa atenção em detalhes que são estrema mente importantes e fundamentais, e ficamos  presos àquilo que escrevemos.
E esta escrita, pode ser dispersa, e não terá arquivado os dados que farão toda a diferença durante as sessões seguintes.
Abre-se uma exceção no caso de datas específicas, e sonhos
 ( ressalta o autor.)
Logo após terminar os atendimentos, é viável que anotações sejam realizadas, até mesmo pelo fato de realizarmos relatórios de caráter descritivo a respeito das sessões.
Ele ainda da um alerta a todos os médicos, que não deixem  os sentimentos se isolarem do tratamento, afim de  que se obtenha sucesso a partir do tratamento em questão.
""Pois "a partir da  adoção "de " frieza durante as sessões", o paciente criará seus métodos de resistência, que na certa não favorecerão o médico em questão, que
não terá um tratamento " bem sucedido".
Assim como o paciente deve dizer tudo o que lhe vem à mente, o médico deve receber todas essas informações, e fazer interpretações das mesmas, não julgando, e nem
censurando  as ações, ou atitudes do paciente.
Ignorando seus preconceitos, seus valores, seus axiômetros quanto às informações relatadas durante  os atendimentos.
Para que o médico não se sinta influenciado, tocado, ou indignado com qualquer informação dita pelo paciente durante as seções, cabe a ele mesmo passar a fazer terapia,
a fim de resolver todos os seus conflitos internos.
Para que os conflitos do paciente, não venham intervir de modo parcial ou integral, em sua vida profissional e pessoal.
O médico por sua vez, também não deve dar ao paciente, informações de sua vida pessoal, afim de que  as situações sejam comparadas, ou que sirva de consolo para
ele.
Pois não é recomendado que na psicanálise, os papéis sejam invertidos, por que o  paciente pode preferir ouvir a história de vida de seu analista, do que lhe relatar
a sua própria história, e não é a partir  deste ponto que a psicanálise busca trabalhar com seus pacientes.

 O médico Não deve também, querer que  o paciente seja capaz de  se transformar numa pessoa excepcional.
Deve-se considerar que este paciente, também possui  suas dificuldades, "suas " fraquezas", para atingir tal ponto esperado pelo médico,
E o objetivo da psicanálise, não é tornar a vida de um paciente mais árdua do que já vem sendo.
O médico em questão, deve se sentir satisfeito, ao visualizar e escutar, através de atos e palavras do paciente, questões que indicam que vários pontos dentro de
si foram melhorados graças às seções, e deixar que no momento exato para o paciente em questão, se chegue a um gral de sublimação esperado.
Não existem prazos para que uma pessoa possa melhorar.
Não se deve  focar os atendimentos em uma recuperação imediata como faz a medicina.
  É preciso dar tempo ao tempo, e focar o trabalho na escuta, e na transferência.
Que são pontos primordiais para que o tratamento seja bem sucedido.

2 comentários:

estrelinha disse...

oiee bom diaa maninha do coração. esse trabalho me deixou com vontade de fazer perguntação...rsrs sabe como eu sou curiosa né.
ainda mais se tratando da mente humana é cheia de segredinhos, rsrs.
mais vc desvendará todos... e me conta kkk rsrsrsrs!!!
adorei, posta mais trabalhos aqui... beijão.

dorinnha radashy disse...

obrigada pela força cah. eu espero que o geison goste.......