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segunda-feira, 9 de março de 2015

--relato do meu parto.

Olá a todos!
Hoje eu vim contar como foi meu parto. O post é estenso, e um pouco doloroso pra mim em alguns momentos.
Mas vamos la.
A exatamente 1 mês atrás, eu me levantei, e resolvi ir fazer uma curta caminhada pela  rua da minha casa, com a minha companheira inseparável, (Suzy.). Assim que eu cheguei a casa da minha mãe, (duas ruas a cima da minha casa), eu estava sentindo leves contrações, que foram aumentando, aumentando, e aumentando. Entramos em contato com a minha doula que apareceu na casa da minha mãe, e nós conversamos muito. quando as dores aumentavam, ela fazia massagens na minha lombar, e nós também andamos muito pelo quintal da casa, e eu também fiz exercícios na /, e também fiz alguns agaichamentos.Naquele dia, ainda caminhamos pelo bairro no períldo da tarde, mas o parto não evoluiu. Quando a enfermeira retornou para me examinar, disse que minha dilatação ainda estava em 4 dedos e meio. aquilo tudo me frustrou muito. eu me senti deprimida. dormi um pouco, e quando amanheceu, ja era 5 de fevereiro, e eu resolvi indusir o parto. ciente dos riscos que eu correria, caso fosse nescessária a intervenção de um médico. me arrumei, coloquei um vestido confortável, e segui rumo a maternidade, na esperança de ser enternada. o hospital estava lotado. tanto na parte do sus, (que era onde eu estava), quanto na parte da unimed.
a doutora que me avaliou, no 1º instante disse que não me internaria, pois a minha dilatação ainda não estava propícia. me pediu para caminhar, e retornar posteriormente, para avaliar se a dilatação havia evoluido. ela também me mandou para uma sala, para realisar um exame que monitora os batimentos cardíacos do bebê. ele não parava de se mexer, e seu coraçãozinho estava bem acelerado. eu estava bem nervosa, e anciosa ao mesmo tempo. morrendo de vontade de conhecer meu filho, e torsendo para ficar enternada. aquelas dores não deixavam de me acompanhar, mas aquela dilatação não saía dos 4 dedos e meio, e isso me cansou demais.
eu sempre passava a mão na minha barriga. tinha que aproveitar meus últimos instantes grávida! (assim eu pensava.)
depois de mais oumenos 2:00, eu retornei a sala da médica, que disse que eu estava com 5 dedos de dilatação, e que ela me internaria. fizemos contato com a minha doula, que nos encontraria no C O, (centro obstétrico.)
eu esperei muito antes de subir. fiz até um teste rápido de hiv, que deu negativo. às 14:30, eu ja estava no C O, e fui recebida pela enfermeira Taís, e por uma outra, chamada de raimunda. lá elas fizeram o mesmo exame em mim, e disseram que eu estava com  um rítimo de contrações muito lento, e que eu poderia acelerar este processo, se permitisse que elas estourassem a minha bolsa. (esta era uma das coisas que eu coloquei que não queria que fizessem no meu plano de parto. mas isto, se eu tivesse conseguido dilatar. como esse detalhe não foi pra frente, resolvi altorisar.) e aí as dores começaram. eu ainda conseguia andar, fazia exercícios na barra, e assim íamos indo. eu estava morrendo de fome, pois só havia tomado o café da manhã. tinha que passar o restante do tempo em jejum. quando as dores aumentaram demais, pedi a minha doula para que solicitasse a enfermeira um reforso, chamado de "chuveiro". eu pensava que la me sentiria melhor. que nada. assim que eu me sentei naquela cadeira, e comessei a jogar água em cima de mim, me sentia muito mal. uma tontura extrema tomava conta de mim, minha barriga estava endurecida como  pedra, e eu chorava, quase gritava, e dizia pra cris que queria  trecorrer a analgezia.
ela me pedia pra ter calma, me pedia pra esperar, mas eu não conseguia. parecia que respirar era muito difícil. e eu dizia pro meu filho, que eu havia tentado me  submeter  a 1 parto sem intervenções, mas não havia conseguido. a enfermeira taís, disse que ia me dar um remédio pra que  as dores aliviacem, e aí eu comecei a ficar pior. minha lingua cresceu, e eu rolava de dor na cama, gritava de dor, procurava alguma coisa pra me segurar, levantava a mão, e pedia pra deus me ajudar....... nisso o tempo foi passando, as dores aumentando, eu vomitava...... gritava de dor, me sentia um lixo, e morria de medo de que acontecece algo com o meu filho...... por fim, quando eu já estava esgotada, eles me levaram pra uma outra sala, e me aplicaram a analgezia. foi orrível. eu lá, com 9 cm de dilatação, morrendo de dor, tendo contrações intensas, tinha que ficar sem me mexer até eles aplicarem a anestesia nas minhas costas. depois dessa aplicação, os médicos me pediam pra fazer forsa, e eu fazia muita forsa. parecia que ia quebrar meu corpo ao meio, + meu filho não descia. ainda estava no auto, e disseram que teriam que tirá-lo com fórseps.
eu pedi para que o médico não o machucasse, e às 19:54 daquela quinta-feira, nasceu meu príncipe. com 3 quilos, 375 gramas, 50 centímetros. e eu chorei muito quando ouvi ele chorando..... e me senti aliviada. realmente eu fracassei. não consegui desenvolver o parto da forma que esperava, + estava realizada, por ter meu anjo ali junto de mim!!!!!!!!!!!!!!! e isso já me fazia feliz. assim que ele voltou da sala da pediatra, foi colocado a minha esquerda. eu estava em  uma maca, que ficou parada no corredor, e ali eu toquei pela 1ª vez no cabelinho do meu filho. a minha doula me explicou como eu o amamentaria, e começamos a desenvolver nosso vínculo. apesar do meu cansasso, eu me sentia muito satisfeita. meu filho era gordinho, saudável, e 2º olhos alheios, o bebê mais lindo do quarto 110!!!!!!!!!

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